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sábado, 29 de agosto de 2020

Sentindo o cacete do tio Miguel

 Passei a semana seguinte tentando me concentrar nos estudos, pois era final de semestre e eu estava com muitos trabalhos pra fazer e logo mais era semana de provas. Mas só conseguia pensar em tio Miguel e no tesão que havia me deixado no último final de semana.

Como era aniversário de minha mãe, papai resolveu fazer um churrasco no sábado e convidou alguns familiares e alguns amigos mais chegados. Eu sabia que tia Alice e tio Miguel viriam, porém estariam com suas filhas, sem contar que teriam várias outras pessoas. Mesmo assim eu estava ansioso e ficava imaginando se teria algum momento a sós com tio Miguel. 
No sábado levantei cedo e fui ajudar meu pai a preparar as coisas para o churrasco. Tinha esperanças de fazer um dia ensolarado, pois assim os convidados se animariam para aproveitar a piscina e eu poderia ter mais um pouco da visão maravilhosa do tio Miguel de sunga e tirar proveito das brincadeiras que sempre rolam na piscina. 
Os convidados começaram a chegar e logo a casa estava repleta de amigos dos meus pais. 
Tia Alice e tio Miguel chegaram sozinhos, sem as crianças. Minha tia me cumprimentou com um beijo no rosto e logo foi para dentro de casa perguntar para minha mãe se precisava de ajuda. Tio Miguel, que havia parado em uma roda que só tinham homens, veio depois me cumprimentar. Até hoje me lembro como estava vestido aquele dia... usava uma calça jeans que ficava justa em seu corpo devido à suas pernas grossas e a sua bunda que também era grande. Isso fazia com que seu pau ficasse bem marcado, deixando transparecer seu volume avantajado. Usava uma camiseta polo azul, a qual tinha deixado todos os botões abertos e que entregavam o início de um peito peludo. Calçava um tênis branco da Nike. Ele vindo em minha direção estava uma visão incrível. Aquele dia tio Miguel estava especialmente charmoso. 
Enquanto caminhava percebida os olhares das demais mulheres que estavam no churrasco acompanhando o seu caminhar. E não era para menos, ele era um homem que realmente chamava atenção, não se destacava apenas pelos seu 1,95 de altura mas também pela sua virilidade e seu charme. 
Se aproximou de mim e me envolveu em um abraço gostoso e apertado. Senti seus braços fortes me puxarem para junto de seu corpo. Senti seu perfume gostoso e aquela barba por fazer roçando em meu pescoço. Senti uma de suas mãos acariciar minhas costas e a outra repousar de leve sobre minha bunda. Nossos corpos se tocavam por completo, sentia não apenas nossos peitos colados, mas sentia o volume de seu pênis um pouco acima do meu, que logo começou a se manisfestar quando foi pressionado contra sua coxa. O abraço durou alguns segundos e parecia o abraço de velhos amigos que não se viam há um bom tempo. Me deu um beijo no rosto e me soltando de seus braços me disse:
- e aí, Teteu, td bem? - com aquele sorriso sincero de sempre
- td sim tio. E vc? Pensei que não vinham...demoraram a chegar... - disse tentando manter a voz normal, sem entregar minha ansiedade.
-passamos na casa da minha mãe para deixar as crianças... e sua tia tb demora demais pra se arrumar! Trocou de roupa pelo menos umas quatro vezes! - disse rindo
-será que hoje rola uma piscina, Teteu?
- não sei, hein tio, parece que o tempo não está muito afim de colaborar... - e para o meu azar, realmente o tempo estava mudando e ninguém se animou para entrar na piscina. 
Ficamos conversando sobre coisas do cotidiano mais um tempo e depois tio Miguel se juntou a roda dos homens mais velhos junto com papai e outros amigos e eu me juntei ao meu irmão e os outros primos. Já estava ficando meio desesperançado de que algo fosse acontecer, então subi para o meu quarto para ver se conseguia fazer mais um pouco da pilha se trabalhos.
Não conseguia me concentrar e então resolvi procurar algum vídeo pornô para assistir e tocar uma punheta rápida enquanto aproveitava meu momento sem que ninguém aparecesse. Encontrei um vídeo que me aumentou ainda mais o tesão. Era o vídeo de uma moça ruiva e um cara careca e alto, com corpo definido e um pau grande e grosso... o que mais me chamou a atenção era como ele comia a moça. Ela, depois de engolir o cacete do careca, ficava de quatro na cama enquanto ele socava o pau em seu cu xingando-a de vagabunda e mantinha um de seus pés na cara da moça que gemia com a cara pressionada no colchão. 
Meu pau estava duraço vendo aquele vídeo e eu o acariciava ainda por cima da calça quando escuto alguém abrindo a porta que estava apenas encostada. Antes de me virar para ver quem era, minimizei a página e voltei para o arquivo em que digitava o trabalho. Logo senti alguém me abraçar por trás na cadeira e ouvi tio Miguel rindo e dizendo
- estava vendo pornô, né seu safado!
Tentei disfarçar o volume do meu pau colocando uma das mão por cima e falei
- não, estou fazendo os trabalhos da escola. 
Pela risada de tio Miguel, percebi que não tinha sido convincente. 
-deixa de ser mentiroso, Teteu! Eu vi pela porta antes de entrar. 
E tirando a minha mão do mouse me disse que também queria ver e foi logo abrindo a página minimizada. Voltou o vídeo um pouco e deu play.
Ficou em pé ao meu lado enquanto assistia e dizia que estava ficando com tesão de ver aquela cena. E me disse que nunca tinha comido ninguém naquela posição. 
Senti sua aproximação enquanto comentava e logo senti o volume de seu cacete pressionando meu ombro. 
Tio Miguel passou um dos braços pelas minha costas e pelo ombro me puxou contra seu corpo. Com a outra mão segurava em seu pau que já estava nitidamente duro. Começou a rebolar roçando em mim enquanto assistia a moça ruiva ser fodida com brutalidade pelo rapaz careca. 
Aquilo me deixou com um tesão do caralho... Mas como ainda era virgem e bem bobão para essas coisas, deixava toda a iniciativa por conta de tio Miguel. 
- você não está com tesão, Teteu? Olha só como ele fode o rabinho dela!
Não consegui responder...apenas suspirava forte com o desejo de que aquela cena se repetisse ali entre mim e tio Miguel.
