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terça-feira, 21 de abril de 2015

Fodendo com o primo da minha mulher

Meu nome e Rubens tenho 38 anos quando mais novo fiz amizade com um cara super gente boa tínhamos muita afinidade e com o tesão da juventude a flor da pele tivemos algumas experiências sexuais era muito gostoso sua boca em meu pau na minha bunda e seu beijo nossa como ele beijava bem, mas o tempo passou nos afastamos e não tive mais envolvimento com homens eram poucos que me chamavam a atenção. Me com Fabiana uma morena linda, baiana e intensa já nem pensava mais em homem quando minha esposa me pergunta se haveria algum problema do primo dela vir morar por uns dias conosco, pois ele estava vindo em busca de trabalho eu disse que não haveria problemas e realmente pensei que não aconteceria nada, pois pelas fotos a maioria dos parentes de minha esposa eram feios ate brincava com ela que dizendo que tinham ajuntado toda a beleza da família e dado a ela.
   Estava em casa dormindo quando a campanhia tocou, coloquei um calção sem cueca mesmo nem coloquei a camisa e fui atender a porta. Não acreditei quando vi aquele macho, moreno de barba cerrada aparada, camisa branca tinha tomado a forma do seu peito largo a conta certa de seus braços fortes e sua calça empacotava um enorme volume entre as pernas.
_ É a casa de Fabiana? Sou eu Luiz o primo dela. Ela esta?
_ Prazer sou Rubens marido da Fabiana ela esta trabalhando, mas pode entrar fique a vontade.
Dei um copo de água para Luiz e fui para o banheiro já estava difícil esconder meu pau duro. Bati uma rápido e voltei para a sala.
    Conversamos um pouco o levei para o quarto de hospedes e disse para ele se acomodar que ia preparar o almoço. Minha cozinha e separada da sala apenas por meia parede e quando ele voltou usando um calção curto e uma regata tive que me controlar, preparei o almoço disfarçando e olhando para ele assistindo tv.
Eu trabalhava 12 por 36 como segurança e ele logo conseguiu um emprego de descarregar caminhão a noite. Pensei que minha excitação tinha sido pelo fato da surpresa de um homem tão bonito e másculo de repente em minha frente e logo passaria, engano meu. 
Os dias passavam e meu tesão por Luiz só aumentava, os dias que ficávamos sozinhos em casa era uma mistura de prazer e sofrimento. Prazer pois eu podia ver aquela delicia de macho perto de mim e sofrimento pois era uma tortura telo tão próximo e não poder fazer nada.
Creio que com o tempo Luiz percebeu que mechia comigo não sei quando nem como talvez meus olhares ou minhas ereções o fato é que as vezes parecia que ele sabia que eu estava olhando o desejando e ele me provocava ao menos era isso que parecia ou era coisa da minha cabeça.
Estava uma manhã muito quente não consegui ficar mais na cama me levantei e percebi que a porta do quarto de Luiz estava aberta e ele não estava lá e em nenhum outro lugar da casa devido o calor aproveitei que estava só e fiz algo que desde a chegada do primo de minha esposa não pude mais fazer ficar só de cueca em casa. De boa assistindo TV quando Luiz chega levo um susto e pego uma almofada para me tampar.
- precisa disso não primo, você ta em casa não quero incomodar não. Em minha casa meu irmão ficava o dia todo de cueca to acostumado pra te falar a verdade acho ate estranho você de camisa o dia todo e por minha causa também?
- fica meio estranho né.
- ho que isso assim quem fica acanhado sou eu talvez seja melhor eu encontrar um quartinho para alugar.
- se você não se incomoda afinal você já é de casa, não precisa sair daqui não é bobeira minha mesmo, mas e você não sente calor?
- sinto, não é como na Bahia, mas ta quente. 
- bom vamos fazer o seguinte com a ... Em casa ficamos mais comportados, pois ela não vai gostar, mas quando estivermos sozinhos ficamos a vontade. 
- OK combinado primo fica sendo nosso segredo de macho kkkk. Hoje levantei mais cedo para fazer umas compras, alguns calções novos, algumas coisas aqui para a casa, pois eu como muito ne? Kkkk assim que eu receber vou dar uma contribuição a mais.
   Os dias foram passando e ficávamos cada dia mais amigos, mais relaxados um com o outro, meu tesão aumentava a cada dia ao ver aquele macho por perto. Certo dia acordei mais cedo que de costume para ir ao banheiro tinha bebido muita água na madrugada, meio sonolento ainda entrei no banheiro e peguei Luiz tirando a roupa para tomar banho pois tinha acabado de chegar, ele nu na minha frente fiquei pasmo de ver aquela tora ainda mole mas grande aquele peitoral peludo fui saindo do banheiro quando Luiz disse para eu usar sem problemas que ele não se importava, tentei mijar mas não conseguia volta e meia olhava para Luiz com a água correndo em seu corpo meu pau ficava ainda mais duro e Luiz ensaboando seu corpo seu peito sua barriga, seu cacete que aumentava de tamanho e enrijecia em suas mãos, seu saco, sai do banheiro eu já suava louco de tesão entrei em meu quarto Fabiana despertando me pergunta o que houve nem respondi e fui para cima dela beijei acariciei seu corpo.
_ Tesão de marido que tenho!
Meti em sua buceta como a muito não fazia, pedi para que ela me desse a bunda ela não gostava, mas vendo minha excitação liberou, mordisquei e lambi lubrifiquei bem seu buraquinho e enfiei, meti e Fabiana gemia eu metia mais e ela passou a gritar de dor e prazer eu suava e comia o rabo de minha mulher pensando no rabo do seu primo gosei litros de porra. Minha esposa foi trabalhar peguei uma escova de pentear cabelos que tem o cabo roliço lubrifiquei e soquei em meu próprio cu imaginando ser a rola de Luiz. Para minha surpresa vejo o primo de minha esposa me espiando na porta, eu de pernas arreganhadas como cabo de uma escova de pentear cabelos atolado no cu, me assusto e jogo longe a escova. 
_ Calma primo relaxa não vou contar nada para a prima Fabiana não, eu já tinha percebido que você gostava de algumas brincadeiras deste tipo, pois sempre o pegava olhando minha rola, quer ver como ela esta depois de ver você brincando com seu rabo?
_ Que isso Luiz sou casado com sua prima, isso foi um erro movido pelo tesão da nossa transa de agora a pouco.
_ É eu ouvi, pelo jeito você manda muito bem pelos gritos da prima, mas sei que você ficou com esse fogo todo por causa do primão aqui fala a verdade.
_ Para cara que isso.
_ Para você e vem que meu cacete ta louco por essa sua boca gulosa.
