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sábado, 7 de dezembro de 2019

Fui descabaçado pelo cunhado do meu tio

Eu sempre tive muito tesão por outros garotos, mas não tinha coragem e nem oportunidade de me revelar. Eu, na realidade, gostava de garotos e garotas. Um dia, meu tio ia levar sua família para passar uns dias no sítio da sogra, em uma cidade do interior de São Paulo, e eu fui convidado a ir junto com eles.
Chegando lá, fui apresentado para todos, inclusive um rapaz de uns 18 anos, irmão da minha tia. O seu nome era Lúcio. Ele era um cara simples, morador da roça, quieto e todo envergonhado. Ele morava sozinho numa casinha de barro e sapê, bem simples, ao lado da casa dos seus pais. Como eu era da mesma faixa etária que ele, me colocaram para dormir em sua casa, para eu ficar mais a vontade.
No primeiro dia, tudo foi meio esquisito, mas no final, fomos a um lago próximo para tomarmos banho antes do jantar e da hora de dormir. Isso bem antes de escurecer. Fomos eu e o Lúcio, pois os demais já tinham ido lá mais cedo. No local fiquei meio constrangido, mas tirei a roupa. O Lúcio também ficou, mas eu insisti e ele acabou tomando banho nu.
Eu não resisti, uma pica de uns 18 x 7 centímetros, linda! Confesso que quase caí de boca, mas me contive. Fomos tomar banho e inventei de atravessar o lago a nado, fazendo uma pequena disputa com o Lúcio. Ele topou e eu acabei perdendo três travessias, mas isso só ajudou a liberar a timidez do rapaz, então eu fui me encostando nele. Puxei a velha conversa sobre namorada, de ir em algum puteiro na cidade, e ele acabou se abrindo comigo.
Ele comentou que ia muito na zona e tinha até uma mulher que fazia mais barato pra ele por lá. Nessa ocasião vi o seu pau ficar duro, e deu pra imaginar o quão grande era, aí aproveitei e toquei na conversa de comer cu, e ele disse que ela não dava, mas que ele morria de vontade. Na hora me deu vontade de virar a bunda e pedir pra ele comer ali mesmo, mas tinha que criar um entrosamento primeiro.
Voltamos pra casa dele conversando ainda sobre sexo, sempre com mulheres. Colocamos roupas limpas e fomos jantar. Ficamos meia hora conversando com todos e nos retiramos para deitar, a casa dele era pequena, só tinha uma cama, e Lucio, bem solto comigo, perguntou se eu queria dormir com ele na cama, ou se queria que ele arrumasse uns panos para eu deitar no chão. A vontade que tive foi de falar que queria dormir embaixo dele, mas respondi que gostaria de dormir nos pés da cama. Na hora só pensei na madrugada, quando eu poderia passar a mão naquele pinto enorme, dependendo do tesão e do sono profundo dele.
Já deitados na cama, começamos a falar de sexo novamente, aí falei na cara dura:
-Vamos bater punheta!
Ele aceitou na hora, parece que já esperava por isso, aí começamos cada um a alisar a própria pica e eu acabei perguntando se as mulheres batiam punheta pra ele. Ele respondeu que não, eu insisti na conversa e comentei que não tinha coisa mais gostosa do que alguém bater uma punheta para o outro, e ele concordou comigo, respondendo que sabia disso.
Perguntei:
-Como você sabe?
Foi aí que ele me disse que no bairro do sítio onde ele mora, tinha um viadinho que de vez em quando aparecia por lá, batia punheta pra ele e depois dava o cuzinho. Isso foi a senha que eu precisava pra tomar iniciativa, então comentei que o pau dele era enorme, já fui pegando e acariciando, deixando ele sem qualquer reação, aí pensei que eu devo ter cara de viado e não percebo. Aproveitei, cai de boca e chupei muito aquele caralho. Como eu era virgem do cu, falei pra ele como deveríamos fazer. Ele sem cerimônia, pegou uma xícara com manteiga, lambuzou o pauzão e o meu cu e com paciência meteu e deixou meu cu todo estourado depois de transar comigo por mais de uma hora e me dar muito prazer.
Eu fazia de tudo para ele demorar para gozar, e quando o gozo foi chegando, eu pedi pra ele deixar eu beber sua porra e ele me deu. De madrugada acordei meio dolorido, fui ao quintal dar uma mijada, pois o banheiro era lá fora, e quando retornei para o quarto, ele estava acordado e de pau duro novamente. O safado mandou eu deitar no canto da parece e começou a me encoxar e esfregar seu pau no meio do meu cu, mas sem penetrar, aí eu me virei e apertei meu rosto contra o dele, comecei a beija-lo de língua, foi sensacional!
Ele ficou com tanto tesão que me comeu de novo. Já no dia seguinte, ele foi fazer as tarefas do sítio, que eram de sua responsabilidade, e eu fui acompanhar. Ficamos longe do pessoal por muito tempo, mas nada rolou, apenas conversamos sobre nossa noite e rimos muito. Fiquei lá por quatro dias e todos os dias, em várias ocasiões, rolou muito carinho, sexo, beijos, punhetas e tudo o mais. Eu e minha família fomos embora, e depois de uns quatro meses, ele apareceu na casa da irmã e pediu para me avisar.
Quando cheguei em casa minha mãe me deu o recado, fui a pé busca-lo, e o trouxe para dormir aqui em casa, onde ele passou oito dias. Daí em diante, voltei algumas vezes no sítio dele e ele veio muitas vezes para minha casa. Até hoje, passado muito tempo, a gente se encontra e fazemos sexo dois ou três dias sem parar, e eu acho que até hoje ninguém desconfia de nada, mas não tenho certeza.
