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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Feriado com Tio Miguel

Antes de começar o conto de hoje, quero agradecer a quem está acompanhando e deixando os comentários. É bom saber que sentem o mesmo tesão que eu sinto cada vez que me lembro de como começou esse caso com meu tio. A parte de hoje vai ser um pouco maior que as outras. Pra quem não sabe, essa é a continuação dos contos...
As semanas de prova chegaram e resolvi focar nos estudos, já que estava no último ano do colégio e tinha só mais um semestre antes do vestibular. Passei as duas semanas finais sem ir à casa de tio Miguel. Primeiro com certo receio de encará-lo depois do que tinha acontecido no churrasco de aniversário da minha mãe e segundo porque era o meu futuro que estava em jogo. Bom...o semestre acabou, fui aprovado em todas as matérias e finalmente tinham chegado as férias de meio de ano. Havia um feriado prolongado a caminho e como era de costume, aproveitaríamos para viajar para a casa do meu avô. Normalmente juntava toda a família da minha mãe para passar alguns dias de lazer. Meu avô morava em um sítio muito grande no interior de Minas Gerais, próximo a cidade de Cachoeira de Minas. Meus avós eram separados desde que eu era bem pequeno, e nessa época, meu avô já era casado com outra senhora havia alguns anos. A casa deles tinha poucos cômodos, porém eram todos muito amplos, e em geral a casa era bem grande e comportava facilmente a todos os filhos e netos do meu avô. Como a casa tinha apenas três quartos, em um ficava meu avô com sua esposa, em um quarto menor ficava o enteado do meu avô e o outro quatro, que era o maior, ficava para receber as visitas. Nesse quarto maior havia três camas de casal e dois beliches, além de alguns colchões que espalhávamos pelo chão na hora de dormir. 
Apesar de ser feriado prolongado, da minha casa iriamos apenas eu e minha mãe, pois meu irmão (que é um ano mais velho) precisaria trabalhar no dia de feriado e então meu pai resolveu ficar para fazer companhia para ele e assim iriam apenas no último dia para buscar eu e minha mãe. Ao todo fomos eu e minha mãe, Tia Alice e Tio Miguel com as três filhas e Tia Ana (a irmã mais velha de mamãe) também com suas três filhas, e seu marido iria depois junto com meu pai e meu irmão. A casa do meu avô ficou cheia, chegamos e deixamos as malas no quarto maior como era de costume e logo fomos aproveitar o dia. Como era um sitio muito grande, era normal ter momentos com a sensação de não ter mais ninguém na casa, afinal de contas uns iam pegar frutas, outros iam para o riacho, enfim... Como eu tinha levantado cedo, fui logo tirar um cochilo. Mais tarde quando acordei, estava silencio absoluto. A Casa era bem isolada e distante de outras casas, por isso só se ouvia o barulho dos pássaros e quando algum carro se aproximava, era possível escutá-lo há quilômetros de distancia. 
Levantei-me e não encontrei ninguém na sala, fui até a cozinha e a esposa do meu avô estava preparando o almoço... Em geral ela não saia da cozinha mesmo... rs. Perguntei a ela onde estavam todos e ela me respondeu que minha mãe e as irmãs dela haviam ido à cidade com o meu avô comprar algumas coisas e o restante do pessoas tinha decido para o riacho, se banhar. Como ainda estava meio sonolento, peguei uma maçã e fui dar a volta na casa. A casa tinha uma varanda bem grande, que acompanhava o seu contorno e costumava ter algumas poltronas e sofás para descanso. Fui em direção aos sofás para terminar de comer minha maçã e apreciar um pouco a vista. Quando cheguei na parte da varanda em que ficavam os sofás, tive a melhor visão que poderia ter tido. Tio Miguel estava deitado em um dos sofás dormindo todo largado. Minha imaginação já começou a fervilhar. Ainda não havia me tocado que mesmo com a quantidade de gente por perto, seriam três dias junto com Tio Miguel. 
Sentei-me no sofá do lado e fiquei observando aquele homem todo grande dormindo. Ele estava sem camisa e usava apenas aqueles shorts de jogar bolas de sempre. Como era muito grande para o sofá em que estava deitado, ficava com uma das pernas estivada para fora. Percorri toda a extensão daquele corpo com os olhos, desde o seu enorme pé 45, que era a parte do seu corpo que estava mais próxima de mim e quase tocava meu braço, desci o olhar por aquela perna grossa e peluda que estava esticada até chegar aos shorts, onde pude ver pela perna que estava flexionada, que não usava cueca (aliás, era raro que usasse cuecas). Deitei a cabeça levemente pra direita pra observar melhor e, como o short que usava era bem curto, vi aquele sacão peludo de tio Miguel quase saltando pra fora. Na hora meu começou a dar sinal de estava se animando pra brincadeira... que macho tesudo do caralho era aquele tio Miguel, eu pensei. Tio Miguel tinha o corpo inteiro peludo e era bem bonito de ver, parecia que seus pelos tinham sido milimetricamente planejados...sua barriga era peluda e o desenho que formava o caminho até seu peito o fazia parecer um carpete gostoso e confortável pra se esfregar uma noite inteira. Não era definido, mas também não era gordo. Tinha um corpo robusto, parrudo meio puxado para o musculoso. Parecia que haviam juntado todas as coisas mais tesudas do mundo só naquele homem! 
Ele dormia de barriga para cima com um dos braços flexionados levando a mão para a parte traseira de seu pescoço. Sua respiração era profunda e parecia realmente estar dormindo porque não havia percebido a minha presença ali enquanto o observava. Fiquei mais um tempo observando aquela delicia de homem e vi que aos poucos seu volume começou a aumentar...estava ficando de pau duro. Na hora pirei e comecei a imaginar o que estava passando na cabeça dele, se estaria sonhando, ou se estaria com vontade de mijar... Meu pau já estava duraço há muito tempo enquanto observava ele dormir. Resolvi me aproximar encostando o braço em seu pé que estava mais próximo de mim, como vi que não tinha reagido comecei a cheirar aquele pezão enorme, mas sem encostar... Apenas observava aquele pé meio sujo de quem anda descalço dentro de calça, apesar de ter uma aparência rustica, parecia ser muito macio... Aproximei o meu nariz da sola daquele pé imenso e notei que seu pé era consideravelmente maior que minha cara. Caralho! Até o pé do Tio Miguel tinha cheiro de macho... Comecei a acariciar aquele o pezão com meu nariz de leve e fui sentindo aquele cheiro gostoso que aumentava o meu tesão. Como Tio Miguel não reagiu e continuava com a respiração profunda, continuei e aos poucos fui me empolgando até que resolvi passar a língua entre seus dedos, que eram grandes e tinham alguns poucos pelos que os deixavam ainda mais atraentes, era um pezão com a pele bem branquinha e com uma marca leve de sol por causa do chinelo, suas unhas eram bem cortadas tb... Na hora que sentiu minha língua em seus dedos, vi que reagiu e eu fiquei com receio, mas não parei... e logo ouvi falar ainda de olhos fechados:
- Pode chupar...eu deixo! – sorriu e apertou com força aquele cacete que já saltava dentro do calção.
Não pensei duas vezes... Apenas segurei aquele pé enorme com as duas mãos e comecei a chupar seus dedos com vontade. Ele riu e abrindo os olhos viu que o encarava enquanto fazia isso. Esticou a perna que estava flexionada e começou a esfregar seu outro pé em meus cabelos enquanto enfiava uma de suas mãos dentro do short. Ficamos assim por alguns segundos e logo Tio Miguel falou:
- Quer experimentar o grandão aqui do tio, quer Teteu?