   Disse isso se aproximando segurando sua jeba dura feito rocha, não tive como recusar cai de boca sugando feito um bezerro enquanto Luiz gemia me mandando chupar mais, enfiar todo seu pau em minha boca, levantei e fiz algo que queria a tempos beijar o peito peludo de Luiz e sugar seus mamilos, o primo de minha esposa gemia e me chamava de macho gostoso e enquanto eu mamava em seus mamilos ele enfiava seus dedos com saliva em meu rabo, entreguei o lubrificante me coloquei quatro na cama e disse para ele vir e apagar meu fogo de rola do cu eu já tinha virado um puto safado. Luiz me lubrificava enfiando seus dedos em meu rabo mordendo e beijando minha bunda, quando senti seu cacete forçar a entrada quis desistir mas já era tarde tentei puxar meu corpo para frente para escapar da estocada, mas Luiz me trouxe para trás com seus braços fortes de carregador de caixas me empalou em sua jeba gritei, gritei alto e ele me levou para frente e trouxe de volta metia forte eu com dor e prazer havia muito tempo que eu não levava na bunda alem do mais ele tinha uma rola de cavalo aquilo entrava quase ate meu estomago, mas aquilo era prazeroso. Sentia seu culhões batendo em minha bunda seus suor nosso cheiro empestiando o quarto seus pelos roçando em meu corpo virei de frango assado e ele deitou em cima de mim esfregando seu peito peludo no meu beijou minha boca com aqueles lábios grossos e gostosos aquela língua quente invadindo minha boca me tirando fôlego enquanto estocava seu caralho fundo em meu rabo. Não queria, mas não agüentava mais e gozei em seu peito meu pau apertou seu cacete que encheu meu cu de porra. Ficamos agarrados descansando respirando ofegantes na cama. Logo que recuperamos as forças depois de um café da manha reforçado e uma breve pausa para a digestão com meu pau duro de tesão não perdi a chance de me deliciar com aquele rabão delicioso, lambi, mordi e enfiei minha língua naquela delicia de cu, cravei minha rola e fudi com tudo aquele macho que gemeu feito puta em meu cacete quando estava para gozar Luiz puxou meu pau e me chupou ate eu inundar sua boca com minha porra, me virei e fizemos um 69 pois ele continuou a me chupar e eu passei a chupa lo. 
   Bom Já tem dois anos que Luiz veio morar aqui em casa, minha mulher que no inicio ficava dizendo que seria bom ele encontrar uma casa para ele morar independente hoje já o encoraja a ficar com a gente diz que fica feliz com nossa amizade, que fiquei mais relaxado, tranqüilo, diz que conversar com Luiz fazer coisas de homem com ele me desestressa do trabalho e com isso deixando ela mais tranqüila, alem de eu ter melhorando meu desempenho sexual e é verdade, pois estou sempre com tesão, uma mulher gostosa como a minha e um macho como Luiz quem não desestressaria? Minha mulher não sabe que fodo com Luiz ele de vez enquanto arranja umas namoradinhas umas ficantes um pouco para disfarçar também, mas o fogo pega mesmo e quando nos encontramos. Não nego fogo como minha mulher e quando ela vai trabalhar e estou de folga meto muito no primo dela e ele fode gostoso meu rabo me deixando mansinho kkkkkkk.

Dormindo na casa do meu primo casado.

Meu nome é Breno sou branco fortinho e grande para minha idade, mas tenho cara de novinho. Vou contar o que aconteceu comigo há algum tempo atrás quando eu fui na casa do meu primo. Meu Primo Edgar que chamamos de Ede ele é casado, branco, sempre curtiu manter a forma, peito peludo, muito bonito, ligou em nossa casa dizendo que sua esposa tinha ganhado neném, seu primeiro filho tinha nascido fomos então para vermos o bebezinho que era lindo a cara do meu primo. Ede estava muito feliz, agitado meus pais disseram que era por causa do estress dos últimos dias com um recém nascido em casa, mas alem disso percebi que Ede toda hora coçava o saco ou ajeitava o pau duro na calça ou bermuda, peguei ele varias vezes olhando para minha bunda que modéstia parte sempre foi empinada com uma cara de tarado que eu não via a muito tempo. Antes dele se casar bem antes, eu tinha visto aquela cara ele chegou a passar a mão em minha bunda e eu paguei uns boquetes para ele na época, mas nada alem disso aconteceu muito menos depois que ele se casou. Como eu ainda tinha aula voltei com meus pais, porem meu primo disse que se eu quisesse poderia voltar nas férias que seriam duas semanas depois. 
    Chegando as férias eu já todo animado viajei para a casa do meu primo, eu amava ir nas férias naquela cidade, morar eu preferia onde eu morava pois tinha mais recursos, porem um tempinho lá era ótimo conhecia muita gente la e como a esposa do meu primo ia para a casa da mãe dela para as duas cuidarem melhor do bebe e dela só voltando a noite eu aproveitava e ficava o dia todo de casa em casa, parentes amigos, ia em vários lugares matar a saudade e me divertir.
No segundo dia que estava na casa do meu primo já era noite eu estava na sala dormindo de cueca coberto por um lençol estava muito quente aquela noite meu primo e a esposa dele já tinham ido para o quarto dormir de repente escuto a porta do quarto se abrir e a luz iluminar o corredor finjo dormir escuto passos que vem em minha direção e param, os paços voltam e vão se distanciando entreabro os olhos e vejo meu primo indo para o banheiro. Vejo Ede só de cueca entrando e volto a fechar os olhos logo depois o escuto voltar e sinto ele sentar na beirada do sofá continuo com meus olhos fechados, mas só de saber que ele esta ali tão perto meu coração acelera ainda mais por saber que sua mulher esta a poucos metros dali ele me chama baixinho pelo meu nome como em sussurro, mas continuo a fingir dormir ate faço barulho de respiração para que ele acredite e acho que da certo meu primo coloca suavemente sua mão por debaixo do lençol e alisa suavemente minhas cochas, eu que não sou bobo me viro fingindo dormir e me ajeitar no sofá alem de tentar esconder meu pau que já esta durinho dentro da cueca. 
    Meu primo tira a mão rápido com medo que eu tivesse acordado creio eu, mas ao perceber que continuo "dormindo" volta a me tocar e desta vez alisando minha bundinha que esta com a metade da cueca enfiada em meu rego ele se aproveita e me alisa me deixando todo arrepiado. Ede vai passando a mão se aproximando de meu rego tira a cueca enfiada e substitui por seu dedo molhado com saliva e começa a dedilhar meu cu que pisca pedindo por mais começo a gemer baixinho não tendo mais como fingir meu sono abro meus olhos e vejo meu primo com seu sorriso safado sorrio de volta e vejo que com a outra mão ele esta se punhetando mexendo aquele cacete que já solta aquele melzinho não me controlo e me viro abocanhando seu caralho e ele continua a me dedilhar enfiando mais profundamente seus dedos e fazendo movimentos em meu cuzinho me deixando ainda mais louco de tesão. 