imaginava como seria sentir aquele pezão de tio Miguel pressionando minha cara contra o colchão... 
Ele soltou a mão que pressionava seu cacete, pegou uma de minhas mãos, levou até seu pau e iniciou uma massagem com a sua mão sobre a minha. 
Era a sensação mais gostosa que já tinha sentido. Era a primeira vez que pegava no pau de outro cara.
Meu coração estava a ponto de saltar pela boca e eu suava frio, meu pau estava quase explodindo dentro da calça. 
-isso, massageia o cacete do tio, vai Teteu! 
Comecei a pegar com mais força e ele começou a gemer de um jeito gostoso e bem baixinho. Continuava a rebolar enquanto eu massageava seu cacete com minha mão e o encarava. A cara de safado do tio miguel me deixava alucinado!
Com um pouco de coragem tirei minha mão e aproximei meu rosto àquele volumoso cacete e encarando tio Miguel abocanhei aquele volume mesmo por cima da calça. 
Tio Miguel sorriu de um jeito mais sacana ainda e soltou:
- quer provar o pau do tio, quer Teteu? - e começou a forçar minha cabeça contra seu pau que ainda estava dentro da calça
-abocanha o pau do titio, vai! Ah, que delicia!
Sua mão era muito grande e envolvia quase minha cabeça inteira. Sua força comparado a minha tb era muito maior e com apenas uma das mãos conseguia me prender junto ao seu pau enquanto se mantinha rebolando e esfregando td o seu pacote na minha cara.
Caralho que delicia! Só de lembrar daquela cena já fico com o pau babão aqui!
-quer provar o pau do titio, quer? Seu safado!
Coloquei uma de minhas mãos na sua bunda e pude sentir seu glúteo musculoso se contraindo na minha mão enquanto mantinha a cadência daquele rebolado gostoso e da pressão do seu cacete na minha cara.
Abriu o zíper e falou:
-quer provar o pau o tio, quer?
Me mantive ofegante e sem responder e logo ele reagiu. Me deu um tapa na cara (que não doeu, mas aumentou ainda mais o meu tesão) e disse:
-responde o tio! - em um tom ríspido. 
Respondi que sim e logo ele pegou a minha mão que estava em sua bunda e colocou para dentro da sua calça pelo buraco do zíper. 
-segura o cacete do titio, vai Teteu!
Tio Miguel não usava cuecas aquele dia e minha mão sentiu logo a pele do seu pau. Segurei com vontade aquele cacete e comecei uma punheta lenta porém com força sem tirar o pau de dentro da calça. Com a outra mão massageava meu próprio pau que explodia dentro da calça. 
O cacete do tio Miguel era um pouco maior que o meu, mas era muito mais grosso. Pude perceber que era peludo, sentia seus pentelhos enquanto socava aquele pau numa punheta vigorosa.
Sentia aquele pau quente pulsando na minha mão enquanto tio Miguel parecia sentir muito prazer com aquela rebolada gostosa e um gemido baixinho.
A cabeça de seu cacete parecia ser consideravelmente larga, mesmo sem ver podia sentir que era bem mais larga que o restando do corpo daquele cacete grosso e pentelhudo.
Caralho! Aquele momento percebi o quanto tio Miguel era um macho tesudo!
Queria colocar aquele pau pra fora e abocanhar ele inteiro e sentir o gosto daquele macho na minha boca. 
Comecei a aproximar minha cabeça da abertura da calça de tio Miguel, quando fui surpreendido pelas suas mãos que mais que depressa afastaram minha cabeça de seu corpo e logo retirou minha mão de dentro de sua calça. 
Logo pude ouvir vozes femininas que se aproximavam, em poucos segundos mamãe e tia Alice entravam em meu quarto. Deu tempo de desligar o monitor de meu computador antes de entrarem. 
- ah, olha os meninos aí! - exclamou tia Alice - o que tem de tão bom aqui que faz vcs se esconderem do restante do pessoal, hein?!
Meu coração estava mais acelerado ainda com essa aproximação repentina das duas, e fiquei sem resposta para a pergunta de tia Alice. Sem que demorasse muito, tio Miguel falou:
- estava vendo com o Teteu alguns jogos novo que ele tem do ps.
Balancei a cabeça afirmativo. 
Sem dar muita atenção, tia Alice continuou:
-Miguel precisamos ir, ainda temos que pegar as meninas na sua mãe! 
Sem cerimônias, tia Alice me deu um beijo e foi até a porta onde parou pra aguardar tio Miguel se despedir. Ele me deu um beijo no rosto e apenas falou: depois a gente se fala!
Cumprimentei os dois sem levantar da cadeira, pq com o tesão que estava, meu pau não abaixaria tão cedo!
Todos saíram do meu quarto e fiquei lá sozinho mais um tempo processando o que tinha acabado de acontecer. 
A sensação de segurar o cacete grosso e quente de tio Miguel percorria a minha mente em looping... e mesmo sem ele ali o tesão se mantinha. 
Me tranquei no banheiro do quarto abaixei as calças e sentei no chão com os pés Apoiados na parede. Meu pau estava muito duro, com a cabeça roxa e bem inchada soltando uma baba transparente. Pelo tempo que estava duro dessa maneira, já estava até dolorido, quase implorando pra gozar.
Comecei a socar uma punheta forte repassando em minha mente aquele cacete gostoso de tio Miguel... aquela grossura, aquele sacão grande e cheio de pelos...a imagem que formava em minha mente era maravilhosa, mesmo sem ainda ter visto de fato aquele pau.
De olhos fechados e socando forte em meu pau, levei inconscientemente a mão em que peguei no cacete do tio Miguel até meu rosto e fui surpreendido pelo cheiro forte do pau daquele macho tesudo que havia ficado na minha mão. Gozei na hora! Jorrei vários jatos de porra que espirraram na minha camiseta. Me lambuzei inteiro com meu próprio gozo e meu pau continuou teso por mais um tempo...
Sorri soltando um suspiro de alivio e determinado a experimentar aquele pau por completo.
Era estranho que não me sentia mal com essa situação, por causa de tia Alice. Na verdade nem me lembrava da existência dela enquanto estava com tesão no tio Miguel. 
Sentia apenas uma felicidade inundar meu peito agora que sabia que o tesão era mútuo. Precisava sentir o tio Miguel por inteiro e tinha decidido que isso iria acontecer! 
Vou parar por aqui para não ficar muito extenso. Depois conto mais sobre a minha história com meu tio.
Espero que estejam gostando e que continuem acompanhando, essa é uma história real, mas foi acontecendo aos poucos. 
Abraços e até o próximo conto!