Fiz que sim com a cabeça ainda com aquele pé dentro da minha boca que tirei deixo um fio de baba entre os dedos que brilhavam com a minha saliva. Lambi os lábios enquanto via Tio Miguel se levantar fazendo sinal para que eu o seguisse. Ele se dirigiu até o banheiro e deixou a porta entreaberta, ficou virado pra porta massageando o pau duro e me mandou entrar logo como se já estivesse perdendo a paciência. Entrei ele trancou a porta e me empurrou me deixando de frente para a parede. Segurou minha cabeça contra a parede com uma das mãos, prensando minha cara, esticou o braço se afastando um pouco e soltou:
- Aaah, você não tem ideia como o tio tá doido pra ver esse teu rabinho já faz tempo!
Abaixou minha bermuda até a metade das coxas e começou a elogiar minha bunda enquanto eu sentia aquela mão enorme me alisando por cima da cueca.
- Humm... que bundinha redondinha Teteu! Vai deixar o tio brincar com ela hj, vai??
Ainda com a cara colada na parede respondi:
- Vou sim, Tio! Pode fazer o que quiser...
Ele abaixou minha cueca com tanta violência que eu pensei que fosse rasgar. Deu um tapa forte que me fez contrair inteiro e logo em seguida apertou uma de minhas nádegas.
- Que delicia esse rabinho, hein Teteu!
Me prensou na parede com seu corpo e começou a sarrar minha bunda com aquele pau que já explodia dentro da calça. Eu senti aquele pau ainda guardado ser esfregado em uma rebolada gostosa. Comecei a sentir aquela barba por fazer arranhando meu pescoço e aquela voz roca no meu ouvido:
- Hoje essa bundinha não escapa de levar um trato! Hoje você vai sentir o grandão do tio nesse rabinho gostoso!!! Você quer? Quer né, seu viadinho safado!
Mandou eu ajoelhar e colocar minhas mãos atrás das minhas costa, pegou a toalha de rosto do banheiro dobrou e amarrou envolta do meu rosto, criando uma espécie de venda. 
- Primeiro eu vou deixar vocês só sentir o gosto do cacete do tio...
Senti suas mãos grandes puxarem minha cabeça e senti seus pelos esfregando em minha cara e senti a pele tocar primeiro em meu nariz.
- Sente o cheiro do saco do tio...gosta?
Respondi que sim, gostava muito! Tinha um cheiro leve de suor e aquilo me deixou mais excitado ainda. Coloquei a língua pra fora como que procurando algo em que pudesse tocar. Encostei em algo que depois percebi que era o saco do Tio Miguel. Estava louco para ver logo aquele pau, mas me segurei e deixei que Tio Miguel conduzisse aquele momento. 
Com a dificuldade que encontrei pra explorar aquele sacão com minha boca, imaginei que era um belo de um saco de macho, as bolas pareciam ser grandes e eu tentava chupá-las mesmo me sentindo meio desajeitado para aquilo. Era a primeira vez que sentia um saco na minha boca. Suguei cada uma das bolas separadas depois que vi que seria impossível colocar as duas de uma vez na minha boca. Eram peludas e encheu minha boca de pentelhos, mas aquilo só me fazia ter mais vontade de agradar meu tio. 
Escutava seus gemidos e sentia seu pau roçando em minha testa enquanto aproveitava aquele saco gostoso...Me empolguei e resolvi colocar as mãos na bunda de Tio Miguel, o puxando para perto de mim. Logo tomei um tapa na cara – Coloca a mão pra trás ou o próximo vai ser mais forte! – Embora Tio Miguel tivesse essa pegada agressiva, não percebia a intenção real de agressividade, e isso me deixava com um tesão desgraçado!
Coloquei as mãos para trás e comecei a sentir aquele pau pesado batendo em minha cara...sentia que estava bem duro e ao começar a esfregar aquela delicia de cacete na minha cara, sentia a baba que tinha deixado em suas bolas melar todo o meu rosto. Tio Miguel começou a esfregar a cabeça babenta do seu pau pelo meu rosto enquanto eu abria a boca tentando abocanhar. Ele segurava minha cabeça e brincava com aquela cabeçona pelo meu rosto...sentia a cabeça deslizando em volta da minha boca e logo em seguida vinham outras pirocadas em meu rosto.
O cheiro daquele macho excitado estava delicioso...um cheiro de pau misturado com um pouco de suor... Queria sentir o gosto daquele pau, queria ter aquele homem dentro de mim...
- Quer sentir o gosto do cacete do tio, quer Teteu?
- Quero muito tio! Deixa eu chupar...
- Então abre bem essa boca!!
Senti aquele cabeção deslizando pela minha língua que estava esticada para fora e tentei relaxar ao máximo...logo senti o pau de Tio Miguel ir fundo em minha boca, tentei relaxar para conseguir engolir inteiro, mas parecia impossível...engasguei e tomei outro tapa na cara seguido de um 
-Relaaaxa essa boquinha que o tio ainda vai mais fundo...tá só começando!
Tentei abrir mais minha e ele começou a bombar indo gradativamente mais fundo. Seu pau era grosso e a dificuldade para engolir aquilo tudo era grande. A minha mandíbula estava começando a doer e eu sentia minha baba escorrendo pelo queixo...Após insistir um tempo tentando ir mais fundo, Tio Miguel deu uma trégua para que eu pudesse respirar e aproveitei para manter aquele cacete grosso entre minha língua e meus lábios.
Comecei a lamber a cabeça larga daquele pau e senti melhor o gosto daquela baba misturada à minha. Era uma delicia o gosto daquele macho! Então comecei a sugar aquela cabeça e senti Tio Miguel se contorcer de leve. Comecei a sugar com mais força e senti um fio grosso de baba escorrer...então voltei a engolir e parecia que agora eu conseguia engolir mais...sentia seus pelos roçarem meus lábios enquanto ele socava aquele pau num vai e vem dentro da minha boca.
- Que boquinha gulosa Teteu! Isso...engole o tio inteiro...Mama meu bezerrinho!!
Aquela voz rouca me dizendo essas coisas me deixava louco de tesão!! Comecei a me punhetar... O cacete do tio Miguel já cutucava a minha garganta e logo eu já recebia aquela maravilha sem sentir ânsia. 
Tio Miguel gemia com mais intensidade e agora segurava minha cabeça com uma mão apenas. 
Estava determinado a fazer aquele macho tesudo gozar na minha boca e o sentia se contorcer...em alguns momentos senti suas coxas encostarem em meu rosto...
Tio Miguel tirou o pau de dentro da minha boca e soltou um suspiro longo e forte...por um momento pensei que tivesse gozado e por não querer gozar dentro da minha boca tivesse se afastado, ou talvez eu teria feito algo de errado... Alguns segundos depois escutei o barulho da porta do banheiro. Assustado, tirei a toalha que estava amarrada em meus olhos e vi que tio Miguel tinha saído de dentro do banheiro e me largado lá, cheio de tesão sem me deixar terminar o serviço. Fiquei sem entender o que tinha acontecido e logo em seguida um sentimento de raiva misturado com um sentimento de culpa percorreu minha mente. 
Não sabia se tinha feito algo que tio Miguel não havia gostado, ou se ele se sentia culpado pelo que estávamos fazendo... Me sentia um idiota por aquela situação.