   Capricho no boquete mamando gostoso em minha mamadeira de carne masturbando o que deixo para fora e alisando seu saco. Ede geme baixinho se arrepia todo e goza em minha boca não deixando que eu tire seu cacete da boca me fazendo engolir toda sua porra, o neném chora e meu primo vai correndo para o quarto dele e eu volto a fingir dormir. È claro que não há como eu conseguir dormir com todo o tesão que estou sentindo e assim que o bebe se cala e meu primo volta para seu quarto vou para o banheiro e bato uma deliciosa punheta pensando nele.
    No outro dia logo cedo acordo e vou fazer café, já sou acostumado a fazer isso lá em casa, pois sou o primeiro a acordar lá e não custa nada da uma mão ne? Estava coando o café quando sinto algo duro no meio da minha bunda e mãos grandes segurarem minha cintura tomo um susto, pois não estava esperando, então meu primo diz em meu ouvido:
_ Sou eu safadinho e hoje você não me escapa vou sair mais cedo do trabalho e tem alguém aqui que esta louco para conversar com você, esta sentindo?
   Disse meu primo esfregando seu pau em minha bunda. Logo ouvimos passos e ele sentou na mesa tomamos café e cada um seguiu seu rumo.
   Logo após o almoço vejo uma mensagem em meu celular _ Estou indo para casa _ Me despedi de meus amigos e corri para a casa do meu primo e já fui logo para o banheiro. Eu ainda estava no banho quando ouço alguem chegar e a porta do banheiro se abrir:
_ Meu bem você esta ai?
_ Não Ede ela esta na casa da...
   Nem terminei de falar e ele já entrou tirando a roupa e me dando um beijo com muito desejo na boca, disse que sabia que sua mulher estava na casa da mãe e que ela só viria mais tarde, peguei o pau de Ede que já estava duro e comecei a masturba lo. Meu primo me abaixa e começa e me foder a boca metendo seu cacete como se estivesse metendo em uma buceta, logo depois me vira de costas para ele abre minhas pernas e começa a lamber meu cu enfia seus dedos abre bem meu cuzinho pega um shampoo e soca todo seu cacete de uma vez, sinto seu saco tocar minha bunda.
_ Desculpe primo, mas eu to na seca a algum tempo, to quase surtando aqui.
   Depois de dizer isso começa e bombar rápido em meu cu seu saco batendo em minha bunda e a água caindo em minhas costas suas mãos em minha cintura me trazendo de encontro ao seu corpo me levavam a um prazer nunca antes sentido.
Ede me vira de frente e mais um beijo ardente, desce e chupa meus mamilos e da pequenas mordidinhas neles. Me pega no colo e começa a me foder de frente para ele apoiado com as costas na parede beijo sua boca enquanto sinto seu cacete me penetrar me coloca de quatro e mete bem rápido e urra forte inundando meu cu de porra. Terminamos nosso banho e fomos dormir um pouco para descansar, dormimos com meu primo com seu cacete no encaixado no meu cu. Coloquei o celular para despertar em duas horas e ainda deu tempo de antes da esposa do meu primo chegar eu ainda pagar mais um boquete para ele.
    No outro dia quando meu primo chegou do trabalho sua esposa já estava em casa e não deu para fazer muita coisa, mas ele estava muito tarado e toda vez que ela ia para dentro enquanto estávamos na sala ele colocava minha mão dentro de seu short ou colocava o pau para fora para eu masturba lo, riamos feito bobos com aquela brincadeira e sua mulher dizia quando chegava que éramos dois crianções e riamos mais. 
    Na quarta feira eu estava dormindo quando meu primo me acorda e com os dedos nos lábios me diz para fazer silencio e faz gestos para que eu o siga. Ede me leva para o quintal me apóia no tanque desce minha cueca e soca em meu cu forte e rápido e com uma mão em minha boca ate gozar em meu cu me vira e me senta no tanque e bate uma punheta para mim ate eu gozar beijando minha boca.
No fim de semana meu primo consegue dar uma desculpa e me levar para um rio perto da cidade, ficamos em uma área mais escondida e deserta ficamos pelados e tomamos banho na água gelada mas com o calor nem nos importamos e logo meu primo me aquece com seu corpo deitando por cima de mim, seu peso seus pelos molhados seu cacete entrando e saindo de mim delicia e finalmente eu posso gemer alto e ele urrar com sua voz forte em meus ouvidos como um urso me dando ainda mais tesão e fazendo com que eu goze muito depois de me comer em varias posições. Ate o dia de eu ir embora fodemos muito em vários lugares escondidos foi muito gostoso, mas sei que isso só aconteceu porque ele não podia transar com sua esposa naquele momento já fazem três meses isso e eles viram esse final de semana aqui em casa será que rolara algo? Creio que não, mas caso aconteça algo volto a escrever.

Descobri que meu filho é gay na ronda

Sou o Cardoso, 37 anos, viúvo, policial militar, moreno claro, peludo, macho o que vou contar mudou minha vida e minha forma de pensar é algo que nunca contei para ninguém e nem sei porque quis dividir, mas de uma forma a não me expor nem a meu filho. 
Tenho um filho único chamado Carlos, a mãe dele morreu no parto, minha sogra me auxiliou ate seus 10 anos, mas também faleceu e a partir daí foi apenas Carlos e eu. Por mais que eu tentasse talvez tenha sido um pouco ausente devido o trabalho Carlos passava a manha na escola e a tarde em um centro de bairro onde tinham varias atividades entre esportes e reforço escolar isto ate seus 17, 18 anos depois disso consegui um trabalho para ele, as vezes mal o via devido fazer alguns bicos de segurança particular quando eu chegava em casa ele já estava dormindo. 
Aos 21 Carlos também já não parava em casa quando não estava no trabalho estava na rua as vezes passava dias sem ver meu filho apenas contato por telefone para saber onde ele estava. É triste dizer, mas apesar de sermos apenas nos dois eu não conhecia meu filho direito, não sabia quem eram seus amigos, nem muito dos seus gostos, não conversávamos muito sobre nos mal nos falávamos na verdade. 
Eu estava de patrulha quando recebo uma chamada, denuncia de atentado ao pudor parece que alguém estava transando dentro de um carro na rua, meu parceiro estava resolvendo um problema pessoal então fui sozinho qualquer coisa eu chamaria reforços. Era noite 00:30 o carro balançava a rua era meio deserta, algumas casas, pouca iluminação, provavelmente algum morador passou e denunciou. Chego e peço para saírem do carro o carro para seu balanço, mas não saem, bato novamente no vidro e agora com voz mais firme e alta de autoridade exijo que saiam. Logo sai do carro o que parecia ser uma mulher e um rapaz, logo percebo que era uma travesti e o outro peço que tire a mão do rosto já preparava meu sermão, mas.... 
_ Carlos? Que porra é essa? 
