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segunda-feira, 21 de setembro de 2020

O amigo do meu pai

 Nessa época eu morava ainda com meus pais num sítio, no interior. Tinha eu 18 anos e nenhuma experiência sexual. Mas sentia atração por homens, principalmente se fossem fortes e mais velhos do que eu. Meu pai era veterinário e atendia nas redondezas. Saía muito cedo e chegava à noite. Ficávamos eu e minha mãe em casa. Quando eu não estava no colégio, estava cavalgando ou nadando num pequeno açude do sítio.

Numa manhã de dezembro, meu pai falou que um grande amigo dele do Rio iria passar férias conosco e pediu que eu fizesse companhia ao amigo, quando ele não pudesse. Eu já o havia visto quando eu era bem garoto e pouco me lembrava dele. Enfim, chegou o "Guto", um homem grande, forte, moreno claro, mas bastante bronzeado das praias do Rio, cabelos meio crespos bem curtos. Tinha 34 anos, cara de gente boa. Senti-me atraído por ele logo de primeira. Quando ele ria, apareciam umas rugas em volta dos olhos, que o deixavam ainda mais sexy. Tinha um modo de olhar meio atravessado, a boca de lábios finos entreaberta. Desde então não parei de pensar nele.
Estávamos sempre juntos para todo lado. Íamos cavalgar juntos, tomar banho no açude e outros passeios que o campo nos permitia. Nesses banhos eu ficava olhando disfarçadamente as coxas grossas, o peito, as costas musculosas, a bunda deixando ver a marca de praia, o volume entre as pernas. Brincávamos. Às vezes um empurrava o outro na água, às vezes ele me dava tapinhas na bunda e me segurava para eu tentar me soltar. O contato com o corpo quente dele era mágico. Uma vez ele me segurou, e por um bom tempo minhas costas ficaram grudadas no tórax dele e minha bunda em contato com a coxa dele, bem perto do pau. Eu senti a respiração dele no meu pescoço e me arrepiei inteirinho. Logo que me soltei, corri para dentro d'água com medo que ele percebesse minha excitação.
Numa manhã no açude começamos a conversar sobre sexo. Ali conheci um Guto bastante safado. Contava com riqueza de detalhes suas aventuras sexuais e me deixava cada vez mais fascinado e excitado. Perguntei se ele já tinha ficado com outro homem. Ele me pediu pra guardar segredo, mas que já tinha comido um colega de quarto, por causa de uma aposta. Perguntei se tinha sido bom e ele disse que não foi ruim, mas prefiria mulher. Fiquei desapontado.
Eu, no entanto, estava cada vez mais envolvido e me masturbava mais de uma vez por dia pensando nele, me imaginando no lugar do colega de quarto que ele havia comido. Quando ele saía, eu entrava no quarto dele e ficava cheirando suas roupas. Aquele cheiro de suor de homem na camisa dele me deixava doido. Minha imaginação voava. Num dia em que não havia ninguém em casa, peguei a cueca dele usada e comecei a cheirar. Aquele cheiro de pica, de urina, sei lá, aguçava meus instintos. Não suportei e pus-me a me masturbar na cueca dele, chegando a sujá-la com a baba do meu pau. Devolvi-a para o cesto de roupa e corri para o banheiro. Gozei como nunca havia gozado antes, com o dedo no cu e chamando baixinho pelo nome do Guto.
Eu não suportava mais, tinha que contar pra ele o que eu estava sentindo. Já faziam quase duas semanas que ele estava ali e em breve iria embora. Temi perder a oportunidade. Criei coragem enfim, e num dos nossos passeios eu disse, com muita dificuldade, que estava apaixonado por ele e implorei para que ficasse comigo pelo menos uma vez, mesmo que não rolasse sexo, mas que queria sentir o corpo dele, a boca dele. Disse que faria o que ele quisesse e que guardaria segredo. Ele não ficou surpreso. Disse que já desconfiava, mas que não poderia ser, porque meu pai era muito amigo dele e ele não queria estragar uma amizade tão sólida como a deles. E que eu deveria estar confuso, porque estávamos muito próximos. Que eu era jovem e bonito e ainda iria pegar muitas meninas. Eu falei pra ele que não tinha interesse em mulheres e que o que eu estava sentindo por ele estava me sufocando. Então ele falou que deveríamos fingir que nada daquilo aconteceu e continuarmos sendo amigos. Não tocamos mais no assunto, mas ficamos o resto do dia estranhos um com o outro.