Passei o restante do dia evitando tio Miguel e não dei muitas chances para que ele comentasse sobre aquilo. Queria apenas passar os próximos dias tentando esquecer aquele episodio que me fazia sentir tão babaca... Era obvio que tio Miguel não levaria isso adiante ali com Tia Alice e suas filhas por perto

Feriado com Tio Miguel - A primeira noite

Por mais que me esforçasse pra me concentrar em outras coisas, Tio Miguel era a única coisa que ficava martelando em minha cabeça. O dia foi passando, e a hora de dormir estava chegando. Tomei meu banho e quando terminei estava aquela discussão chata de sempre de onde cada um dormiria. Eu só queria deitar e dormir logo para que aquele dia terminasse o mais rápido possível. Estavam todos no quarto quando fui surpreendido por tio Miguel:
- Deixa as meninas aqui, já que só tem mulher e o Magrelo (que era eu) dorme com o tio lá no barracão.
Uma onde súbita de arrepio correu pelo meu corpo ao ouvir aquilo, mas não esbocei reação alguma. A ideia foi bem aceita por todos.
Ninguém gostava de dormir no barracão. Em geral, só dormia alguém no barracão quando a casa estava realmente lotada e não era esse o caso, mas sob o pretexto de que assim as “meninas” ficariam mais confortáveis, o argumento foi convincente.
O barracão era uma extensão da casa do meu avô. Uma espécie de edícula, tinha três cômodos sendo sala/cozinha (onde meu avô guardava toda a bagunça dele), um banheiro e um quarto com uma cama de casal e uma de solteiro. Como o sitio era grande, o barracão não ficava tão próximo da casa e isso tornava praticamente impossível a ida de um lugar para o outro durante a noite. Isso e o fato de encher de insetos, pois não tinha forro no teto, fazia com que fosse o lugar menos desejado por alguém para dormir. 
Parecia que tio Miguel tinha sido mais ligeiro do que eu tinha imaginado. 
Tio Miguel pegou sua toalha e disse que iria tomar banho no banheiro do barracão e logo em seguida iria dormir, pois estava cansado e já estava ficando tarde. 
Como eu já havia tomado banho esperei um pouco e fui logo para o barracão. Chegando lá escutei o barulho do chuveiro encostei na porta e pensei em entrar, mas depois do que tinha acontecido a tarde, achei melhor não. Tirei minha roupa e fiquei apenas de cueca. Deitei de bruços na cama de solteiro com a intenção de mostrar para tio Miguel que estaria disponível ali se ele ainda quisesse continuar a brincadeira. 
Escutei o barulho do chuveiro parar e alguns segundos depois a porta se abrindo. Meu coração disparou. Continuei deitado de olhos fechados e com a bunda pra cima. Fez silencio alguns segundos e senti o pelo de tio Miguel sentando na cama ao meu lado. Não me mexi. Senti a ponta de seus dedos percorrerem a extensão das minhas costas desde a nuca até o inicio da minha bunda parando no elástico da cueca. Isso me fez arrepiar inteiro! Senti a palma das suas mãos alisando minhas coxas e aos poucos tornando o toque mais pesado. Permanecia imóvel e acho que o fato de não reagir parecia deixar Tio Miguel ainda com mais vontade.
Ele começou a apertar forte uma de minhas coxas com e mão, e sua outra mão eu senti invadir minha cueca. Quando senti aquela mão enorme em minha bunda, meu pau já quase pulava para fora da minha cueca...já não tinha mais jeito, e eu estava totalmente entregue para satisfazer os prazeres daquele macho enorme que era Tio Miguel.
Comecei a rebolar devagar sentindo aqueles dedos grossos que se encaixavam entre minhas nádegas e logo senti Tio Miguel começar a massagear a entrada do meu cuzinho. Tudo acontecia em um silencio absoluto. Não trocávamos nenhuma palavra e ficamos assim por alguns minutos. Eu rebolava na mão de Tio Miguel, mas ainda estava deitado de bruços e virado para a parede com os olhos fechados. Senti um certo desconforto quando ele começou a enfiar um dos dedos em meu cu. Aquilo não doeu, mas eu nunca tinha sentido nada dentro de mim e foi estranho...continuei a rebolar e Tio Miguel começou a abaixar minha cueca deixando na metade das coxas. Virei a cabeça para olhar para Tio Miguel... ele me encarou sério fazendo me sentir uma presa tirou o dedo que tinha colocado dentro de mim e o chupou deixando um pouco babado. Em seguida voltou a colocar o dedo no meu cu e senti deslizar mais fácil dessa vez. Soltei um gemido baixinho e voltei a rebolar sentindo seus outros dedos tocarem minha bunda. Tio Miguel fazia força para enfiar o dedo mais fundo e eu sentia a pressão que aquela mão enorme fazia em mim. Pensei que fosse gozar aquela hora.
Tio Miguel parou e se levantou. Deitado aonde eu estava, tinha uma visão onde ele parecia ainda maior. Tio Miguel estava enrolado em uma toalha branca com aquele cacetão marcando.
Percebi que não tinha se secado, parecia que havia apenas fechado o chuveiro e se enrolado na toalha. Que vontade de lamber aquele corpo inteiro, sentir o cheiro daquele homem todo, passar minha língua por aqueles pelos e só parar depois que não sobrasse mais nenhuma gosta naquele corpo.
Ele soltou a toalha e finalmente tive a melhor visão do mundo. Vi aquele pau grosso do Tio Miguel que estava em riste, pronto para judiar de mim a noite inteira. Ao mesmo tempo que ficava excitado com aquilo, estava preocupado também e com um pouco de medo. O pau do Tio Miguel era bem grosso e como disse no conto anterior, era um pouco maior que o meu, deve ter cerca de 20cm e uma cabeça bem larga. Com a iluminação do abajur que contornava o corpo do tio Miguel, pude ver aquela cabeça larga meio roxa que brilhava com a baba que saia dela. Um cacete cheio de veias que saltavam e um saco peludo que parecia ter bolas grandes que compunham todo o conjunto daquele macho tesudo.
Tio Miguel segurou naquele pau e deu uma balançada:
- Vem mamar o Tio, vem!
Não pensei duas vezes. Sentei-me na cama, coloquei as mãos nas coxas peludas e fortes do Tio Miguel e o puxei para perto de mim. Abocanhei aquele pau cheiroso e comecei a engolir. Senti as coxas de tio Miguel se contrair em minhas mãos enquanto sentia aquele cacete invadir minha garganta quase me fazendo engasgar. Apertei suas coxas com toda a força que tinha em uma tentativa de não deixa-lo fugir dessa vez. Queria aproveitar cada segundo com aquele macho. 
Tio Miguel tirou o pau da minha boca e viu sair um fio grosso de baba na cabeça daquele pauzão. Ganhei uns tapas na cara de leve.
- Abre o bocão Teteu, que agora acabou a brincadeira!
Senti aquela mão enorme me segurar pela nuca e com a língua pra fora, sentia Tio Miguel bater aquele cacete pesado em mim. Agarrou meus cabelos, me mandou ajoelhar e começou a foder minha boca socando aquele pau na minha boca enquanto movimentava seu quadril e mantinha uma das mãos segurando meus cabelos com força. Eu tentava sugar aquele pau em meio ai vai e vem enquanto minha baba escorria pelo meu queixo. De vez em quando ele segurava minha cabeça com as duas mãos e forçava o pau dentro da minha boca, seu sentia aquela cabeça enorme cutucar minha garganta com força e engasgava, mas Tio Miguel era mais forte que eu e só tirava o pau de dentro quando percebia que eu estava ficando sem ar.
