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sábado, 2 de novembro de 2019

Encontro inesquecível com casal gay

Tudo começou numa madrugada de sexta-feira, estava entendiado, sem rolê programado… decidi então entrar no site de bate papo para ver se poderia ter alguma aventura gostosa para a madrugada.
Logo encontrei um casal gay e começamos a conversar, o mais velho tinha 60 (adoro coroas..rs) e o mais novo 30.
Marcamos e fui ao encontro dos dois em sua casa. Estava pulsando de tesão, a cada rua que virava e chegava mais perto, eu afofava meu pau que já estava duro igual pedra…
Chegando, fui recepcionado pelo mais velho, Pedro, passamos pela garagem e quando entrei na sala me deparo com Caio, o mais novo, todo peladão no sofá batendo uma leve punheta e esperando pelo “jantar” rs. Aquilo me encheu de tesão! Pedro fechou a porta e me disse:
— Fique à vontade!
— Não precisa pedir duas vezes. Respondi tirando minha roupa rapidamente.
Caio levantou do sofá, sem hesitar, pegou no meu pau e me deu um baita beijo gostoso e molhado. Pedro começou a me beijar por trás e apertar minha bunda deliciosamente.
Pedro então foi abaixando, apoiou uma de minhas pernas no banquinho da sala e me tascou um beijo grego que quase me fez gozar!
Eu não tinha experimentado um beijo grego até então, aquilo me encheu de tesão de uma forma que nunca imaginei. Ficamos nisso por alguns minutos, Caio me enchendo de beijos molhados e o Sr. Pedro fazendo um trabalho delicioso no meu cuzinho.
Foi quando decidi agachar (com o tamanho tesão que estava) e disse aos dois “me deem esses seus paus, deixem o novinho mamar gostoso (na época tinha 21). Que delícia! dava uma mamada em cada pau, alternando freneticamente, enquanto via os dois se beijando e ficando com cada vez mais tesão.
O Sr. Pedro então decidiu que era hora de irmos pra cama. Caio foi na frente, deitou de frente e pediu para que eu o chupasse um pouco mais, me posicionei de quatro e comecei a mamá-lo. O Sr.Pedro, percebendo a brecha, tratou de me dar um outro beijo grego… eu parecia uma putinha em meio a dois machos, gemia e rebolava minha bunda.
Enquanto ainda chupava Caio, Sr. Pedro começou a enfiar seu pau (não era grande, mas grosso) em mim. Eu gemi ainda mais forte de tesão.
Caio pediu pra meter em mim um pouco também, deitei na cama, com a bundinha empinada e ele começou a socar no meu cu, delícia!
Com o rosto virado pro lado, o Sr. Pedro foi aproximado o pau e comecei a engoli-lo. Que tesão, que noite! Aquela vara no meu cu socando sem parar e aquela pica coroa entrando e saindo da minha boca.
Caio saiu de mim, fiquei de joelhos e comecei a bater uma para os dois, Sr. Pedro e Caio trocavam beijos enquanto eu fazia o serviço. Por fim, quando os dois estavam para gozar, posicionei minha boca pra receber toda aquela porra que estava por vir, Sr. Pedro gozou primeiro, que leitinho quente!
Caio veio logo em seguida. Segurei toda aquele leite na minha boca e trocamos um beijo a três todo lambuzado e quente…acabei gozando só de fazer isso.
No final da madrugada, tomamos um banho juntos, trocamos mais uns beijos e voltei pra casa, já combinando com os dois quando seria nossa próxima aventura!
Espero que tenham gostado deste meu conto e em breve voltarei com mais!

domingo, 23 de dezembro de 2018

Primo Hétero me fudeu no escuro

Esse caso aconteceu comigo por volta dos 14 ou 15 anos, lá pelo ano de 2007. Não tenho experiência em relatar minhas situações eróticas, então vou procurar ser bem descritivo. Moro em Fortaleza e na época aconteceu quando eu ainda morava no interior.
Me chamo Bruno e naquela idade eu ainda não me preocupava com beleza ou essas coisas típicas da adolescência. Na época eu era entre magro e um pouco gordinho, tinha em torno de 1,68m e pele branco-amarelada. Filho único, mãe sempre me dava aquela superproteção. Sempre tive certeza do que gostava, dos meninos, e principalmente das picas dos meninos. Vocês sabem de toda essa história, tomar banho junto com os primos, reparar em tudo e gostar, foi isso mesmo.
Meu primo mais velho, Rafael, na época tinha 23 anos e o resto dos primos entre 11 e 15 anos. Ele sempre contava várias histórias pra gente, heterossexuais, claro, inclusive foi ele quem nos ensinou o que era masturbação.
Meu primo Rafael me chamava muito a atenção. Adorava tomar banho com ele e quando os primos estavam reunidos e tomando banho (o banheiro da casa da minha tia era grande e só tinha um) ele sempre deixava a gente de pau duro com as histórias. Eu ficava excitado em ver ele de pau duro. Ele era alto, magro, mas dava pra ver os músculos desenhados. A pele mais clara que a minha e tinha partes do corpo mais escuras por causa do sol. Tinha uns pelos pretos no meio do peito e na barriga, espalhados e se encontrando com os pentelhos do pau dele, também tinha nas pernas e na bunda.