Hoje ele está casado, tem três filhos e continua morando no sítio. Eu também me casei, tenho uma filha, trabalho como servidor público em um bom cargo de alto nível, mas nunca quero esquecer ou perder as chupadas que dei naquela pica maravilhosa que me iniciou a dar o cu.

Padrasto Gostoso

Eu sou o Kaique, tenho 22 anos e tenho um padrasto gostoso chamado Edson. Ele é o novo marido da minha mãe e tem somente 40 anos e é um tesão de macho, moreno, alto, parrudinho, é o cara do jeito que eu gosto Sempre tive o maior tesão por ele, desde o começo do casamento dos dois, mas claro que tentei abafar ao máximo esse desejo, pois não achava correto com minha mãe, mas com o passar do tempo ele começou a fazer uns joguinhos para provocar e eu não aguentei.
Ele já sabia que eu sou gay, minha família inteira sempre soube e sempre foram tranquilos com isso. Meu padrasto sempre fez brincadeiras e vários comentários de que se fosse gay ia querer um cara boa pinta como eu. Não me acho essas coca colas todas, mas eu me cuido, curto malhar de levinho e sempre faço questão de estar cheiroso e arrumado.
Como eu disse, com o tempo o Edson ficou mais descarado e logo senti que era pra me provocar. Eu chegava em casa da aula e ele tava sempre de cueca com o pau duro ou meia bomba. Em uma dessas ocasiões ele começou a conversar comigo enquanto agarrava o próprio pau. Confesso que meu cuzinho piscou, me dava muito tesão.
Nesse dia que ele tava pegando no pau, o safado estava sentado no sofá e me chamou. Tentei desviar os olhos daquele pauzão marcando na cueca mas não consegui, era demais pra resistir. Só sei que me deu vontade de cair de boca, mas me segurei nesse momento.
-Ei Kaique, sua mãe hoje vai sair com as amigas chatas dela e pensei em te chamar pra gente ver um filme e pedir uma pizza, o que você acha?
-Pow, acho show de bola! eu topo!
Marcamos de curtir muito aquela noite, minha mãe saiu, e quando fui tomar um banho pra pedir pizza e escolhermos o filme, entrei no chuveiro, me ensaboei todo mas antes coloquei o spotify pra tocar, como sempre gostei de fazer, por isso não percebi quando ele entrou no banheiro. De repente vi o Edson pelado com um sorriso sacana me perguntando se poderia se juntar a mim.
Nem digo o quanto fiquei nervoso nesse dia, eu tremi igual vara verde vendo o tamanho daquela rola. Fiquei pensando se ele ia querer só um boquete ou me comer, porque não sabia se iria aguentar aquilo tudo, com certeza ia me deixar todo arrombado sem prega pra contar história.
Assim que se juntou a mim no banho o Edson me fez virar de costas com as mãos apoiadas na parede e enquanto a água quentinha escorria por nossos corpos, ele começou a passar as mãos pelo meu corpo, beijar meu pescoço com um pouco de brutalidade e me apertar com suas mãos enormes e um pouco ásperas.
Instintivamente empinei a bunda quando ele agarrou com as duas mãos, abriu e começou a passar os dedos no meu cuzinho apertado. Eu senti meu cu se contrair todinho, eu tava desejando aquele homem gostoso dentro de mim. Assim que empinei ele me deu um tapa gostoso no bumbum, que me fez gemer. Logo ele me segurou pelo pescoço com uma das mãos, enquanto usava a outra pra encaixar seu pau dentro de mim bem devagar.
Foi difícil, a pica dele ia entrando e eu sentia uma dor absurda, mas apesar disso era uma sensação gostosa. Meu coração estava disparado. Ele continuou tentando, ia pouco a pouco metendo o pau, as vezes pedia pra ele parar porque tava doendo muito, aí ele bem carinhoso parava, me beijava gostoso e fazia de tudo pra me deixar o mais relaxado possível.
-Ai Edson, não vou aguentar esse pau todo!
-Calma, vai aguentar sim, vou meter devagar e você vai ver que logo vai ficar gostoso.
Ele tentou mais uma vez, colocou e entrou todinha. Nossa! parecia que meu cu tava rasgando, mas quando ele começou a bombar eu fiquei louco. Aos poucos fui relaxando no seu pau e comecei a rebolar enquanto ele me beijava e me segurava forte pelo pescoço. Ele socou tão forte que fazia um barulho bem alto dos nossos corpos em atrito, e isso excitava muito nós dois.
-Sempre quis comer esse cuzinho, sabia? não imaginei que fosse tão gostoso! Olha como ele aperta meu pau…
-Você é bem safado, pode comer gostoso meu cuzinho, que tesão!
Ele queria que eu abrisse mais meu cu, fiquei de quatro no chão do banheiro e ele começou a socar com mais força, o safado chegou a tirar sangue de tanto que me fodeu, mas eu não queria parar, ficamos um tempão assim só na metelança, até que ele me disse que ia gozar, colocou o pau pra fora do meu rabo e depois de dar uma lavadinha disse que queria sentir a boca do viadinho dele mamando naquele cacete.
Sem pensar duas vezes cai de boca, fiquei salivando pelo seu pauzão gostoso, lambia a cabecinha e o saco e engolia tudo como se fosse a fruta mais saborosa que eu já havia provado na vida, e realmente era, naquele momento não tinha nada que eu queria mais do que chupar aquele pau.
-Como você chupa gostoso putinho! já deve ter chupado muita pica né? mas agora você vai chupar só a do teu macho aqui.
-Com uma pica gostosa dessas vou querer chupar todo dia!
E assim fui chupando gostoso, até que ele avisou que ia gozar e era pra eu abrir bem a boca porque ele queria me ver engolindo seu leitinho quente, e assim eu fiz. Dei uma chupada gostosa até sentir a porra quente dele escorrendo pela minha garganta. Engoli tudinho, foi uma delícia! Não deixei uma gota de porra pra contar história.