O dia seguinte era uma sexta-feira, dia em que minha mãe também ia à cidade com meu pai para fazer compras e só voltava por volta do meio-dia. Levantei-me, meus pais já haviam saído. O Guto estava na varanda, olhar pensativo. Tomei café e voltei pro quarto. Ele entrou em seguida, disse que queria conversar comigo. Sentamos na cama. Ficamos calados por um instante. Então ele passou o braço sobre os meus ombros e disse que esperava não se arrepender do que ia dizer, mas que também se sentia bastante atraído por mim, e que não teria ousado dizer nada se eu não tivesse me declarado. Porém agora ele estava mais tranquilo e que ficaria comigo só uma vez para acabarmos logo com aquilo. E foi segurando a minha cabeça e me beijando o rosto, as orelhas, os lábios. Uma química muito forte rolou naquele momento. Eu estava excitadíssimo, ele também.
Então ele me derrubou na cama e, deitado sobre mim, me beijou com volúpia. Começamos a nos esfregar, ambos cheios de desejo. Beijava-me, metendo aquela língua quente na minha boca. Senti como se fosse o pau dele me penetrando. Parecia que eu ia derreter. Estávamos os dois com a respiração ofegante. Minhas mãos percorriam as costas dele em direção à bunda. As dele seguravam minha cabeça enquanto me beijava.
Arrancamos as roupas e mudamos de posição. Agora eu estava por cima. Então ele empurrou minha cabeça em direção ao pau dele e eu abocanhei aquele cacete em brasa e fiz o Guto gemer. Eu olhava para ele e a expressão de prazer no rosto dele, a fechar os olhos, a morder os lábios, me deixava louco. Ele então me pôs de quatro sobre a cama e começou a apertar, a morder minha bunda, com incrível tesão, depois meteu a língua no meu cu. Eu fui às nuvens. Não era a mesma sensação que eu sentia quando enfiava o dedo. Era uma sensação deliciosa. Eu não sabia quase nada sobre sexo e nunca na minha vida ouvi dizer que alguém houvesse chupado o cu de outro! Mas era maravilhoso!
Perguntou-me se eu tinha camisinha. Eu não tinha. Então vestiu a bermuda, rapidamente, sem a cueca mesmo, a cabeça do pau pra fora, e correu em direção ao quarto dele. Foi engraçado, parecia uma gincana. Voltou em instantes com um pacote de preservativos. Trancou a porta, por precaução. Se minha mãe por acaso voltasse antes, eu sairia pela janela. Os três quartos da casa eram um do lado do outro e todos tinham janelas que davam para a chácara.
Eu comecei a chupá-lo novamente. Ele botou a camisinha e em seguida me pôs na posição de frango-assado, cuspiu no meu cu e tentou meter, mas não conseguiu. Alargou meu cu com os dedos molhados de cuspe e tentou novamente. Entrou na quarta tentativa. Meu rabo ardeu, mas aquilo era tão maravilhoso que não me importei. Queria era aquele homem impregnado na minha pele, eu dentro dele, ele dentro de mim, entrando pelos meus poros, pela minha boca, por todos os buracos que eu tivesse.
Apesar do tesão, ele foi muito carinhoso. Metia devagar, me beijava, e metia a língua nos meus ouvidos e beijava a minha nuca, sempre socando devagar, mas deliciosamente. Me fodeu também de ladinho, mas voltou para a posição de frango-assado. Depois de algum tempo ele acelerou freneticamente, soltou um gemido abafado e então caiu sobre o meu peito, dizendo: Que loucura! Que loucura você me fez fazer, garoto! Percebi que ele tinha gozado. Saiu de cima de mim, o pau já mole, que a camisinha quase fica presa no meu rabo.
Depois me chupou os mamilos, a virilha, segurou o meu pau, e enfiou a língua no meu buraquinho novamente, ao mesmo tempo em que me punhetava dizendo: agora goza, moleque, goza! Eu estava tão enlouquecido com aquela língua no meu cu, que mal peguei no meu pau, gozei rapidamente. Sujei todo o meu peito com o jato do meu gozo.
Depois daquela manhã mágica, todas as noites o Guto deixava a janela do quarto aberta e, no meio da noite, eu saía do meu quarto, também pela janela, e ia transar com ele, sem que ninguém sequer tenha desconfiado. Foram poucos dias, porém foram intensos. Cada dia era uma descoberta nova para mim. Mas o Guto ainda me deixou na vontade: eu gostaria de ter metido naquela bunda deliciosa, gozado naquele cu, mas ele nunca deixou e eu não quis estragar o que estava tão bom.
O Guto voltou pro Rio uma semana depois. Afastou-se completamente de nós, mas me deixou uma cueca usada que eu cheirei por muitas noites ainda, e gozei pensando nele.