_ P... 
_ Cala a boca agora! 
Olho bem para a travesti e peço para que ela saia o mais rápido possível dali antes que eu prendesse os dois, ela começa a ir, mas volta dizendo que não ia sem seu dinheiro, nossa minha ira foi a mil toquei a mão no bolso perguntei o preço e gritei some! 
Quando a travesti deu um pouco de distancia meu filho me chama 
_ Pai eu... 
_ A minha vontade é de te encher de porrada, seu moleque, no meio da rua transando comum cara já pensou se eu chego com outro policial ou pior se outros policiais pegam vocês nesta pouca vergonha? Eu seria motivo de piada para sempre na corporação e você? Pagando programa e com um homem, travesti o que deu na tua cabeça seu porra, tu é viado é? 
_ Eu ... é... 
Eu estava com tanta raiva que nem permitia que Carlos me respondesse. 
_ E esse carro de quem é esse carro Carlos? Me respondeeeee – Gritei puxando a orelha do meu filho – Quer saber some da minha frente vai para casa e não sai de la ate eu chegar, ta me ouvindo? Se eu chegar la e você não estiver la eu te acho onde você estiver e te cubro de porrada la mesmo! 
Não conseguia olhar para a cara do meu filho de tanta raiva, entrei na viatura e voltei para onde estava meu parceiro de ronda ele me perguntou se tinha acontecido algo comecei a contar e me dei conta de que era meu filho então disse que me irritei com o “casal” do atentado ao pudor eles fugiram e achei melhor não perder tempo numa perseguição por isso. Terminado meu expediente não fui para casa fui a um bar estava abrindo e já pedi logo duas cervejas. 
_ Logo cedo? Noite puxada?   
Perguntou o dono do bar 
_ Nem imagina! 
Respondi virando a garrafa no queixo. 
Cheguei em casa já um pouco alto da cerveja e com muita raiva, gritando por Carlos que depois de alguns gritos veio. Briguei, bati, falei, gritei, deixei Carlos chorando e fui para o banheiro com raiva e culpa, na minha cabeça a culpa era minha, se eu não tivesse trabalhado tanto, será que eu falhei como pai, por quê??? Isso revirava minha cabeça enquanto a água caia sobre meu corpo, em minha cabeça vinha varias imagens das minhas transas de adolescente, adulto, a mãe de Carlos, seu nascimento, seu crescimento, me dei conta realmente que nunca vi Carlos com namoradas, ele parecia realmente muito tímido, então veio em minha mente as imagens de quando tomávamos banho juntos e Carlos ficava me vendo pelado querendo me tocar tive que parar os banhos e justamente nesta hora Carlos aparece na porta que estava aberta, me trazendo a toalha. 
_ O que esta fazendo aqui porra??? Quer me ver pelado é? É de cacete que você gosta? 
Desliguei o chuveiro e fui atrás de Carlos, não sei o que me deu eu estava fora de mim. Peguei ele pela gola da camisa olhei no fundo dos seus olhos cheios de água, o empurrei o levando para meu quarto, Joguei Carlos na cama ele gritava dizendo para eu parar e eu nem respondia tirei sua roupa ele tentando tirar minhas mãos eu era mais forte. Carlos era todo depilado, corpo normal, pele clara, uma bunda empinada, mandei ele ficar de quatro ele não queria virei ele de costas para a cama e me deitei em cima dele colocando todo meu peso em cima dele e cravei meu pau sem lubrificar cuspir sem nada e meti com tudo sem do Carlos gritava e eu socava tudo ate as bolas baterem em sua bunda. Cada vez que eu metia algo mudava eu o tesão estava sendo substituído pela raiva e eu sem querer estava sentindo prazer naquela situação, Carlos também já não gritava mais gemia e seus gemidos eram de prazer, já não se debatia mais e eu nem precisava mais de por força para conte lo fui levantando e ele ficou de quatro e eu continuei metendo forte rápido seu pau estava duro também logo ele começou a bater uma punheta ate gozar com isso seu cu começou a piscar e a apertar meu pau e eu não agüentei e gozei, gozei muito dentro do cu do meu filho tirei meu pau e voltei para o banheiro e deixei a água cair sobre meu corpo. 
Quando sai do banheiro passei pela porta do quarto de Carlos e ele estava la na sua cama deitado o lençol da minha cama jogado no sexto de roupa suja e um limpo na estendido deitei e fiquei pensando no que tinha acontecido ate dormir. 
Ficamos uns dois dias sem nos falarmos eu estávamos com vergonha um do outro, mas as coisas não podiam continuar assim. Cheguei do trabalho e chamei Carlos para conversar, me desculpei pelo que tinha feito e disse que a culpa foi minha pela minha omissão como pai, excesso de trabalho para tentar cria lo da melhor maneira sem faltar nada, mas acabou faltando atenção. Carlos me disse que realmente sentiu muito minha falta, mas sua sexualidade não tinha nada haver com isso, aquilo não era culpa dele ou minha, não era uma escolha ou conseqüência de ações de ninguém, tinha nascido com aqueles desejos assim como os heteros nascem com desejos pelo sexo oposto, que seu erro não foi por gostar de homens e sim por não escolher um lugar apropriado para dar vazão a seus desejos, mas que aquilo não iria mais acontecer, que não era sua intenção me prejudicar ou me expor ao ridículo, nos abraçamos e disse que daqui para frente eu seria mais presente na vida dele. 
   A partir desse dia realmente passamos a conversar mais, descobri um monte de coisas sobre meu filho que nunca imaginei, passamos a sair juntos, levei ele ao parque, ao shoping coisas que não fizemos antes e ate a boate eu fui estava gostando de ficar mais próximo ao meu filho. 
Estávamos voltando de uma boate uma noite quando ajuntei coragem e perguntei: 
_ Filho você ... 
_ Pode perguntar pai. 
_ Você já namorou? Gosta de travestis, ser ativo, passivo? 
_ Bom já namorei sim uma vez e travesti aquela foi minha primeira experiência. Sou versátil como dou comigo não tem fescura, o importante e o prazer. 
_ Nem me fale daquele dia, filho eu fui um idiota. 
_ Sim foi mesmo, mas... confesso que no final eu ate gostei. 
Disse meu filho abaixando a cabeça. Não falamos mais nada ate chegar em casa fui para o banho e de repente Carlos chega na porta que como sempre estava aberta com a toalha na mão. 
_ O Senhor não lembra mesmo ne? 
Disse meu filho me mostrando a toalha. 
Ele então em olhou de cima a baixo e eu a ele, meu pau endureceu, então eu perguntei quer tomar banho comigo? 
