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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Meu pai me flagrou batendo punheta e me comeu
Sempre costumo ver uns filmes pornôs pela madrugada de vez em quando, tenho 20 anos. Um dia desses à noite, quando todos aqui em casa já estavam dormindo fui até o escritório do meu pai que ficava aos fundos de minha casa, lá eu podia desfrutar de momentos relaxantes sem que ninguém me pertubasse. Coloquei o notebook na mesa onde ele realizava seus trabalhos, sentei-me na poltrona de frente com a mesa e coloquei um ótimo filme pornô para eu ver enquanto batia uma. Tirei minha camisa, abri o zíper da minha calça, tirei meu pinto pra fora e comecei a punhetar, estava uma delícia! Eu fechava os olhos e me masturbava enquanto me contorcia de prazer. Foi quando meu pai entrou no escritório e eu tomei um baita susto, nessa hora fiquei gelado e nao sabia o que fazer, fechei o notebook rapidamente e tentava esconder meu pau pondo algo na frente enquanto o enfiava de volta na calça e fechava o zíper, ele nada falou, apenas observava parado na porta. Até que veio na minha direção e perguntou se podia ver o filme que eu estava vendo junto à mim, eu achei muito estranho, mas topei, estava curtindo a ideia louca do meu pai. Ele pôs uma cadeira ao lado da poltrona em que eu estava e nela se sentou, abri o notebook e deixei o filme rolar, eu estava um tanto desconfortável com aquela situação, estava quase me retirando dali e deixando-o só quando vi ele pondo uma de suas mãos por dentro da calça e punhetando ali mesmo, PORRA, aquilo me deu um tesão muito foda! Foi quando fiz o mesmo e ele se atrevou a ir um pouco mais além, tirando seus sapatos e logo em seguida a cabecinha do seu pau pra fora da calça, não pude evitar de olhar, ele molhou com saliva a ponta do seu dedo indicador e passava devagarinho na cabeça do seu pau e nossa, meu pênis tava latejando, estava duro como pedra. Eu já estava sem camisa e descalço, então só fiz questão de retirar minha calça naquele momento e fiquei de cueca. Falei para meu pai que eu estava muito excitado, ele respondeu dizendo que também estava. Foi quando tomei coragem o suficiente para tocar no pau dele, aproveitei e o tirei todinho pra fora, ele foi tirando sua calça junto à cueca e esperou para ver o que eu faria em seguida, masturbei ele um pouco e depois me agachei debaixo da mesa, me ajoelhei em frente à ele e caí de boca no seu pau, eu o chupava com muito, mas muito, muito gosto mesmo! Ele passava a mão no meu cabelo e depois bombava na minha boca, quando eu tirava minha boca do seu pau a baba escorria em enorme quantidade, quando ele viu que já não aguentava mais e iria gozar me puchou pra cima, me forçando parar o que eu estava fazendo pois ele queria mais! Sentei-me novamente e então ele tirou minha cueca, pegou-me no colo e me pôs na mesa em posição de frango, agachou-se e começou a lamber meu cúzinho, enfiava 1 ou 2 dedos, ousava até mesmo 3 e eu já estava morrendo de tesão, ele enfiou 4 dedos e fazia movimentos de vai e vem, foi quando não aguentei, gritei, segurei firme na primeira coisa que vi e gozei, sem nem tocar no meu pau, gozei só de sentir os dedos do meu pai dentro de mim e posso dizer que foi um dos melhores orgamos que já tive, nunca tinha gozado pelo cú, minhas pernas tremeram! O pau dele todo cheio de minha baba pulsava, estava louco por um rabo e obviamente o meu estava ali, pronto para ele, ele veio com tudo e o enfiou no meu ânus, ele enfiava com gosto e prazer, eu ia a delírio e ele também, depois subiu na mesa, trocamos de posição e ele me comeu de ladinho. Enquanto o seu pau entrava em mim, ele com uma de suas mãos, relava no meu pau e o masturbava, preparando-me para gozar novamente. Paramos um pouco, voltei a chupar seu pau e depois ele deitou na mesa e eu cavalguei com gosto naquela pica deliciosa, ele anunciou que ia gozar, cavalguei com mais gosto ainda e entao senti os jatos de porra dentro do meu cú, ele gemeu nessa hora, fechou o olho, me segurou firme e mordia a boca, quando levantei tirando o pau dele do meu cú a porra não escorreu, ela voou, era muita e saiu do meu cú em jatos, foi uma gozada super farta a de meu pai, esporrou suas pernas, seu pau e grande parte da mesa, além do meu cú e depois ainda saiu escorrendo pelas minha perna mais de seu esperma. Ele disse que queria gozar de novo, mas dessa vez na minha boca. Ele se sentou na poltrona em que eu estava, me agachei lá e comecei a chupá-lo, me atrevi a enfiar um de meus dedos em seu cuzinho, massageando. Pouco depois senti a porra quente na minha boca, não foi em tão grande quantidade como a gozada anterior no meu rabo, mas deu pra sentir o quão deliciosa estava, engoli todinha e depois levantei-me e gozei na cara dele. Ele foi pro banho, segui ele e tomamos banho juntos. No banho fizemos um troca-troca, eu bati uma punheta pra ele e ele bateu pra mim. Depois de limpos, fomos dormir e depois disso nada mais rolou. Esquecemos daquilo tudo e seguimos como se nada tivesse acontecido. Mas que foi gostoso foi e no fundo, no fundo, eu nunca esqueceria como a rola do meu pai é grande, grossa, deliciosa pra fazer um boquete e muito esporradora! Espero que tenham gostado.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Tesão pelo colega de classe
olá, meu nome é Bruno. Sempre lia alguns contos aqui nesse site, porém minha vida mudou ultimamente e eu resolvi contar o quem tem acontecido comigo. Os nomes usados aqui são fictícios é claro.
Bom, sou branco, alto, magro, mas não sarado, pra falar a verdade eu nem pratico esportes, eu malho em casa mesmo... Olhos castanhos claros, cabelos lisos e da cor dos olhos, enfim, agora sou bonitinho (pelo menos eu acho), apesar de nem sempre eu ter sido assim.
Sempre estudei em colégios religiosos, mas recentemente eu mudei de cidade e estou agora em um colégio que a baixaria rola solta, para vocês terem uma idéia, tem até um casal de lésbicas na minha classe, nada contra, mas isso num é muito comum né?!
Sempre tive um tesão por alguns dos meus colegas, mas tem um que eu sempre quis ficar, o nome dele é Renato. Branco, alto, bem magro, cabelos e olhos pretos e jeito de moleque. Toda vez que eu tinha oportunidade de ficar perto dele eu aproveitava, mas nunca dei em cima dele, tinha medo de que ele não curtisse. Afinal ele não tinha jeito de gay.
Mas isso tudo começou a mudar depois de uma festa do colégio que nós fomos, na verdade nem foi o colégio que organizou, foram os alunos. A festa aconteceu na casa de um colega, ou melhor, no casarão. Churrasquinho, bebidas, piscina, futebol de sabão e talz... Aparentemente tudo normal, mas de noite a festa começou a esquentar, todos que ficaram estavam bêbados, tinham uns que estavam até drogados eu acho. Uma parte do pessoal ficou dentro da casa e a outra ficou pelo jardim. Uma amiga nossa de repente agarrou uma menina lá e, nossa, foi chocante. A festa parou por um instante para presenciar o evento, quando eu achei que nada mais me surpreenderia eu me enganei... Aliás, essa nossa amiga só deu a iniciativa para todo mundo começar a se agarrar.
Foi ai que eu vi a oportunidade perfeita, nessa hora eu fiquei com coragem de agarrar o meu gato em público, acho que foi por causa da bebida e talz. Procurei ele por toda a parte, mas não o encontrei, comecei a ficar frustrado. Principalmente quando vi a orgia gay dentro da casa, mas me controlei.
Já era quase meia-noite e nada dele, foi ai que eu desisti e resolvi aproveitar o restinho da festa, uma gata até deu em cima de mim, mas eu não quis ficar com ela, ela tava muito bêbada. Dancei e zuei muito com meus amigos até a hora de voltar para casa.
Tava frustrado, porque não queria sair da festa sem pegar ninguém, mas para a minha sorte encontrei Thomas, um skatista bem gostoso da minha classe, magro, um pouco mais baixo do que eu, branquinho, cabelos lisos e talz. A gente ficou conversando até o irmão dele chegar, ele falou que tava dormindo na casa de uma tia e que ficava lá no meu prédio e me ofereceu carona, aceitei na hora já que eu ia voltar de táxi.
Quando chegamos notei que o irmão dele saiu logo em seguida, Thomas disse que ele só veio o trazer mesmo. Quando entramos no elevador ele começou a dar em cima de mim, olhei pro seu short e percebi que o seu pau estava todo duro, comecei a ficar excitado também, estava louco para chupar aquele gostoso, meu pau já estava pulsando dentro da cueca. Ele perguntou se tinha alguém no meu apartamento ai eu falei que não, só que ele ficou calado. Então eu tomei a iniciativa...