sábado, 19 de setembro de 2020

Férias com o primo – dormindo no mesmo quarto

Bem, em continuação ao conto anterior, onde meu primo me ensinou a nadar, volto a relatar o que se passou na primeira noite quando fomos dormir.

Para quem não leu o conto “aprendendo a nadar”, farei breve apresentação: Meu nome é Pedro, tenho 1,78, 74 kg, 23 anos, moreno claro, corpo definido, poucos pelos e muito másculo.
Passando as férias de final de ano com meus pais na fazenda de um tio que não via há seis anos, tive a sorte de reencontrar o meu primo Tiago.
Tiago é um moreno claro, mais ou menos 1,85 de altura, uns 80 kg, barba por fazer, uns pelos lisos e bem negros no peito, que emendam com os pelinhos da barriga e descem fazendo um caminho até a seu cacete, pernas grossas e peludas e uns braços fortes.
Após a foda que demos no riacho nos dirigimos pra casa como se nada tivesse acontecido, mas eu sentia o rabo ardendo de tanto levar vara. E que vara! Pois como eu já disse no outro conto, o Tiago tem uma cacete de 21 cm, grosso, moreno, cabeçudo, com veias salientes, saco grande e uns pentelhos negros e lisos. Quando está mole fica somente com a ponta da cabeça pra fora do prepúcio repousado sobres suas duas bolas imensas, e quando fica duro é levemente inclinado para a direita ficando com a cabeçona inteiramente à mostra.
Assim, chegamos à sede da fazenda e ele com aquele jeito todo molecão, sorridente e com cara de safado, contou que eu havia gostado muito de ver o gado e que depois fomos até o riacho dar um pulo na água.
Tiago falava e gesticulava com desenvoltura, o som da sua voz grossa e máscula penetrava nos meus tímpanos como se fosse música.
Lembrei-me de quando ele falava pornografia nos meus ouvidos lá no riacho e o quanto ele urrou de prazer quando deixava toda a sua virilidade dentro de mim.
De repente parei de ouvir e passei somente a observar os seus gestos e como aquela roupa de macho da roça lhe caia bem. Ele estava usando uma calça jeans apertada, camisa xadrez, chapéu e botas. Ah! Aquela bunda era perfeita, mas o realce da calça apertada e meio surrada a deixava ainda mais linda, dando pra ver até a costura da perna da cueca boxer que ele vestia!
Mas eu queria mesmo era vê-lo de frente. Mudei de lugar e fiquei numa posição de onde eu podia olhar diretamente para a sua mala. Fiquei sem fôlego! Sua pica estava marcada naquela calça a ponto da dobrinha da cabeça estar desenhada. O volume do saco grande completava o conjunto perfeito que aquele homem carregava entre as pernas.

Minha vontade era de tê-lo dentro de mim novamente. Tive a sensação de que tudo se passava em câmara lenta e eu já não conseguia mais ouvir a sua voz, apenas olhava seus lábios carnudos e rosados contrastando com aqueles dentes brancos e alinhados. Parece que vivia um sonho e nada daquilo que tinha vivenciado no rio havia realmente acontecido. Queria mais!
Após conversarmos amenidades fomos avisados que o jantar estava servido. Tiago disse que precisava tirar aquela calça jeans apertada e subiu para tomar um banho. Quando desceu estava usando um short branco de jogador de futebol e uma regata verde cavada. Os pelos negros das suas pernas contrastavam com a cor do short, e seus pelos do peito ficavam ainda mais lindos com a correntinha de ouro que ele havia colocado no seu pescoço.
Fiquei tenso, mas ansioso para subir ao banheiro e ver se a sua roupa usada estava no cesto.