Esse foi o início do nosso caso, sabemos que é errado mas a gente não consegue parar, e o fato de ser algo proibido torna tudo muito mais gostoso, fazer o que, não é?

Primo Gostoso

Olá, me chamo César (nome fictício) tenho 44 anos, 1,69 de altura, pratico academia a 3 anos, me considero hétero, gosto de ir em festas, saio com mulheres, enfim; mas uma brincadeira do passado mexe comigo até hoje, então vamos ao que interessa, meu conto erótico gay….
Tudo começa aos meus 18 anos, meus avós moravam em uma cidade pequena e sempre aos finais de semana meus páis iam pra lá. Tinha muitos amigos, mais um deles era bem especial, João, um pouco maior que eu, embora fôssemos da mesma idade; no fundo de seu quintal, que era bem grande, havia uma casa antiga que pertencia a seus avós, onde não morava mais ninguém; brincávamos muito, mais um dia resolvemos brincar de médico, e foi alí naquela casinha que começamos nossas “brincadeiras”…
João tinha umas 2 revistas pornôs antigas ( na época não existia o xvideos ), daquelas boas, éramos novos e não sabíamos muito coisa, ficávamos sem shorts e sem cueca, vendo, foleando aquelas revistas com os pênis bem durinhos…
Eu examinava João e depois ele me examinava, como um médico mesmo, e era muito bom, sempre de olho se ninguém estava vindo. Com o tempo fomos melhorando nossa brincadeira, e assim começamos a nos masturbar um ao outro, João tinha o PAU maior que o meu e eu adorava pegar nele, até que um dia resolvemos brincar de verdade, aí que começava o famoso troca troca, não chegava nem entrar o PAU, mas ficávamos cutucando o cuzinho um do outro, e era maravilhoso, eu me virava pra ele abria minha bundinha depois ele virava para mim, um pouquinho cada um, mas confesso que gostava mais quando ele me pegava. E assim foi por uns 2 anos, com 21 anos paramos um pouco com nossa brincadeiras….Enfim, mas desde o inicio era um segredinho nosso, sempre ficou entre nós.
Até que um tempo depois… estávamos conversando no casa de meu avô e tocamos no assunto, resolvendo assim voltar naquela casinha tão gostosa, tiramos as roupas e nossos corpos ja estavam diferentes ….
João estava com um PAU lindo, como sempre bem maior que o meu; começamos a tocar uma punheta, eu já estava doido pra sentir aquele PAU no meu cuzinho, virei pra ele e João não pensou duas vezes, percebi que ele já estava mais espertinho, cuspiu no meu cuzinho e no PAU dele e tentou me penetrar,tentava, tentava, até que uma hora entrou um pouquinho…..falava pra ir devagarzinho, ficávamos em pé e ele me pegava por traz, entrava só a cabecinha, saia, entrava, mas aquilo era uma delícia, parávamos pra ver se não vinha ninguém e voltávamos com a brincadeira, eu já nem queria tentar penetrar ele, só queria receber; desde então nunca tínhamos chupado o PAU um do outro, sempre brincávamos um pouco e depois batia uma punheta para ele, eu adora aquele PAU, não tirava o olho dele, e por uns 2 meses todos os finais de semana a gente brincava um pouco…
O tempo passou, muitas coisas mudaram, João começa a namorar, eu começo a sair, nos afastamos um pouco. Até que depois de um tempo, começo a lembrar de nossas brincadeiras, lembrar o que fazia de tão gostoso naquela casinha, me masturbava pensando naquilo, imaginava transando com ele numa cama, pesquisava por vídeos gays, ficava com muito tesão vendo homens trasando e começo a ter o desejo de “brincar” com João novamente, até então só transava com mulher….
Resolvo tomar uma atitude e procuro o contato dele, entro no facebook, puxo converso com ele até que peço seu whatsapp, papo daqui, papo daqui, começo a lembrar ele do nosso segredinho, ele acha engraçado de primeiro momento e já penso que nunca mais vou ter chance com ele novamente; conversa vai conversa vem proponho de fazer algo e nos encontrar, me preparo, ja penso logo em dar pra ele. Até que marcamos, fui até a cidade dele de carro, ficava bem perto da minha, era uma quinta feira 5 horas da tarde, João entra no carro e saímos, meio tímidos no carro, conversamos sobre mulher, futebol,entre outros assuntos; logo eu lembro sobre nosso segredinho, aí a conversa começa a ficar diferente, proponho de irmos no motel, um bem simples que ali tinha, quando entramos no motel percebi que nossa brincadeira ia ficar bem mais gostosa….
Chegamos no quarto, João já foi logo colocando um pornô na TV, tiramos as roupas, ele estava lindo, cabelos pretos, forte, meio queimado do sol, o PAU como sempre uma perfeição, todo lisinho; eu nunca tinha chupado um PAU, mas a vontade era tanta no PAU dele, estava com tanto vontade que alí mesmo ele de Pé me ajoelhei e fui de boca naquele PAU, nossa que delícia, ele gemia gostoso…
até que ele se deita na cama e me manda mamar novamente, chupei gostoso, passava a linha no cu, passava pelo seu saco, ai até a cabeça daquele PAU maravilhoso e engolia tudo até o talo….