Comido pelo primo mais velho

 olá me chamo felipe tenho 18 anos moro em salvador,Ba tenho 1,70 de altura faço musculação a dois anos, corpo descente 

Obs: nao tenho jeito de viado 
meu primo tem 42 anos, na verdade ele é primo de segundo grau, primo direto só de meus tios 
moro em um edificio no oitavo andar no bairro da pituba com os meus pais, e ele no quinto andar do mesmo edificio com a mãe a tia e a filha que por sinal é a minha parceira de infancia e é só 2 anos mais velha do que eu. 
Estava em casa em uma noite de sabado quando o telefone tocou, fui atender, para a minha surpresa era ele, na verdade nao me espantei com a ligação até pq como somos parentes ele sempre frequenta a minha casa e depois não há nada de mais em uma ligação ainda mais que ele e meu pai sempre jogam bola aos domingos então seria super natural que ele quisesse perguntar alguma coisa para meu pai. porém ai que eu me surpreendi. dessa vez ele nao queria falar com meu pai e sim comigo, na hora a minha reação foi indiferente, porém com muito tesão. tesão esse que ja vinha se acumulando desde os meus 15 quando peguei ele sozinho em casa assistindo um filme porno, nesse dia fui a casa dele para procurar a filha dele( minha prima) para lhe perguntar algma coisa, mas nao foi quem encncontrei e nao poderia ter encontrado coisa melhor,. Daí entaõ quano bati ele me deixou entrar e assistir como ele, naquele dia nada rolou, creio que ele tenha ficado meio receioso devido a minha idade naquela época que era apenas 15anos mas eu notei que o pau dele ficou duro durante o filme todo, ao final eu fui pra casa tocar uma punheta e depois disso nao falamos mais no assunto. então quado atendi o telefone ele pediu para que eu fosse até lá ajuda-lo como o computador dele, pois ele nao estava conseguindo manusear algum arquivo ,como eu sei que ele nao manja muito de computador acatei ao seu pedido e então desci, fui sem camisa mesmo era so pegar o elevador e descer três andares então nao me importei em me vestir completamente. quando cheguei ao andar dele estava ja explodindo de tesão podia jurar que ele ia tentar alguma coisa. quando ele abriu a porta então não tive mais duvidas ele estava de cueca e para a minha sorte estava sozinho em casa, todos haviam saido e so voltariam na segunda. então entrei e perguntei no que poderia ajuda-lo ele me explicou e disse que nao estava conseguindo ligar o computador, e me disse pra eu ir mexendo enquanto ele ia tomar banho, afirmou ainda que estava cansado pois tinha chegado do trabalho a pouco tempo. Meu pau ja estava duro ao ver aquela cena, ele pode até ter bem mais idade do que eu, mais nem aparenta, corpo malhado, forte, alto e uma tatuagem pequena no braço. nunca tinha sentido tesão assim tão forte por um homem tao mais velho que eu. Então liguei o computador,na primeira tentativa consegui ligar, mais um motivo para pensar que ele estava afim de alguma coisa, ... No auge do seu banho ele me chamou, Admito que congelei, minhas pernas tremeram um pouco mas gostei da sensação, fui. o box aberto o que acabou por mostrar o seu penis ainda mole porém muito volumoso o que me assutou um pouco mais que a vontade foi de pegar e colocar imediatamente na boca, me senti confuso na hora pois jamais havia feito algo do tipo ou sentido vontade mais estranha, o tesão ia subindo cada vez mais, meu pau ja estava desenhado na cueca entao dei a toalha a ele e voltei para o pc só pendando naquele monstro que eu havia visto a segundos e me deliciando com o fato de ter ele,. Quando ele saiu do banho foi direto para o quarto em frente e por la demorou uns 5 minutos, eu ja estava impaciente no computador pensando qual era a dele , fechava paginas e abria sem saber o que ver, consumido pela vontade de ver aquele pau grande e grosso novamente. ja estava latejando de tesão quando ele me chamou.. Putaa merda nunca vi meu coração daquele jeito , uma voz grossa e bem masculina saiu do quarto onde ele estava nao tive mais duvidas e fui sem pestanejar, quandi adentrei aquele quarto gelado vi que ele estava sentado só de cueca como o pau duro e o celular na mao ... o qual ele me pediu para procurar um video de sexo que ele nao conseguiu encontrar, achei o video entao dei o celular a ele... ele pediu para que eu visse com ele, na mesma hora sentei ao seu lado e senti a mao dele passando pelas minhas costas, um silencio enorme e ngm falava nada, ele acariciando minhas costas e conduzinho as minhas maos para o pau dele, e lentamento puxando minha cabeça para a direção inferior de modo a prencher minha boca como o aquele pau grande e grosso latejando bem gostoso,,, nao consegui colocar tudo,   o intrumento era bem avantajado, ele passava a mao pelo meu pau e apertava. Ate que ele levantou ficou em minha frente pediu para que eu ficasse sem roupa, fez o mesmo pediu para que eu passasse a lingua na cabeça vermelha daquele pau lentamente, obedeci na mesma hora. Caralho que tesão senti meu pau vibrar e o dele também , entao ele socou minha boca com aquele cacete grande e grosso que me deixou com o maxilar doendo... antes de gozar me pediu pra eu ficar de quatro. eu avisei a ele que isso nao, que tinha medo de doer e que ja era um pouco demais, mais o tesão foi tao grande que quase nao resisti, ele disse que era pra eu relaxar que só iria colocar o dedinho e socar bem devagarinho, sendo assim eu deixei, AAAAAAAFFFF que delicia . quando ele introduziu 0 dedo sentir muito tesão tive que me segurar para nao gozar.. ele foi aumentando a intensidade e mais forte e mais forte, até urrar de prazer melando o meu cuzinho todo e socando com o dedo. introduzinho aquela gala toda que ficou em minha bunda para dentro do meu cuzinho e eu ja explodinho de tesão nao aguentei e gozei muiito melando a cama todinha na qual eu estava de quatro todo melado de porra, depis desse gozada me limpei e fui para a casa, antes de sair ele me disse pra eu me preparar pq com o dedo foi só a primeira vez e que ele ainda queria sentir o seu pau grosso e grande no meu cu apertado.

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Meu primo jogador de futebol

 Opa rapaziada, blz?