Entrei no banheiro e ao encontrar a roupa que ele acabara de tirar passei a examiná-la, especialmente a sua cueca usada. Ahhh que delícia estava o cheirinho de macho que exalava dela. Fechei os olhos e instantaneamente fiquei de pau duro com aquele cheiro, mas me segurei imaginando que em poucos minutos teria a oportunidade de cheirar e sentir aquele cacete ao vivo e apalpar aquelas bolas grandes e pesadas...
Após o banho eu desci para jantar e conforme jantávamos o Tiago, que estava sentado ao meu lado, esfregava a sua perna peluda na minha e falava coisas do dia-a-dia como se nada estivesse acontecendo.
Fui ficando tenso com aquela situação, pois ao sentir aqueles pelos macios na minha perna eu estava ficando excitado.
Acabamos de comer ele me chamou para voltar ao seu quarto e vermos um filme. Até achei bacana a ideia, principalmente por ter a oportunidade de novamente ficar sozinho com aquele macho, mas para meu desalento ele disse que eu deveria ficar na cama de solteiro, onde iria dormir, e ele ficaria na cama de casal.
Fiquei frustrado, pois ficaria longe do homem que eu estava desejando. Pra piorar, a porta teve que ficar aberta, pois segundo ele era pra evitar qualquer tipo de mudança de hábito, haja vista ele não costumava fechar aporta do quarto enquanto assistia TV.
Assistimos a dois filmes e percebi que a casa estava silenciosa. Neste momento maliciosamente falei que não queria mais ver Tv, e sim dormir. Nisso ele se levantou, fechou a porta, tirou a regata, apagou a luz e de short voltou a deitar na sua cama me dando apenas boa noite.
Fiquei intrigado com aquele comportamento, mas passados uns 20 minutos eu senti uma mão que tocou de leve as minhas costas. Arrepiei até os cabelos dos dedos dos pés e ao me virar de barriga pra cima senti um hálito fresco e o inconfundível perfume amadeirado que o Tiago estava usando. Nossa, amoleci... sem dizer uma única palavra senti aquelas mãos fortes me acariciando o rosto e os seus lábios se encontrando aos meus. Nos beijamos com muita intensidade! Sua língua entrava na minha boca e a sua saliva molhava o nosso beijo.
Logo ele sussurrou no meu ouvido: primo, venha deitar comigo, pois estou com tesão e não consigo dormir.
Imediatamente pulei pra cama dele. Ele acendeu um abajur e pude olhar nos seus olhos e apreciar a sua beleza. Que macho gostoso!
Continuamos de short e começamos um sarro de macho. Ele me apertava sobre a cama e soltava todo o peso do corpo sobre mim. Eu estava de barriga pra cima e sentia que o seu cacete estava muito duro, mas ele fazia questão de me beijar e me apalpar com aquelas mãos fortes sem me deixar pegá-lo.
Eu tentava de toda forma pegar naquele mastro, mas ele segurava com força os meus braços acima da minha cabeça e ficava esfregando a sua pica na minha.
Era como se estivéssemos num movimento de foda com bastante ginga. Estava ficando louco de tesão...
Implorei até que ele soltou os meus braços e se deitou de barriga pra cima com os braços abertos e as mãos atrás da cabeça. Nessa posição aquele macho ficava com cara de cafajeste e sem demorar disse: Pedro, mama o teu macho, vai!
Comecei a tirar o seu short e aquela rola grossa, cheia de veias e cabeçona pra fora toda babada saltou perto do meu nariz. Cheirei intensamente... Passei o dedo na pontinha e fiquei fazendo movimentos circulares. Ele se contorcia e pedia pra eu mamar logo.
Obedecendo ao meu macho eu comecei a passar a língua naquela baba que escorria e coloquei somente a cabeça na minha boca. Fazia movimentos com a língua e aos poucos fui engolindo o pau inteiro. Depois fui descendo a língua até o encontro das pernas com o saco e senti que ele ficava cada vez mais excitado. Passei a língua devagar até escutá-lo gemer intensamente...
Sussurrando ele me pediu para babar nas suas bolas e engolir as duas de uma só vez. Nossa, que bolas! Aquele saco grande e peludo cheio de veias realmente cobriam duas enormes e pesadas bolas. Estava com cheiro de banho, mas no fundo o cheiro do macho predominava.
Fui novamente subindo com a língua sobre o seu corpo lambendo os pelos da sua barriga e chegando aos seus mamilos. Massageei cada um deles com a boca e depois comecei a mordiscar suas orelhas e pescoço... desci e dei uma boa cheirada no seu socavo que estava uma delícia, perfumado, mas como cheiro de homem... Meu macho se contorcia de tesão e pediu para eu me virar chupar o seu pau e também colocar o meu cacete na sua boca.
Fui ao delírio! Tiago chupava devagar, passando aquela língua macia em toda a extensão da minha vara, engolia tudo e ainda alisava as minhas bolas molhadas por sua saliva.