- Ei, porque tu num dorme lá no meu apartamento pô?
- Não posso, minha tia ta me esperando pra dormir.
- Então vamos dar uma passadinha rápida lá, a gente vê um programa na TV, joga um pouco de vídeo game, sei lá, conversa um pouco...
- Num dá, se eu num for agora a minha tia vai ficar muito puta.
Fiquei muito puto nessa hora, não acreditei que eu perderia aquela oportunidade única. Mas ai ele falou...
- Mas eu posso dar uma passadinha lá mais tarde quando a minha tia dormir...
- Sério?! Ela demora pra dormir?
- Não, não, ela é boa de cama, ela deita e dorme. Ai quando ela dormir eu vou lá, acho que umas 2 da manhã eu to lá...
- Blz! To te esperando...
Quando entrei no apê tomei logo um banho e fiquei esperando ele lá, ficava olhando pro relógio e parecia que o tempo não passava. Deu 2 da manhã e nada, fiquei muito puto pensando que ele me daria um bolo. Liguei o PC e fiquei na net, comecei a fuçar o Orkut dele, quando vi uma foto dele sem camisa na praia comecei a tocar uma. Mas de repente a campainha tocou, já era umas 02:20, foi quando ele apareceu. Foi entrando logo com uma cara sorridente e de pijamas. Fiz logo uma cara de safado...
- Pensei que você num vinha mais...
- Eu também pensei que a velha num fosse mais dormir. E ai ta fazendo o que?
- Tava só na net mesmo... (Na hora eu nem me toquei que eu tinha esquecido de fechar o Orkut dele) Um eu vou aqui no banheiro, pode usar o computador se quiser velho.
Quando eu entrei no quarto tava ele sentado na minha cadeira alisando o pau, que totalmente duro, por cima do short...
- Eu sabia que você era gay, aposto que tu tava tocando uma pensando em mim... (ele disse )
Congelei na hora, mas fiquei ao mesmo tempo feliz principalmente ao ver a cara de safado dele.
- Vem, paga um boquete pra mim... (ele disse isso se levantando da cadeira e abaixando o short junto com a cueca)
Não pensei duas vezes, fui logo em direção àquele pau maravilhoso, grande, uns 17 cm, e cabeçudo. Quando eu me ajoelhei e cheguei perto senti logo aquele cheirinho de porra, ele deveria ter tocado uma antes de ter vindo, fiquei ainda mais excitado e comecei a chupar freneticamente, ele pegava na minha cabeça e ficava empurrando e afastando o tempo todo enquanto gemia de prazer...
- Ai, ai, chupa vai, chupa que ta gostoso, chupa... Ai, para. Se não eu vou gozar agora.
-Agora você vai chupar o meu...
Ele abaixou minhas calças direto, segurou na minha cintura e começou a chupar, chupava minha pica, minhas bolas e parte das minhas coxas. Depois de um tempinho eu o levantei e empurrei na parede e fiquei roçando o meu pau bunda dele, até que nos despimos completamente e fomos pra cama dos meus pais, demoramos muito pra chegar lá, ficamos nos beijando demais no corredor.
Quando chegamos lá eu comecei a chupar a sua bunda, ele gemia demais e muito alto, então coloquei logo a camisinha, passei o lubrificante no seu rabo e meti a cabecinha do meu pau no seu cuzinho, ele começou a gritar de tanta dor, comecei a tocar uma pra ele não sentir tanta dor. Depois ele pediu pra eu meter tudo e depois de tanto enfiar e tirar, enfiar e tirar algumas vezes ele nem sentia mais dor e então comecei a fude-ló pra valer enquanto a gente se provocava.
- Ai, mete mais forte vai, come meu cuzão vai, me fode meu macho...
- Vou te arrombar toda sua puta gostosa, cachorra safada...
- Ah, ah, ai, vou gozar...
- Calma porra, segura mais...
- Num dá, ai, ai go-gozei...
Quando senti aquela porra quente na minha mão segurei ele pela cintura e comecei a meter com toda a força até eu gozar. Ao sentir que ia gozar tirei imediatamente o pau do seu cu e puxando a camisinha eu consegui gozar na cara e um pouco nas costas dele.
Quando vi a cara dele toda gozada comecei a lambe-lá para limpar. Depois nós nos agarramos e ficamos nos beijando, nossos paus ficavam se esfregando, dava para sentir a pele dele toda arrepiada.
Depois tomamos um banho juntos, ficamos o maior tempão em baixo do chuveiro nos beijando. Vestimos as roupas e ele foi embora levando apenas a recordação daquela noite inesquecível.
Bom, eu fiquei muito satisfeito, apesar de não ter pego Renato eu pelo menos não sai no prejuízo né?!
Bom, foi isso que rolou naquele dia, depois eu falo mais sobre o que houve após esse dia.
Comi um gay por excesso de tesão
Olá eu sou Mario tenho 26 anos sou hétero atualmente estou sem namorada fixa, mas saio em finais de semana e curto bem com alguma gata que encontro nas baladas. Eu nunca sai com gay ou bissexual meu negocio mesmo é xoxota ,adoro uma xoxota lisinha para gozar gostoso no meu cacete.Anal é muito bom,mas só com fêmea mesmo.Mas de uns dias para cá minha irmã pegou amizade com uns vizinhos novos que todo dia me deparo com um rapaz em nossa casa e pelo jeito que observei o rapaz é gay.O jeito de andar de gesticular logo se percebe,mas como não tenho tempo para fofocas nem perguntei nada a minha irmã sobra as novas amizades dela. Assim continuei minha rotina de vida até na ultima sexta-feira depois que voltei do trabalho estava em casa sozinho, meus pais tinham ido passear e minha irmã ainda não tinha chegado a casa.
Alguém bateu na porta quando eu fui atender era o vizinho, seu nome é Luan.
Queria saber de minha irmã quando eu disse que ela não estava ele deu uma quebrada de asa que na hora percebi seu jeitinho efeminado.
-Poxa e agora meu equipamento do curso esta no quarto dela?
-Bem se o equipamento é seu vá pegar!
-Posso?
-Claro não é seu então entre e vá buscar depois você converso com ela Eu confesso que quando observei aquele rapaz entrar na minha casa e for rebolando para o quarto de minha irmã senti um tesão dos diabos;
Mas como não tive oportunidade de conversar nada com ele deixei passar, ele entrou e saiu rápido dizendo que ia para o curso que depois conversava com minha irmã.
Concordei e falei caso precisasse minha irmã ligaria para ele, foi quando ele disse que estava com numero novo e que minha irmã não tinha, ele me passou eu anotei na agenda do meu celular.
Um dia voltando de uma balada sem ter pegado nenhuma gata para transar, louco de excitação quando passo perto de uma praça em um bairro perto de onde moro vi dois rapazes que conversavam. Claro que pelo jeito deles percebia-se a intenção e devido ao horário já era do conhecimento que estavam a procura d e programas.Passei lentamente e ao reconhecer um deles dei a volta no quarteirão até o ponto de onde estavam.Parei e de dentro do carro perguntei senti um tesão dos diabos; Mas como não tive oportunidade de conversar nada com ele deixei passar,ele entrou e saiu rápido dizendo que ia para o curso que depois conversava com minha irmã.
Concordei e falei caso precisasse minha irmã ligaria para ele, foi quando ele disse que estava com numero novo e que minha irmã não tinha, ele me passou eu anotei na agenda do meu celular.
Quer dizer de vizinho, só que devido à escuridão no carro ele não me reconheceu.
Perguntei quanto era o programa, ele respondeu do que queria fazer.
Completo ou só oral.
Sorrir e falei completo!
Respondeu que eram cem reais, abri a porta ele entrou travei e arrastei o carro.
Quando ele olhou para mim e reconheceu-me ficou pálido.
Percebi e falei fica frio garoto sou cliente igual a qualquer outro só com a diferença que só parei porque te reconheci, será minha primeira vez com um...
Você sabe fiquei intrigado com você então se é sexo que quero vou ter.
-O entendo respondeu, mas na verdade eu não faço programas sempre tenho um namorado como encontrei meu colega e estava a fim de transar decidi que melhor forma seria esta.
Hum muito bom quer ir para um motel?
Tem preferência por algum estou cheio de tesão e sei que você não vai me decepcionar afirmei, ele nada respondeu então fui em direção a um motel muito bom que já freqüentei algumas vezes, mas antes era com mulheres e agora eu estava indo realizar um antigo fetiche meu trepar muito com gay.
-Quem nunca pensou assim que atire a primeira pedra...
Quem nunca imaginou ficar com cacete até o talo atochado em um rabo e ver o baitola só gemendo pedindo mais...