Uma hora não aguentei, estava com o meu cuzinho piscando, disse pra ele me comer, fiquei tipo 69 por cima dele, falei pra pegar o lubrificantes no criado mudo, disse para preparar o meu cuzinho bem gostoso e foi o que ele fez, passou lubrificante, colocou um dedo, depois o outro, que delícia, até ai eu estava gemendo bem gostoso; uma hora não aguentei e peço pra ele me comer, fiquei de 4, falei para ele vir com calma, a hora que encostou a cabeça bem no meu anelzinho, eu delirei, forçou, tirou um pouco, colocou novamente, foi metendo, doía um pouco mas fui relaxando, até que entrou tudo, que sensação ótima, parecia que era aquilo que precisava, aos poucos foi metendo e metendo, gemendo gostoso, ficamos uns 10 minutos assim, até que eu falo pra ele me pegar de frango assado, deito na cama abro bem as perninhas ele chega por cima e mete com vontade aquele PAU, começo a me masturbar enquanto ele soca, de repende ele goza dentro do meu cu, sinto aquele leitinho quentinho bem gostoso, logo em seguida eu gozo com o PAU dele dentro de mim ainda, uma sensação que nunca tinha sentido, uma loucura.
Deitamos na cama suados, mas ainda com gostinho de quero mais, fomos para o chuveiro, nos lavamos e logo não aguento e caio de boca naquela PAU novamente começo a mamar e mamar, João desliga a água do chuveiro, nos secamos, pego ele pelo PAU e levo pra cama novamente, ele se deita e começamos um 69 maravilhoso, ele lambe meu cuzinho, chego a delirar de prazer, eu não aguento e sento bem gostoso na vara dele, fico de frente pego seu instrumento e coloco bem gostoso, cavalgo bastante, ai ele me pede pra me comer de ladinho, e que delícia, deito de ladinho e ele vem com sua vara e soca gostoso até gozar novamente. Deitamos na cama, tomamos um banho e fomos embora.
Era que eu precisava, depois dessa vez repetimos a dose na semana seguinte, e foi ainda mais gostoso, metemos em várias posições, me comeu em uma cadeira erótica, foi uma delícia, no final pedi pra ele gozar na minha boca.
Nos consideramos héteros, atualmente saímos bastante, transamos com mulheres, ele na cidade dele e eu na minha, mas o desejo de trepar com ele nunca sai da minha cabeça.

Banho com Papai

Essa experiência que vou contar pra vcs aconteceu há uns anos atrás….
Certo dia, minha mãe saiu para fazer compras com minha irmã. Ficamos em casa papai e eu. Papai é um lindo homem, não muito alto, tem 1,70m, 40 e poucos anos, corpo fofinho, não muito malhado, olhos castanhos, calvo, sem barba, pele lisinha e muito cheiroso. Sempre achei meu pai bem atraente, carinhoso, querido, comigo, com a mamãe e com minha irmã.
Estava muito quente, e papai disse que iria tomar um banho. Nunca tivemos segredos, sempre deixávamos a porta aberta, e íamos no banheiro quando outro estava tomando banho, embora nunca tivesse visto ou reparado o corpo de papai, embora curioso.
Papai recém havia começado o banho e estava a se molhar ainda,…perguntei se ele se importava de que entrasse no banheiro, e ele logo disse, sem problemas, …quantas vezes já entrou, o que está havendo meu filho? Respondi nada.
Começamos a conversar enquanto ele se molhava,…ele perguntou a respeito das garotas, disse que estava tudo bem, e confesso que sempre fui apaixonado por corpos femininos, me encantava o corpo de minha mãe e de minha irmã…ambas lindas mulheres, baixinhas, cheirosas, de bumbuns e seios empinados, durinhos e mamilos bem rosadinhos, sempre lisinhas…mas isso fica para outra ocasião.
Ele perguntou se precisava de algo,…e eu só comentei que estava com calor e vontade de tomar um banho,…e ele falou aproveita e vem pro banho, sem nenhuma malícia, e eu até falei mas papai, faz anos que não tomamos banho juntos,…e ele logo riu, você está estranho hoje, adoraria te ajudar filho,…e continuou, você sabe que nunca tivemos segredos, quantas vezes já vimos uns aos outros nus aqui em casa, tô careca de ter visto tua mãe, tua irmã e até você,….rimos um pouco,…é verdade, papai sempre foi muito tranquilo e pra frente, liberal nesse ponto.
Embora confesso que fazia tempo que não contemplava o corpo nu de papai, até porque sabia que o que queria era mulher, sempre achei errado relacionamento entre homens e nunca tive nem curiosidade.
Resolvi me despir e ir pra baixo do chuveiro, junto a meu pai,…Conversávamos sobre vários assuntos, sobre como gostava das meninas,…e ele dizia o quanto amava a mamãe e era feliz com nossa família, que tinha filhos lindos,…que admirava muito minha irmã e eu,…papai estava de costas pra mim, fiquei admirando seu dorso, a água correndo por sobre aquela bunda lisinha,…papai me pediu para ajuda-lo a ensaboar as costas, e eu logo me comprometi a ajuda-lo.
Sentia uma gostosa sensação de esfregar as costas de papai, e logo fui tomado por uma sensação estranha, e comecei a ficar com meu membro duro e ereto, fiquei envergonhado, pois sem querer ele encostou nas nádegas de papai, que logo brincando disse, que isso, mira essa coisa pra lá, estou desarmado aqui…rimos…
Pediu para ensaboar minhas costas em retribuição,…eu concordei, Me virei, enquanto ele pegava o sabonete, e de canto de olho, pude notar admirado seu membro, forte, duro, vigoroso, não muito grande, normal para o padrão, devia ter uns 15 cms, ele cuidava pra não encostar em mim,…suas mãos fortes e gentis deslizavam suavemente, como uma gostosa massagem, me senti relaxado, confortado, de repente papai deu um tapa na minha bunda e disse terminei, sorrindo, e eu falei mas já…e ele disse se quiser continuo, eu assenti,…então ele ensaboou suas mãos e perguntou se podia continuar me lavando, e eu concordei, ele ensaboava minhas nádegas, afastou-as um pouco, passou o dedo sobre meu ânus, senti um arrepio, até gostoso, desceu até embaixo nas minhas pernas, voltando, e segurando entre minhas pernas, no que disse, nossa filhão, teu pinto já está tão grande assim,…
quase tamanho do papai, confesso que meu pênis era quase do mesmo tamanho do papai, um pouco mais fino e menor…já está um belo homem.