Aos poucos ele foi deixando o meu pau de lado e começou a passar a língua no meu rabo. Foi chupando com tanta maestria que o meu cuzinho ficou todo molhadinho e relaxado pra receber a aquela enorme pica.
Em seguida fiquei de bruços e pedi a ele pra que se deitasse sobre mim e massageasse o meu cu com a sua vara.
Logo senti o seu peso sobre o meu corpo e aquela vara babada e muito dura encostar-se ao meu buraquinho. Comecei a empinar o rabo e fiquei todo arrepiado com a sensação gostosa de sentir aquele nervo duro pincelando meu cuzinho que já estava todo molhadinho da sua saliva e agora da babinha que escorria daquele mastro.
Ele foi me beijando na nuca e sussurrando coisas gostosas no meu ouvido: “abre o cu pro teu macho, vai moleque... sente o teu macho te possuir... olha a cabeça do meu cacete entrando em você... sente cada centímetro dessa vara inundando o teu cuzinho... ta gostoso? Diz pro teu macho o que você quer, diz... Você gosta do cacete do teu primão? Fala pra mim, fala!!! Gosta de levar essa vara no couro, né safado?? Fala, caralho! GOSTA DE SENTIR O COURO DO TEU MACHO, OU NÃO, PORRRAA??!! somente eu vou meter essa pica no couro em vc, seu filho da puta!!!"
E assim começou a bombar e a dizer de forma mais enérgica: "era rola que tu queria, seu porra? Então sente a rola inteira do teu macho dentro desse rabo quente e apertado! oohhh... estou deixando a minha bainha lá dentro!!! Olha como seu cu está ficando cada vez mais macio!!! Ahhhh!!!! Delícia de cu, porrraaaa! Muito melhor que a boceta da minha namorada!"
Sentir aquela vara inteira dentro do meu cu e ao mesmo tempo aquele homem falando dessa forma me deixava com vontade de arreganhar ainda mais a bunda pra ele meter até as bolas.
Tirava o cacete inteiro e colocava novamente e a cada estocada ia ficando mais enérgico a ponto de começar a meter sem dó nem piedade. Eu não sentia dor, estava gostando de levar aquela vara inteira daquela forma.
A certa altura ele segurou pela minha cintura, ergueu meu corpo me deixando de quatro, e começou a meter com muita força.
Sentia seus pentelhos encostando-se à minha bunda e ouvia somente a sua respiração ofegante e o barulho das suas bolas grandes e pesadas batendo. Fazia um som sincronizado no mesmo ritmo que ele metia e tirava aquele imenso cacete do meu rabinho.
Não satisfeito, e segurando para não gozar, ele me colocou de frente para si e cravou a pica até o talo. Em seguida me ergueu da cama e andou comigo no colo pelo quarto enquanto me beijava e fazia pequenos movimentos para eu sentir que a sua vara estava duraça e inteiramente dentro de mim.
Nossos corpos suados exalavam um cheiro de sexo que impregnou todo aquele quarto... Aqueles pelos negros e lisos que recobriam parcialmente o seu peitoral estavam colados em mim e eu já não aguentava mais segurar o tesão pendido para ele me fazer gozar.
Dessa vez queria sentir o seu leite na boca, pois a tarde ele já havia gozado no meu cuzinho, e disse isso a ele.
Tiago ficou com mais tesão ainda e pra atender ao meu desejo me fez deitar na cama, ficando em pé com as pernas abertas sobre mim.
Aquela visão de macho com aquele cacetão batendo uma me deixava com vontade não só de sentir o leite na boca, mas sim de tomar leitinho.
Lentamente ele foi se abaixando e encostou aquela jeba na minha boca. Um fio de baba escorria daquele pauzão e eu não podia desperdiçar.
Coloquei aquela cabeça vermelha e quente na boca e comecei a mamar com maciez, passando a língua no buraco por onde ele mija e sentindo o gosto da baba que saía cada vez mais abundante daquele caralho.
Em seguida engoli o cacete inteiro e comecei a passar os dedos nas suas bolas... Logo senti seu pau ficando mais grosso e em seguida ele começou a gemer e a falar quase gritando: "AHHH!! PORRRAAAA!!! ISSSOO... FILHO DA PUTA! ENGOLE ESSE CACETE INTEIRO QUE VOU ENCHER A TUA BOCA DE LEITE AGORA! AAAHHHHH CARAAALHOOO!!! VOU GOZARRRRR!! OOOHHHHH!!!"
Seu corpo estremeceu e seu pau começou a latejar soltando jatos de leite grosso e quente que inundou a minha garganta. Engoli tudo e enquanto ele enchia a minha boca com o seu leite, eu gozava litros de porra branca e grossa por toda a minha barriga.
Tiago exausto se deitou sobre mim e nos melamos com a minha gozada. Sua respiração ofegante e o seu coração acelerado foram voltando à normalidade, e depois de alguns minutos tomamos banho juntos e dormimos coladinhos na sua cama de casal.
Essas fodas se repetiram quase todos os dias, até que... quem sabe me animo a escrever o próximo conto.