Carlos nem respondeu tirou a roupa e veio para debaixo do chuveiro ficou de costas para mim e meu pau roçando em sua bunda ele empinou um pouquinho e soltou um gemido, meu pau deu uma pulsada Carlos então se virou ajoelhou e iniciou um boquete me tirando gemidos de prazer ate meu saco cabeludo ele chupou, levandou se virou eu entendo o que ele queria coloquei meu pau na portinha do seu cu ele empinou mais a bunda fazendo a cabeça entrar e então comecei a bombar logo meu filho disse: 
_ Mais forte pai! 
Coloquei a mão na parede e meti mais rápido, meu filho passou a gemer mais. 
_ Isso, assim... mete com força. Isso assimmmmmm! Mete tudo! 
Eu metia fundo, suspendi uma de suas pernas e socava tudo. Carlos pediu para eu come lo de frango assado fomos para o quarto joguei a toalha na cama e Carlos deitou e abriu seu rabão para mim coloquei tudo e segurando suas pernas para cima socava ate as bolas em meu filho enquanto ele gemia e pedia mais. Calor começou a se punhetar e logo gozou enchendo sua barriga e a minha de porra logo foi minha vez de inundar o cuzinho do meu filho de porra. 
Agora é assim sempre que da vontade meto em meu filho, ele passou ate a sair menos de casa, nossa relação de pai e filho é outra agora com mais entrosamento, mais dialogo, saímos juntos e ate estou dando força para um relacionamento dele com um rapaz que ele conheceu só peço que tenham cuidado, sejam discretos para evitar discriminação desnecessária e cuidados com a saúde de ambos. 
Confesso que não foi muito fácil aceitar ou entender, mas se não fosse isso talvez eu e meu filho não tivéssemos nos aproximado e eu continuasse a perder a oportunidade de ser realmente seu pai e perceber que não foi minha culpa ele ser homosexual, mas foi minha culpa eu não ter percebido isso antes e não ter dado o apoio de pai mais cedo. 

sábado, 11 de abril de 2015

Com o professor no carro.

Olá meus delicias, estava com saudades.
Hoje vou contar pra vocês o que me aconteceu há alguns anos atrás. Eu ainda estava no meu ensino médio e sempre odiei matemática, até que no meu 2º ano conheci um professor que me ensinou direitinho, aprendi que 1 safado + 1 cuzudo = sexo selvagem.
Bem, vamos ao conto. No meu 2º ano trocaram os professores, e eis que entra aquela coisa linda na sala, um cara de seus 45 anos, branco, alto e cabelos grisalhos, cara de machão eu não acreditei quando vi. Este se chamava Amós (nome fictício) meu mais novo professor de matemática, o cara era uma delícia, no primeiro momento em que ele virou de costas para escrever na lousa eu vi aquela belezura, QUE BUNDA! Dentro de uma calça jeans estava aquilo que era meu maior delírio. Fiquei louco nele!!!
Nunca perdia uma aula, não por causa da matéria, mas sim por Amós, os meses foram passando e no 3º bimestre fiquei de recuperação com ele, e o pior de tudo o único da sala a ficar de recuperação...
Fui fazer a prova, só eu e ele na sala e ninguém mais. Como sempre estava cheio de tesão, então aproveitei para jogar meu veneno. Mesmo sem saber se ele curtia!
Eu: Aí professor tá rolando fazer essa prova hoje não!
Ele: Por quê? Tu não estudou rapaz. Tua última chance.
Eu: Aí professor já ficou muito sem foder? Não da pra se concentrar, vc só consegue pensar em se aliviar!
Nessa hora ele levanta os olhos e olha pra mim com uma cara de assustado e diz: Uma punheta resolve, devia ter feito isso antes de fazer sua prova, agora cuida de fazer essa prova ou se não receberá um 0,00!
Eu pedi pra sentar mais na frente, fiquei numa cadeira bem em frente a mesa dele, e por debaixo da minha mesa comecei a apertar meu pau, e "tentar" fazer minha prova. Percebi que ele estava olhando, então apertava com mais vontade.
Enfim terminei minha prova e caí fora.
Estava andando pra parada quando um carro preto para do meu lado, era Amós! Ele disse: Fica ciente que sua prova foi uma merda! Mas vou te dar uma outra chance, entra no carro!
Eu mais que depressa entrei, e perguntei como quem não quer nada. "Prof, o que posso fazer para melhorar minha nota, ele só me olhou e continuou andando, até chegarmos numa rua atras do colegio, totalmente deserta. Eu fingi não entender kkkk
Ele: Tu vai te aliviar aqui e depois fazer uma outra prova.
Eu: Mas na sua frente?
Ele: Quero ter certeza que esse era o motivo.
Eu: Mas agora vou precisar de uma ajuda para ficar de pau duro.
Ele mais que rapidamente apertou meu pau, e começou a me punhetar por cima da calça, eu fiquei louco. Ele foi abrindo minha calça devagar e logo meu pau pulou, ele me olhou com uma cara de assustado misturado com uma cara de safado. Eu logo entendi! Disse pra ele: Se quiser chupar, fica a vontade, não vou dizer não. Ele se abaixou e começou a me chupar. E que Boca!! Passou algum tempo me chupando, eu disse pra ele que iria gozar. Ele disse para eu não gozar porque ele queria me sentir dentro dele.
Nesse momento fiquei louco de tesão comecei a arrancar a roupa dele, e disse " Quanto tempo eu não esperava por esse momento, que deliciiiiia "
Tirei sua roupa e abaxei o banco do carro fiz ele ficar de quatro pra mim, com aquela bunda na minha frente, não contei conversa, comecei a chupar aquele cuzinho bem rosinha! Ele gemia e dizia "Chupa meu cuzinho vai, me fode com essa lingua" Aquilo me levava a locura, fiz com mais vontade.
Depois de lubrificado pedi para que ele subisse em mim, ele veio por cima e colocou todo meu pau no seu cuzinho, e começou a cavalgar, pulava com vontade, rebolava e gemia alto.
Eu dizia tá gostando minha delicia? Ele sim, sim, mete com vontade me rasga, quero mais! O cara era tão safado que seu pau estava duro sentindo meu pau dentro dele, gozou sem nem tocar no seu pau. Vendo aquilo avisei que iria gozar, ele pediu para que gozasse na cara dele, eu atendi a seu pedido, foram jatos e jatos na sua cara.
Depois disso nos vestimos e fui pra casa.
No outro dia obtive minha nota, 10,00 !!!!!! Acho que a prova que ele queria valeu a pena, eu falei eu precisava de sexo para se sair melhor na prova (6'
Foi isso, espero que tenham gostado!
Até a proxima meus delicias !
Muitas punhetas para vocês <3

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Fodendo meu irmãozinho Rafael

Olá meu nome é Leonardo, tenho 1,80m de altura, peso 68kg, corpo atlético, loiro, cabelo curto e olhos verdes.
Eu nunca tinha comido um cuzinho de macho, só namorava e comia mulheres e nunca tive interesse em outros caras. Isso aconteceu quando eu tinha 18 anos e meu irmão Rafael, tinha 15.