Nossa, sentia calafrios e arrepios dele lavando meu pênis em uma gostosa massagem, puxou delicadamente a pele que cobria a cabecinha do meu pênis, limpando em volta, e deslizava suas mãos até a base, e voltava,…não aguentava mais de prazer, e fui afastando minhas pernas e pedindo para papai chegar mais próximo, e papai disse que talvez não deveríamos, e eu disse que pensava assim até aquele dia, mas que estava tomado de desejo, e estiquei a mão para trás, segurando seu pênis, e fazendo carinho, assim como papai fazia ao lavar o meu,…notei o pau de papai latejando de tão duro, e disse acho que você também está gostando papai, é só ver ele durinho que nem pedra,…
não precisa se segurar mais, sempre sentia aversão a homens se relacionando, mas vejo que não há nada demais, desde que seja com consentimento e prazer….e parece ser normal e gostoso, quero provar, se você também quiser papai, então papai falou que também queria, que queria me ver de sua mulherzinha e depois de seu machinho,…sorri e me virei beijando papai.
Ele também sorriu. Me abaixei e abocanhei aquele pinto duro, e comecei a chupar ele primeiro sugando forte, depois comecei a lamber da base até a pontinha como já havia espiado mamãe fazer, notei papai tremer, aquele baita homem estava tendo calafrios de seu filhinho, me senti orgulhoso, perguntei tá gostando, e papai disse que nunca pensou ser tão bom…que parecia muito com a mamãe…então disse quero fazer mais que isso, mas seja gentil, já que é minha primeira vez papai, me levantei, virei de costas, afastando as nádegas, e pedi, papai me faça de tua putinha, me come, enfia essa vara quente e dura no meu buraco,…no que papai aproveitou para primeiro ensaboar bem minha rodinha, enxaguou, desceu beijando e chupando um pouco, enfiou um dedo primeiro devagar, e perguntando se estava bem,…disse que doía um pouco, e ele disse que já passaria a dor,…então ensaboou um pouco mais, e logo foi penetrando o segundo, e se levantou, beijando-me no pescoço, e disse, está na hora de provar meu filhinho sendo homem, ou melhor minha mulherzinha,…e começou tirando os dedos a esfregar seu pênis em meu bumbum, sentia a cabecinha roçando o ânus e empurrando devagar,…
ele perguntou tem certeza, depois não tem volta, e eu disse pode fazer com carinho papai, pois enfim, sou metade você e metade a mamãe, …então ele começou a enfiar, e embora normal, parecia que seu membro aumentava ainda mais dentro do meu rabo,…doeu um pouco, mas o beijo gostoso de língua do papai me fez esquecer a dor, enquanto era cada vez mais enrabado por ele, que pau duro e gostoso que me rasgava contra a parede,…até entrar até o talo, papai me pegou no colo, me invertendo, e começou a fazer ritmando um vai vem, me erguendo pelo bumbum e socando forte,…
a dor começou a virar prazer, parecia que gozava pela bunda,…até papai largar seus jatos de esperma, toda aquela porra dentro de mim,…e disse que cu mais gostoso meu filhinho, nunca tive esse prazer com tua mãe,…parecíamos dois animais, então papai pegou meu pênis e começou a bater uma, socando um pouco mais, enquanto sentia seu pau amolecendo e saindo aos poucos do meu bumbum melecado.
Ele então se ajoelhou e disse agora, minha vez de ser tua fêmea filhinho, deixa eu ver meu machinho em ação,…e logo depois desceu e começou a me mamar,…que chupeta maravilhosa, minha cabecinha latejava dura, papai sabia chupar muito bem, alternando sugadas firmes com lambidas vigorosas, do saco até a cabecinha e de volta ao saco, quando estava muito duro, papai pediu para me acalmar,…
senão não ia aproveitar muito, parou de mamar, esfregou um pouco mais meu pinto, e se virou, ensaboando bem seu rabo, abriu as pernas e disse vamos lá filhão, tua vez, me dá o prazer que papai te deu, me enche de orgulho e de teu leitinho, agora aqui não é teu papai, é tua putinha,…não me segurei e fui logo socando, papai deu um gritinho, pois acho que fui muito rápido socando tudo firme, e então ele disse um pouco mais devagar,…e fui fazendo um vaivém olhando sua rodinha piscar a cada estocada, …
papai foi regulando meus movimentos,…e logo seu pênis estava bombando duro de novo, e eu metia cada vez mais fundo,…então papai pediu me para sentar e veio por cima, até estar com meu pinto enterrado até o talo no seu rabo,…papai segurou ele lá dentro até que não aguentei e derramei toda minha porra quente dentro dele, e ele disse que sensação maravilhosa filho, devemos repetir mais vezes, levantando enquanto seu buraquinho piscava escorrendo minha porra pelas pernas…
sorrimos, nos abraçamos, e falei papai, espera quero dar mais um presente pra ti,…peguei firme naquele pinto duro, dei uma boa limpada, ensaboando bem, e abocanhei ele de novo, mamando mais forte, no que disse, papai, agora não quero leitinho dentro, quero leitinho quentinho pra beber, e fui mamando, sem parar, até que papai sem se segurar e aguentar me derramou muito leitinho na boca, e engoli, que leitinho gostoso, docinho.
Nos banhamos e prometemos que teríamos mais aventuras, incluso com mamãe e com a mana,…assim que voltaram das compras elas olharam pra nós, mais unidos e felizes, e comentaram o que havia acontecido enquanto estavam fora,…dizemos que nada demais, só uma boa conversa entre homens.