* Não deixe de usar preservativo!

De bêbado, não tem dono - Comendo Marido da Amiga

Sou negro, moro numa capital do nordeste. Tenho 1.65. Magro em forma. Bunda boa e cacete bom.

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Não havia planejado nada para aquele sábado foi quando o marido da minha amiga me ligou. A motivação pelo proibido já não era mais a mesma e naquele dia, particularmente, não estava muito afim de sexo.
Ele ligou querendo conversar pois estava em crise com a esposa. (Veja as características dele nos contos anteriores).
- Vem cara,numa boa e a gente conversa.
O cara chegou lá em casa "feliz" efeito do álcool. Já havia tomado algumas cervejas e falava sem parar na crise com a minha amiga Rebeca. "Ela é isso ,ela é aquilo..."
- Não aguento, vou me separar.
- Qual é cara, não faz isso. Vocês tem um filho juntos, não vale a pena. Pensa com cuidado.
- Não dá mais, tô só engolindo sapo.
Ele contava essa história da vida de casal e eu, sem paciência, só me fixava naquelas coxas que queria estourar no short preto. A camiseta regata deixava expostas suas axilas e pelos. Aquilo foi me dando um tesão.
Resolvi fingir pegar algo no quarto e ele me seguiu. Sentou-se na cama e pediu com jeitinho.
- Vem, me faz feliz aqui. Me dá uma chupadinha, por favor.
Me fiz de difícil e deitei na cama. Ele também se deitou e ficamos de conchinha. Ele começou a mordiscar meu pescoço e colocar sua língua na minha orelha enquanto procurava minha boca.
Seu hálito de cerveja me deixou com tesão e ele começou a beijar minha boca. Correspondi intensamente ao beijo.
- Você é muito gostoso. Era o que dizia enquanto arrancava meu short e minha cueca. Aos poucos minha resistência foi acabando e, de novo, ele veio com aquele papo de "vou te comer".
- Dá gostoso para mim, você vai gostar. Vem, senta aqui um pouquinho.
Dizia isso enquanto dedilhava meu cu e molhava com saliva. Não perdemos nossas bocas do contato e nos sorviamos em beijos fortes e molhados.
Ele mordiscava e eu correspondia, sempre sugando seu peito. Ficamos nos sarrando um bom tempo e pela primeira vez ele pegou meu pau para bater uma punheta.
Aquela mão áspera,grossa que estava pegando meio desajeitado com medo do que eu fosse pensar me deixou ainda mais aceso. Meu pau começou a pulsar na mão dele e ele dizia:
- Dá esse cuzinho pra mim,dá?
- Não pow, não vou dar não. Que tal você dar para mim?
- CLARO QUE NÃO!!!! Tá doido!!!
Assim que ele disse isso, meu desejo aumentou. Investi nos movimentos de meu pau sobre a mão dele que batia uma punheta para mim. Ele fechou os olhos e começou a gemer.
- Ah, que porra gostosa essa de dois machos juntos.
- E pode ficar melhor, quer sentir cara?
- Shhhhhh...ah,que delícia.