Nossa, e o pau dele... me hipnotizava. Bem maior do que o dos meus primos, até por ele ser mais velho. Era mais escuro que o resto da pele dele, moreno claro, grosso, cabeça corada e mais grossa que o resto do pau. E era um pouco direcionado pra esquerda, um pouco torto, mas não tanto, não dava pra perceber, acho que notei isso por conta da minha fascinação por aquele pau. Nunca chutei o tamanho em centímetros, até porque na minha idade eu não tinha noção do que era um pau grande, só sei que era grande entre todos os meus primos, mas chutando, devia ter uns 19cm. E o pau dele dava umas balançadinhas, que caralho, uma delícia, tinha bastante pentelho também, misturando com os das coxas, que depois ele me ensinou a aparar com tesoura. Qualquer dúvida que meus primos tinham, perguntavam pra ele.
Em uma das vezes que ele ensinou a todos os primos a se masturbar, eu não entendia e achava sem graça ficar fazendo aquilo no meu pau, só depois percebi que provocava tesão. Ele bateu uma pra mim, me mostrando como era, queria fazer o mesmo com ele, mas acabei ficando com vergonha, todos os primos olhando e tal.
Acabei enrolando de mais com essa história da punheta. Voltando lá pra 2007, a fase de todo mundo ficar pelado já tinha acabado, até porque todos entravam na puberdade ou já estavam nela ou tinham vergonha de ficar pelados, não sei, era mais difícil tomar banho junto com meu primo.
Ia ter uma festa na cidade, com bandas e tal, e geralmente em interior isso acaba sendo um evento, todos vão. Eu fui também, e claro, todo o resto da família. Meu primo Rafael já namorava com uma menina lá que eu conhecia. Até gostava dela, mas eles sempre viviam brigando e nesse dia da festa estavam brigados, assim ele teve que ir sozinho, acabou bebendo e tudo mais. No final da festa era aquela coisa de quem ia dormir na casa de quem e eu acabei indo dormir na casa de uma amiga da minha mãe, com mais outras pessoas, meu primo Rafael e mais duas tias.
A casa da amiga da minha mãe era daquelas antigas, cheia de entradas e quartos escondidos. Minhas tias ficaram em um quarto que era grande e lá no final dele tinha outro quarto também grande e escuro. Tinha uma cama de casal e umas estantes velhas. Dormi com meu primo na cama de casal.
Não lembro bem que horas foi todo mundo dormir, mas era lá pelas 4h da manhã. Tava tudo muito escuro e eu não conseguia dormir. Não conseguia porque eu não parava de pensar no meu primo que dormia do lado, tinha que aproveitar pra pegar nele, isso lógico que passou pela minha cabeça.
Esperei alguns minutos até que ele adormecesse. Tudo passava pela minha cabeça, sentia muito tesão e eu tinha uns calafrios estranhos, parecia que estava com frio, não entendia que porra era aquela.
Depois de um tempo e com muito medo fui tentando apalpar meu primo e não conseguia distinguir o que tava apalpando. Com ajuda do meu celular iluminei rapidamente e vi que ele tava de bruços e eu estava alisando a bunda dele. Fiquei com ódio, não tinha como pegar no pau dele naquele jeito. Me contentei em só ficar pertinho dele e sentir o cheiro, nossa, até aquilo me deixava excitado.
Depois me acostumei com a situação. Alisava a bunda dele por cima da calça e devagar fui colocando a mão dentro dela. Como ele era magro e não usava cinto, a calça ficava elevada e era muito fácil de colocar a mão, só tive cuidado pra levantar o elástico da cueca dele e colocar a mão lá dentro. Senti a bunda peluda dele, fiquei com um pouco de nojo no início, mas mesmo assim era gostoso. Meu pau trincava e eu tentava não acordar ele com os meus calafrios. Fiquei um tempo alisando a bunda dele e batendo punheta, mas começou a ficar sem graça, tinha que pegar naquele pau.
Tive que pensar em como ia fazer pra ele virar, então fui colocando minha mão por debaixo do corpo dele. Minha ideia era que eu pelo menos conseguisse sentir o volume dele na minha mão contra o colchão.
Quando eu fiz isso ele virou rapidamente, eu tive que ser rápido, fingi que dormia, ele ressonou e virou de barriga pra cima. Quase morri de susto, então por segurança esperei mais uns minutos. Usei o celular de novo e vi ele na posição perfeita, de barriga pra cima. Devagar fui levantando a blusa dele e voltei a me punhetar enquanto alisava a barriga batida e peluda. Deslizei a mão e entrou fácil fácil na calça. Alisei o volume dele por cima da cueca, nossa, que delícia, tive mais calafrios com isso. Procurei me controlar, o pau dele tava mole ainda.