sábado, 2 de novembro de 2019

Encontro inesquecível com casal gay

Tudo começou numa madrugada de sexta-feira, estava entendiado, sem rolê programado… decidi então entrar no site de bate papo para ver se poderia ter alguma aventura gostosa para a madrugada.
Logo encontrei um casal gay e começamos a conversar, o mais velho tinha 60 (adoro coroas..rs) e o mais novo 30.
Marcamos e fui ao encontro dos dois em sua casa. Estava pulsando de tesão, a cada rua que virava e chegava mais perto, eu afofava meu pau que já estava duro igual pedra…
Chegando, fui recepcionado pelo mais velho, Pedro, passamos pela garagem e quando entrei na sala me deparo com Caio, o mais novo, todo peladão no sofá batendo uma leve punheta e esperando pelo “jantar” rs. Aquilo me encheu de tesão! Pedro fechou a porta e me disse:
— Fique à vontade!
— Não precisa pedir duas vezes. Respondi tirando minha roupa rapidamente.
Caio levantou do sofá, sem hesitar, pegou no meu pau e me deu um baita beijo gostoso e molhado. Pedro começou a me beijar por trás e apertar minha bunda deliciosamente.
Pedro então foi abaixando, apoiou uma de minhas pernas no banquinho da sala e me tascou um beijo grego que quase me fez gozar!
Eu não tinha experimentado um beijo grego até então, aquilo me encheu de tesão de uma forma que nunca imaginei. Ficamos nisso por alguns minutos, Caio me enchendo de beijos molhados e o Sr. Pedro fazendo um trabalho delicioso no meu cuzinho.
Foi quando decidi agachar (com o tamanho tesão que estava) e disse aos dois “me deem esses seus paus, deixem o novinho mamar gostoso (na época tinha 21). Que delícia! dava uma mamada em cada pau, alternando freneticamente, enquanto via os dois se beijando e ficando com cada vez mais tesão.
O Sr. Pedro então decidiu que era hora de irmos pra cama. Caio foi na frente, deitou de frente e pediu para que eu o chupasse um pouco mais, me posicionei de quatro e comecei a mamá-lo. O Sr.Pedro, percebendo a brecha, tratou de me dar um outro beijo grego… eu parecia uma putinha em meio a dois machos, gemia e rebolava minha bunda.
Enquanto ainda chupava Caio, Sr. Pedro começou a enfiar seu pau (não era grande, mas grosso) em mim. Eu gemi ainda mais forte de tesão.
Caio pediu pra meter em mim um pouco também, deitei na cama, com a bundinha empinada e ele começou a socar no meu cu, delícia!
Com o rosto virado pro lado, o Sr. Pedro foi aproximado o pau e comecei a engoli-lo. Que tesão, que noite! Aquela vara no meu cu socando sem parar e aquela pica coroa entrando e saindo da minha boca.
Caio saiu de mim, fiquei de joelhos e comecei a bater uma para os dois, Sr. Pedro e Caio trocavam beijos enquanto eu fazia o serviço. Por fim, quando os dois estavam para gozar, posicionei minha boca pra receber toda aquela porra que estava por vir, Sr. Pedro gozou primeiro, que leitinho quente!
Caio veio logo em seguida. Segurei toda aquele leite na minha boca e trocamos um beijo a três todo lambuzado e quente…acabei gozando só de fazer isso.
No final da madrugada, tomamos um banho juntos, trocamos mais uns beijos e voltei pra casa, já combinando com os dois quando seria nossa próxima aventura!
Espero que tenham gostado deste meu conto e em breve voltarei com mais!

domingo, 23 de dezembro de 2018

Primo Hétero me fudeu no escuro

Esse caso aconteceu comigo por volta dos 14 ou 15 anos, lá pelo ano de 2007. Não tenho experiência em relatar minhas situações eróticas, então vou procurar ser bem descritivo. Moro em Fortaleza e na época aconteceu quando eu ainda morava no interior.
Me chamo Bruno e naquela idade eu ainda não me preocupava com beleza ou essas coisas típicas da adolescência. Na época eu era entre magro e um pouco gordinho, tinha em torno de 1,68m e pele branco-amarelada. Filho único, mãe sempre me dava aquela superproteção. Sempre tive certeza do que gostava, dos meninos, e principalmente das picas dos meninos. Vocês sabem de toda essa história, tomar banho junto com os primos, reparar em tudo e gostar, foi isso mesmo.
Meu primo mais velho, Rafael, na época tinha 23 anos e o resto dos primos entre 11 e 15 anos. Ele sempre contava várias histórias pra gente, heterossexuais, claro, inclusive foi ele quem nos ensinou o que era masturbação.
Meu primo Rafael me chamava muito a atenção. Adorava tomar banho com ele e quando os primos estavam reunidos e tomando banho (o banheiro da casa da minha tia era grande e só tinha um) ele sempre deixava a gente de pau duro com as histórias. Eu ficava excitado em ver ele de pau duro. Ele era alto, magro, mas dava pra ver os músculos desenhados. A pele mais clara que a minha e tinha partes do corpo mais escuras por causa do sol. Tinha uns pelos pretos no meio do peito e na barriga, espalhados e se encontrando com os pentelhos do pau dele, também tinha nas pernas e na bunda.
Nossa, e o pau dele... me hipnotizava. Bem maior do que o dos meus primos, até por ele ser mais velho. Era mais escuro que o resto da pele dele, moreno claro, grosso, cabeça corada e mais grossa que o resto do pau. E era um pouco direcionado pra esquerda, um pouco torto, mas não tanto, não dava pra perceber, acho que notei isso por conta da minha fascinação por aquele pau. Nunca chutei o tamanho em centímetros, até porque na minha idade eu não tinha noção do que era um pau grande, só sei que era grande entre todos os meus primos, mas chutando, devia ter uns 19cm. E o pau dele dava umas balançadinhas, que caralho, uma delícia, tinha bastante pentelho também, misturando com os das coxas, que depois ele me ensinou a aparar com tesoura. Qualquer dúvida que meus primos tinham, perguntavam pra ele.