Eu acredito que nos pensamentos de todos ou quase todos sempre teve algum momento de fantasia assim, mas caso não cada qual é dono de si e sabe o que deve fazer para seu melhor bel prazer.
Eu apenas imaginei alguns momentos, mas depois do dia que vi... meus sentidos aguçaram a um ponto que até hoje sinto tesão quando penso o que ocorreu naquele quarto de motel.
Cheguei ao motel pedi um quarto simples que tinha apenas ar TV e frigobar, coloquei carro na garagem desci abri a porta e acenei para... Que viesse ele ainda estava tímido com receio por ser vizinho, mas desceu do carro e veio até a porta assim que entrou abracei-o por trás enconchando, ele sentiu a rigidez do meu cacete em sua bunda, fico teso comecei beijando seu pescoço mordiscando sua orelha e assim caiu por terra qualquer vestígio de timidez da parte dele...
Afastei-me e ficamos de frente de um pra o outro.
Apontei para meu cacete e com a voz rouca falei.
Quer mamar esteja à vontade.
Ele nem relutou passou a língua nos lábios abaixou-se desabotôo o meu cinto, minha calça caiu ao chão afastei com os pés tirei a camisa ficando sós de cueca, meu cacete parecia um porrete babando dentro da cueca ele tirou e meu cacete bateu em seu rosto, ele sorriu e começou a lamber, de inicio de leva só na cabeça depois foi metendo todo dentro da boca que parecia que meu cacete ia sumir.
Fomos até uma cadeira eu sentei ele sem deixar de chupar meu cacete gemia gostoso falando palavras obscenas que só de pensar já fico louco de tesão.
Quando ele levantou e tirou sua roupa, vi sua bunda lisa com marca de sol, durinha lisa apertei para sentir a firmeza, ele gemeu.
Puxei ao meu encontro ele veio encostando e sentou, ficou apenas sarrando com meu cacete entre suas pernas.
Estava muito bom, mas era pouco para o que tinha planejado.
Falei que queria foder gostoso seu rabo, ele só ria gemendo.
Foi quando falei para ir tomarmos um banho, já levei um creme umedecedor para o banheiro entramos no Box comecei e me lavar o cacete parecia um porrete que chegava envergar para cima era puro tesão.
Ele se banhou depois o coloquei com as mãos apoiadas na parede e comecei a sarrar o cacete roçava em seu rego, louco babando de tesão me afastei peguei a camisinha e o creme lambuzei cabeça do cacete, lambuzei seu anel, que piscou nos meus dedos que apenas roçou de leve... Só reconhecendo o terreno.
A cabeça do cacete todo cheio de creme o anel todo lambuzado só restava agora ir direto ao túnel do prazer me encostei forcei meu corpo sentiu a cabeça do cacete no anel ,me certifiquei que estava encaixado falei relaxa.
Ele estou mais do que relaxado estou ansioso receber meu macho gostoso, só bastou eu ouvi estas palavras dei uma estocada forte, ele gemeu alto, eu parei pedindo que relaxasse e em segundos estava com meu porrete todo atochado em seu rabo.
Eu comecei a bombear sem parar sentia seu rabo se alargar com meu cacete todo dentro do seu cúzinho, dei varias estocadas com força.
Sentia que ele saia do chão com meus golpes de cacete forte.
Fiquei assim por mais de dez minutos até que senti seu cu latejando muito ai não tive como segurar a onda comecei a gozar, estocava e parava sentindo o maior tesão do mundo.
.Ele se masturbava e quando eu tirei o cacete de dentro vi como ficou arrombado, ele nem se importou viu meu cacete latejando ainda duro caiu de boca chupando meu cacete ainda meio bamba.
Caracas cara nunca fodi gostoso assim, você é gostoso demais eu falei.
-Ele riu e falou ainda nem começamos...
Terminamos o banho jóquei a camisinha no lixo, voltamos para o quarto sentei na cama ele veio por cima, e começou a me chupar bem gostoso logo meu cacete estava duro de novo e Luan foi comigo se arrastando até chegar a uma cadeira sentei-me ele mamou bastante até que se levantou e veio sentando de costas em meu cacete.
Veio devagar a aos poucos foi sentando e rebolando quando me dei conta só tinha os culhões de fora, ele colocou a mão para trás para certificar que não tinha mais nada de fora e ai em instantes começou a cavalgar no meu cacete gemendo alto eu o segurava pela cintura e metia o cacete dentro.
Como ele era bem menor e mais franzino que eu tive um momento que segurei por baixo de seus braços e levantei indo com ele enganchado, literalmente seguro pelo cacete atracado ao meu corpo, Fui andando com ele assim até chegar à cama coloquei-o de (4) e forcei para que meu cacete entrasse mais fundo ainda. Foi assim que o fodi por vários minutos,dava tapas na bunda,apertava seus mamilos,mordiscava suas orelhas parecíamos dois loucos de tanto tesão Quando o abaixei mais para que seus quadris ficasse mais elevado ,ai fudi mais ainda sentindo que ele estava completamente submisso,quando percebi meu gozo se aproximando fui tirando o cacete, ele percebeu e pediu querendo leitinho na boca gulosa na hora ele si virou ficando a espera, ajoelhado aos meus pés.Comecei a soltar jatos de leite.Caracas eu gozei monstruosamente m sua boca e rosto.
Caracas nem sei como há muito não gozava assim.
Ele bebendo meu leitinho se masturbando gozou também lambuzando o lençol todo.
Ficamos alguns minutos parados deitei um pouco e ele veio por cima, lambendo meu cacete todo sem deixar uma gota sequer do meu leite.
Logo estávamos em uma posição que até então eu nunca tinha feito com um macho, ele de ladinho eu atrás apenas encochando senti meu cacete endurecendo.
Depois ele ficou de ladinho na cama, me afastei encapei o cacete segurei em uma de suas pernas suspendendo e com vontade meti nele bem gostoso e comi novamente seu rabo guloso, o cara era safado demais quando mais eu fodia mais ele queria.
Quando o botei na posição de frango assado fui ao delírio, olhar meu cacete entrar todo dilacerando suas pregas me encheram de tesão, soquei como nunca naquele safado desta vez demorei um pouco mais a gozar quando o fiz quase cai desfalecido.
Ele feliz disse que estava quase satisfeito eu perguntei por que quase?
Ele respondeu que queria que eu o masturbasse para ele gozar, era o mínimo que podia fazer seu cacete era bem pequeno, mas estava com muito tesão.
Fiz movimentos de vai e vem com as mãos e logo o safado gozou lambuzando minha mão toda.
Ele sorriu e agradeceu e pediu só mais suma coisa?
-Hum é o que agora quer me comer também é?
Se for isto tire cavalinho da chuva sou macho alfa viu?
-Não eu queria apenas lamber seu cuzinho gostoso para você sentir prazer que nunca mais poderá esquecer.
- Eu respondi olha lá cara se vier com gracinha te meto porrada viu?
Ele veio se arrastando pela cama e logo estava com cabeça entre as minhas pernas, com a língua morna metia e tirava a língua me dando muito prazer.
Ficamos até amanhecer depois fomos para casa sem deixar de acertar que o sigilo era imprescindível sobre o que aconteceu.
O tempo passou já faz dois meses que nos encontramos pela primeira vez e agora sempre acontece de quando estou voltando da balada dá uma parada na casa de Lua para saciar sua sede do meu leite e quem sabe uma boa trepada.
Só sei que quem nunca comeu um gay ou até mesmo um bissexual não sabe o que está perdendo porque é bom demais trepar com um macho bem safado.
Senti e sinto tanto tesão que se não gostasse mesmo de mulher até que poderia me amigar com um,porque em questão de fazer oral,nem se compara,quando começam a chupar lhe proporcionam prazeres mil.
Eu gosto,mas afirmo gosto é igual a cú cada qual tem o seu.
Alguém bateu na porta quando eu fui atender era o vizinho, seu nome é Luan.
Queria saber de minha irmã quando eu disse que ela não estava ele deu uma quebrada de asa que na hora percebi seu jeitinho efeminado.
-Poxa e agora meu equipamento do curso esta no quarto dela?
-Bem se o equipamento é seu vá pegar!
-Posso?
-Claro não é seu então entre e vá buscar depois você converso com ela Eu confesso que quando observei aquele rapaz entrar na minha casa e for rebolando para o quarto de minha irmã senti um tesão dos diabos;
Mas como não tive oportunidade de conversar nada com ele deixei passar, ele entrou e saiu rápido dizendo que ia para o curso que depois conversava com minha irmã.
Concordei e falei caso precisasse minha irmã ligaria para ele, foi quando ele disse que estava com numero novo e que minha irmã não tinha, ele me passou eu anotei na agenda do meu celular.