Não consegui engolir aquele pau inteiro, e já estava com a mandíbula dolorida por ficar com a boca tão aberta por tanto tempo. Mas de alguma forma, aquela sensação era maravilhosa, daria qualquer coisa para que aquele momento não terminasse.
Tio Miguel me colocou sentado no chão com as costas encostadas na parede e se aproximou de mim segurando meu rosto com as duas mãos e começou a esfregar o caso na minha cara. Esfregou com vontade aquela mala enorme como se estivesse fodendo. Ao se aproximar, colocou um de seus pés entre minhas pernas encostando em meu saco que também encostava o chão. Aquilo elevou meu tesão de um jeito que eu não aguentaria por muito mais tempo.
Agarrei sua panturrilha com as duas mãos e comecei a alisa-la enquanto tio Miguel mantinha o movimento de vai e vem segurando minha cara. Voltou a socar aquele cacetão babado na minha boca e agora eu sentia foder minha boca com mais força, já que estava com a cabeça entre seu corpo e a parede. Tio Miguel não teve pena e jogava todo o peso de seu corpo em mim. Estava quase sufocando com aquela tora batendo em minha garganta. Aproveitei o tesão do momento forcei sua panturrilha para que tirasse o pé do chão e ele percebendo, começou a esfregar aquele pesão em meu pau. Gozei na hora enquanto tio Miguel se mantinha enfiando o pau inteiro em minha boca e tirando para observar a baba que escorria. Ficou assim por mais um tempo e melei seu pé com minha porra.
Quando tio Miguel percebeu que eu tinha gozado, parou de foder minha boca e me mandou lamber seu pé até que estivesse limpo. Aquele momento, ele parecia um pouco bravo com o que eu tinha feito e acho que talvez não esperasse que eu gozasse tão rápido. Sentou-se na cama de casal e me mantendo sentado no chão contra a parede, levantou seu pá até a altura do meu rosto e repetiu:
- Limpa a tua sujeira!
O tom ríspido daquela voz rouca de deixava com mais tesão ainda e logo eu comecei a lamber aquele pezão limpando toda a minha própria porra. Mesmo gozando meu pau não abaixou. Era a primeira vez que eu estava com um macho e meu tesão estava fora do normal. Aquela cena era surreal pra mim.
Tio Miguel parecia gostar de sentir minha língua em seu pé e forçava a sola contra meu rosto esfregando de cima para baixo.
- Isso...lambe o pé do Tio. Deixa bem limpinho!
Já tinha lambido toda a porra que havia caído em seu pé, e mesmo assim ele continua a esfregar me mandando lamber.
Depois de um tempo assim, deslizou o pé pelo meu peito e foi descendo novamente em direção ao meu pau. Senti a sola daquele pezão gostoso deslizar na cabeça do meu pau que se mantinha inchada e toda babada.
- Agora vem aqui que o Tio ainda não está nem perto de gozar. E olha que já me segurei o dia inteiro só guardando porra pra você!
Tio Miguel se esticou na cama de casal e abriu as pernas, Colocou as mãos atrás da cabeça. E me mandou fazer uma massagem em seu corpo. Eu subi na cama e fui em direção ao seu peito...estava deitado de barriga para cima. Passando as mãos em seus peitos, sentia ainda a umidade da agua do banho. Sua pele estava fresca... fiquei ajoelhado no vão formado pelas suas penas e levei meu rosto até os pelos daquele peito. Comecei a cheirar, lamber, beijar. Queria fazer tudo ao mesmo tempo. Tio Miguel sorria o sorriso mais safado que eu já tinha visto e parecia gostar de toda aquela situação. Tinha certeza de que tinha total controle sobre mim.
Fui subindo beijando seu pescoço e sentindo o corpo daquele macho gostoso que era o Tio Miguel. Beijei aquela barba por fazer e esfreguei o meu pescoço ali por um momento. Em seguida minha boca foi de encontro a boca de Tio Miguel. Sentia uma vontade louca de beija-lo e sentir aquela língua se esfregando com a minha. Tio Miguel virou o rosto quando percebeu e me segurou pelos ombros. Virou-me em um movimento rápido e de repente estávamos em posições trocadas. Tio Miguel apenas se agachou perto do meu rosto e puxando minha cabeça para cima voltou a socar aquele pau na minha boca. Dessa vez não judiou e nem demorou muito. Levantou-se e me colocou de quatro na cama.
Apesar de já ter a altura que tenho hoje, nessa época eu era bem mais magro e mesmo não sendo tão menos que Tio Miguel, ele tinha muito mais força que eu e “manuseava” com facilidade. Rs
Levei um tapa forte na bunda que ardeu.
- Chega mais pra ponta da cama!
Apenas obedeci.
Estava com medo do que viria agora.
Tio Miguel enfiou a cara entre minhas nádegas segurando forte em minha cintura com suas mãos grandes. Me fez empinar a bunda de um jeito que ficasse mais fácil para enfiar mais a cara. Me sentia totalmente exposto. Aquela barba roçando em minha bunda estava sensacional! A língua quente e úmida de tio Miguel deslizando rodeando a entrada do meu cu estava incrível!! Era sem dúvida a melhor sensação que já havia sentido até aquele momento.
Senti aquela língua invadir meu cu e comecei a rebolar na cara de Tio Miguel. Pareceu que isso o deixou ainda com mais vontade e sentia como se meu tio quisesse literalmente comer o meu cu.
Afastou a cara e cuspiu. Meu cu piscava eu sentia aquela saliva espessa me umedecer. 
Tio Miguel enfiou dois dedos de uma vez e como eram grossos, senti um pouco de dor. Ele manteve os dedos por um tempo enquanto os movimentava como se estivesse espalhando aquela saliva dentro de mim. Ficou assim por mais um tempo. Levantou-se e segurando meu quadril com as duas mãos encaixou seu pau que pulsava de tesão entre minhas nádegas.
Começou a rebolar assim, brincando com aquele cacetão na minha entradinha ainda virgem.
Senti encaixar aquela cabeçona na porta do meu cuzinho e me segurando com firme fez força para que entrasse. Dei um grito alto com a força que senti àquela hora. Parecia que me estava resgando ao meio. Me deu outro tapa forte e me mandou calar a boca para que ninguém na casa escutasse.
Agarrei um dos travesseiros e comecei a morde-lo cada vez que sentia a pressão daquela cabeçona em meu cu. Escorriam algumas lágrimas com as dores e tio Miguel parou de forçar.
- Teteu, quer que eu continue? Está doendo muito?
- Tá doendo pra caralho, tio! Mas continua...
No quarto tinha um criado-mudo e percebi que tio Miguel parecia procurar uma alternativa para tornar aquilo mais fácil.
Abriu a gaveta do criado-mudo e começou a revirar para ver o que encontrava. Encontramos uma pomada para queimadura que já estava vencida e tinha até o plástico da tampa já amarelado. 
- Vamos tentar com isso mesmo.
Abriu o tudo apertando sem economizar e começou a enfiar os dedos em meu cu me lambuzando na entrada e por dentro. Passou o restante da pomada que estava em sua mão em seu pau e manteve seus dedos dentro de mim por mais um tempo.
Sentia o geladinho da pomada e já parecia deslizar mais fácil.