Depois fiz a mesma coisa quando alisei a bunda, com a mão subi o elástico da cueca dele e fui colocando a ponta dos dedos devagar. Era mais peludo que a bunda, os pentelhos dele eram grossos e grandes. Me vinha na cabeça a imagem da rola dele dura, os pentelhos cheios de espuma de sabão e parte do pau também, e dava aquelas balançadinhas, contraindo, alguma coisa parecida. Nos banhos notei que ele tinha duas cicatrizes na região dos pentelhos, ele disse que foi uma cirurgia. Deve ser por isso que ele deixa aqueles pentelhos grandes. Mas apesar de tudo era gostoso pegar ali, desci mais com a mão, tomando cuidado pra que ele não acordasse e senti o pau quente e mole, grossinho ainda e a pele mole e quente, muito quente.
Fiquei um tempo naquilo, me acabando na punheta e parando quando sentia que ia gozar. Deitado de barriga pra cima com uma das mãos no pau dele e a outra me punhetando. Alguns minutos depois eu notei que ele já sabia o que tava acontecendo porque ele já sempre deixava os braços longe e a respiração tinha mudado. Não demorou pra que o pau dele ficasse duro, caralho, impagável sentir um cacete endurecendo na sua mão. Continuei punhetando com as duas mãos, uma no meu e outra no dele. Minha mão não fechava no pau dele e era quente, dava uns espasmos, pulsando, e a cabeça meladinha.
De repente me deu um medo de, sei lá, alguém descobrir aquilo tudo, ou ele contar, então guardei o pau dele na cueca ainda duro e voltei pro meu lado fingindo que dormia. Fiquei em pensamentos, se voltava ou não, pensava nas consequências, me odiava por ter parado.
Depois de alguns minutos eu senti ele se aproximando aos poucos e fiquei nervoso, ele parecia fingir que dormia fazendo movimentos involuntários de quando a gente ta dormindo e se mexe. Não demorou pra ele ta com uma perna por cima de mim. Não aguentei, já tinha feito a porra toda, empinei minha bunda e me encaixei no corpo dele. Ele desabotoou a calça e abaixou junto com a cueca, liberando só o pau. Depois foi puxando a minha bermuda, não deixei e deslizei na cama, puxando mais a calça dele e ficando de quatro ali entre as pernas dele, afastando elas. Tinha que chupar aquele pau. Já sabia o que fazer, desde menor um dos meus primos me comia direto e eu chupava ele, já sabia muito bem o que era tudo aquilo.
Comecei a chupar ele, tudo isso no escuro, era melhor pra mim porque se fosse no claro, acho que não ia conseguir ficar olhando pra ele, o escuro ajudava. Super diferente chupar o pau dele comparado com o do meu outro primo Jorge, já que o do outro era da minha idade e tinha o pau muito menor. O pau do Rafael era grosso, cabia na minha boca, e encaixava a cabeça no céu dela. Apesar de ser gostoso, chupar cansa, principalmente se o pau é grosso, e como eu tinha aparelho na época, chupava mais devagar. Me concentrava na cabeça do pau dele, meladinha e descia pelos lados com a língua. Ele ficava quieto, poucas vezes pegava na minha cabeça, e sempre era pra forçar o pau na minha garganta. Só conseguia metade. No escuro só havia os barulhinhos da chupação. Eu me achava, imaginava que a namorada dele não fazia isso, sei lá, na época era tabu. Parei pra chupar o saco, as duas bolas, era meio estranho sentir aqueles pelos na boca. Voltei pro pau e chupei por uns 10 minutos, por aí, minha boca já tava cansada. Abaixei a minha bermuda e voltei pra outra posição, onde ele me cercou na beirada na cama. Ele sempre calado, mas eu não queria que ele falasse, ia sentir vergonha, sei lá. Ele me colocou de bruços e montou em cima, a calça dele já tava nos pés. Acho que ele não tinha experiência, tanto que foi metendo o pau de uma vez, quase morro de dor, mas não entrou de uma vez, meu cu deve ter fechado, o que doeu foi a força da cabeça nas pregas. Com a dor gemi baixo pra não acordar as tias do outro quarto e afastei a bunda do pau dele, acho que isso deve ter alertado ele.
Ele foi metendo devagar, mas não era tão devagar assim, tive que fazer força pra deixar meu cuzinho relaxado e o pau foi deslizando. O pau ainda tava melado da minha saliva e foi entrando gelado, doeu pra caralho, achei que ia me rasgar todinho. Depois que entrou a cabeça comecei a apertar meu cu no pau dele, ardia tanto que só amenizava quando eu contraía o cu, nem tinha culpa, mas aliás, eles gostam disso né.
Quando os pentelhos dele encostaram na minha bunda ele já foi entrando e saindo com o pau. Com o pau do Jorge não sentia tanta dor, mas com o do Rafael tava quase insuportável. Continuei com a bunda contraída, fugindo do pau dele, tava doendo demais. Depois de um tempo é que melhorou e aquela sensação de alargamento sumiu.
Nisso tudo eu gemia com aquela dor e aquilo já tava me suando, me abafando, até porque tive que gemer no travesseiro pra ninguém escutar, resultava em um gemido baixo e abafado. Meu primo não falava nada, metia na minha bunda ainda devagar e foi aumentando a velocidade quando levantei o traseiro. Nossa, essa sensação de dar, é tipo, você deseja que entre até o talo, por isso eu levantei a bunda o máximo que podia. Juntei as pernas e deixei a bunda empinada, nossa, e como ele gostava, sem brincadeira, tava me sentindo realizado ali embaixo levando ferro.