Em uma das vezes que ele ensinou a todos os primos a se masturbar, eu não entendia e achava sem graça ficar fazendo aquilo no meu pau, só depois percebi que provocava tesão. Ele bateu uma pra mim, me mostrando como era, queria fazer o mesmo com ele, mas acabei ficando com vergonha, todos os primos olhando e tal.
Acabei enrolando de mais com essa história da punheta. Voltando lá pra 2007, a fase de todo mundo ficar pelado já tinha acabado, até porque todos entravam na puberdade ou já estavam nela ou tinham vergonha de ficar pelados, não sei, era mais difícil tomar banho junto com meu primo.
Ia ter uma festa na cidade, com bandas e tal, e geralmente em interior isso acaba sendo um evento, todos vão. Eu fui também, e claro, todo o resto da família. Meu primo Rafael já namorava com uma menina lá que eu conhecia. Até gostava dela, mas eles sempre viviam brigando e nesse dia da festa estavam brigados, assim ele teve que ir sozinho, acabou bebendo e tudo mais. No final da festa era aquela coisa de quem ia dormir na casa de quem e eu acabei indo dormir na casa de uma amiga da minha mãe, com mais outras pessoas, meu primo Rafael e mais duas tias.
A casa da amiga da minha mãe era daquelas antigas, cheia de entradas e quartos escondidos. Minhas tias ficaram em um quarto que era grande e lá no final dele tinha outro quarto também grande e escuro. Tinha uma cama de casal e umas estantes velhas. Dormi com meu primo na cama de casal.
Não lembro bem que horas foi todo mundo dormir, mas era lá pelas 4h da manhã. Tava tudo muito escuro e eu não conseguia dormir. Não conseguia porque eu não parava de pensar no meu primo que dormia do lado, tinha que aproveitar pra pegar nele, isso lógico que passou pela minha cabeça.
Esperei alguns minutos até que ele adormecesse. Tudo passava pela minha cabeça, sentia muito tesão e eu tinha uns calafrios estranhos, parecia que estava com frio, não entendia que porra era aquela.
Depois de um tempo e com muito medo fui tentando apalpar meu primo e não conseguia distinguir o que tava apalpando. Com ajuda do meu celular iluminei rapidamente e vi que ele tava de bruços e eu estava alisando a bunda dele. Fiquei com ódio, não tinha como pegar no pau dele naquele jeito. Me contentei em só ficar pertinho dele e sentir o cheiro, nossa, até aquilo me deixava excitado.
Depois me acostumei com a situação. Alisava a bunda dele por cima da calça e devagar fui colocando a mão dentro dela. Como ele era magro e não usava cinto, a calça ficava elevada e era muito fácil de colocar a mão, só tive cuidado pra levantar o elástico da cueca dele e colocar a mão lá dentro. Senti a bunda peluda dele, fiquei com um pouco de nojo no início, mas mesmo assim era gostoso. Meu pau trincava e eu tentava não acordar ele com os meus calafrios. Fiquei um tempo alisando a bunda dele e batendo punheta, mas começou a ficar sem graça, tinha que pegar naquele pau.
Tive que pensar em como ia fazer pra ele virar, então fui colocando minha mão por debaixo do corpo dele. Minha ideia era que eu pelo menos conseguisse sentir o volume dele na minha mão contra o colchão.
Quando eu fiz isso ele virou rapidamente, eu tive que ser rápido, fingi que dormia, ele ressonou e virou de barriga pra cima. Quase morri de susto, então por segurança esperei mais uns minutos. Usei o celular de novo e vi ele na posição perfeita, de barriga pra cima. Devagar fui levantando a blusa dele e voltei a me punhetar enquanto alisava a barriga batida e peluda. Deslizei a mão e entrou fácil fácil na calça. Alisei o volume dele por cima da cueca, nossa, que delícia, tive mais calafrios com isso. Procurei me controlar, o pau dele tava mole ainda.
Depois fiz a mesma coisa quando alisei a bunda, com a mão subi o elástico da cueca dele e fui colocando a ponta dos dedos devagar. Era mais peludo que a bunda, os pentelhos dele eram grossos e grandes. Me vinha na cabeça a imagem da rola dele dura, os pentelhos cheios de espuma de sabão e parte do pau também, e dava aquelas balançadinhas, contraindo, alguma coisa parecida. Nos banhos notei que ele tinha duas cicatrizes na região dos pentelhos, ele disse que foi uma cirurgia. Deve ser por isso que ele deixa aqueles pentelhos grandes. Mas apesar de tudo era gostoso pegar ali, desci mais com a mão, tomando cuidado pra que ele não acordasse e senti o pau quente e mole, grossinho ainda e a pele mole e quente, muito quente.
Fiquei um tempo naquilo, me acabando na punheta e parando quando sentia que ia gozar. Deitado de barriga pra cima com uma das mãos no pau dele e a outra me punhetando. Alguns minutos depois eu notei que ele já sabia o que tava acontecendo porque ele já sempre deixava os braços longe e a respiração tinha mudado. Não demorou pra que o pau dele ficasse duro, caralho, impagável sentir um cacete endurecendo na sua mão. Continuei punhetando com as duas mãos, uma no meu e outra no dele. Minha mão não fechava no pau dele e era quente, dava uns espasmos, pulsando, e a cabeça meladinha.
De repente me deu um medo de, sei lá, alguém descobrir aquilo tudo, ou ele contar, então guardei o pau dele na cueca ainda duro e voltei pro meu lado fingindo que dormia. Fiquei em pensamentos, se voltava ou não, pensava nas consequências, me odiava por ter parado.