Tio Miguel tirou os dedos e voltou a forçar aquele cabeção em meu cu virgem. Senti uma dor desgraçada, mas dessa vez aquela cabeça enorme já havia entrado. Mordia o travesseiro com se fosse arrancar um pedaço dele. Por mais que entrasse mais fácil, aquela tora grossa me arrombava inteiro. Demorei um pouco para me acostumar com aquilo tudo dentro de mim.
Logo senti as bolas de tio Miguel tocar minhas nádegas. Comecei a rebolar devagar e percebendo que eu já não judiava tanto de mim, tio Miguel começou a rebolar acompanhando meus movimentos. Suas mãos agora seguravam minha cintura com mais força. Sentia aquelas mãos enormes e quentes me segurando com força, tornando impossível fugir daquele momento. Mal conseguia acreditar que aquilo estava mesmo acontecendo.
O pau grosso do tio Miguel parecia crescer a cada estocada que dava em mim. Abaixei com a cara no colchão porque já começava a ficar exausto com tudo aquilo. Tio Miguel, no entanto, parecia estar com toda a disposição do mundo e começou a bombar com força aquele cacete grosso dentro do meu cu.
Eu tentava controlar os gemidos para ser o mais discreto possível, mas tio Miguel tornava essa tarefa difícil enquanto socava com força e parava e logo em seguida vinha outra sequencia de estocadas fortes em meu cu. Sentia uma de suas mãos deslizando pelas minhas costas, subindo e descendo enquanto aquele macho enorme judiava do meu buraquinho virgem.
Meu pau estava muito duro e gozei mais uma vez sem nem encostar em meu próprio pau. 
Tio Miguel continuava a socar com força até que parou e me virou na cama, me deixando de lado sem tirar o pau de dentro de mim. Me sentia uma fêmea pronta pra servir aquele homem que judiava de mim sem só.
Segurou uma de minhas pernas e voltou a bombar. A essa hora eu já não conseguia me controlar e ambos gemíamos baixo. 
Tio Miguel abriu minhas pernas me colocando de frango e deitou sobre meu corpo mantendo minhas pernas em seus ombros.
Essa posição me deixava ainda com mais tesão porque sentia todo o peso do corpo do tio Miguel em cima de mim. Aquela pressão daquele macho pesado em cima de mim e seus movimentos me faziam delirar. 
Era a primeira vez que eu transava com um homem (aliás, a primeira vez que eu transava na vida), e já havia gozado duas vezes. Sentia como seu estivesse fazendo sexo com os deuses. Não parecia estar na Terra.
Sentia todo o corpo suado de tio Miguel me pressionando. Seus peitoral peludo roçando em minhas panturrilhas e seu rosto pingando suor em cima de mim. Eu gemia com minha boca aberta quando o senti cuspir dentro da minha boca. CARALHOO!!! Que tesão que aquilo me deixou!!! 
Cuspiu de novo e dessa vez acertou meu rosto perto dos olhos. Enfiou uma de suas mãozonas na minha cara espalhando aquele cuspe pelo meu rosto. Levei mais um tapa.
Tio Miguel continuava a socar aquele cacetão grosso no meu cu e eu já suportava sem dificuldades. Eu apertava aquele pauzão com meu cu conforme o tesão aumentava e piscava involuntariamente.
Senti o pau do tio Miguel ficar mais duro e parecia que crescia dentro de mim. As estocadas ficaram mais forte e eu batia a cabeça na cabeceira da cama. Com um urro forte de tio Miguel, senti cinco estocadas mais devagar e mais fortes em meu cu. Logo senti toda a porra daquele machão gostoso inundar meu cu, pois não usávamos camisinha aquele dia. 
Sem tirar o pau de dentro de mim, tio Miguel soltou o corpo e se abaixando me beijou com muita vontade. Sentia aquela boca quase me engolir, passando a minha na minha. Lambeu meu rosto algumas vezes e segurando em minhas pernas se afastou e tirou o pau de dentro de mim.
Senti uma quantidade grande de porra escorrendo e tio Miguel olhando deu risada do que tinha feito comigo. Por um momento, senti um ar preenchendo o espaço que o cacete de tio Miguel ocupava em mim. Apesar de não sentir dor nesse momento, parecia que meu cu nunca mais voltaria ao normal...rs
A sensação era estranha... Sentia-me realizado. Minhas pernas estavam bambas. Estava exausto.
Fui ao banheiro e me limpei. Voltei e tio Miguel já estava deitado na cama de casal com os olhos fechados. Respirava fundo e parecia também estar satisfeito e exausto. 
Sem falar nada me deitei ao lado de tio Miguel com a cabeça em seu peito e adormeci

Sentindo o cacete de Tio Miguel

Passei a semana seguinte tentando me concentrar nos estudos, pois era final de semestre e eu estava com muitos trabalhos pra fazer e logo mais era semana de provas. Mas só conseguia pensar em tio Miguel e no tesão que havia me deixado no último final de semana.
Como era aniversário de minha mãe, papai resolveu fazer um churrasco no sábado e convidou alguns familiares e alguns amigos mais chegados. Eu sabia que tia Alice e tio Miguel viriam, porém estariam com suas filhas, sem contar que teriam várias outras pessoas. Mesmo assim eu estava ansioso e ficava imaginando se teria algum momento a sós com tio Miguel. 
No sábado levantei cedo e fui ajudar meu pai a preparar as coisas para o churrasco. Tinha esperanças de fazer um dia ensolarado, pois assim os convidados se animariam para aproveitar a piscina e eu poderia ter mais um pouco da visão maravilhosa do tio Miguel de sunga e tirar proveito das brincadeiras que sempre rolam na piscina. 
Os convidados começaram a chegar e logo a casa estava repleta de amigos dos meus pais. 
Tia Alice e tio Miguel chegaram sozinhos, sem as crianças. Minha tia me cumprimentou com um beijo no rosto e logo foi para dentro de casa perguntar para minha mãe se precisava de ajuda. Tio Miguel, que havia parado em uma roda que só tinham homens, veio depois me cumprimentar. Até hoje me lembro como estava vestido aquele dia... usava uma calça jeans que ficava justa em seu corpo devido à suas pernas grossas e a sua bunda que também era grande. Isso fazia com que seu pau ficasse bem marcado, deixando transparecer seu volume avantajado. Usava uma camiseta polo azul, a qual tinha deixado todos os botões abertos e que entregavam o início de um peito peludo. Calçava um tênis branco da Nike. Ele vindo em minha direção estava uma visão incrível. Aquele dia tio Miguel estava especialmente charmoso. 
Enquanto caminhava percebida os olhares das demais mulheres que estavam no churrasco acompanhando o seu caminhar. E não era para menos, ele era um homem que realmente chamava atenção, não se destacava apenas pelos seu 1,95 de altura mas também pela sua virilidade e seu charme. 
Se aproximou de mim e me envolveu em um abraço gostoso e apertado. Senti seus braços fortes me puxarem para junto de seu corpo. Senti seu perfume gostoso e aquela barba por fazer roçando em meu pescoço. Senti uma de suas mãos acariciar minhas costas e a outra repousar de leve sobre minha bunda. Nossos corpos se tocavam por completo, sentia não apenas nossos peitos colados, mas sentia o volume de seu pênis um pouco acima do meu, que logo começou a se manisfestar quando foi pressionado contra sua coxa. O abraço durou alguns segundos e parecia o abraço de velhos amigos que não se viam há um bom tempo. Me deu um beijo no rosto e me soltando de seus braços me disse:
- e aí, Teteu, td bem? - com aquele sorriso sincero de sempre
- td sim tio. E vc? Pensei que não vinham...demoraram a chegar... - disse tentando manter a voz normal, sem entregar minha ansiedade.