Logo após ele fazer 15 anos, ele resolveu assumir que era viado pra família inteira e meus pais começaram a privar ele de sair de casa. Nossa relação era muito próxima quando éramos crianças mas quando comecei a frequentar o colegial, comecei a sair muito e mal ficava em casa, então fomos nos distanciando.
Depois de uns 2 meses de ele se assumir, era um sábado e eu cheguei em casa mais cedo, era umas 21:00 (Normalmente eu chegava em casa depois das 4 da manhã nos fins de semana) e meus pais haviam saído. Como de costume fui em direção ao meu quarto, no caminho do meu quarto eu passo por um corredor em casa, fazendo eu passar em frente ao quarto do meu irmão e no quarto dos meus pais. Chegando perto do quarto do meu irmão, eu vi que a porta estava aberta, estranhei mas continuei em frente, quando cheguei em frente a porta arreganhada do quarto dele, eu peguei o puto no ato. O viadinho tava de fone de ouvido, com a webcam ligada, tava todo pelado e enfiando três dedos naquele cuzinho liso dele. Ele não me viu, então resolvi ir para o meu quarto e bater forte a porta, para ele perceber que eu havia presenciado a porra toda. Logo após eu bater à porta do meu quarto, um minuto depois eu ouvi ele batendo a porta do quarto dele. Fui deitar na cama e percebi que eu tava de pau duraço, eu não sabia porque, mas fiquei com tanto tesão de ver meu irmãozinho enfiando o dedo no cu que resolvi bater uma punheta bem gostosa. Depois de gozar, fiquei arrependido de ter batido uma pensando no meu irmão e prometi pra mim mesmo que nunca mais ia fazer isso.
Nos dias seguintes, eu não toquei no assunto com meu irmão e nem ele comigo. Foi como se nada tivesse acontecido. Duas semanas depois, em um outro sábado, resolvi chegar em casa mais cedo de novo, pra ver se ia ver o puto se masturbando de novo. Meus pais haviam saído de novo e antes de eu sair de casa, deixei frisado que iria chegar tarde aquela noite. Mas já eram 20:00 e já estava quase na porta de casa.
Assim que eu abri a porta da minha casa, eu ouvi um barulho vindo do corredor, onde ficava os quartos, eu fechei a porta com pressa e fui correndo pro quarto do meu irmão, pra ver se ele tava se fudendo de novo. A porta dele estava fechada, mas eu não me importei e abri sem pensar duas vezes.
As luzes estavam apagadas e o computador estava ligado, porém o monitor estava desligado. Meu irmão estava na cama, todo coberto por um lençol. Na hora eu saquei que o puto tava sendo putinha de alguém na internet de novo e tava tentando fingir que tava dormindo pra disfarçar. Eu tava sem paciência e liguei a luz do quarto e arranquei a força o lençol de cima do meu irmão. Ele tava todo peladinho, meu irmão é loiro que nem eu, magrelo e todo lisinho, com uma bundinha redonda, de tanto que usava calça moletom.
Na hora ele ficou desesperado e começou a me falar:
-Léo, Léo, por favor, não fala pro pai e pra mãe! Eu faço o que você quiser, mas não conta pra eles se não vão tirar meu computador!
-Cala boca seu viadinho, agora você vai ter que fazer tudo que eu mandar você fazer.
-Eu faço qualquer coisa Léo, só não conta pra ninguém!
Eu já estava morrendo de tesão de ver aquela putinha deitada na cama e meu pau tava duro pra caralho. Então eu pedi pra ele ficar quieto e me mostrar o que ele fazia na frente da webcam.
-Não Léo, por favor, só esquece isso.
-Cala a boca! Me mostra o que você fazia pros macho na internet seu gayzinho da porra.
-Não Léo, não faz isso comigo, por favor!
-Se você não fizer agora, eu vou ligar pro pai e pra mãe e você nunca mais vai ter computador.
Ele hesitou um pouco, mas rapidinho ele se deitou, colocou as pernas pra cima e começou a enfiar os dedos no cuzinho.
-Isso sua putinha, alarga seu cuzinho e geme pra eu ver.
Ele começou a gemer e enfiar com força, um, dois, três e depois quatro dedos. Tava dando muito tesão de ver aquilo, então eu abri o zíper da minha calça e coloquei meu pau pra fora, só naquela hora eu percebi o quanto meu pau era grande em comparação com o do meu irmão, era muito mais grosso e devia ter uns 21cm, eu não via rola de nenhum outro moleque então eu achava que era um tamanho normal. Assim que eu botei pra fora, eu pude ver meu irmão olhando pro meu cacete, sem tirar o olho.
-Gostou do que você ta vendo seu viadinho?
Ele fez que sim com a cabeça, gemendo alto.
-Então vem chupar ele aqui vem.
Ele parou de enfiar os dedos no cuzinho e veio me chupar, eu estava em pé, ele se ajoelhou e começou a lamber meu pau. Eu nunca tinha recebido um boquete de macho antes, mas caralho era muito melhor, tava dando tesão demais. Eu peguei no cabelo dele e comecei a bater na cara dele com o meu pau e fazia ele enfiar tudo na boca depois. Ele sugava meu pau com tanta vontade que eu já tava quase gozando na cara dele. Então fiz ele parar e mandei ele ficar de quatro na cama. Tirei minha roupa toda e fui pra cama com aquele puto.
Lambuzei três dedos meus e comecei a enfiar com força no cuzinho dele, sem dó eu não parava e ele gemendo muito alto.
-Isso, vai irmãozinho, arregaça meu cuzinho.
Meu pau já estava estourando e latejando de tesão que não aguentava mais.
-Eu quero arrombar seu cu muito forte seu putinho.
-Enfia esse pauzão em mim logo então, to louco pra rebolar nesse seu cacete.
Parei de enfiar meus dedos e cuspi no cuzinho dele, pra deixar bem molhadinho. Ele empinava a bundinha igual uma cadelinha no cio. Segurei meu pau e fiquei brincando na portinha do cuzinho dele, com ele. Tava me deixando louco e ele já gritava de tanto tesão.
Enfiei com tudo meu pau dentro dele, sem dó. Ele gritou alto de dor e de tesão.
-Para Léo, ta doendo, para.
-Para o caralho, queria rola de macho? Agora vai ter que aguentar.
Comecei a foder ele com muita força, ele gemia e gritava mas eu sabia que não era de dor, era de tesão que aquele puto tava sentindo! Depois de muitas estocadas naquele cuzinho apertado, eu tirei meu pau, deitei na cama e mandei ele cavalgar em mim. O safado nem esperou eu deitar direito e já sentou em cima do meu pau, sentando com força. Ele ficou cavalgando no meu pau com tanta vontade que nem demorou muito pra ele gozar, sem nem encostar no pau, ele gozou tudo em cima de mim e eu fiquei puto.