Um dia voltando de uma balada sem ter pegado nenhuma gata para transar, louco de excitação quando passo perto de uma praça em um bairro perto de onde moro vi dois rapazes que conversavam. Claro que pelo jeito deles percebia-se a intenção e devido ao horário já era do conhecimento que estavam a procura d e programas.Passei lentamente e ao reconhecer um deles dei a volta no quarteirão até o ponto de onde estavam.Parei e de dentro do carro perguntei senti um tesão dos diabos; Mas como não tive oportunidade de conversar nada com ele deixei passar,ele entrou e saiu rápido dizendo que ia para o curso que depois conversava com minha irmã.
Concordei e falei caso precisasse minha irmã ligaria para ele, foi quando ele disse que estava com numero novo e que minha irmã não tinha, ele me passou eu anotei na agenda do meu celular.
Quer dizer de vizinho, só que devido à escuridão no carro ele não me reconheceu.
Perguntei quanto era o programa, ele respondeu do que queria fazer.
Completo ou só oral.
Sorrir e falei completo!
Respondeu que eram cem reais, abri a porta ele entrou travei e arrastei o carro.
Quando ele olhou para mim e reconheceu-me ficou pálido.
Percebi e falei fica frio garoto sou cliente igual a qualquer outro só com a diferença que só parei porque te reconheci, será minha primeira vez com um...
Você sabe fiquei intrigado com você então se é sexo que quero vou ter.
-O entendo respondeu, mas na verdade eu não faço programas sempre tenho um namorado como encontrei meu colega e estava a fim de transar decidi que melhor forma seria esta.
Hum muito bom quer ir para um motel?
Tem preferência por algum estou cheio de tesão e sei que você não vai me decepcionar afirmei, ele nada respondeu então fui em direção a um motel muito bom que já freqüentei algumas vezes, mas antes era com mulheres e agora eu estava indo realizar um antigo fetiche meu trepar muito com gay.
-Quem nunca pensou assim que atire a primeira pedra...
Quem nunca imaginou ficar com cacete até o talo atochado em um rabo e ver o baitola só gemendo pedindo mais...
Eu acredito que nos pensamentos de todos ou quase todos sempre teve algum momento de fantasia assim, mas caso não cada qual é dono de si e sabe o que deve fazer para seu melhor bel prazer.
Eu apenas imaginei alguns momentos, mas depois do dia que vi... meus sentidos aguçaram a um ponto que até hoje sinto tesão quando penso o que ocorreu naquele quarto de motel.
Cheguei ao motel pedi um quarto simples que tinha apenas ar TV e frigobar, coloquei carro na garagem desci abri a porta e acenei para... Que viesse ele ainda estava tímido com receio por ser vizinho, mas desceu do carro e veio até a porta assim que entrou abracei-o por trás enconchando, ele sentiu a rigidez do meu cacete em sua bunda, fico teso comecei beijando seu pescoço mordiscando sua orelha e assim caiu por terra qualquer vestígio de timidez da parte dele...
Afastei-me e ficamos de frente de um pra o outro.
Apontei para meu cacete e com a voz rouca falei.
Quer mamar esteja à vontade.
Ele nem relutou passou a língua nos lábios abaixou-se desabotôo o meu cinto, minha calça caiu ao chão afastei com os pés tirei a camisa ficando sós de cueca, meu cacete parecia um porrete babando dentro da cueca ele tirou e meu cacete bateu em seu rosto, ele sorriu e começou a lamber, de inicio de leva só na cabeça depois foi metendo todo dentro da boca que parecia que meu cacete ia sumir.
Fomos até uma cadeira eu sentei ele sem deixar de chupar meu cacete gemia gostoso falando palavras obscenas que só de pensar já fico louco de tesão.
Quando ele levantou e tirou sua roupa, vi sua bunda lisa com marca de sol, durinha lisa apertei para sentir a firmeza, ele gemeu.
Puxei ao meu encontro ele veio encostando e sentou, ficou apenas sarrando com meu cacete entre suas pernas.
Estava muito bom, mas era pouco para o que tinha planejado.
Falei que queria foder gostoso seu rabo, ele só ria gemendo.
Foi quando falei para ir tomarmos um banho, já levei um creme umedecedor para o banheiro entramos no Box comecei e me lavar o cacete parecia um porrete que chegava envergar para cima era puro tesão.
Ele se banhou depois o coloquei com as mãos apoiadas na parede e comecei a sarrar o cacete roçava em seu rego, louco babando de tesão me afastei peguei a camisinha e o creme lambuzei cabeça do cacete, lambuzei seu anel, que piscou nos meus dedos que apenas roçou de leve... Só reconhecendo o terreno.
A cabeça do cacete todo cheio de creme o anel todo lambuzado só restava agora ir direto ao túnel do prazer me encostei forcei meu corpo sentiu a cabeça do cacete no anel ,me certifiquei que estava encaixado falei relaxa.
Ele estou mais do que relaxado estou ansioso receber meu macho gostoso, só bastou eu ouvi estas palavras dei uma estocada forte, ele gemeu alto, eu parei pedindo que relaxasse e em segundos estava com meu porrete todo atochado em seu rabo.
Eu comecei a bombear sem parar sentia seu rabo se alargar com meu cacete todo dentro do seu cúzinho, dei varias estocadas com força.
Sentia que ele saia do chão com meus golpes de cacete forte.
Fiquei assim por mais de dez minutos até que senti seu cu latejando muito ai não tive como segurar a onda comecei a gozar, estocava e parava sentindo o maior tesão do mundo.
.Ele se masturbava e quando eu tirei o cacete de dentro vi como ficou arrombado, ele nem se importou viu meu cacete latejando ainda duro caiu de boca chupando meu cacete ainda meio bamba.
Caracas cara nunca fodi gostoso assim, você é gostoso demais eu falei.
-Ele riu e falou ainda nem começamos...
Terminamos o banho jóquei a camisinha no lixo, voltamos para o quarto sentei na cama ele veio por cima, e começou a me chupar bem gostoso logo meu cacete estava duro de novo e Luan foi comigo se arrastando até chegar a uma cadeira sentei-me ele mamou bastante até que se levantou e veio sentando de costas em meu cacete.
Veio devagar a aos poucos foi sentando e rebolando quando me dei conta só tinha os culhões de fora, ele colocou a mão para trás para certificar que não tinha mais nada de fora e ai em instantes começou a cavalgar no meu cacete gemendo alto eu o segurava pela cintura e metia o cacete dentro.
Como ele era bem menor e mais franzino que eu tive um momento que segurei por baixo de seus braços e levantei indo com ele enganchado, literalmente seguro pelo cacete atracado ao meu corpo, Fui andando com ele assim até chegar à cama coloquei-o de (4) e forcei para que meu cacete entrasse mais fundo ainda. Foi assim que o fodi por vários minutos,dava tapas na bunda,apertava seus mamilos,mordiscava suas orelhas parecíamos dois loucos de tanto tesão Quando o abaixei mais para que seus quadris ficasse mais elevado ,ai fudi mais ainda sentindo que ele estava completamente submisso,quando percebi meu gozo se aproximando fui tirando o cacete, ele percebeu e pediu querendo leitinho na boca gulosa na hora ele si virou ficando a espera, ajoelhado aos meus pés.Comecei a soltar jatos de leite.Caracas eu gozei monstruosamente m sua boca e rosto.
Caracas nem sei como há muito não gozava assim.
Ele bebendo meu leitinho se masturbando gozou também lambuzando o lençol todo.
Ficamos alguns minutos parados deitei um pouco e ele veio por cima, lambendo meu cacete todo sem deixar uma gota sequer do meu leite.
Logo estávamos em uma posição que até então eu nunca tinha feito com um macho, ele de ladinho eu atrás apenas encochando senti meu cacete endurecendo.
Depois ele ficou de ladinho na cama, me afastei encapei o cacete segurei em uma de suas pernas suspendendo e com vontade meti nele bem gostoso e comi novamente seu rabo guloso, o cara era safado demais quando mais eu fodia mais ele queria.
Quando o botei na posição de frango assado fui ao delírio, olhar meu cacete entrar todo dilacerando suas pregas me encheram de tesão, soquei como nunca naquele safado desta vez demorei um pouco mais a gozar quando o fiz quase cai desfalecido.
Ele feliz disse que estava quase satisfeito eu perguntei por que quase?
Ele respondeu que queria que eu o masturbasse para ele gozar, era o mínimo que podia fazer seu cacete era bem pequeno, mas estava com muito tesão.
Fiz movimentos de vai e vem com as mãos e logo o safado gozou lambuzando minha mão toda.
Ele sorriu e agradeceu e pediu só mais suma coisa?
-Hum é o que agora quer me comer também é?
Se for isto tire cavalinho da chuva sou macho alfa viu?
-Não eu queria apenas lamber seu cuzinho gostoso para você sentir prazer que nunca mais poderá esquecer.
- Eu respondi olha lá cara se vier com gracinha te meto porrada viu?
Ele veio se arrastando pela cama e logo estava com cabeça entre as minhas pernas, com a língua morna metia e tirava a língua me dando muito prazer.