-passamos na casa da minha mãe para deixar as crianças... e sua tia tb demora demais pra se arrumar! Trocou de roupa pelo menos umas quatro vezes! - disse rindo
-será que hoje rola uma piscina, Teteu?
- não sei, hein tio, parece que o tempo não está muito afim de colaborar... - e para o meu azar, realmente o tempo estava mudando e ninguém se animou para entrar na piscina. 
Ficamos conversando sobre coisas do cotidiano mais um tempo e depois tio Miguel se juntou a roda dos homens mais velhos junto com papai e outros amigos e eu me juntei ao meu irmão e os outros primos. Já estava ficando meio desesperançado de que algo fosse acontecer, então subi para o meu quarto para ver se conseguia fazer mais um pouco da pilha se trabalhos.
Não conseguia me concentrar e então resolvi procurar algum vídeo pornô para assistir e tocar uma punheta rápida enquanto aproveitava meu momento sem que ninguém aparecesse. Encontrei um vídeo que me aumentou ainda mais o tesão. Era o vídeo de uma moça ruiva e um cara careca e alto, com corpo definido e um pau grande e grosso... o que mais me chamou a atenção era como ele comia a moça. Ela, depois de engolir o cacete do careca, ficava de quatro na cama enquanto ele socava o pau em seu cu xingando-a de vagabunda e mantinha um de seus pés na cara da moça que gemia com a cara pressionada no colchão. 
Meu pau estava duraço vendo aquele vídeo e eu o acariciava ainda por cima da calça quando escuto alguém abrindo a porta que estava apenas encostada. Antes de me virar para ver quem era, minimizei a página e voltei para o arquivo em que digitava o trabalho. Logo senti alguém me abraçar por trás na cadeira e ouvi tio Miguel rindo e dizendo
- estava vendo pornô, né seu safado!
Tentei disfarçar o volume do meu pau colocando uma das mão por cima e falei
- não, estou fazendo os trabalhos da escola. 
Pela risada de tio Miguel, percebi que não tinha sido convincente. 
-deixa de ser mentiroso, Teteu! Eu vi pela porta antes de entrar. 
E tirando a minha mão do mouse me disse que também queria ver e foi logo abrindo a página minimizada. Voltou o vídeo um pouco e deu play.
Ficou em pé ao meu lado enquanto assistia e dizia que estava ficando com tesão de ver aquela cena. E me disse que nunca tinha comido ninguém naquela posição. 
Senti sua aproximação enquanto comentava e logo senti o volume de seu cacete pressionando meu ombro. 
Tio Miguel passou um dos braços pelas minha costas e pelo ombro me puxou contra seu corpo. Com a outra mão segurava em seu pau que já estava nitidamente duro. Começou a rebolar roçando em mim enquanto assistia a moça ruiva ser fodida com brutalidade pelo rapaz careca. 
Aquilo me deixou com um tesão do caralho... Mas como ainda era virgem e bem bobão para essas coisas, deixava toda a iniciativa por conta de tio Miguel. 
- você não está com tesão, Teteu? Olha só como ele fode o rabinho dela!
Não consegui responder...apenas suspirava forte com o desejo de que aquela cena se repetisse ali entre mim e tio Miguel.
imaginava como seria sentir aquele pezão de tio Miguel pressionando minha cara contra o colchão... 
Ele soltou a mão que pressionava seu cacete, pegou uma de minhas mãos, levou até seu pau e iniciou uma massagem com a sua mão sobre a minha. 
Era a sensação mais gostosa que já tinha sentido. Era a primeira vez que pegava no pau de outro cara.
Meu coração estava a ponto de saltar pela boca e eu suava frio, meu pau estava quase explodindo dentro da calça. 
-isso, massageia o cacete do tio, vai Teteu! 
Comecei a pegar com mais força e ele começou a gemer de um jeito gostoso e bem baixinho. Continuava a rebolar enquanto eu massageava seu cacete com minha mão e o encarava. A cara de safado do tio miguel me deixava alucinado!
Com um pouco de coragem tirei minha mão e aproximei meu rosto àquele volumoso cacete e encarando tio Miguel abocanhei aquele volume mesmo por cima da calça. 
Tio Miguel sorriu de um jeito mais sacana ainda e soltou:
- quer provar o pau do tio, quer Teteu? - e começou a forçar minha cabeça contra seu pau que ainda estava dentro da calça
-abocanha o pau do titio, vai! Ah, que delicia!
Sua mão era muito grande e envolvia quase minha cabeça inteira. Sua força comparado a minha tb era muito maior e com apenas uma das mãos conseguia me prender junto ao seu pau enquanto se mantinha rebolando e esfregando td o seu pacote na minha cara.
Caralho que delicia! Só de lembrar daquela cena já fico com o pau babão aqui!
-quer provar o pau do titio, quer? Seu safado!
Coloquei uma de minhas mãos na sua bunda e pude sentir seu glúteo musculoso se contraindo na minha mão enquanto mantinha a cadência daquele rebolado gostoso e da pressão do seu cacete na minha cara.
Abriu o zíper e falou:
-quer provar o pau o tio, quer?
Me mantive ofegante e sem responder e logo ele reagiu. Me deu um tapa na cara (que não doeu, mas aumentou ainda mais o meu tesão) e disse:
-responde o tio! - em um tom ríspido. 
Respondi que sim e logo ele pegou a minha mão que estava em sua bunda e colocou para dentro da sua calça pelo buraco do zíper. 
-segura o cacete do titio, vai Teteu!
Tio Miguel não usava cuecas aquele dia e minha mão sentiu logo a pele do seu pau. Segurei com vontade aquele cacete e comecei uma punheta lenta porém com força sem tirar o pau de dentro da calça. Com a outra mão massageava meu próprio pau que explodia dentro da calça. 
O cacete do tio Miguel era um pouco maior que o meu, mas era muito mais grosso. Pude perceber que era peludo, sentia seus pentelhos enquanto socava aquele pau numa punheta vigorosa.
Sentia aquele pau quente pulsando na minha mão enquanto tio Miguel parecia sentir muito prazer com aquela rebolada gostosa e um gemido baixinho.
A cabeça de seu cacete parecia ser consideravelmente larga, mesmo sem ver podia sentir que era bem mais larga que o restando do corpo daquele cacete grosso e pentelhudo.
Caralho! Aquele momento percebi o quanto tio Miguel era um macho tesudo!
Queria colocar aquele pau pra fora e abocanhar ele inteiro e sentir o gosto daquele macho na minha boca. 
Comecei a aproximar minha cabeça da abertura da calça de tio Miguel, quando fui surpreendido pelas suas mãos que mais que depressa afastaram minha cabeça de seu corpo e logo retirou minha mão de dentro de sua calça. 
Logo pude ouvir vozes femininas que se aproximavam, em poucos segundos mamãe e tia Alice entravam em meu quarto. Deu tempo de desligar o monitor de meu computador antes de entrarem. 
- ah, olha os meninos aí! - exclamou tia Alice - o que tem de tão bom aqui que faz vcs se esconderem do restante do pessoal, hein?!
Meu coração estava mais acelerado ainda com essa aproximação repentina das duas, e fiquei sem resposta para a pergunta de tia Alice. Sem que demorasse muito, tio Miguel falou:
- estava vendo com o Teteu alguns jogos novo que ele tem do ps.