Ele socava com força e rápido, depois diminuía a velocidade e ainda rebolava o quadril, os pentelhos arranhavam minha bunda e só assim sentia quando o pau dele tava todo encapado dentro de mim. Só ouvia a respiração dele no meu pescoço. O saco dele pulando e batendo, às vezes ele parava quando fazia muito barulho. Meu cuzinho tava ensopado, pregado, alguma coisa assim, melado, não sei dizer, mas fazia uns barulhinhos estranhos, estralados, era uma delícia ouvir isso.
Depois de uns minutinhos ele me puxou de lado e eu juntei as pernas, empinando a bunda e colocando os joelhos mais perto de mim. Ele metia mais rápido agora, o saco não batia tanto em mim, até que ele levantou um pouco a perna. Continuei gemendo e respirando ofegante, as vezes só a minha respiração parecia um gemido.
Não demorou pra ele gozar. Ardeu pra caralho também, meu cuzinho tava lotado de porra, escorreu pelas minhas pernas, acho que nossa sorte era que a gente dormia em cima do colchão, senão tinha melado tudo e marcado.
Meu primo continuou metendo até ir parando e depois tirou o pau, puxou a calça e foi se vestindo de novo. Me vesti também pra aproveitar o barulho que ele fazia. Ele voltou a dormir, ou fingir, sei lá.
Não consegui mais dormir. Minha cueca tava melada, meu cuzinho latejando, parecia que ainda sentia ele metendo. No outro dia ele me tratou super natural, como se nada tivesse acontecido. Não gozei naquela noite, mas passei o dia inteiro com o cu ainda latejando e doído, isso resultou em várias punhetas.
Ainda teve outras coisas com esse meu primo Rafael, mas uma próxima vez eu posso contar. Espero que tenham entendido da maneira que detalhei, beijos.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Melhor amigo gostoso do meu irmão

Bom, vou me apresentar. Eu tenho 1,80 m, peso 60 k, tenho cabelos castanhos curtos (nada muito peludo, só o "basico", virilha, axila, e o "caminho da felicidade" hahaha) e tenho um porte atletico leve, faço academia há um ano mais ou menos. Posso dizer que me acho bonito, mesmo nunca ter feito muuuito sucesso com as garotas, ja tive varios relacionamentos com algumas, e ja perdi minha virgindade "heterosexual". Falando nisso, na real eu não sou GAY gay mesmo, só é um tesão que bate de vez em quando por algum homem, ou garoto heheh e não sou NADA afeminado.
Mas vamos ao conto: Era ferias de verão, eu estava veraneando na minha casa de praia, com meu irmão e minha mãe. Meu outro irmão e meu pai estavam trabalhando na cidade. Os dias estavam bem quentes, e devido à isso e ao meu aumento de auto-confiança devido à academia, eu agora fazia uma coisa que não fazia antes: vivia pra la e pra cá sem camisa, as vezes até ia só de sunga para a praia hahah
Mas enfim, numa semana o melhor amigo do meu irmão ficaria hospedado lá em casa. Posso dizer que ele não é liiiiiiiindo de corpo, faz o tipo magro. Porem ele é bem bonito, tem pele branca, deve ter 1,80 m uns 70 k. Cabelo, barba e pelos preto. Deixa uma barbinha, e tem os pelos do peito começando a crescer, porem na barriga ja mostrava um "caminho da felicidade" mais evoluido. E como vocês devem saber do meu primeiro conto, eu sou louco por homens peludos, mesmo este não sendo taaanto, mas ele me excitava mesmo assim.
Uma das coisas que eu representava que odiava, mas que no fundo eu adorava, era o fato dele ser bem acomodado. Ele vivia sem camisa, e com uns shorts bem curtos de futebol, que nem o meu irmão. Obvio que com o meu irmão eu achava nojento, mas ver as pernas peludinhas e um tanto branquinhas do amigo dele era muito tesão. Sem falar, obvio, que eles usavam esses shorts sem cueca, e deus o livre, ele sempre tinha um volume que me deixava louco, delicia.
Foi aí que chegou o dia do acontecimento. Era um dia normal, como os outros, eu tinha chegado em casa pelas 16, e meu irmão e minha mãe tinham acabado de sair. Tirei a camiseta (quando eu saia eu colocava a camiseta, eu n estava tão confiante assim) e sentei na sala e fiquei vendo TV, já tinha visto que o amigo do meu irmão estava tomando banho, e, pra variar, eu ja tinha imaginado ele peladinho tomando banho, usando o meu sabonete. Mas, já distraido com a TV, uma hora ele sai do banho, atravessa a sala na minha frente, usando só uma toalha em volta da cintura (mesmo assim deixando a mostra um volume) olha pra mim, dá um sorrisinho e entra no quarto, mas deixa a porta aberta. Agora não me lembro o qq eu queria, mas fui no mesmo quarto buscar algo e vejo ele sentado na minha cama, com a toalha bem acima do joelho, procurando uma cueca na mala dele. Ele me vê e pergunta:
- Ô Marcelo, aonde foi teu irmão e tua mãe? eles sairam e não me avisaram
Aí eu disse:
- Ahm, acho que eles foram na padaria
Aí eu voltei pra assistir TV, e ouvi que ele tava fechando a janela do nosso quarto (meu, dele e do meu irmão), e achei isso mais estranho ainda, mas tudo bem, eu ja ia fazer isso mesmo. Aí ele passa pela sala, AINDA só de toalha, vai na porta da frente, que é toda de vidro e estava aberta, e fecha as cortinas dela, aí sim eu estranhei demais! Fiquei acompanhando ele com os olhos pra ver qual seria a proxima coisa estranha que ele fosse fazer, ele foi até um outro quarto que tinha uma janela pra frente da casa, e fechou ela tambem. Quando ele voltou, eu ja ia perguntar o que ele tava fazendo, quando ele chega na minha frente e, enquanto tirava a toalha da cintura e ficava pelado, falava:
- Eu sei bem do que tu gosta, e tu acha que não, mas eu percebo quando tu fica olhando pra mim e pra qualquer outro cara gostoso que passa.