Ficamos até amanhecer depois fomos para casa sem deixar de acertar que o sigilo era imprescindível sobre o que aconteceu.
O tempo passou já faz dois meses que nos encontramos pela primeira vez e agora sempre acontece de quando estou voltando da balada dá uma parada na casa de Lua para saciar sua sede do meu leite e quem sabe uma boa trepada.
Só sei que quem nunca comeu um gay ou até mesmo um bissexual não sabe o que está perdendo porque é bom demais trepar com um macho bem safado.
Senti e sinto tanto tesão que se não gostasse mesmo de mulher até que poderia me amigar com um,porque em questão de fazer oral,nem se compara,quando começam a chupar lhe proporcionam prazeres mil.
Eu gosto,mas afirmo gosto é igual a cú cada qual tem o seu.
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Feriado com Tio Miguel
Antes de começar o conto de hoje, quero agradecer a quem está acompanhando e deixando os comentários. É bom saber que sentem o mesmo tesão que eu sinto cada vez que me lembro de como começou esse caso com meu tio. A parte de hoje vai ser um pouco maior que as outras. Pra quem não sabe, essa é a continuação dos contos...
As semanas de prova chegaram e resolvi focar nos estudos, já que estava no último ano do colégio e tinha só mais um semestre antes do vestibular. Passei as duas semanas finais sem ir à casa de tio Miguel. Primeiro com certo receio de encará-lo depois do que tinha acontecido no churrasco de aniversário da minha mãe e segundo porque era o meu futuro que estava em jogo. Bom...o semestre acabou, fui aprovado em todas as matérias e finalmente tinham chegado as férias de meio de ano. Havia um feriado prolongado a caminho e como era de costume, aproveitaríamos para viajar para a casa do meu avô. Normalmente juntava toda a família da minha mãe para passar alguns dias de lazer. Meu avô morava em um sítio muito grande no interior de Minas Gerais, próximo a cidade de Cachoeira de Minas. Meus avós eram separados desde que eu era bem pequeno, e nessa época, meu avô já era casado com outra senhora havia alguns anos. A casa deles tinha poucos cômodos, porém eram todos muito amplos, e em geral a casa era bem grande e comportava facilmente a todos os filhos e netos do meu avô. Como a casa tinha apenas três quartos, em um ficava meu avô com sua esposa, em um quarto menor ficava o enteado do meu avô e o outro quatro, que era o maior, ficava para receber as visitas. Nesse quarto maior havia três camas de casal e dois beliches, além de alguns colchões que espalhávamos pelo chão na hora de dormir.
Apesar de ser feriado prolongado, da minha casa iriamos apenas eu e minha mãe, pois meu irmão (que é um ano mais velho) precisaria trabalhar no dia de feriado e então meu pai resolveu ficar para fazer companhia para ele e assim iriam apenas no último dia para buscar eu e minha mãe. Ao todo fomos eu e minha mãe, Tia Alice e Tio Miguel com as três filhas e Tia Ana (a irmã mais velha de mamãe) também com suas três filhas, e seu marido iria depois junto com meu pai e meu irmão. A casa do meu avô ficou cheia, chegamos e deixamos as malas no quarto maior como era de costume e logo fomos aproveitar o dia. Como era um sitio muito grande, era normal ter momentos com a sensação de não ter mais ninguém na casa, afinal de contas uns iam pegar frutas, outros iam para o riacho, enfim... Como eu tinha levantado cedo, fui logo tirar um cochilo. Mais tarde quando acordei, estava silencio absoluto. A Casa era bem isolada e distante de outras casas, por isso só se ouvia o barulho dos pássaros e quando algum carro se aproximava, era possível escutá-lo há quilômetros de distancia.
Levantei-me e não encontrei ninguém na sala, fui até a cozinha e a esposa do meu avô estava preparando o almoço... Em geral ela não saia da cozinha mesmo... rs. Perguntei a ela onde estavam todos e ela me respondeu que minha mãe e as irmãs dela haviam ido à cidade com o meu avô comprar algumas coisas e o restante do pessoas tinha decido para o riacho, se banhar. Como ainda estava meio sonolento, peguei uma maçã e fui dar a volta na casa. A casa tinha uma varanda bem grande, que acompanhava o seu contorno e costumava ter algumas poltronas e sofás para descanso. Fui em direção aos sofás para terminar de comer minha maçã e apreciar um pouco a vista. Quando cheguei na parte da varanda em que ficavam os sofás, tive a melhor visão que poderia ter tido. Tio Miguel estava deitado em um dos sofás dormindo todo largado. Minha imaginação já começou a fervilhar. Ainda não havia me tocado que mesmo com a quantidade de gente por perto, seriam três dias junto com Tio Miguel.
Sentei-me no sofá do lado e fiquei observando aquele homem todo grande dormindo. Ele estava sem camisa e usava apenas aqueles shorts de jogar bolas de sempre. Como era muito grande para o sofá em que estava deitado, ficava com uma das pernas estivada para fora. Percorri toda a extensão daquele corpo com os olhos, desde o seu enorme pé 45, que era a parte do seu corpo que estava mais próxima de mim e quase tocava meu braço, desci o olhar por aquela perna grossa e peluda que estava esticada até chegar aos shorts, onde pude ver pela perna que estava flexionada, que não usava cueca (aliás, era raro que usasse cuecas). Deitei a cabeça levemente pra direita pra observar melhor e, como o short que usava era bem curto, vi aquele sacão peludo de tio Miguel quase saltando pra fora. Na hora meu começou a dar sinal de estava se animando pra brincadeira... que macho tesudo do caralho era aquele tio Miguel, eu pensei. Tio Miguel tinha o corpo inteiro peludo e era bem bonito de ver, parecia que seus pelos tinham sido milimetricamente planejados...sua barriga era peluda e o desenho que formava o caminho até seu peito o fazia parecer um carpete gostoso e confortável pra se esfregar uma noite inteira. Não era definido, mas também não era gordo. Tinha um corpo robusto, parrudo meio puxado para o musculoso. Parecia que haviam juntado todas as coisas mais tesudas do mundo só naquele homem!
Ele dormia de barriga para cima com um dos braços flexionados levando a mão para a parte traseira de seu pescoço. Sua respiração era profunda e parecia realmente estar dormindo porque não havia percebido a minha presença ali enquanto o observava. Fiquei mais um tempo observando aquela delicia de homem e vi que aos poucos seu volume começou a aumentar...estava ficando de pau duro. Na hora pirei e comecei a imaginar o que estava passando na cabeça dele, se estaria sonhando, ou se estaria com vontade de mijar... Meu pau já estava duraço há muito tempo enquanto observava ele dormir. Resolvi me aproximar encostando o braço em seu pé que estava mais próximo de mim, como vi que não tinha reagido comecei a cheirar aquele pezão enorme, mas sem encostar... Apenas observava aquele pé meio sujo de quem anda descalço dentro de calça, apesar de ter uma aparência rustica, parecia ser muito macio... Aproximei o meu nariz da sola daquele pé imenso e notei que seu pé era consideravelmente maior que minha cara. Caralho! Até o pé do Tio Miguel tinha cheiro de macho... Comecei a acariciar aquele o pezão com meu nariz de leve e fui sentindo aquele cheiro gostoso que aumentava o meu tesão. Como Tio Miguel não reagiu e continuava com a respiração profunda, continuei e aos poucos fui me empolgando até que resolvi passar a língua entre seus dedos, que eram grandes e tinham alguns poucos pelos que os deixavam ainda mais atraentes, era um pezão com a pele bem branquinha e com uma marca leve de sol por causa do chinelo, suas unhas eram bem cortadas tb... Na hora que sentiu minha língua em seus dedos, vi que reagiu e eu fiquei com receio, mas não parei... e logo ouvi falar ainda de olhos fechados:
- Pode chupar...eu deixo! – sorriu e apertou com força aquele cacete que já saltava dentro do calção.
Não pensei duas vezes... Apenas segurei aquele pé enorme com as duas mãos e comecei a chupar seus dedos com vontade. Ele riu e abrindo os olhos viu que o encarava enquanto fazia isso. Esticou a perna que estava flexionada e começou a esfregar seu outro pé em meus cabelos enquanto enfiava uma de suas mãos dentro do short. Ficamos assim por alguns segundos e logo Tio Miguel falou:
- Quer experimentar o grandão aqui do tio, quer Teteu?
Fiz que sim com a cabeça ainda com aquele pé dentro da minha boca que tirei deixo um fio de baba entre os dedos que brilhavam com a minha saliva. Lambi os lábios enquanto via Tio Miguel se levantar fazendo sinal para que eu o seguisse. Ele se dirigiu até o banheiro e deixou a porta entreaberta, ficou virado pra porta massageando o pau duro e me mandou entrar logo como se já estivesse perdendo a paciência. Entrei ele trancou a porta e me empurrou me deixando de frente para a parede. Segurou minha cabeça contra a parede com uma das mãos, prensando minha cara, esticou o braço se afastando um pouco e soltou:
- Aaah, você não tem ideia como o tio tá doido pra ver esse teu rabinho já faz tempo!