Balancei a cabeça afirmativo. 
Sem dar muita atenção, tia Alice continuou:
-Miguel precisamos ir, ainda temos que pegar as meninas na sua mãe! 
Sem cerimônias, tia Alice me deu um beijo e foi até a porta onde parou pra aguardar tio Miguel se despedir. Ele me deu um beijo no rosto e apenas falou: depois a gente se fala!
Cumprimentei os dois sem levantar da cadeira, pq com o tesão que estava, meu pau não abaixaria tão cedo!
Todos saíram do meu quarto e fiquei lá sozinho mais um tempo processando o que tinha acabado de acontecer. 
A sensação de segurar o cacete grosso e quente de tio Miguel percorria a minha mente em looping... e mesmo sem ele ali o tesão se mantinha. 
Me tranquei no banheiro do quarto abaixei as calças e sentei no chão com os pés Apoiados na parede. Meu pau estava muito duro, com a cabeça roxa e bem inchada soltando uma baba transparente. Pelo tempo que estava duro dessa maneira, já estava até dolorido, quase implorando pra gozar.
Comecei a socar uma punheta forte repassando em minha mente aquele cacete gostoso de tio Miguel... aquela grossura, aquele sacão grande e cheio de pelos...a imagem que formava em minha mente era maravilhosa, mesmo sem ainda ter visto de fato aquele pau.
De olhos fechados e socando forte em meu pau, levei inconscientemente a mão em que peguei no cacete do tio Miguel até meu rosto e fui surpreendido pelo cheiro forte do pau daquele macho tesudo que havia ficado na minha mão. Gozei na hora! Jorrei vários jatos de porra que espirraram na minha camiseta. Me lambuzei inteiro com meu próprio gozo e meu pau continuou teso por mais um tempo...
Sorri soltando um suspiro de alivio e determinado a experimentar aquele pau por completo.
Era estranho que não me sentia mal com essa situação, por causa de tia Alice. Na verdade nem me lembrava da existência dela enquanto estava com tesão no tio Miguel. 
Sentia apenas uma felicidade inundar meu peito agora que sabia que o tesão era mútuo. Precisava sentir o tio Miguel por inteiro e tinha decidido que isso iria acontecer! 
Vou parar por aqui para não ficar muito extenso. Depois conto mais sobre a minha história com meu tio.
Espero que estejam gostando e que continuem acompanhando, essa é uma história real, mas foi acontecendo aos poucos. 
Abraços e até o próximo conto!

Tesão pelo Tio Miguel

Meu nome é Mateus, tenho 24 anos, 1,87 de altura, 83kg – pele clara, olhos e cabelos castanhos claros.
Hoje vou contar pra vocês como comecei a me interessar pelo meu tio Miguel.
Ainda pequeno, lembro-me de minha tia Alice, a irmã mais nova de minha mãe chegar à casa dos meus avós com seu novo namorado. Tia Alice que não era muito alta parecia ainda menor perto dele... Era um homem alto, 1.95m de altura, cabelos lisos de um castanho escuro, magro, porém corpulento e de um sorriso largo. Parecia muito simpático. Seu nome era Miguel. Na época, como ainda era muito pequeno, não me atentava à sua aparência.
Miguel além de simpático adorava crianças e logo eu meus irmãos e os demais sobrinhos de Tia Alice já o chamavam de Tio Miguel. 
Lembro-me que Tio Miguel era caminhoneiro e adorava futebol. Era corintiano roxo. Com toda a sua simplicidade e simpatia, logo ficou muito amigo de papai e ambos frequentavam a casa um do outro. Era comum saírem para tomar uma cerveja ou assistirem ao jogo, e claro, eu e meu irmão sempre acompanhávamos.
Logo Tio Miguel se casou com tia Alice e logo suas visitas mais frequentes a nossa casa. Quando chegavam em casa, era uma farra só...Tio Miguel e Tia Alice pareciam mais crianças do que nós mesmos, e Tio Miguel pelo seu tamanho, nos pegava com a maior facilidade do mundo e nos jogava para o alto, jogávamos bola, corríamos pelo quintal, era uma festa...
O tempo foi passando, nós fomos crescendo, meus tios se tornaram pais e as coisas foram mudando, os dois já tinham um ar mais sério em relação a vida adulta. A amizade de papai e tio Miguel, porem se mantinha a mesma. E todo final de semana se juntavam para fazer um churrasco e assistir ao jogo de futebol. Nessa época, já garotos, frequentávamos pouco a casa dos meus tios, eu ainda mantive a companhia ao meu pai por um tempo, e meu irmão já quase não aparecia.
Por mais que estivéssemos crescendo, Tio Miguel continuava a nos tratar da mesma maneira. Sempre abria um sorriso do tamanho do mundo quando nos via, nos abraçava e dava um beijo no rosto. E aos poucos, conforme crescia comecei a ver esse abraço de outra maneira.
Não sabia ainda o que sentia, mas de alguma forma era confortável, algo que desejava que não terminasse. 
Passei a frequentar mais a casa dos meus tios junto com o meu pai, e nessa época já eram frequentes churrascos com apenas nós três.
Sempre fui bastante reservado, mas gostava de estar na presença deles. 
Como nunca me liguei em futebol, comecei a reparar em outras coisas enquanto assistiam aos jogos. De certa maneira, achava interessante o jeito como reagiam a cada lance, o modo como discutiam e esbravejavam quando o time do outro perdia. 
Meu tio que é quase 20cm mais alto que papai, começou a despertar em mim uma admiração diferente de tudo o que eu já havia sentido. Tio Miguel não era apenas um homem muito alto, tinha costas largas, um peitoral peludo, braços fortes...não eram definidos, mas era parrudo e musculoso. Comparava seu corpo ao meu, magrelo e ainda em desenvolvimento. 
Passei a sentir vontade de tocar aquele corpo de uma maneira que fosse além de um abraço...ficava fascinado ao vê-lo sem camisa vidrado no jogo...
Com o tempo, percebi que Tio Miguel era um típico macho bruto, corpulento e sem frescuras, comumente o via sair do banho ainda se secando, mas já vestindo um short curto (o mesmo que usava quando ia jogar bola), nitidamente sem cueca por baixo. 
Tinha pernas grossas e bem peludas....acho que nunca vi pernas tão lindas como as de Tio Miguel. Suas mãos e seus pés eram grandes tb. Certo dia quando esperávamos o jogo começar, meu pai saiu para comprar cerveja e eu estava sentado na sala da casa de Tio Miguel. Ele sentou ao meu lado vestindo apenas o short de sempre, estava descalço e sem camisas. Chegou bem perto de mim e me perguntou qual eu achava que seria o placar do jogo... como havia acabado de sair do banho, as gotas de água que escorriam de seus cabelos para o seu pescoço me chamaram a atenção e fiquei hipnotizado... gaguejei um pouco e respondi que não tinha ideia seguido de uma risada dos dois. Tio Miguel passou a mão pelo seu pescoço para enxugar as gotas que escorriam e logo em seguida me disse que eu era muito reservado e que deveria me soltar mais com o tio...disse isso me abraçando e iniciando uma brincadeira de lutinhas, como sempre fazia. Mesmo sendo muito reservado, me sentia muito a vontade com Tio Miguel. Tínhamos uma amizade muito boa, afinal ele era mais velho do que eu e mais novo que meu pai, era como um amigo para nós dois.