Depois de alguns minutos eu senti ele se aproximando aos poucos e fiquei nervoso, ele parecia fingir que dormia fazendo movimentos involuntários de quando a gente ta dormindo e se mexe. Não demorou pra ele ta com uma perna por cima de mim. Não aguentei, já tinha feito a porra toda, empinei minha bunda e me encaixei no corpo dele. Ele desabotoou a calça e abaixou junto com a cueca, liberando só o pau. Depois foi puxando a minha bermuda, não deixei e deslizei na cama, puxando mais a calça dele e ficando de quatro ali entre as pernas dele, afastando elas. Tinha que chupar aquele pau. Já sabia o que fazer, desde menor um dos meus primos me comia direto e eu chupava ele, já sabia muito bem o que era tudo aquilo.
Comecei a chupar ele, tudo isso no escuro, era melhor pra mim porque se fosse no claro, acho que não ia conseguir ficar olhando pra ele, o escuro ajudava. Super diferente chupar o pau dele comparado com o do meu outro primo Jorge, já que o do outro era da minha idade e tinha o pau muito menor. O pau do Rafael era grosso, cabia na minha boca, e encaixava a cabeça no céu dela. Apesar de ser gostoso, chupar cansa, principalmente se o pau é grosso, e como eu tinha aparelho na época, chupava mais devagar. Me concentrava na cabeça do pau dele, meladinha e descia pelos lados com a língua. Ele ficava quieto, poucas vezes pegava na minha cabeça, e sempre era pra forçar o pau na minha garganta. Só conseguia metade. No escuro só havia os barulhinhos da chupação. Eu me achava, imaginava que a namorada dele não fazia isso, sei lá, na época era tabu. Parei pra chupar o saco, as duas bolas, era meio estranho sentir aqueles pelos na boca. Voltei pro pau e chupei por uns 10 minutos, por aí, minha boca já tava cansada. Abaixei a minha bermuda e voltei pra outra posição, onde ele me cercou na beirada na cama. Ele sempre calado, mas eu não queria que ele falasse, ia sentir vergonha, sei lá. Ele me colocou de bruços e montou em cima, a calça dele já tava nos pés. Acho que ele não tinha experiência, tanto que foi metendo o pau de uma vez, quase morro de dor, mas não entrou de uma vez, meu cu deve ter fechado, o que doeu foi a força da cabeça nas pregas. Com a dor gemi baixo pra não acordar as tias do outro quarto e afastei a bunda do pau dele, acho que isso deve ter alertado ele.
Ele foi metendo devagar, mas não era tão devagar assim, tive que fazer força pra deixar meu cuzinho relaxado e o pau foi deslizando. O pau ainda tava melado da minha saliva e foi entrando gelado, doeu pra caralho, achei que ia me rasgar todinho. Depois que entrou a cabeça comecei a apertar meu cu no pau dele, ardia tanto que só amenizava quando eu contraía o cu, nem tinha culpa, mas aliás, eles gostam disso né.
Quando os pentelhos dele encostaram na minha bunda ele já foi entrando e saindo com o pau. Com o pau do Jorge não sentia tanta dor, mas com o do Rafael tava quase insuportável. Continuei com a bunda contraída, fugindo do pau dele, tava doendo demais. Depois de um tempo é que melhorou e aquela sensação de alargamento sumiu.
Nisso tudo eu gemia com aquela dor e aquilo já tava me suando, me abafando, até porque tive que gemer no travesseiro pra ninguém escutar, resultava em um gemido baixo e abafado. Meu primo não falava nada, metia na minha bunda ainda devagar e foi aumentando a velocidade quando levantei o traseiro. Nossa, essa sensação de dar, é tipo, você deseja que entre até o talo, por isso eu levantei a bunda o máximo que podia. Juntei as pernas e deixei a bunda empinada, nossa, e como ele gostava, sem brincadeira, tava me sentindo realizado ali embaixo levando ferro.
Ele socava com força e rápido, depois diminuía a velocidade e ainda rebolava o quadril, os pentelhos arranhavam minha bunda e só assim sentia quando o pau dele tava todo encapado dentro de mim. Só ouvia a respiração dele no meu pescoço. O saco dele pulando e batendo, às vezes ele parava quando fazia muito barulho. Meu cuzinho tava ensopado, pregado, alguma coisa assim, melado, não sei dizer, mas fazia uns barulhinhos estranhos, estralados, era uma delícia ouvir isso.
Depois de uns minutinhos ele me puxou de lado e eu juntei as pernas, empinando a bunda e colocando os joelhos mais perto de mim. Ele metia mais rápido agora, o saco não batia tanto em mim, até que ele levantou um pouco a perna. Continuei gemendo e respirando ofegante, as vezes só a minha respiração parecia um gemido.
Não demorou pra ele gozar. Ardeu pra caralho também, meu cuzinho tava lotado de porra, escorreu pelas minhas pernas, acho que nossa sorte era que a gente dormia em cima do colchão, senão tinha melado tudo e marcado.
Meu primo continuou metendo até ir parando e depois tirou o pau, puxou a calça e foi se vestindo de novo. Me vesti também pra aproveitar o barulho que ele fazia. Ele voltou a dormir, ou fingir, sei lá.
Não consegui mais dormir. Minha cueca tava melada, meu cuzinho latejando, parecia que ainda sentia ele metendo. No outro dia ele me tratou super natural, como se nada tivesse acontecido. Não gozei naquela noite, mas passei o dia inteiro com o cu ainda latejando e doído, isso resultou em várias punhetas.
Ainda teve outras coisas com esse meu primo Rafael, mas uma próxima vez eu posso contar. Espero que tenham entendido da maneira que detalhei, beijos.