Abaixou minha bermuda até a metade das coxas e começou a elogiar minha bunda enquanto eu sentia aquela mão enorme me alisando por cima da cueca.
- Humm... que bundinha redondinha Teteu! Vai deixar o tio brincar com ela hj, vai??
Ainda com a cara colada na parede respondi:
- Vou sim, Tio! Pode fazer o que quiser...
Ele abaixou minha cueca com tanta violência que eu pensei que fosse rasgar. Deu um tapa forte que me fez contrair inteiro e logo em seguida apertou uma de minhas nádegas.
- Que delicia esse rabinho, hein Teteu!
Me prensou na parede com seu corpo e começou a sarrar minha bunda com aquele pau que já explodia dentro da calça. Eu senti aquele pau ainda guardado ser esfregado em uma rebolada gostosa. Comecei a sentir aquela barba por fazer arranhando meu pescoço e aquela voz roca no meu ouvido:
- Hoje essa bundinha não escapa de levar um trato! Hoje você vai sentir o grandão do tio nesse rabinho gostoso!!! Você quer? Quer né, seu viadinho safado!
Mandou eu ajoelhar e colocar minhas mãos atrás das minhas costa, pegou a toalha de rosto do banheiro dobrou e amarrou envolta do meu rosto, criando uma espécie de venda.
- Primeiro eu vou deixar vocês só sentir o gosto do cacete do tio...
Senti suas mãos grandes puxarem minha cabeça e senti seus pelos esfregando em minha cara e senti a pele tocar primeiro em meu nariz.
- Sente o cheiro do saco do tio...gosta?
Respondi que sim, gostava muito! Tinha um cheiro leve de suor e aquilo me deixou mais excitado ainda. Coloquei a língua pra fora como que procurando algo em que pudesse tocar. Encostei em algo que depois percebi que era o saco do Tio Miguel. Estava louco para ver logo aquele pau, mas me segurei e deixei que Tio Miguel conduzisse aquele momento.
Com a dificuldade que encontrei pra explorar aquele sacão com minha boca, imaginei que era um belo de um saco de macho, as bolas pareciam ser grandes e eu tentava chupá-las mesmo me sentindo meio desajeitado para aquilo. Era a primeira vez que sentia um saco na minha boca. Suguei cada uma das bolas separadas depois que vi que seria impossível colocar as duas de uma vez na minha boca. Eram peludas e encheu minha boca de pentelhos, mas aquilo só me fazia ter mais vontade de agradar meu tio.
Escutava seus gemidos e sentia seu pau roçando em minha testa enquanto aproveitava aquele saco gostoso...Me empolguei e resolvi colocar as mãos na bunda de Tio Miguel, o puxando para perto de mim. Logo tomei um tapa na cara – Coloca a mão pra trás ou o próximo vai ser mais forte! – Embora Tio Miguel tivesse essa pegada agressiva, não percebia a intenção real de agressividade, e isso me deixava com um tesão desgraçado!
Coloquei as mãos para trás e comecei a sentir aquele pau pesado batendo em minha cara...sentia que estava bem duro e ao começar a esfregar aquela delicia de cacete na minha cara, sentia a baba que tinha deixado em suas bolas melar todo o meu rosto. Tio Miguel começou a esfregar a cabeça babenta do seu pau pelo meu rosto enquanto eu abria a boca tentando abocanhar. Ele segurava minha cabeça e brincava com aquela cabeçona pelo meu rosto...sentia a cabeça deslizando em volta da minha boca e logo em seguida vinham outras pirocadas em meu rosto.
O cheiro daquele macho excitado estava delicioso...um cheiro de pau misturado com um pouco de suor... Queria sentir o gosto daquele pau, queria ter aquele homem dentro de mim...
- Quer sentir o gosto do cacete do tio, quer Teteu?
- Quero muito tio! Deixa eu chupar...
- Então abre bem essa boca!!
Senti aquele cabeção deslizando pela minha língua que estava esticada para fora e tentei relaxar ao máximo...logo senti o pau de Tio Miguel ir fundo em minha boca, tentei relaxar para conseguir engolir inteiro, mas parecia impossível...engasguei e tomei outro tapa na cara seguido de um
-Relaaaxa essa boquinha que o tio ainda vai mais fundo...tá só começando!
Tentei abrir mais minha e ele começou a bombar indo gradativamente mais fundo. Seu pau era grosso e a dificuldade para engolir aquilo tudo era grande. A minha mandíbula estava começando a doer e eu sentia minha baba escorrendo pelo queixo...Após insistir um tempo tentando ir mais fundo, Tio Miguel deu uma trégua para que eu pudesse respirar e aproveitei para manter aquele cacete grosso entre minha língua e meus lábios.
Comecei a lamber a cabeça larga daquele pau e senti melhor o gosto daquela baba misturada à minha. Era uma delicia o gosto daquele macho! Então comecei a sugar aquela cabeça e senti Tio Miguel se contorcer de leve. Comecei a sugar com mais força e senti um fio grosso de baba escorrer...então voltei a engolir e parecia que agora eu conseguia engolir mais...sentia seus pelos roçarem meus lábios enquanto ele socava aquele pau num vai e vem dentro da minha boca.
- Que boquinha gulosa Teteu! Isso...engole o tio inteiro...Mama meu bezerrinho!!
Aquela voz rouca me dizendo essas coisas me deixava louco de tesão!! Comecei a me punhetar... O cacete do tio Miguel já cutucava a minha garganta e logo eu já recebia aquela maravilha sem sentir ânsia.
Tio Miguel gemia com mais intensidade e agora segurava minha cabeça com uma mão apenas.
Estava determinado a fazer aquele macho tesudo gozar na minha boca e o sentia se contorcer...em alguns momentos senti suas coxas encostarem em meu rosto...
Tio Miguel tirou o pau de dentro da minha boca e soltou um suspiro longo e forte...por um momento pensei que tivesse gozado e por não querer gozar dentro da minha boca tivesse se afastado, ou talvez eu teria feito algo de errado... Alguns segundos depois escutei o barulho da porta do banheiro. Assustado, tirei a toalha que estava amarrada em meus olhos e vi que tio Miguel tinha saído de dentro do banheiro e me largado lá, cheio de tesão sem me deixar terminar o serviço. Fiquei sem entender o que tinha acontecido e logo em seguida um sentimento de raiva misturado com um sentimento de culpa percorreu minha mente.
Não sabia se tinha feito algo que tio Miguel não havia gostado, ou se ele se sentia culpado pelo que estávamos fazendo... Me sentia um idiota por aquela situação.
Passei o restante do dia evitando tio Miguel e não dei muitas chances para que ele comentasse sobre aquilo. Queria apenas passar os próximos dias tentando esquecer aquele episodio que me fazia sentir tão babaca... Era obvio que tio Miguel não levaria isso adiante ali com Tia Alice e suas filhas por perto
As semanas de prova chegaram e resolvi focar nos estudos, já que estava no último ano do colégio e tinha só mais um semestre antes do vestibular. Passei as duas semanas finais sem ir à casa de tio Miguel. Primeiro com certo receio de encará-lo depois do que tinha acontecido no churrasco de aniversário da minha mãe e segundo porque era o meu futuro que estava em jogo. Bom...o semestre acabou, fui aprovado em todas as matérias e finalmente tinham chegado as férias de meio de ano. Havia um feriado prolongado a caminho e como era de costume, aproveitaríamos para viajar para a casa do meu avô. Normalmente juntava toda a família da minha mãe para passar alguns dias de lazer. Meu avô morava em um sítio muito grande no interior de Minas Gerais, próximo a cidade de Cachoeira de Minas. Meus avós eram separados desde que eu era bem pequeno, e nessa época, meu avô já era casado com outra senhora havia alguns anos. A casa deles tinha poucos cômodos, porém eram todos muito amplos, e em geral a casa era bem grande e comportava facilmente a todos os filhos e netos do meu avô. Como a casa tinha apenas três quartos, em um ficava meu avô com sua esposa, em um quarto menor ficava o enteado do meu avô e o outro quatro, que era o maior, ficava para receber as visitas. Nesse quarto maior havia três camas de casal e dois beliches, além de alguns colchões que espalhávamos pelo chão na hora de dormir.