O jogo havia começado e papai ainda não tinha voltado com as cervejas, estávamos só eu e Tio Miguel na sala. Ele colocou um dos pés em cima do sofá apoiando o braço no joelho dobrado e manteve a outra perna apoiada no chão. Nesse momento percebi como o short marcava o volume entre suas pernas e contornava o seu pau...parecia muito bastante grosso e grande.
Eu nunca tinha tido nenhuma experiência sexual, e aquela cena maravilhosa daquele homem todo grandão sentado largado no sofá daquela maneira despertou em mim o desejo de tocar e explorar aquele corpo de todos os jeitos possíveis. Lembro que comecei a suar frio com os pensamentos que começaram a surgir na minha mente...percorri todo aquele corpo escultural com os olhos e por um momento paralisei observando seu pé que estava em cima do sofá. Era um pé grande, bonito e com alguns poucos pelos no peito...de alguma forma, vi uma masculinidade sedutora em seus pés...
Nesse momento percebi que Tio Miguel me observava e perguntou:
- O que está olhando tanto no pé do tio, Teteu? (era assim que Tio Miguel me chamava)
- Nada...é só que eles são grandes...quanto calça? (respondi meio sem graça por ser pelo de surpresa observando o seu corpo...me perguntei a quanto tempo será que ele me via observá-lo com o olhar de fascínio)
- Calço 45 – Tio Miguel respondeu rindo vendo que fiquei sem graça e continuou:
- Também, não podia ser diferente, né?! Tudo no tio é grande... – e riu de um jeito sacana
Logo Tio Miguel voltou a olhar para a televisão e alguns segundos depois soltou:
- Mas você também não vai ficar atrás, já está quase do tamanho do tio, Teteu! 
Fiquei repassando aquela cena na minha cabeça durante todo o restante do jogo.
Papai já havia voltado com as cervejas, pouco depois do que tinha acontecido e aí fiquei mais tranquilo para observar meu tio enquanto ele assistia... 
Tio Miguel parecia ficar mais a vontade a cada segundo, e eu ainda bobão não sabia distinguir se ele estava se exibindo de propósito ou se era a maneira como sempre agia e eu nunca tinha percebido. Durante o restante do jogo, ele segurava frequentemente seu pau volumoso por cima do short e algumas vezes dava uma coçada boa por dentro do short. Algumas vezes coçava e olhava pra mim sorrindo. Comecei a ficar louco de tesão com a cena e sem graça tentava esconder o volume do meu pau que já explodia dentro da calça com uma das almofadas. 
Como papai estava sentado no outro sofá que ficava virado e um pouco afrente do que estávamos, ficava focado no jogo e pouco percebia a exibição de Tio Miguel e o meu desconforto.
No intervalo do jogo, papai se levanta para ir ao banheiro e rapidamente Tio Miguel enfia a mão dentro do short, da uma pegada com força em seu próprio cacete e me encara de um jeito sacana... me sentia uma presa fácil ali sozinho com ele, e meu coração acelerava com aquelas insinuações. De repente Tio Miguel fica sentado com os dois pés em cima do sofá e virado para mim, estiva um dos pés até o meu colo e começa a cutucar a almofada.
- Larga a almofada da sua tia, Teteu...o que está escondendo aí? – diz com voz de deboche
Vendo que eu permanecia quieto e ria sem graça com toda a situação, Tio Miguel continua: 
- Acha o pé do tio grande, é?
Balancei a cabeça afirmativamente
- Bem grande...rs Você inteiro...
Tio Miguel começa a passar aquele pezão enorme em meu pau e eu começo a me contorcer com medo de meu pai chegar e me pegar naquela situação. Aquele momento senti um tesão louco...pela primeira vez na vida, achei que não fosse aguentar de tanto tesão e fosse gozar ali mesmo sem nem encostar no meu pau direito...
- Teteu, faz uma massagem no pé do tio, faz?
Comecei a passar a mão naquele pé enorme do Tio Miguel e aos poucos iniciei uma massagem...tentei comentar sobre o que tinha achado do primeiro tempo do jogo pra ver se conseguia me sentir um pouco mais a vontade e ele percebendo que eu estava sem jeito, apenas começou a gemer baixinho e me encarar com o sorriso mais sacana que já tinha visto. E começou a passar o pé pelo meu rosto. Era estranho como aquilo me excitava... nunca pensei que sentiria tanto tesão em sentir o pé de Tio Miguel roçando pelo meu corpo.
- Da um beijinho do pé do Tio...quer lamber?
Fiquei sem graça e tentei tirar seu pé de mim, mas ele começou a rir com a situação e insistia tentando passar o pé no meu rosto. Nesse momento, papai voltou para a sala e apesar de eu ter ficado todo desconcertado, papai não desconfiou de nada, pois era comum eu e tio Miguel termos essas brincadeiras de toque – claro que não como havia acabado de acontecer.
O jogo voltou e tio Miguel continuava me olhando e dando risinhos enquanto pegava em seu pau. Como eu já não aguentava mais de tanto tesão, esperei que se concentrassem um pouco mais no jogo e levantei e fui ao banheiro. Precisava me aliviar... tranquei a porta e me punhetei com muita vontade aquele dia. Como já estava no tesão há um tempo, o meu pau já estava babão e não demorei a gozar. Gozei muita porra imaginando como seria sentir o corpo do Tio Miguel por inteiro junto ao meu. Aquele homem enorme tinha me deixado num tesão desgraçado...
Esperei um tempo pra me recompor e voltei para a sala mais aliviado... logo que sentei de volta no sofá, Tio Miguel esticou a perna sobre meu colo, e como já estava um pouco menos tenso com a situação, deixei e coloquei a mão sobre sua perna peluda. Como disse, era comum nos tratarmos assim e papai estava centrado no jogo. De fato, essa cena já havia acontecido diversas vezes, mas nunca havia despertado em mim o que tinha feito aquele dia. Tio Miguel parecia ter percebido e também agia diferente... era louco como uma cena que já tinha acontecido tantas vezes tinha mudado completamente os seus significados tão de repente.
O meu desejo era que não acabace aquele momento... queria que aquele jogo fosse eterno...rs
Aos poucos me senti a vontade para acariciar de leve aquela perna grossa e peluda de Tio Miguel e ele logo correspondeu roçando o seu pé discretamente em meu pau... percebeu o quão duro estava e soltou uma risadinha sem tirar os olhos da TV. Eu ri também e relaxei
Não sabia o que aquilo significava para Tio Miguel se apenas uma brincadeira ou se realmente existia um desejo ali... ficamos assim até o termino do jogo...ele acariciando meu pau com seu pé imenso e eu acariciando sua perna de macho enquanto observada seu pau grosso e volumoso contornado pelo tecido fino do short.
Quando o jogo acabou, me despedi do Tio Miguel com um abraço mais intenso que o de costume...senti seu corpo sem camisa e percebi que meu pau encostou ao dele por cima da calça com intensidade e ainda fui surpreendido com uma lambida na orelha.
Acho que papai não chegou a perceber nada aquele dia.
Quando voltamos pra casa, me tranquei no meu quarto e me acabei na punheta em homenagem ao Tio Miguel... passei o restante da semana assim...ansioso pelo próximo fds e sem tirar aquele macho grandão da minha cabeça.
Nos próximos contos falo o que aconteceu depois desse dia e como foi a minha primeira vez com Tio Miguel...
Espero que tenham gostado...
Deixem os comentários dizendo o que acharam da narrativa. Abraços.