Eu fiquei muito sem ação. Aí ele se abaixa e fica no meu nivel, e enquanto lambe e chupa meu pescoço, passa as mãos no meu peito, meus mamilos, e até por cima do meu pau, ele pega a minha mão com a sua mão livre e bota a minha no pau dele, que ja estava meio duro, assim como o meu de quando eu estava imaginando ele pelado no chuveiro.
O pau dele era maravilho, não era tão grande, mais ou menos como o meu, que tem uns 14 cm de comprimento e uns 13 de grossura, e o dele 15 cm de comprimento e uns 13 de grossura, bem peludo, com aqueles pelos vindos do umbigo e as pernas peludas tambem.
O pau dele começou a ficar bem duro, e eu ja tava morrendo de tesão, com a boca salivando pra meter aquele caralho gostoso na minha boca. Ele se afastou e arrancou minha bermuda e minha cueca, encontrando meu pau igualmente duro. Ele ficou de pé e disse:
- Me chupa agora, viadinho
Dito e feito, caí de boca naquela piroca linda. Mamei tudo bem gostoso, da cabeça rosa até o saco peludinho. Passava as mãos naquelas coxas peludas deliciosas, e ele coloca a mão na minha cabeça, as vezes forçando pra eu ir mais fundo chupando o pau dele. Ele gemia e suspirava forte, as vezes falando:
- Isso, chupa bem gostoso, marcelo, isso...
Eu gemia também, mesmo com o caralho na minha boca, mas era tesão demais pra mim. Eu fiquei chupando ele, passando as mãos nas coxas e na bunda dele por uns 20 min, até ele tirar a minha cabeça do pau dele, e fazer eu me levantar. Me levou até o outro quarto e deitou na cama. A visão de ver aquele cara novo, peludo, com aquele pau lindo deitado na minha cama me deixou mais putinho ainda, e direto eu subi nele e fui sentando no pau dele, aquela delicia entrando cada vez mais fundo no meu cú, até que entrou tudo e ele gemeu. Aí eu comecei a cavalgar aquele homem passava a mão no peito e no corpo todo dele, ele gemendo, passando as mãos nas minhas coxas, e dizendo:
- Isso, vai, senta no meu caralho, vai, isso, tá bem gostoso, que rabinho gostoso.
Depois eu saí e deitei ao lado dele, eu levantei a minha perna deixando meu cuzinho bem aberto, ele chegou por tras, agarrou meu corpo esfregando a mão em mim e com a outra pegou seu pau e colocou no meu rabo, fazendo força pra ele entrar e bombando o pau no meu cu adentro. Eu gemi mais alto e ele ficava baforando na minha nuca, eu tava muito excitado, e ele tambem.
Finalmente, ele tira o pau da minha bunda, que ja tava toda aberta, me coloca de quatro, e eu sinto ele encaixar a cabeça do caralho dele no meu rabo, fazendo pressão pra entrar. Quando entrou tudo, eu sinto as bolas dele na minha bunda e aqueles pentelhos roçando. Começa o vai-e-vem, meu cu ardendo agora, mas o tesão era maior. Ele passava as mãos pelo meu corpo, e começou a dizer:
- Esse teu rabo é muito gostosinho, to quase gozando, hmmm ahh, vou gozar
Foi aí que senti escorrer do meu cu um liquido quente, fiquei com medo que fosse sangue, me assegurei colocando a mão lá para sentir, e vi que era porra. Ele tava gozando bem fundo no meu rabo, que pingava esperma. Aproveitei e me masturbei, logo ele saiu de dentro do meu cu e deu uma lambida no meu rabo, o que foi demais e me fez gozar nos meus lençóis.
Ele disse:
- Me chupa agora senão tenho que tomar outro banho pra me limpar
Sem exitar, chupei mais um pouco aquele caralho gostoso dele. Mamei tudo, chupei as bolas, lambi de ponta a ponta, comecei a sentir o pau dele ficando duro de novo. Fiquei de pé e fomos até o banheiro, onde ele sentou na privada e eu continuei a mamar ele, até sentir uns 4 jatos de porra quente na minha garganta, engoli tudo. Depois ele saiu e foi se vestir, eu aproveitei que tava sujo, pelado e no chuveiro, e fui tomar banho, só esperei ele trazer minha bermuda e cueca que estavam no chão da sala.