Apesar de ser feriado prolongado, da minha casa iriamos apenas eu e minha mãe, pois meu irmão (que é um ano mais velho) precisaria trabalhar no dia de feriado e então meu pai resolveu ficar para fazer companhia para ele e assim iriam apenas no último dia para buscar eu e minha mãe. Ao todo fomos eu e minha mãe, Tia Alice e Tio Miguel com as três filhas e Tia Ana (a irmã mais velha de mamãe) também com suas três filhas, e seu marido iria depois junto com meu pai e meu irmão. A casa do meu avô ficou cheia, chegamos e deixamos as malas no quarto maior como era de costume e logo fomos aproveitar o dia. Como era um sitio muito grande, era normal ter momentos com a sensação de não ter mais ninguém na casa, afinal de contas uns iam pegar frutas, outros iam para o riacho, enfim... Como eu tinha levantado cedo, fui logo tirar um cochilo. Mais tarde quando acordei, estava silencio absoluto. A Casa era bem isolada e distante de outras casas, por isso só se ouvia o barulho dos pássaros e quando algum carro se aproximava, era possível escutá-lo há quilômetros de distancia.
Levantei-me e não encontrei ninguém na sala, fui até a cozinha e a esposa do meu avô estava preparando o almoço... Em geral ela não saia da cozinha mesmo... rs. Perguntei a ela onde estavam todos e ela me respondeu que minha mãe e as irmãs dela haviam ido à cidade com o meu avô comprar algumas coisas e o restante do pessoas tinha decido para o riacho, se banhar. Como ainda estava meio sonolento, peguei uma maçã e fui dar a volta na casa. A casa tinha uma varanda bem grande, que acompanhava o seu contorno e costumava ter algumas poltronas e sofás para descanso. Fui em direção aos sofás para terminar de comer minha maçã e apreciar um pouco a vista. Quando cheguei na parte da varanda em que ficavam os sofás, tive a melhor visão que poderia ter tido. Tio Miguel estava deitado em um dos sofás dormindo todo largado. Minha imaginação já começou a fervilhar. Ainda não havia me tocado que mesmo com a quantidade de gente por perto, seriam três dias junto com Tio Miguel.
Sentei-me no sofá do lado e fiquei observando aquele homem todo grande dormindo. Ele estava sem camisa e usava apenas aqueles shorts de jogar bolas de sempre. Como era muito grande para o sofá em que estava deitado, ficava com uma das pernas estivada para fora. Percorri toda a extensão daquele corpo com os olhos, desde o seu enorme pé 45, que era a parte do seu corpo que estava mais próxima de mim e quase tocava meu braço, desci o olhar por aquela perna grossa e peluda que estava esticada até chegar aos shorts, onde pude ver pela perna que estava flexionada, que não usava cueca (aliás, era raro que usasse cuecas). Deitei a cabeça levemente pra direita pra observar melhor e, como o short que usava era bem curto, vi aquele sacão peludo de tio Miguel quase saltando pra fora. Na hora meu começou a dar sinal de estava se animando pra brincadeira... que macho tesudo do caralho era aquele tio Miguel, eu pensei. Tio Miguel tinha o corpo inteiro peludo e era bem bonito de ver, parecia que seus pelos tinham sido milimetricamente planejados...sua barriga era peluda e o desenho que formava o caminho até seu peito o fazia parecer um carpete gostoso e confortável pra se esfregar uma noite inteira. Não era definido, mas também não era gordo. Tinha um corpo robusto, parrudo meio puxado para o musculoso. Parecia que haviam juntado todas as coisas mais tesudas do mundo só naquele homem!
Ele dormia de barriga para cima com um dos braços flexionados levando a mão para a parte traseira de seu pescoço. Sua respiração era profunda e parecia realmente estar dormindo porque não havia percebido a minha presença ali enquanto o observava. Fiquei mais um tempo observando aquela delicia de homem e vi que aos poucos seu volume começou a aumentar...estava ficando de pau duro. Na hora pirei e comecei a imaginar o que estava passando na cabeça dele, se estaria sonhando, ou se estaria com vontade de mijar... Meu pau já estava duraço há muito tempo enquanto observava ele dormir. Resolvi me aproximar encostando o braço em seu pé que estava mais próximo de mim, como vi que não tinha reagido comecei a cheirar aquele pezão enorme, mas sem encostar... Apenas observava aquele pé meio sujo de quem anda descalço dentro de calça, apesar de ter uma aparência rustica, parecia ser muito macio... Aproximei o meu nariz da sola daquele pé imenso e notei que seu pé era consideravelmente maior que minha cara. Caralho! Até o pé do Tio Miguel tinha cheiro de macho... Comecei a acariciar aquele o pezão com meu nariz de leve e fui sentindo aquele cheiro gostoso que aumentava o meu tesão. Como Tio Miguel não reagiu e continuava com a respiração profunda, continuei e aos poucos fui me empolgando até que resolvi passar a língua entre seus dedos, que eram grandes e tinham alguns poucos pelos que os deixavam ainda mais atraentes, era um pezão com a pele bem branquinha e com uma marca leve de sol por causa do chinelo, suas unhas eram bem cortadas tb... Na hora que sentiu minha língua em seus dedos, vi que reagiu e eu fiquei com receio, mas não parei... e logo ouvi falar ainda de olhos fechados:
- Pode chupar...eu deixo! – sorriu e apertou com força aquele cacete que já saltava dentro do calção.
Não pensei duas vezes... Apenas segurei aquele pé enorme com as duas mãos e comecei a chupar seus dedos com vontade. Ele riu e abrindo os olhos viu que o encarava enquanto fazia isso. Esticou a perna que estava flexionada e começou a esfregar seu outro pé em meus cabelos enquanto enfiava uma de suas mãos dentro do short. Ficamos assim por alguns segundos e logo Tio Miguel falou:
- Quer experimentar o grandão aqui do tio, quer Teteu?
Fiz que sim com a cabeça ainda com aquele pé dentro da minha boca que tirei deixo um fio de baba entre os dedos que brilhavam com a minha saliva. Lambi os lábios enquanto via Tio Miguel se levantar fazendo sinal para que eu o seguisse. Ele se dirigiu até o banheiro e deixou a porta entreaberta, ficou virado pra porta massageando o pau duro e me mandou entrar logo como se já estivesse perdendo a paciência. Entrei ele trancou a porta e me empurrou me deixando de frente para a parede. Segurou minha cabeça contra a parede com uma das mãos, prensando minha cara, esticou o braço se afastando um pouco e soltou:
- Aaah, você não tem ideia como o tio tá doido pra ver esse teu rabinho já faz tempo!
Abaixou minha bermuda até a metade das coxas e começou a elogiar minha bunda enquanto eu sentia aquela mão enorme me alisando por cima da cueca.
- Humm... que bundinha redondinha Teteu! Vai deixar o tio brincar com ela hj, vai??
Ainda com a cara colada na parede respondi:
- Vou sim, Tio! Pode fazer o que quiser...
Ele abaixou minha cueca com tanta violência que eu pensei que fosse rasgar. Deu um tapa forte que me fez contrair inteiro e logo em seguida apertou uma de minhas nádegas.
- Que delicia esse rabinho, hein Teteu!
Me prensou na parede com seu corpo e começou a sarrar minha bunda com aquele pau que já explodia dentro da calça. Eu senti aquele pau ainda guardado ser esfregado em uma rebolada gostosa. Comecei a sentir aquela barba por fazer arranhando meu pescoço e aquela voz roca no meu ouvido:
- Hoje essa bundinha não escapa de levar um trato! Hoje você vai sentir o grandão do tio nesse rabinho gostoso!!! Você quer? Quer né, seu viadinho safado!
Mandou eu ajoelhar e colocar minhas mãos atrás das minhas costa, pegou a toalha de rosto do banheiro dobrou e amarrou envolta do meu rosto, criando uma espécie de venda.
- Primeiro eu vou deixar vocês só sentir o gosto do cacete do tio...
Senti suas mãos grandes puxarem minha cabeça e senti seus pelos esfregando em minha cara e senti a pele tocar primeiro em meu nariz.
- Sente o cheiro do saco do tio...gosta?
Respondi que sim, gostava muito! Tinha um cheiro leve de suor e aquilo me deixou mais excitado ainda. Coloquei a língua pra fora como que procurando algo em que pudesse tocar. Encostei em algo que depois percebi que era o saco do Tio Miguel. Estava louco para ver logo aquele pau, mas me segurei e deixei que Tio Miguel conduzisse aquele momento.
Com a dificuldade que encontrei pra explorar aquele sacão com minha boca, imaginei que era um belo de um saco de macho, as bolas pareciam ser grandes e eu tentava chupá-las mesmo me sentindo meio desajeitado para aquilo. Era a primeira vez que sentia um saco na minha boca. Suguei cada uma das bolas separadas depois que vi que seria impossível colocar as duas de uma vez na minha boca. Eram peludas e encheu minha boca de pentelhos, mas aquilo só me fazia ter mais vontade de agradar meu tio.
Escutava seus gemidos e sentia seu pau roçando em minha testa enquanto aproveitava aquele saco gostoso...Me empolguei e resolvi colocar as mãos na bunda de Tio Miguel, o puxando para perto de mim. Logo tomei um tapa na cara – Coloca a mão pra trás ou o próximo vai ser mais forte! – Embora Tio Miguel tivesse essa pegada agressiva, não percebia a intenção real de agressividade, e isso me deixava com um tesão desgraçado!