Vim relatar meu primeiro conto aqui no site.
Me chamo Daniel e atualmente tenho 26 anos, sou branco, 62kg, 1,73 com cabelos castanhos cacheados, barbado e olhos verdes. Modéstia a parte um corpo bem daora.
Esse conto é real e aconteceu por volta de 2010, estava com meus 17 anos se não me engano. Não havia muito tempo que tinha tido minhas primeiras experiências sexuais e com a flor da idade meus hormônios me deixavam louco de tesão praticamente o tempo inteiro. Na época eu frequentava um ponto de pegação que fica próximo ao meu bairro, moro em BH/MG, e eu ia na lagoa da Pampulha, onde quase sempre rolava algo depois de certo horario.
Porém naquele dia não dei sorte, acho que fui cedo demais para o local e não tinha ninguém (apenas famílias que frequentam a orla da lagoa por lazer), mesmo cheio de tesão voltei pra casa, convencido que terminaria o dia numa punheta.
Quando estava há algumas ruas da minha casa notei que um primo meu estava à alguns metros na minha frente, ele também voltava pra casa que ficava ao lado da minha - ele é conhecido como Rafa, na época tinha 25, e apesar de ser casado e ter um filho, havia boatos dentro da própria família que ele era gay, pois o pegaram no chuveiro com outro cara. Até aquele momento nunca acreditei, pois ele não dava pinta, mas no tesão que eu estava resolvi arriscar mesmo não sendo assumido - Como ele estava apenas alguns metros a minha frente andei mais rápido a ponto que ficamos poucos passos de distância. Resolvi tossir pra chamar sua atenção, ele se virou me viu e comprimentou, nisso eu dei uma pegada na minha rola, mas logo ele virou e continuou de boa. Nunca fomos de conversar muito, talvez pela diferença de idade. Fiquei meio frustrado, mas resolvi tentar outras vezes e ele sempre olhava pra trás e eu dava aquela pegada no pau. Já estava achando estranho porque ele estava olhando demais, mas não fazia nada. Não demorou muito e chegamos em casa, ele entrou, mas não desisti me sentei na calçada em frente a casa dele e fiquei esperando, pra minha surpresa ele apareceu em uma das janelas e ficou me olhando. Eu continuava dando pegadas no pau, que já estava durasso.
Não demorou muito e ele saiu da janela e apareceu no portão fingindo estar olhando algo do lado de fora, foi quando puxou assunto comigo, mas sempre olhando pro meu pau, que marcava na minha bermuda, reparei que ele também estava excitado. Conversamos até chegar no assunto de vídeo games.
- lembra quando jogávamos super Nintendo, que você sempre me pedia cartuchos emprestado? - me perguntou, e eu respondi que lembrava sim, eu era muito novo, mas lembrava - eu ainda tenho o meu, qualquer dia podíamos jogar de novo.
Essa era a confirmação, o safado realmente gostava de macho e isso fez meu tesão aumentar, eu não queria esperar, meu pau tava quase furando a bermuda.
- Ué, não pode ser hoje? Tá ocupado? - perguntei.
- não não, na verdade seria de boa, a mulher e o Gui foram pra casa da minha sogra.
- então bora.
Ele abriu o portão me colocou pra dentro e o fechou rapidamente, me levou pro quarto falando que o game estava la junto com a TV, mas não havia nenhum vídeo game la. Me sentei na cama e eu travei, tava morrendo de tesão, mas eu não conseguia dar a iniciativa.
Ele ainda mexia na TV, e comentou.
- nossa agora que lembrei que tá guardado, então que tal em vez de jogar vemos um filme - eu falei de boa, depois de procurar um pouco ele colocou um filme porno hétero - aqui em casa as vezes vejo esses filmes educativos, tu gosta?
- gosto sim, eles ensinam muito, mas tem outros que eu curto mais - ele me perguntou qual, já estava tudo armado, aquele clima de sexo, de tesão no ar, uma resposta e sabia que ia rolar, que ia trepar com meu primo. Que era um tesão aliás, Rafael trabalhava como açougueiro e todo final de semana jogava futebol com o time do bairro, então imaginem o corpo que ele tinha, moreno com seus 1,63 de altura - por exemplo aqueles que são só dois caras, acho muito mais educativos.
- acha é? - ele se sentou do meu lado da cama já chegando cada vez mais perto - se tu quiser eu posso te educar também, você é novinho ainda tá estudando e eu sou mais velho...
Eu só o beijei, e que beijo foi aquele, ele passava a mão pelo meu corpo todo enquanto sugava meus lábios e enfiava a língua na minha boca, não demorou muito pra ele me tacar na cama, arrancar minha bermuda, cueca e começar a me chupar. Rafa chupava como um desesperado, como se tivesse na fome por uma rola a anos, mas isso não tirava a maestria dele, aquela boca já mamou muitas rolas, porque fazia aquilo bem demais, e eu já estava louco com sua mamada.
Ele olhava pra mim enquanto chupava minha pica com aquela cara de safado dele. Mas eu queria ver sua pica então o puxei pra cama, mandei ele tirar a roupa e começamos um 69, ficamos ali saciando nossa fome de pica por um bom tempo, e quando menos eu esperava senti sua língua no meu cuzinho, e foi o momento que eu me entreguei e urrei de prazer, ele metia a língua no meu cu como se estivesse fudendo ele, e meu cu piscava querendo mais, querendo sentir sua rola.
Rafa se sentou na cama e me colocou no seu colo, começou a se deliciar com meus mamilos enquanto enfiava os dedos no meu cuzinho, preparando-o pra levar rola.
Eu já não me aguentava de tanto tesão, com meus mamilos sendo chupados, lambidos e mordiscadas enquanto ele enfiava já o terceiro dedo no meu cu, massageando-o.
- Primo, eu não aguento mais, eu quero rola no meu cuzinho - pedi.
- tu quer é? Então pede pro teu primo fuder seu cuzinho, vai!
- Primo, fode meu rabo, me come igual você come sua mulher nessa cama vai.
- Tu é vagabunda mesmo né, quer sentir um macho dentro de você...
- Quero.
- Vai dar mais gostoso que minha mulher?
- Sim, por favor me fode!!
Rafa me jogou na cama, me virou de lado e foi pra trás de mim, cuspiu em sua mão e passou no meu cu. Meu pau já tava todo melado e o seu também, o que facilitou ainda mais a penetração, porque na hora eu só senti ele me preenchendo de uma vez, fiquei surpreso que não tinha doido nada, em seguida começou a socar sem dó.
Eu não acreditava que estava sendo comido pelo meu primo, na mesma cama que ele comia a esposa dele, essa ideia me deixava com mais tesão ainda, e eu gemia e pedia por mais rola, enquanto ele dizia "isso geme na rola do seu macho".
Logo ele quis me comer de 4, ele me chamava de égua, me batia e metia como se fossemos dois animais. Disse que queria gozar, mas queria gozar olhando pra mim, pra minha cara de amante safada, então me colocou de frango assado e voltou a me fuder e começou a me masturbar. Não demorou nem um minuto direito e eu anunciei que iria gozar.
- isso goza com a minha rola enterrada no seu cu!
Eu gozei, a minha porra se espalhou em jatos pela minha barriga e peito, instantes depois ele tirou seu pau de dentro de mim e goza também, um dos jatos chegou no meu rosto, eu estava exausto.
- Velho, não acredito que fizemos isso! - comentei rindo.
- Pois é, fizemos - ele lambeu a porra do meu rosto e me beijou - mas ninguém pode saber.
Falei que sim, que também não era assumido então mantivemos em segredo.

Não trocamos muitas palavras depois, eu apenas me limpei, me vestir e fui embora, satisfeito e com o meu fogo que foi apagado, pelo menos temporariamente

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Tio Orlando

 Um dos fatos mais importantes da minha vida ocorreu em Curitiba aos meus 18 anos de idade, quando minha mãe foi informada, por sua irmã, que sua mãe fora submetida à uma cirurgia de emergência para extrair a vesícula. Como víamos minha avó somente nas festas de fim-de-ano (moramos em São José do Rio Preto/SP), decidimos ir visitá-la na semana seguinte que seria a semana da Pátria e eu poderia acompanhá-la pois não haveria aula na faculdade. Meu pai e meu irmão mais velho não nos acompanhariam pois ambos iriam trabalhar normalmente.

Ficamos hospedados na casa da minha tia Letícia, que é uma espécie de chácara, com uma casa muito ampla, um belo pomar e uma piscina cinematográfica. Meu tio, Orlando, é proprietário de uma transportadora e apesar de possuir uma situação econômica muito boa, é um homem simples e de origem humilde que construiu seu patrimônio com o suor de seu trabalho como motorista de caminhão.

Chegamos num domingo à noite e, já no dia seguinte, fomos todos visitar minha avó - eu e meu tio tratamos de instalar uma extensão do telefone no quarto enquanto minha mãe e minha tia davam instruções à empregada e preparavam alguns pratos para serem congelados.

Neste dia percebi que meus desejos sexuais, até então ocultados de todos, incluindo eu mesmo que não queria aceitá-los, começaram a se rebelar e fugir ao meu controle. O causador do problema foi meu tio Orlando, que possui todas as características que me atraem em um homem: É maduro, corpulento, peludo e um comportamento másculo e dominador, porém carinhoso e amável.

Eu o observava enquanto trabalhávamos: seus braços peludos e fortes, seu peito largo com pelos escapando pela camisa xadrez, seus 110 kg bem distribuídos pelos seu 1.80m, seus cabelos grisalhos, seu bigode espesso e, finalmente, o volume entre suas coxas grossas, o que me levava a imaginar quão bem dotado ele deveria ser.

Tudo isto seria apenas motivos para longas punhetas pois era assim que, até então, eu sempre satisfiz meus desejos secretos. Mas desta vez foi diferente pois novos fatos iniciaram a grande mudança na minha história: durante o trabalho precisamos subir no forro da casa para instalar os fios da extensão e enquanto eu mantinha o fio esticado contra a parede, tio Orlando o fixava com uma espécie de pregos em forma de letra C.

O problema foi que o lugar era baixo e apertado exigindo que trabalhássemos deitados sendo que, mesmo assim, na etapa final do trabalho tio Orlando necessitou ficar quase que totalmente em cima de mim, fixando os pregos do canto das paredes. Neste momento não soube mais como agir: aquele macho sobre mim, o seu volume pressionando minhas coxas - quase em minha bunda, os braços fortes e peludos se enroscando aos meus e a respiração pesada em minha nuca foram demais para meu autocontrole. Eu tentei ficar inerte, fechei os olhos, pensei em outras coisas mas não deu! Meu corpo, por si só, falou: abri lentamente as pernas, empinei minha bundinha devagar e vagarosamente comecei a contorcer meu traseiro contra seu colo além de repousar meu rosto sobre seu braço peludo. Eu comecei, discretamente, convidando-o ao prazer. O corpo dele também falou, pois senti o volume aumentar e senti uma leve pressão contra meu traseiro - seria uma encoxadinha?