-PORRA RAFAEL VOCÊ É LOUCO DE GOZAR EM MIM?
-Desculpa Léo, eu tava com tanto tesão que não aguentei.
-Agora você vai ter o que merece sua putinha no cio.
Tirei ele de cima de mim e fiz ele ficar de joelhos de novo e chupar meu pau, só que agora eu batia na cara dele. E o puto gostava. Ele colocava o meu pau todo dentro da boca, depois chupava minhas bolas, era uma vagabunda. Eu já não aguentava mais segurar e gozei na cara dele, eu gozei muito, nunca tinha gozado tanto assim. Ele ficou todo melado de porra na cara.
Logo depois de gozar eu peguei minhas roupas e fui pro meu quarto tomar um banho. Depois desse dia, eu comecei a subornar meu irmão quase toda semana pra poder comer aquele cuzinho gostoso que tinha sido arrombado por mim. Mas eu sabia que era só uma desculpa pra poder comer ele e ele daria pra mim sempre que eu pedisse.
Bom, tivemos muitas aventuras desse tipo, teve até uma vez que não aguentei e o puto comeu meu cu também, mas isso fica pra uma próxima...

quarta-feira, 8 de abril de 2015

O IRMÃO do meu amigo COMEU meu CÙ!!!

Amados leitores, sou Fabio, e vou relatar um fato diferente e ousado em toda minha vida, fato este que começou quando eu estava na casa de Diego, amigo de escola, ele é muito simples e simpático, somos muitos amigos e daí ele me convidou para ir à casa dele jogar vídeo game.
Desta forma jamais havia ido ate a casa dele e daí aceitei e nesta bela tarde de sol estava eu e ele na sala, sua casa é muito bonita, bem decorada e desta forma juntos sentados ao chão jogando, eu totalmente distraído com o jogo, porem algo me chama a atenção, ao olhar na minha frente uma pessoa totalmente de toalha se aproxima, um corpo forte, braços másculos, coxas bem torneadas, uma beleza na boca e no olhar, nossa eu estava perplexo e ao olhar de baixo para cima a cena estava mais ousada.
Andando vagarosamente aquele homem, jovem, garoto de uma beleza única estava diante de mim, eu o olhava e via nele algo ousado e diferente jamais sentido antes, ele também de certa forma fixa seu olhar e percebe que outro homem o olha, outro garoto o olha.
Ele parecia ter entendido meu complexo de desejo e espanto e continuava a me olhar, tendo de certo modo tentando disfarçar e ao olhar para o Diego ele me diz que é chato do irmão dele, eu respiro fundo e minha mente sai do jogo e vai para o que nunca havia sentido antes.
Era um desejo ousado, na minha idade seria algo anormal, diferente e ao mesmo tempo uma descoberta, perguntei se sua mãe estava e Diego diz que somente o Ricardo estava e eu estava totalmente perplexo, pois jamais havia sentido desejo por homem algum.
Contínuo a jogar com Diego e de repente entra na sala de calção e sem camiseta o tal Ricardo, seus braços fortes, seu olhar de homem e seu jeito de menino me faz olhar meio de lado e me fez ver que ele sentou no sofá totalmente de pernas abertas para ver o jogo.
Eu estava tremulo, tinha uma sensação de frio e calor, olhava de lado e o via me olhando, o via reparando o Diego e eu logo ficava a mercê do desejo, me sentia deferente meu corpo suava,,,
Ricardo então ordenou para que Diego fosse a casa da tia dele pegar uma conta de mãe deles, logo Diego exclamou, mas se deixou levar pela idade, no entanto ficou eu e ele, e o medo, o corpo e a voz suava diante de uma pessoa que meu coração via tamanha beleza.
Ricardo me olhava, me levantei e logo ele me perguntou minha idade, disse e ele com voz de macho me respondeu q tinha 19 anos, e me perguntou se curtia futebol, se jogava muito o game, e eu bobo disse que não, no entanto ele para meu delírio levantou e caminhando sentou se atrás de mim e com suas coxas grossas e corpo malhado me fez realmente tremer todo.
Eu suava e ele atrás de mim sentado no chão pegando em minhas mãos e me ensinando macetes do jogo, eu jamais pensei que sentiria tesão, prazer, medo por um outro homem, porem Ricardo não era somente um homem, era um desejo, bonito, musculoso e gostoso e carinhoso, porem a minha idade era um tabu, minha falta experiência era o místico da historia, talvez ele seria apenas mais um aproveitador, mais um cara afim de aprender o que já sabe e eu mais um inocente do nada.
Loucamente Ricardo em um ato de vontades acaricia minhas mãos, eu tremia, mas ele logo me dizia no ouvido que viu meu olhar e que iria me ensinar algo novo e diferente, mas teria que ficar entre nos dois e o Diego não poderia saber, e assim foi eu logo estava diante dele, ele lambia meu ouvido e me fazia tremer de desejo, aquele homem, forte, másculo estava comigo, me fazendo sentir um prazer diferente, ousado, me ensinando a se auto descobrir.
Naquela sala havia uma duvida um medo e acima de tudo muitas vontades, eu se deixava levar pelos olhares daquele macho, pela mão forte que me agarrava e pelo gentil dizer de suas palavras.
Então diante disto ele se levanta e me pede para marcar uma saída a noite, iríamos a uma chácara da sua família, e se a minha mãe deixaria, eu logo disse que seria complicado, mas logo disse que a convenceria e diria que iria dormir na casa do Diego.
Dito e feito, minha mãe depois de muito insistir me deixou dormir na casa do Diego, e desta forma avisei o Ricardo que logo marcou horário para me pegar em uma praça da cidade com seu carro.
Neste momento o medo estava a flor da pele, e ele estava diante de mim com seu carro, me mandou entrar, eu com muito calor e medo de tudo aquilo entrei e o abracei, logo saímos da cidade e eu totalmente quieto, com medo de tudo e ele me dizendo como seria nossa noite e que eu podia confiar nele.
Depois de duas horas na estrada exatamente as nove da noite chegamos a tal chácara que por sinal era linda, muito verde, muita beleza e enorme, lá estava tudo trancado e Ricardo me dizia que seia somente para visitas nos finais de semana, e logo muito simpáticas disse que tinha trazido nossa janta.
A noite passa e logo estava eu em uma cama de casal linda, em uma casa confortável ouvindo barulho do chuveiro e lá dentro o garoto que iria me fazer sentir um desejo alem pior que isto ele estava diante de mim, somente de toalha e molhadinho para meu prazer e desejo.
Loucamente o abracei e me deixei ser jogado contra a cama, aquele corpo másculo, aquela pegada forte logo me jogou e subiu em cima de mim, sentia seu cheiro suave de sabonete e seus braços fortes, sua boca carnuda e umas pica enorme sinalizando que iria realmente dar gostoso.