E foi isso, depois disso não comentamos mais nada, mas ambos esperam que meu irmão saia de casa, nos deixando sozinhos pra que eu possa dar pra ele de novo. Apesar disso, já aconteceu de em uma festa ele me apreender no banheiro do lugar e eu chupar ele na cabine da privada, mas esse é outro conto.

traindo meu namorado com o vizinho dotado

Olá a todos! Esse é meu primeiro conto. Meu nome é Iuri, tenho 28 anos, sou loiro, olhos azuis, corpo saradinho, depilado e com boca carnuda. Sou gay convicto e AMO dar o cu para homens hiper bem dotados. Aliás, gosto tanto de fazer sexo com homens, que não entendo como um homem pode ter prazer em transar com uma mulher, rsrsrs. Levar na bunda é comigo mesmo!
Tenho um namorado gostoso, mas como sou tarado por sexo o tempo todo, não me contento só com ele. Até porque, ele viaja muito a trabalho. Tenho um vibrador negro gigante e bem grosso para as horas de necessidade, quando não consegui pegar ninguém. No geral, consigo fuder quase todo dia, mas, mesmo assim, adoro meu negão portátil, rsrsrs.
Vou contar a vocês uma história que aconteceu com meu vizinho gostosão. O nome dele é Ricardo. Ele é um morenão pra lá de gostoso, alto, cabelo raspado, pinta de “bad boy” e bem saradinho. É um monumento de homem. Sempre tive curiosidade de ver o pau dele. Deve ser um baita pintão gostoso. O problema é que eu não sabia se ele curtia homens.
Certo dia, quando meu namorado viajou no fim de semana, eu tava sozinho em casa, sem camisa e usando minha calcinha com um shortinho jeans apertadinho. A campainha toca. Abro a porta e vejo o Ricardo todo suado e de sunga. Meu deus!!! Que tesãããão!!!
- Oi, Iuri. Tudo bem? Me diz uma coisa: acabei de chegar da praia to sem água quente. Posso tomar um banho na sua casa?
- Claro que pode, Ricardo. Pode entrar e ficar à vontade.
- Obrigado.
- Pode se sentar, que eu vou pegar uma água para você.
Uma coisa que bão pude deixar de perceber foi o enorme volume que fazia na sunga dele. Eu tinha razão: o pênis dele deve ser mesmo monumental.
Eu me sento do lado dele e ele começa a beber o copo d’água, me observando. De repente, ele começa a passar a mão na minha perna, me deixando doido.
- O que é isso, Ricardo?
- Quero você! Desejo sua bunda desde que me mudei pra cá!
Ele me pega com força e me beija de língua, me deixando enlouquecido. Eu retribuo o beijo suculento dele e vou passando a mão no pauzão que ele tem entre as pernas.
Eu vou beijando o peitoral másculo dele e me agacho para tirar a sunga. Quando puxo a sunga, a coisa mais maravilhosa do mundo é libertada: um pau muito grande e muito grosso, cheio de veias, depiladinho, todo melado de suor e com cheiro de macho. Não perco tempo e começo a mamar com uma vontade absurda. Vou fazendo um boquetão bem babado, lambendo e chupando a cabeçona grossa, engolindo o membro até onde eu aguentei e descendo a língua até as bolas, colocando uma de cada vez na boca. O saco dele também era um delicia.
- Oooohh, Iuri!! Chupa com vontade! Vou te fazer minha putinha!!
- Huuuummm, delicia! Ta esperando o que pra me fazer de putinha?
Eu me levanto e ele tira meu short. Eu fico de costas e ele vai tirando minha calcinha com os dentes. Eu inclino meu corpo para ele ter acesso ao meu cu.
- Humm, teu cu deve ser uma delicia! Gostei do cheiro!
Ele enfia a cara na minha bunda, cheira meu cu e começa a lamber lá mesmo no cuzinho, me enlouquecendo de tesão.
- Aaaii, meu Ricardão!! Chupa meu cu, meu macho!
Depois, ele se levanta. Quando ele fica de pé, quase morro de tesão ao ver aquele monumento de homem alto, sarado, suado, com cheiro de suor, de praia, melado com um pirocão gigante, duro e apontando pra mim. Ele me levanta e me coloca no ombro dele, com a barriga virada para o ombro. Aí ele me dá uns tapas na minha bunda e diz:
- Só saio daqui com calo no pau de tanto te fuder!
Ele me leva pro quarto e me coloca de 4, lambendo mais ainda meu cu. Aí ele se deita debaixo do meu corpo, com a cara virada para a minha bunda.
- Senta na minha cara e esfrega essa bunda no meu nariz e na minha boca.
Fiz o que ele mandou e fiquei louco de tesão ao ser chupado e punhetando o pintão dele.
Quando ele acaba, ele se levanta e vem por trás de novo.
- Você costuma cagar quando dá o cu, putinha?
- Às vezes, mas é difícil.
- Quero que você cague um pouco enquanto eu estiver te fudendo! Fico com tesão.
Aquilo me deixou mais doido ainda.
Ele, de repente, pega umas algemas minhas que estavam em cima da mesinha de cabeceira e prende minhas mãos pra trás.