Estava adorando aquela situação e, pelo volume que eu sentia no traseiro, meu tio retribuía mas, para minha surpresa, meu tio falou, de repente, com uma voz forte e autoritária: - Para de se mexer, Pedrinho, senão essa merda de extensão não fica pronta hoje! Aquilo foi um balde de água fria! Eu queria estar morto, meu tio não queria nada comigo, descobriu meus segredos e, provavelmente, iria contar para a sua esposa, que iria contar para minha mãe enfim, preferia ter morrido que entregar meu segredo tão facilmente. Bom, de qualquer forma meu tesão acabou e ficamos em silêncio até o final do trabalho - É engraçado como neste momento comecei a perceber como era difícil suportar o peso do corpo do tio Orlando sobre o meu o que, há alguns minutos atrás fora muito fácil de fazê-lo.

Mas a história estava só começando enquanto o trabalho, pelo contrário, se acabava. A extensão ficou pronta e meu tio, após testar o telefone, sorriu para mim e disse:

- Este trabalho não teria ficado tão bom se não fosse sua ajuda, Pedrinho. Então olhou diretamente nos meus olhos e completou: - Desculpe-me lá no sótão. Mas a carne é fraca e o titio está com uns probleminhas com a titia e eu agradeceria se você não contasse a ninguém como o titio foi inconveniente.

- Claro, tio! Ninguém precisa saber de nada. Respondi meio atordoado pois percebi que, para o meu tio, eu não tentara seduzi-lo mas, pelo contrário, ele sentiu desejos pelo meu corpo que só foram controlados através da repreensão (que foi destinada para ele mesmo).

- Perfeito! - ele respondeu - vamos lá na padaria comemorar o serviço, eu pago um sorvete.

- Sorvete, tio? Prefiro uma cerveja! Afinal não sou mais um garotinho para tomar sorvete - respondi, brincando.

- É, Pedrinho! Decididamente você não é mais uma criança - meu tio Orlando respondeu como quem pensa em voz alta - e a sogra tem umas louras geladas esperando por nós, que tal uma enquanto esperamos o almoço?

Após o almoço ele foi tirar uma soneca na rede da varanda lendo umas revistas numa cadeira de balanços próximo à janela da cozinha onde minha mãe e minha tia preparavam os pratos e conversavam sobre todo o tipo de assuntos - elas sempre foram duas irmãs muito íntimas e, se a distância dificultava o contato, os telefonemas quase diários permitiam que compartilhassem seus problemas e alegrias. Elas não sabiam da minha presença no quintal e eu as ouvia sem interesse até que o assunto passou a ser meu tio Orlando e meus ouvidos passaram a prestar atenção:

- E o seu problema com o Orlando, está resolvido? - pergunta minha mãe à irmã.

- Infelizmente, não! estou preocupada pois o Orlando não vai aguentar muito tempo, você sabe que ele me procurava todas as noites e agora, com esse meu problema de varizes no útero, ele não tem sexo há mais de um mês. E ainda por cima o problema da mamãe, fica tudo mais complicado.

- Mas Letícia, você pode satisfazer os desejos de seu marido de outro jeito, você tem que ser mais criativa, senão o Orlando precisará procurar sexo fora de casa e você sabe que isto pode acabar com seu casamento.

- Mas o que eu posso fazer, Helena, você sabe que, apesar do Orlando ficar insinuando que gosta de sexo anal eu sou contra e sexo oral então? Não consigo nem me imaginar fazendo isso, não sou uma vagabunda.

- Olha, vagabunda eu sei que você não é, mas Curitiba está cheio de mulheres que não acham isso um pecado não! Cuidado!

- De qualquer maneira, não conseguirei pensar nisto até a mamãe estar melhor. - Nisto o tio Orlando entra na cozinha e elas mudam de assunto. Entendi, então porque o tio Orlando se desculpou, ele não resistiu ao meu corpo junto ao seu e reagiu. Melhor que isso, segundo minha tia, ele gostava de uma bundinha e uma chupada. Decidi, então, que estava na hora de eu perder minha virgindade, tirar o atraso do meu tio e de quebra, quem sabe, até evitar uma crise conjugal...

Meu tio Orlando, por sua vez, parecia estar mais animado com a minha presença, o incidente do sótão havia se encerrado e ele agia como se nada acontecera. Todavia, sentia que ele me olhava diferente, talvez fosse só impressão, mas de alguma forma a minha presença parecia animá-lo. Como eu era um jovem atraente (apesar de me achar mais gostoso hoje, que sou um homem másculo e maduro), aproveitei o calor do dia para dar espaço aos possíveis devaneios de meu tio e comecei a desfilar sem camisa pela casa da minha avó, mostrando meu corpo bem definido de nadador e procurava encostar em partes de seu corpo sempre que possível. Cheguei até a me deitar no sofá para assistir à sessão da tarde de bruços com a bundinha erguida, e, fingindo não encontrar uma boa posição, contorcia meu corpo o tempo todo. Meu tio, sentado na poltrona do meu falecido avô mantinha um olho na TV, outro no meu corpo.

O dia transcorreu neste jogo de sedução até o final da tarde, quando o enfermeiro da noite chegou e todos voltamos para casa. Apesar de ser início de setembro, a primavera se antecipara e nos oferecia uma noite gostosa, quente para os padrões curitibanos. Isto nos despertou o desejo de nadar na piscina após o jantar, pois a água era aquecida e a iluminarão convidativa. Minha mãe e minha tia não se animaram muito mas nos fizeram companhia até o início da famosa novela das oito, quando decidiram nos deixar. Meu tio ainda pediu a tia Letícia que preparasse a sauna pois iria relaxar lá antes de voltar a casa. Tia Letícia trouxe-nos, então, sabonete, xampu, mais toalhas e moletons e praticamente exigiu que tomássemos banho na sauna e voltássemos para casa aquecidos pois não queria mais ninguém doente, além da mãe dela.

Então, tudo começou a acontecer, eu nem pensei em me insinuar para o meu tio novamente, visto a presença das mulheres e a privacidade da casa. Continuei a brincar na piscina enquanto meu tio executava suas braçadas, nadando todo o percurso da piscina várias vezes. Distraidamente, fui aos degraus de azulejo da escada, que possuem jatos de hidromassagem, e comecei a brincar, afundando o corpo na água e sentido a massagem no topo da cabeça. Acontece que essa posição me colocava de quatro pois, com as pernas abertas, apoiava os joelhos no degrau inferior e segurava a borda com as mãos, evitando que o jato me impulsionasse para o centro da piscina, o que deixava minha bunda empinada acima de minha cintura. Meu tio, voltando então, de sua ˙última braçada se aproximou por traz rapidamente, segurou minha cintura e encostou seu instrumento na minha bunda, diretamente no meu cuzinho. Eu ergui a cabeça assustado (não esperava realmente aquela situação) e exclamei:

- Tio Orlando! - ele, dono da situação e sem me soltar, respondeu:

- Pedro, você pode até não concordar, mas essa bunda foi feita para ser comida e eu acho um desperdício não poder comê-la. - A resposta me pegou desprevenido mas o que mais me excitou foi a forma com que ele me chamou de Pedro com seriedade, visto que ele sempre me chamou de Pedrinho em um tom meio paternal. Ele então me soltou a cintura, desencaixou-se de meu traseiro e sentou-se ao meu lado. dizendo:

- Você nem imagina o quão louco eu ando atualmente e não sei se aguento mais um dia sem uma foda! - eu, fingindo não saber de nada, perguntei:

- Se o senhor não quer fazer sexo com a tia por causa da nossa visita, eu posso arrumar um jeito de sair com a minha mãe, eu a convido para jantar fora, por exemplo.