Ele era meio estranho, machão, me pegava com força, me fazia sentir uma menininha a ser estuprada por um homem picudo de plantão, eu estava diante do irmão do meu amigo de escola, de um machão, de um cara gostoso que não beijava faz suas mãos fortes me fazia tremer na base.
Aquele homem,, aquele olhar e eu estava diante dele, em uma cama diante de uma chácara perdido ao meio do nada, prontinho para sentir tremer meu cuzinho, pronto para perder a inocência.
Aos braços daquele homem eu era dominado, logo minhas roupas foram saindo dando abertura para seus lábios me chupar tudinho, ele me fazia gemer com aquela língua gostosa que caminhava em direção do meu rabinho, e totalmente virado de bruços o sentia abrir meu rego com sua mão e meter gostoso aquela língua.
Era eu diante daquele macho que aos poucos me fazia gemer prazer, ele lambia meu rabinho que nesta altura piscava de desejo e de vontades ao sentir aquele lábio carnudo abrir passagem para meu desfrute.
Eu o sentia, ele era macho, tinha uma pegada forte e logo me fez gemer de prazer, um corpo gostoso, um olhar de homem e uma boca gostosa, ele se recusava em me beijar, mas não necessitava, pois seu corpo e sua beleza era total.
Sua rola grossa, fazia toda a diferença, seu olhar meigo e sua voz forte pediam para eu mamar gostoso o que eu fazia com muito gosto, totalmente deitado estava ele com aquela picona apontada para o alto e eu loucamente o sentia, aquela cabeça grossa, veias lindas e uma pica de macho de verdade, eu totalmente me deliciava com ele, e ele ao mesmo tempo gemia e me chamava de viadinho.
Eu jamais pensei que iria fazer aquilo, pois estava com uma pica atolada na boca que chegava à garganta, era uma delicia e eu me sentia realmente uma bicha, um viadinho novinho e ser descoberto e atolado por aquilo que jamais pensei receber.
Ele e aquele macho sentindo o que realmente um homem pode proporcionar para outro, jamais pensei que o pecado que as igrejas pregam fosse tão gostoso e realmente era, ter um pinto, uma rola, uma pica na boca e ser acariciado por mãos fortes era realmente delirante, um pecado gostoso.
Ele me colocava novamente ao seu domínio e eu naquela cama, naquela chácara totalmente de quatro na cama sendo mamado, e chupado pelo cuzinho, coisa gostosa e delirante, o sentia enfiando seus dedinhos, nossa estava indo ao delírio...
Eu um moleque, um garoto estava totalmente dominado na cama com um homem, estava sentindo pela primeira vez o prazer de um sexo entre dois machos, sentia um delirio gostoso, sentia ele enfiando lentamente seus dedinhos e gemia de dor e prazer, sentia meu cuzinho sendo aberto e chupado ao mesmo tempo.
Eu delirava, gemia e sentia o calor na pele e na alma, eu me sentia o menino mais sortudo e prazeroso do bairro, ele, aquele meninão me fazia tremer e gemer gostoso, porem ele me disse que iria me comer e eu com muito medo era acalmado com chupadas gostosas no ouvido.
Eu me deixava seduzir e estava quase pronto para ser comido pela primeira vez, ele gostosamente me acariciava e dizia que estaria fazendo gostoso e se doer ele iria parar e me respeitar, eu logo me encantava com aquele homem, ele logo conseguia fazer com que minhas pregas sejam abertas com muito carinho.
E totalmente pronto e depois de muito gel estava deliciosamente preparado para ser atolado, ele devagar me acaricia e com muito prazer em cima de mim apontava aquela rola grossa e grande, devagarzinho sentia aquela cabeçona abrir meu rego e deslizar vagarosamente meu cu, ele deslizava e a dor era muito ruim, parecia me rasgar todo, mas eu sedia a delicia do prazer diante daquele homem, diante daquele prazer.
Minhas pregas estavam se rompendo, a dor era maior de tudo, e eu gemia de dor, mas era totalmente seduzido pelos carinhos de Ricardo que se fazia mais do quem um trepador, ela uma pessoa gostosa.
Sua pica deslizava cada centímetro e meu rego estava totalmente aberto, gostosamente com sangue e com gel em uma mistura de deleite para Ricardo que neste momento já tinha toda sua rola dentro do meu rabo, esperou alguns minutos e soprou sobre meu ouvido que iria começar a fazer movimentos devagar e que eu iria gostar.
Eu respirava fundo e sentia gostosamente um vai e vem daquela rola bambear dentro de mim, suava forte e sentia-o meter devagar e gostosamente.
Era um vai e vem de dor e gemer, mas era bom, era gostoso sentir tudo aquilo dentro de mim, era gostoso amar aquele homem que pela primeira vez tirava minha inocência e logo me comia com força e prazer.
Ele beijava meu ouvido, lambia meu rosto e sua rola bombardeava meu rabo, ele com seu corpo forte totalmente em cima de mim, sentia a beleza e o tocar de suas bolas em mim, ele metia e começava a ficar mais forte.
Eu tremia e gostava daquilo, o sangue era substituído pelo prazer e as pregas era sinal de virgindade arrombada, era sinal de pureza gostosamente trepada.
Ele metia com força e me colocava de quatro na cama, segurava minhas ancas com sua mão forte e metia com força, gemia e gritava de prazer, eu também me sentia dominado, gozado e totalmente aberto por uma pica, por uma rola gostosa.
Gemia, gemia, gemia, gemia, de tanto gostar, de tanto se dominar, de tanto ser comido e fudido por um homem que antes era desconhecido, eu gostava e totalmente peladinho e de quatro era tomado por uma rola grossa dentro de mim.
Era uma delicia e em poucos tempos o sentia derramar seu leitinho quente dentro do meu rego, escorria gostosamente e o ouvia gritar de tanto prazer, sua pica parecia uma mangueira ligada de leite e eu parecia estar totalmente suado e aberto de tanto ser fudido.
Era gostoso, era uma delicia ver que uma rola tão bonita e grossa gozava dentro de mim e despejava um leite quentinho no meu rabo.
Ele logo me fez deitar e me acaricio meu cabelo, me fez sentir seu carinho e me agradeceu por proporcionar um momento de prazer, disse em meu ouvido que era nosso segredo e eu era agora a mulherzinha dele, eu com o ar totalmente abalado respondia que sim.
Ele então se levantou, me pegou pelos braços e me levou como uma putinha dominada para o chuveiro, me deu banho gostosamente, viu o arrombo que ele me deixou e ainda chupou meu cuzinho novamente totalmente aberto e vermelho de prazer, e eu logo o abracei e senti que ele, o Ricardo era mais que o irmão do meu melhor amigo de escola, era meu HOMEM, meu desejo, meu garoto, dono de mim e do meu rego, dono das minhas pregas perdidas.