- Agora você só faz o que eu mandar! Vou te escravizar!
Faço o que você mandar, meu machão! Queima minha rosca sem piedade!
Aí, antes de me fuder, ele vai até a cozinha e pega uma pasta de amendoim e um vidro de mel.
Quando ele volta, ele passa pasta de amendoim no meu cuzinho e dá umas lambidas.
- Vou enfiar meu piru na sua bunda!
Começo a sentir aquele pintão suado e melado forçar a entrada no meu cu.
- Aaaaaaiiii, que delicia de piroca, meu Ricardão!!
A enorme cabeça passa, o resto do pau grosso vai deslizando no meu cuzino já fudido por tantos garotões bem dotados. O pirocão vai entrando todo, sumindo deliciosamente na minha bunda.
- Aaaaaiii, que caralhão gostoso, meu macho!! Enfia tudo até bater com as bolas na minha bunda! Fode sua putinha!!
- Ooooooohhh, yeaaaahh!! Que cuzinho gostoso!!
Ele vai até o fim, cola a barriga dele nas minhas costas e encosta as bolas na minha bunda. Quando ele encosta todo o corpo no meu, ele puxa meu cabelo e eu me inclino pra trás. O rosto dele encosta no meu pescoço, me beijando e me lambendo, me deixando todo arrepiado e doido de tesão. A língua vai passando pelo pescoço e chega até a orelha, me falando um monte de sacanagem ao pé do meu ouvido:
- Vou alargar seu cuzinho e fuder tanto até deixar ele roxo. Vou te deixar ardendo por uma semana pra você se lembrar do teu machão bombando sua bunda.
- Aaaii, meu Ricardão, machão gostoso! Meu cu só tem um dono: você! Quero que você acabe comigo!
Eu volto a me inclinar pra frente ele puxa meu cabelo, começando a dar intensidade na penetração. De repente, segurando meu cabelo, ele começa a meter com muita violência, velocidade e intensidade.
- Aaaaaaaaaaaaaiii, me fodeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!!!!!!!!!!!! Acaba comigoooooo!!!!! PAUZUDO GOSTOSÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
- Ooooooooooooooooooooooohhhhhhhhh, sua putinha!!!!!!!!!!!!!! Vou queimar tua roscaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A piroca gigante entrava toda e saía da minha bunda e as bolas estalavam de tão forte que batiam na minhas nádegas. O cheiro de suor e de sexo selvagem exalava pelo quarto e nosso suor se misturava naquela foda absurdamente intensa. Eu rebolava gostoso naquela piroca grossa. Eu tava amando levar no cu.
De repente, ele sai do meu cu, me coloca ajoelhado e fica de frente pra mim, começando a mijar na minha cara. Eu fiquei de boquinha aberta, só sentindo o mijo quente daquele machão gostosão encharcar meu rosto. Depois, ele me levanta e me leva pro banheiro. Me coloca de 4 com a cara na privada e começa a dar descarga. Enquanto ele intercala entre dar descarga e tirar a minha cara da privada, ele me fode intensamente por trás. Nessa hora, eu já tinha relaxado e deixado pau dele um pouco sujo de cocô, como ele queria. Todo aquele cheiro se misturava no banheiro e no quarto, meu cu tava ardendo, mas eu estava amando, e eu tava adorando ser torturado por aquele caralhão gigante e suculento.
Depois de muito tempo me fudendo de 4 no chão do banheiro, ele entra com o pau todo e para lá no fundo, repetindo isso várias vezes.
- Vou gozar, Iuri!!
- Explode de tanto gozar!! Enche tua putinha de porra!!
- Ooooooooohhhhhh, caralhoooo!! Gozeeeeeeeeeeeeeeeei!!!!
Com o pau ainda lá dentro, sinto uma quantidade absurda de esperma preencher totalmente meu cu, escorrendo muita porra pra fora.
- Aaaaaaaaiii, que delicia, meu machão!! Adoro leitinho na minha bunda! Joga leitinho na minha boquinha, joga!
O Ricardo se levanta e me impressiona como o pau dele continua duro. Agora era um pintão duro e melado de esperma. Eu começo a punhetar e chupar, ficando de boca aberta. Ele entao pega o vidro de mel e despeja no pau dele. Eu vou rapidinho lá no quarto e passo um batom vermelho nos meus lábios. Volto a chupar o caralhão melado de mel e de porra, borrando todo o batom no membro dele.
Era um tesão inexplicável. Eu tava passando de todos os limites do prazer. Aquele piruzão duro, enorme e melado na minha frente me deixava alucinado. Minha lingua foi descendo até as bolas. Aí eu quis sentir o cheiro do cu dele e fui por baixo mesmo em direção à bunda. Dei uma mordida na bunda e enfiei a lingua no cu. Era um cheiro delicioso. Voltei com a lingua pro saco, subindo, abocanhando, mamando, chupando e mordendo aquela vara maravilhosa.
- Vou gozar de novo!! Ooooooooooooooohhhhhh, toma leite na tua cara, caralhoooooo!!!
- Aaaaaii, huuuuuuuuummmmm, yeaaahhhh, que delicia de leite suculento!!