- Pedrinho, Pedrinho, você não entendeu meu problema. - respondeu usando de novo o tom de voz que relembra minha ingenuidade infantil - O titio não pode fazer amor com a titia porque ela está com um probleminha...

- Orlando! - fiz questão de chamá-lo pelo nome no mesmo tom sério com que me chamou de Pedro - eu afogo meu tesão com uma bela punheta! - Não sei com que coragem disse isso olhando nos seus olhos e me sentado ao seu lado no degrau da piscina. Meu tio me olhou nos olhos, de forma diferente e disse - Um homem como eu não bate punheta, Pedro, um homem como eu tem o direito a, no mínimo, ser punhetado!

- Você tem razão, Orlando! Você não precisará se punhetar enquanto eu estiver aqui. - disse isso levando uma mão a sua sunga e a outra à suas costas, enquanto meu rosto se encostava ao seu peito. Tio Orlando, surpreso, abriu as pernas e passou uma mão pelas minhas costas, me trazendo bem junto ao seu corpo; com a outra mão começou a acariciar minha cabeça, dizendo:- Ótimo, Pedro! … isto mesmo que eu quero de você. - Aquilo me deu um frio na barriga e uma vontade de voltar a traz mas eu não conseguiria pois não só meu corpo não me atendia como meu tio me segurava carinhosamente porém com força o suficiente para evitar qualquer tipo de fuga. Minha mão começou a sentir o volume aumentar rapidamente sob a sunga e eu, num único movimento, arranquei-lhe a única peça de roupa que usava. A visão foi maravilhosa: um pinto de uns 20 cm, grosso e com uma cabeça proporcional ao corpo que se afunilava na frente como um morango transformando o conjunto todo em uma estaca pontuda. Comecei a punhetá-lo rapidamente mas ele disse autoritariamente sem elevar a voz - Calma, pois eu preciso controlar meu canhão senão ele solta o primeiro tiro logo - aquelas palavras me serviram de comando e, ao mesmo tempo de alerta pois devia usar minha experiência toda em punhetas para proporcioná-lo mais prazer. Comecei então a massageá-lo com as duas mãos, ora, manipulando suas bolas enquanto o punhetava lentamente, ora, acariciando a região da próstata e a cabeça do seu pau ou, em outras ocasiões, rolando seu pinto com as duas mãos como se fosse um pedaço de pau ou apertando fortemente a base da pica com uma das mão e esfregando a palma da outra mão sobre a cabeça-morango. Ele gemia gostoso e continuava a me acariciar a cabeça sendo que, de tempos em tempos, me mordiscava a orelha ou o pescoço.

Depois de um período de massagem que durou uns 15 minutos, ele chegou com a boca próximo a minha orelha e disse com sua voz autoritária: - Pedro, Você É um mestre na punheta, mas tenho certeza que posso te ensinar algo que, sozinho, você não tinha como treinar! - e começou a forçar minha cabeça para baixo com a mão que a acariciava. Eu rapidamente cedi mas fui descendo devagar, lambendo seu peito cabeludo e sua barriga deliciosa. Ao chegar ao pinto não precisei de nenhuma instrução, engoli o instrumento de uma só vez, colocando na boca tudo o que eu conseguia, que gosto maravilhoso! Tio Orlando gemeu e pelas carícias em minha cabeça, aprovou meu trabalho. Passei, então a lamber a cabeça, dando-lhe pequenas mordidas e chupões. Tio Orlando começou, então, a movimentar minha cabeça contra seu pinto me fazendo engoli-lo cada vez mais fundo até me fazer engasgar, eu sentia que o pinto inteiro entrava em minha boca e avançava entre minhas amígdalas - o que estava lhe dando grande prazer pois começou a gemer alto e então gozou de uma forma espetacular. Foi uma sensação maravilhosa pois seu pinto se inflou e começou a pulsar, lançando jatos fortes garganta abaixo, sem que eu sentisse o gosto desse néctar.

Ficamos, assim, por alguns minutos aproveitando o final do seu gozo: eu mamando e lambendo seu cacete e ele acariciando minha cabeça. Quando o seu pinto ficou mole, ele me falou: - Que tal continuarmos a brincadeira na sauna?

- Pensei que a brincadeira tinha terminado! - Disse surpreso.

- Ah! Você não sabe quanto tesão eu tenho guardado! E esse seu pinto está duro porque também quer gozar, ou não quer? Tu não sabes ainda como é bom gozar com a pica do teu macho te fodendo, Pedro! Vou te fazer gozar sem você encostar um dedo no teu pinto! - eu quase gozei só de ouvir essas palavras. Dito isto, meu tio Orlando levantou-se nu e se dirigiu para a sauna, eu juntei nossas roupas e o segui. Entrei na sala de descanso e tranquei a porta, fui ao seu encontro - ele já estava com seu instrumento erguido, apontando para mim de forma convidativa. Cai de boca novamente, sabendo, agora, que chupar uma pica era mais uma das minhas aptidões. Desta vez meu tio inclinou-se ao longo de minhas costas e massageava meu cuzinho virgem com seu grosso dedo indicador untado com uma espécie de vaselina que não sei de onde apareceu mas percebi que ele a mantinha por perto, esperando a oportunidade para usá-la. Seu dedo entrava e saía com dificuldade causando-me forte dores e eu gemia baixinho enquanto chupava. O medo começou a se apoderar de mim pois se um simples dedo me machucava, imaginei quando, no lugar, estivesse o caralho do meu tio e esse momento não tardaria a chegar pois o tesão do meu tio o estava transformando em um animal.

- Relaxa, Pedro! - disse meu tio, percebendo meu medo - O segredo é confiar em mim e ficar relaxado. Tenho muita experiência, você não imagina quantos cuzinhos virgens eu já fodi nos meus tempos de caminhoneiro. - Aquilo me convenceu, pois uma coisa eu tinha certeza, eu não havia chego até ali para desistir; eu iria até o fim e, portanto, procurei relaxar. Tio Orlando continuou, então, seu exercício de alargar meu orifício, introduzindo agora seu segundo dedo. Quando me acostumei com os dois dedos grossos no meu rabinho decidi tomar a frente e realizar o coito, parei de chupar e puxei meu tio pelo pinto até a sala de descanso, colocando-o sentado em um sofá de couro branco. Meu tio me deixava tomar a frente, percebendo que seria melhor. Subi, então, em seu colo, de frente para meu tio, pernas abertas, olhos fechados, aceitando meu destino. Fui esfregando meu rabinho na cabeça daquela pica deliciosa e a sentindo, entre dores e prazeres, entrar vagarosamente dentro de mim até que meu cuzinho encostou nas bolas do tio Orlando que, neste momento me segurou pela cintura, evitando minha fuga. Ah! Que sensação única, eu ali suado e exausto enquanto aquele mastro quente pulsava dentro de mim esperando que eu me acostumasse. Foram segundos maravilhosamente eternos mas percebi que agora era a hora de devolver o comando para tio Orlando então abri meus olhos e falei, olhando em seus olhos. - Pronto, Orlando! Agora você pode me foder como homem pois não sou mais o garoto virgem que você conhecia. - Tio Orlando então, totalmente tomado pelo seu tesão, me ergueu de seu colo e disse: - Agora vou cumprir a promessa de fazê-lo gozar sem encostar um dedo em seu pinto.