Juntou os dois paus e começou a punhetar. Que gostoso aquilo que estava rolando. Percebi que poderia aumentar a minha audácia. Não sei se as cervejas que ele tomou ajudaram, o fato é que comecei a passar o dedo no cuzinho dele. Apertado,bem fechado, fiquei passando o dedo ao redor e,se no começo notei uma resistência, isso não demorou muito.
Então,molhei com saliva e comecei a meter no rabo dele com o dedo.
- Ai,ai,ai...tira não faz isso não.
- Que é isso cara, relaxa que sei o que estou fazendo e vou só brincar.
- Não, cara. Tira!
- Não tá gostoso? Deixa vai...Abre as pernas um pouco.
Fiz aquele macho de 1.80 abrir as pernas para mim na minha cama. Fiquei roçando nele e comecei a brincar na portinha do cu dele. Puta que pariu, naquele momento meu tesão já estava a mil.
Posicionei na portinha e comecei a forçar.
- Ai,ai cara...tira daí,tira
Dizia isso sem qualquer convicção. Eu, por minha vez,dava como certo: vou comer esse filho da puta!
Não tinha muito tempo (podia chegar alguém em casa) e estava sem muita paciência e com o tesão a mil. Novamente melei minha pica com saliva e esfregava naquele cabacinho.
Ele virou-se de lado e num movimento mais intenso cutuquei aquele cu. Enquanto isso, meu braço esticava-se até a gaveta:
- Vou pegar um oleosinho para continuar brincando (menti)
Peguei uma camisinha mentolada, encapei o bicho,cuspi novamente e o virei de bruços. Afastei suas pernas e vi aquele cuzinho rosa, lindo, no meio daquelas bandas de bunda branca e lisa. Dei uma palmada...ele gemeu. Não fui piedoso.
Cravei a rola inteira no rabo dele, sem dó!
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIA.A..TIRA,TIRA, TIRA,TIRA,TIRA,TIRA....AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHA!!!!!!!!!
Ele gritou MUITO ALTO,tive que virar a cabeça dele para o travesseiro e abafar aquele grito. Joguei meu corpo muito mais leve sobre o dele e tentei fazer peso. Afastei mais as pernas e comecei a bombar. Ele não parava de gritar (ALTO MESMO) e eu não parava de fuder.
O fato daquele cu estar apertado e eu ali descabaçando me fez perder a cabeça e não consegui segurar o gozo por muito tempo. Em cinco minutos estava acabado. Não aproveitei como queria aquele rabo gostoso e agora não mais cabaço do marido da minha amiga.
- Porra, o que tu fez. Ai, ai,ai, ai....o que tu fez.
Foi o que ele disse antes de ficar quieto.
O efeito do álcool parece ter chegado e por segundos imaginei que aquele homem de 1.80 iria desmaiar na minha cama. Corri na cozinha, joguei água gelada no rosto dele e e consegui arrastá-lo até o banheiro onde o fiz lavar o rosto com água gelada.
- Cara, tá doendo.O que tu fez!!
Tirei a camisinha com um filete de sangue. O que eu havia feito? Descabaçado o marido da minha amiga.
O vesti, coloquei-o no banco do carona e o deixei perto de casa.
Duas horas depois, meu telefone tocava. Era ele:
- Só queria saber se tu ia atender e se tá tudo bem contigo.
Acho que ele gostou.