Era muito esperma que jorrava daquele pau, e eu ia bebendo cada gota, me lambuzando naquele piruzão grosso e duro.
Logo em seguida, caio no chão de barriga pra baixo. Ele tira minhas algemas e me deixa alí no chão do banheiro, fudido, com o cu largo e ardendo. Minha boca e meu cu eram um poço de esperma viscoso e suculento.
Fico olhando aquele macho monumental se arrumar e acomodar aquela piroca descomunal dentro daquela sunga. Ele se aproxima de mim, dá uma mordida e um beijo na minha bunda e vai embora.
Eu fico alí no chão ainda por um bom tempo, com um sorriso no rosto de felicidade, sentindo aquele esperma gostoso no meu corpo.
E fiquei imaginando: - Aquele machão entrou na minha casa, tirou minha calcinha e me comeu com vontade. Ai, que delicia!
Depois desse dia, transamos várias outras vezes.
Dar o cu é a melhor coisa do mundo!

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Transando com o Amigo Dotadão Da Familia

Primeiramente me chamo Tiago tenho 25 anos sou de São Paulo, sou versátil adoro uma boa putaria com homens safados e bem dotados gosto de comer um cuzinho mas adoro ser penetrado só em falar meu cuzinho já fica piscando, tenho uma bundinha empinada, lisinha e um cuzinho apertado, ao menos é o que os caras falam. Bom vamos lá então. Tem um amigo do meu padrasto que se chama Ricardo ele está sempre presente em nossa casa em ocasiões especiais, nunca reparei nele pois não fazia meu tipo e não era tão bonitinho nem interessante. Minha família resolveu fazer um almoço em nossa casa convidaram alguns amigos e como sempre ele estava presente, nesse dia sem querer escutei duas mulheres conversando e falando sobre ele, não dei importância até que escutei a palavra ele tem um ‘delicioso pau grande grosso e cabeçudo’ isso me deixou excitado logo de cara, eu não tinha a menor intimidade com ele pouco nos falamos, mas eu só sabia de uma coisa, que precisava me aproximar dele e sentir essa piroca. Nisso fui ate onde ele estava puxei papo e ficamos ali conversando por um bom tempo, depois do almoço todos foram embora e ele ficou por ali, continuamos a conversar certo momento ficamos a sos meu padrasto e minha mãe saíram, aproveite a oportunidade e o convidei para nadarmos na piscina ele topou, depois de uns mergulhos fui tomar banho e o convidei, quando saímos do banheiro deitamos na cama e continuamos a conversar só de cueca, ele começou a falar das mulheres que ele ja tinha comido, em meio as historias dele lembrei que as mulheres comentaram sobre seu pau, isso me deixou excitado e meu pau que também não é tão pequeno, logo ficou duro, minha pica mede em torno de uns 19 cm, não teria como ele não notar, vi que ele ficou de olho, nisso perguntei o tamanho de seu pau. Ele sorrindo me respondeu mais ou menos uns 22 cm bem grosso e bem cabeçudo, olhei para sua cueca e vi que o safado também ja tava de pau duro, chegava estar latejando. Nisso ele perguntou se eu gostava, disse que sim, ele perguntou se eu gostaria de lamber sua cabeça, sem pensar duas vezes cai de boca que lamber cabeça que nada engoli todo o pauzão de Ricardo que gemendo de tesão começou a falar putarias e disse que sempre teve vontade de experimentar meu cuzinho, isso me deixou ainda mais excitado chupei seu cacete com muita vontade por um bom tempo, logo puxei uma caminha e fui logo colocando em seu pau fiquei de quatro e ele cheio de tesão lambuzou meu cu com saliva e começou a meter, no inicio doeu muito e ele foi o tempo todo carinhoso, foi metendo aos poucos quando vi senti suas bolas encostando em minha bunda a dor foi passando e ele muito excitado começou a bombar em meu cu com muita força ele me segurou pela cintura e meter loucamente em meu cu num vai e vem frenético comecei a gritar e gemer de tanto prazer que aquele pau estava me proporcionando ficamos nesse putaria por quase uma hora eu ja estava todo ardido ja tinha gozado duas vezes sentindo o pauzão de Ricardo entrando e saindo de meu cu em varias posições e o safado nada de gozar, nisso ele tirou o pau do meu cu e me colocou pra chupar dizendo que queria gozar em minha boca e que queria me ver engolindo sua porra, eu muito safado como sempre fiz um maravilhoso sexo oral fiquei chupando sua pica gostosa ate que que ele deu um grito de tesão dizendo ‘VOU GOZAR’ abre bem essa boca minha putinha safada, quando ele acabou de falar senti minha boca enchendo de porra, nessa hora fiquei todo lambuzado, era porra pra todo lado. Só sei de uma coisa essa foi uma das transas mais prazerosas que eu ja tive, fiquei todo arrombado e ardido mas valeu muito a pena. Desde então eu e Ricardo transamos sempre que podemos, a alguns dias atrás ele me pediu para que eu o comece, topei na hora. Mas essa historia eu conto no próximo conto erótico. Espero que tenham gostado, logo envio muitos outros contos. Segue abaixo as fotos da minha bundinha e do dotado que me arrombou todo.