Tio Orlando me deitou de bruços e veio sobre mim mantendo-me preso com seus braços e me comeu de forma voraz, socando fundo e me mordiscando a nuca. Depois de uns 10 minutos dessa deliciosa possessão, ele me virou de costas e ergueu minhas pernas já que, de frango assado, meu tio pôde me enfiar fundo. Pensei que eu não iria aguentar mas via a sua expressão e ouvia seus gemidos e entendi que eu tinha que dar-lhe este prazer e dei: ele me fodeu deste jeito por algum tempo que me pareceu eterno, e gozou; um jato forte e quente me invadiu junto com seu mais delicioso urro de satisfação até então, pronunciado. Ele desabou sobre mim e me beijava e mordiscava inteiro enquanto ainda emitia alguns espasmos de prazer mas, para meu deleite, ele não estava satisfeito e continuou seu ato, dessa vez me pondo de quatro e introduziu, novamente, seu instrumento duro em minha bundinha já toda arrombada. Achei incrível a virilidade daquele macho pois seu cacete não amoleceu nem um pouco depois do segundo gozo. Aquele homem me enrabou gostosamente esfregando suas mãos em minhas costas, beliscando meus mamilos além de, em tempos em tempos, puxar meu corpo contra o seu e mordiscar meu pescoço e costas. Foi então que gozei! Gozei como prometido: sem que eu precisasse sequer acariciar meu pinto. Meu cuzinho, é claro, piscava e mordia o cacete do meu tio que gemendo falou: - Agora você é meu! Eu sou teu primeiro macho e, apesar de saber que não serei o único, sei que teu cabaço me pertence e que, por causa disto, você nunca irá esquecer essa noite!

O prazer foi imenso. Não sabia como agradecer e, então, tive uma ideia: escapei de seus braços e sai do seu cacete que, pronto para o gozo pulsava desesperadamente. Meu tio sem entender o que houve perguntou:

- Te machuquei, Pedrinho? - mas eu, homem que me tornei, respondi: - Não, Orlando. Mas você me deve um gole de tua porra, que engoli sem saborear. – E puxando-o pelo pinto até a ducha dei uma boa lavada em seu instrumento e mamei gostosamente. Ele tentou meter tudo novamente mas não permiti e fiquei com a cabeça na língua até que o seu néctar fluiu contra o céu de minha boca.

Ele estava, finalmente saciado. Tomamos um banho e fomos encontrar minha mãe e minha tia na sala. - A sauna estava boa, hein? Vocês devem estar famintos. - disse minha tia.

- Claro que sim, meu amor. Meu apetite É de leão. - Respondeu meu tio alegremente.

Tivemos um jantar maravilhoso: meu tio conversava alegremente, contando piadas e servindo a todos com grande hospitalidade. No final do jantar ele anunciou:

- Letícia, acho que vou levar o Pedrinho para pescar. Afinal de contas, vocês duas estão ocupadas com a sua mãe e nós não temos muito a contribuir, amanhã é feriado e, além do mais, é uma oportunidade para mim pois você não gosta de pescar. O que vocês acham?

- Excelente ideia, meu querido. Pedrinho, você gosta de pescar? Seu tio sempre quis um filho para ensinar esta arte pois ele é um mestre na pesca com vara...

- Eu não sou muito bom nisto, tia, mas tenho certeza que vai ser uma ótima oportunidade para aprender.

Bem, nem preciso dizer que foram 4 dias e 3 noites de uma pescaria inesquecível onde nas horas vagas até pesquei! Não aprendi muito sobre pesca mas voltei sabendo tudo sobre vara, a vara do tio Orlando.

Eu tive, nestes últimos 21 anos, muitas experiências maravilhosas com homens e mulheres (sou muito bem casado) mas realmente o homem que tanto me ensinou eu nunca esqueci. Tio Orlando vive até hoje muito bem com tia Letícia e sempre me tratou de forma especial e respeitosa mas depois dessa pescaria, onde aprendi outras coisas, nos nunca mais trepamos.

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Seduzindo meu padrasto

Cheguei em casa apressado para ir ao banheiro , além de apertado estava todo molhado.

Fui pego de surpresa pela chuva na volta da escola. Abri a porta e corri para o banheiro . Apos me aliviar , tomei um banho quente , mas na Correria não me lembrei da toalha. Naquela hora deveria estar em casa só meu padrasto que estaria dormindo, pois trabalhara no turno anterior à noite .

Resolvi me arriscar . Ainda molhado sai correndo até a área de serviço, apanhei a toalha do varal , e ali mesmo comecei a me enxugar.

Neste momento escutei a porta da geladeira abrir, e o fogão sendo ligado. Meu coração foi na boca, fiquei com

medo da reação do meu padrasto em me ver nu na área de serviço. Rapidamente me enrolei na toalha e fiquei quieto esperando ele sair da cozinha.

Pela fresta da porta vi que ele estava sentado de costa e acessando o celular.

De onde estava, conseguia ver claramente a tela do celular, e para minha supresa, ele estava acessando um site de filmes pornôs.

Após algum tempo selecionando o que iria ver , ele apoio o celular no pote de Açúcar, ficando com as mãos livres. Afastou um pouco a cadeira , que para minha sorte me deu mais visão do aparelho .

Quando olhei para o vídeo , vi um homem com um pau enorme sendo chupado por outro . Levei um susto, ele estava assistindo um filme gay.

Mesmo ele de costas percebi quando abriu sua braquilha, e tirou seu pau para fora. Não tinha a visão , mas seus gestos o denunciavam . Por seus movimentos percebi que iniciará uma bela punheta.

Neste momento meu pau explodia de tesao . Coloquei a mão, e senti o melado que escorria. Também iniciei uma punheta .

Percebi pelo seus suspiros que tinha chegado ao orgasmo e logo gozou , acabei gozando também .

Vi quando pegou alguns guardanapos que estavam na mesa para se limpar, e com a rola ainda para fora se dirigiu ao seu quarto.

Aproveitei e sai correndo,enrolado na toalha,para meu quarto.Acabei deixando a porta bater, que foi escutado por ele, que gritou ⁃ Serginho é você ?

Sim , acabei de tomar banho , peguei uma chuva danada .

Está precisando de alguma coisa

Nada não.

Sai do quarto em seguida . Ainda estava juntando as minhas roupas molhadas, quando vejo Fernando em pé na porta do banheiro .

⁃ Faz tempo que chegou ? Não percebi que estava em casa quando levantei

Contei toda história, que estava apertado e todo molhado , por isto tomei banho.Lógico, ocultando o que vi pela fresta .

⁃ Não ouvi o chuveiro ligado. Estava na cozinha tomando café , mas devia estar distraído .

⁃ Entrei correndo , tão apertado para ir ao banheiro que nem percebi que você estava em casa.

Percebi que ele não ficou confortável . Comecei a fazer minhas tarefas , que consistia em arrumar meu quarto, ele foi ler seu jornal, e assim passamos a tarde, sem mais tocar no assunto da punheta .O fato é que não saia da minha cabeça aquela cena .

Apesar de ter 17 anos, não tinha muita experiência sexual . As poucas que tinha era com uma prima, e alguns amassos com algumas namoradinhas , eventuais. E lógico, as brincadeiras de troca troca com os amiguinhos , quando criança.

Em casa , por muitos anos, fomos só eu e minha mãe . Meu pai faleceu em um acidente quando ainda tinha apenas 7 anos, por isto não tive muita orientação sexual em casa ,aprendendo tudo que sei com amigos, ou sozinho na internet .

Fernando veio morar com a gente após seu casamento com minha mãe , há dois anos , mas também nunca tocamos neste assunto.

Definitivamente, sempre me considerei hétero, mas aquela cena de Fernando se masturbando mexeu comigo.

Por varias vezes me peguei, nas minhas punhetas diárias, pensando numa transa com outro cara. -Fernando sempre fazia parte destas fantasias .

Comecei a observar Fernando,chegando ao absurdo de uma noite ficar escutando o que rolava no quarto dele com minha mãe .

A cada dia a vontade de reviver aquele tesao que passei , ele socando seu pau , me levou a elaborar planos para ver sua rola, ou mesmo ele transando com minha mãe .

A cada duas semanas ele trabalhava no turno da noite , o que me dava uma tarde toda sozinho com ele em casa. Tentei varias vezes entrar em casa sem ele perceber, e ficava espionando, mas nunca

mais ele vacilou. Então resolvi apelar para um plano e inverti a situação .

Baixei no meu celular um vídeo gay. Selecionei um onde um novinho chupava e era penetrado por outro cara maduro .

No dia seguinte , cheguei em casa, tomei meu banho e coloquei um short , daqueles que não necessitava o uso de cuecas. Aproveitando a desculpa do calor,fiquei sem camisa . Coloquei os fones de ouvido e sentei disfarçadamente na poltrona da sala, ficando de costas para a porta .Com uma das mãos segurava o celular e com a outra mexia no pau por cima do short .

Esperei ele abri a porta do seu quarto e fingindo displicência, comecei a ver o filme de maneira que se ele fosse a sala veria a cena , que minuciosamente preparei.

O nervoso fazia meu corpo todo tremer, dificultando até a segurar o celular .

Logo o senti chegar à porta da sala. Sabia que ele estava me observando .

Continuei a cena. E nada dele se pronunciar. Resolvi ousar, baixei o short, liberando minha rola . Com a mão livre comecei a alisar meu pau .

Como estava de fone, não ouvia seus movimentos, apenas sentia sua aproximação, pela sombra que refletia no tapete.

Meu coração disparou. Já não tinha como desistir...

Quando olhei, o vi na minha frente . O volume de sua bermuda estava enorme .

Sem nenhuma palavra, arrancou o celular de minha mão .

Rapidamente coloquei meu pau para dentro do short , disfarçando, mostrando supresa .

Com uma voz ríspida ele falou ⁃ Deixa eu ver o que você está assistindo.

Agora, realmente envergonhado, e sem saber como reagir , sai correndo para meu quarto. Deitei de bruços com a cabeça entre os braços .

Estava nervoso e pensando no que aquilo resultaria . Escutei seus passos. fechei os olhos e esperei o que iria acontecer .

Quando entrou no quarto , ainda escutei os gemidos que saiam do celular que trazia consigo.

Sentou à beira da cama próximo a minha cabeça , e com calma passou a mão pelos meus cabelos, e falou com doçura . Fica tranquilo, não vou te criticar, manteremos isto em segredo, só te peço mas cuidado, poderia ser sua mãe

Aquelas palavras mexeram comigo e sem controle comecei a chorar, de certa forma arrependido do que fiz.

Ele ainda tentando me consolar , fazia carinho nos meu cabelos . Acabei deitando minha cabeça em seu colo , sentindo sua rola ainda dura .

Sua mão , na tentativa de me consolar ,alisava minha costas , o que aumentava meu tesao .

Por instinto virei meu rosto. Encostei meus lábios sobre seu pau , abri a boca, iniciei pequenas mordidas na sua Rola , ainda sobre sua bermudas , o que com certeza ele interpretou com um sinal verde .

Sua mão deslizou para dentro de meu short onde delicadamente apertava minhas nadegas .

Aos pouco, puxou meu short e com os dedos procurou meu ânus , levou seus dedos a boca, retornando a explorar minha bunda agora lubrificados por sua saliva .

Não sabia como agir, fiquei sem saber qual seria o meu próximo passo. Esperei ele tomar iniciativa .

Continuou a apertar minha bunda e enfiar seus dedos. Com a outra mão abriu seu zíper ,e com minha ajuda o botão de sua bermuda , sua cueca estava melada, senti o cheiro adocicado de sua rola .Não resisti e dei uma fungada forte , agora mais a vontade, fui liberando aos pouco sua rola, primeiro foi a cabeça rosada e em seguida sua vara cheia de veias grossas quase não conseguia fechar minha mão em torno dela , brinquei puxando sua pele para baixo e para cima , mais uma vez com delicadeza e sem pronunciar nenhuma palavra guiou minha cabeça até colocar minha boca na sua rola .

Iniciei uma chupada, tímida mais vigorosa , lambia e sugava como um grande pirulito .

Se inclinou , e sussurrou bem próximo de meu ouvido meu nome

⁃ Serginho, Serginho

Segurou meu rosto e me beijou na boca , me entreguei no meu mais delicioso beijo , continuou sentado na beirada da cama , neste momento eu estava sentado em seu colo, sua rola encostava na minha e ao pouco ele me deitou na cama abrindo minha pernas e enfiou a sua língua no

meu rabinho , quase tive um orgasmo , seus dedos brincavam com meus mamilos e eu retorcia de tesão.

Depois de algum tempo, mudamos de posição , agora eu estava de quarto , mordiscava toda minha bunda , lubrificou com sua saliva.

Pincelou com sua rola a entrada de meu rabo , ensaiando uma penetração , não tinha pressa, parecia saborear aquele momento.

Enquanto eu não conseguia mais me controlar , me arrebitava me abrindo para recebê-lo , e ele continuava naquele rito de passar sua rola pelo meu rego , pedi como uma puta para ele me penetrar .

⁃ Me fode

Encostou a cabeça de sua pica no meu rabo , parecia um ferro em brasa que iria me marcar.

Beijou minha nunca enquanto forçava a entrada de sua vara , senti um misto de dor e de alegria junto com tesao ,difícil de descrever . A cada estocada me sentia preenchido por aquele homem que descobri que amava.

Fernando ao mesmo tempo que me penetrava me masturbava , era um rítmico alucinante , movimentávamos nossos corpos em um único compasso , até chegarmos ao ápice .

Gozamos juntos , senti o líquido quente depositado por ele no meu corpo e gozei em abundância .

Ficamos ali deitados de conchinhas sem nos falar , Fernando ainda estava carinhoso e me abraçava suavemente e beijava minhas Costa .

Eu estava sem jeito de certa forma envergonhado de nosso ato , foi ele que quebrou o silêncio.

⁃ Serginho, não podemos fingir que nada aconteceu , te confesso que nunca imaginei esta possibilidade, mas agora vamos ter que conviver com esta história que iniciamos hoje e não gostaria de magoar sua mãe .

Tentei falar mas fui interrompido com um pedido de que ele gostaria de se explicar mais .

⁃ Antes de conhecer sua mãe sempre tive envolvimento com homens , mas a partir de se entregar ao amor que ainda sinto por ela tomei a decisão de não mais procurar por este prazer .

⁃ O que vim me segurando com certa tranquilidade até poucas semanas .

⁃ Mas não estava conseguindo segurar. Os meus desejos estavam me dominando e quando vi que você compartilhava dos mesmos gosto não resisti e deu no que deu . Agora ainda amando sua mãe , gostaria de manter nosso relacionamento porém em segredo .

Aceitei aquela condição , senti que poderíamos ser uma família feliz , isto se passou a dois anos e nunca revelei o que o que tinha visto pela fresta da porta. Ainda continuamos aproveitar nossos momento de pura felicidade sem magoar ninguém .