Coloquei as mãos para trás e comecei a sentir aquele pau pesado batendo em minha cara...sentia que estava bem duro e ao começar a esfregar aquela delicia de cacete na minha cara, sentia a baba que tinha deixado em suas bolas melar todo o meu rosto. Tio Miguel começou a esfregar a cabeça babenta do seu pau pelo meu rosto enquanto eu abria a boca tentando abocanhar. Ele segurava minha cabeça e brincava com aquela cabeçona pelo meu rosto...sentia a cabeça deslizando em volta da minha boca e logo em seguida vinham outras pirocadas em meu rosto.
O cheiro daquele macho excitado estava delicioso...um cheiro de pau misturado com um pouco de suor... Queria sentir o gosto daquele pau, queria ter aquele homem dentro de mim...
- Quer sentir o gosto do cacete do tio, quer Teteu?
- Quero muito tio! Deixa eu chupar...
- Então abre bem essa boca!!
Senti aquele cabeção deslizando pela minha língua que estava esticada para fora e tentei relaxar ao máximo...logo senti o pau de Tio Miguel ir fundo em minha boca, tentei relaxar para conseguir engolir inteiro, mas parecia impossível...engasguei e tomei outro tapa na cara seguido de um
-Relaaaxa essa boquinha que o tio ainda vai mais fundo...tá só começando!
Tentei abrir mais minha e ele começou a bombar indo gradativamente mais fundo. Seu pau era grosso e a dificuldade para engolir aquilo tudo era grande. A minha mandíbula estava começando a doer e eu sentia minha baba escorrendo pelo queixo...Após insistir um tempo tentando ir mais fundo, Tio Miguel deu uma trégua para que eu pudesse respirar e aproveitei para manter aquele cacete grosso entre minha língua e meus lábios.
Comecei a lamber a cabeça larga daquele pau e senti melhor o gosto daquela baba misturada à minha. Era uma delicia o gosto daquele macho! Então comecei a sugar aquela cabeça e senti Tio Miguel se contorcer de leve. Comecei a sugar com mais força e senti um fio grosso de baba escorrer...então voltei a engolir e parecia que agora eu conseguia engolir mais...sentia seus pelos roçarem meus lábios enquanto ele socava aquele pau num vai e vem dentro da minha boca.
- Que boquinha gulosa Teteu! Isso...engole o tio inteiro...Mama meu bezerrinho!!
Aquela voz rouca me dizendo essas coisas me deixava louco de tesão!! Comecei a me punhetar... O cacete do tio Miguel já cutucava a minha garganta e logo eu já recebia aquela maravilha sem sentir ânsia.
Tio Miguel gemia com mais intensidade e agora segurava minha cabeça com uma mão apenas.
Estava determinado a fazer aquele macho tesudo gozar na minha boca e o sentia se contorcer...em alguns momentos senti suas coxas encostarem em meu rosto...
Tio Miguel tirou o pau de dentro da minha boca e soltou um suspiro longo e forte...por um momento pensei que tivesse gozado e por não querer gozar dentro da minha boca tivesse se afastado, ou talvez eu teria feito algo de errado... Alguns segundos depois escutei o barulho da porta do banheiro. Assustado, tirei a toalha que estava amarrada em meus olhos e vi que tio Miguel tinha saído de dentro do banheiro e me largado lá, cheio de tesão sem me deixar terminar o serviço. Fiquei sem entender o que tinha acontecido e logo em seguida um sentimento de raiva misturado com um sentimento de culpa percorreu minha mente.
Não sabia se tinha feito algo que tio Miguel não havia gostado, ou se ele se sentia culpado pelo que estávamos fazendo... Me sentia um idiota por aquela situação.
Passei o restante do dia evitando tio Miguel e não dei muitas chances para que ele comentasse sobre aquilo. Queria apenas passar os próximos dias tentando esquecer aquele episodio que me fazia sentir tão babaca... Era obvio que tio Miguel não levaria isso adiante ali com Tia Alice e suas filhas por perto
Feriado com Tio Miguel - A primeira noite
Por mais que me esforçasse pra me concentrar em outras coisas, Tio Miguel era a única coisa que ficava martelando em minha cabeça. O dia foi passando, e a hora de dormir estava chegando. Tomei meu banho e quando terminei estava aquela discussão chata de sempre de onde cada um dormiria. Eu só queria deitar e dormir logo para que aquele dia terminasse o mais rápido possível. Estavam todos no quarto quando fui surpreendido por tio Miguel:
- Deixa as meninas aqui, já que só tem mulher e o Magrelo (que era eu) dorme com o tio lá no barracão.
Uma onde súbita de arrepio correu pelo meu corpo ao ouvir aquilo, mas não esbocei reação alguma. A ideia foi bem aceita por todos.
Ninguém gostava de dormir no barracão. Em geral, só dormia alguém no barracão quando a casa estava realmente lotada e não era esse o caso, mas sob o pretexto de que assim as “meninas” ficariam mais confortáveis, o argumento foi convincente.
O barracão era uma extensão da casa do meu avô. Uma espécie de edícula, tinha três cômodos sendo sala/cozinha (onde meu avô guardava toda a bagunça dele), um banheiro e um quarto com uma cama de casal e uma de solteiro. Como o sitio era grande, o barracão não ficava tão próximo da casa e isso tornava praticamente impossível a ida de um lugar para o outro durante a noite. Isso e o fato de encher de insetos, pois não tinha forro no teto, fazia com que fosse o lugar menos desejado por alguém para dormir.
Parecia que tio Miguel tinha sido mais ligeiro do que eu tinha imaginado.
Tio Miguel pegou sua toalha e disse que iria tomar banho no banheiro do barracão e logo em seguida iria dormir, pois estava cansado e já estava ficando tarde.
Como eu já havia tomado banho esperei um pouco e fui logo para o barracão. Chegando lá escutei o barulho do chuveiro encostei na porta e pensei em entrar, mas depois do que tinha acontecido a tarde, achei melhor não. Tirei minha roupa e fiquei apenas de cueca. Deitei de bruços na cama de solteiro com a intenção de mostrar para tio Miguel que estaria disponível ali se ele ainda quisesse continuar a brincadeira.
Escutei o barulho do chuveiro parar e alguns segundos depois a porta se abrindo. Meu coração disparou. Continuei deitado de olhos fechados e com a bunda pra cima. Fez silencio alguns segundos e senti o pelo de tio Miguel sentando na cama ao meu lado. Não me mexi. Senti a ponta de seus dedos percorrerem a extensão das minhas costas desde a nuca até o inicio da minha bunda parando no elástico da cueca. Isso me fez arrepiar inteiro! Senti a palma das suas mãos alisando minhas coxas e aos poucos tornando o toque mais pesado. Permanecia imóvel e acho que o fato de não reagir parecia deixar Tio Miguel ainda com mais vontade.
Ele começou a apertar forte uma de minhas coxas com e mão, e sua outra mão eu senti invadir minha cueca. Quando senti aquela mão enorme em minha bunda, meu pau já quase pulava para fora da minha cueca...já não tinha mais jeito, e eu estava totalmente entregue para satisfazer os prazeres daquele macho enorme que era Tio Miguel.
Comecei a rebolar devagar sentindo aqueles dedos grossos que se encaixavam entre minhas nádegas e logo senti Tio Miguel começar a massagear a entrada do meu cuzinho. Tudo acontecia em um silencio absoluto. Não trocávamos nenhuma palavra e ficamos assim por alguns minutos. Eu rebolava na mão de Tio Miguel, mas ainda estava deitado de bruços e virado para a parede com os olhos fechados. Senti um certo desconforto quando ele começou a enfiar um dos dedos em meu cu. Aquilo não doeu, mas eu nunca tinha sentido nada dentro de mim e foi estranho...continuei a rebolar e Tio Miguel começou a abaixar minha cueca deixando na metade das coxas. Virei a cabeça para olhar para Tio Miguel... ele me encarou sério fazendo me sentir uma presa tirou o dedo que tinha colocado dentro de mim e o chupou deixando um pouco babado. Em seguida voltou a colocar o dedo no meu cu e senti deslizar mais fácil dessa vez. Soltei um gemido baixinho e voltei a rebolar sentindo seus outros dedos tocarem minha bunda. Tio Miguel fazia força para enfiar o dedo mais fundo e eu sentia a pressão que aquela mão enorme fazia em mim. Pensei que fosse gozar aquela hora.
Tio Miguel parou e se levantou. Deitado aonde eu estava, tinha uma visão onde ele parecia ainda maior. Tio Miguel estava enrolado em uma toalha branca com aquele cacetão marcando.
Percebi que não tinha se secado, parecia que havia apenas fechado o chuveiro e se enrolado na toalha. Que vontade de lamber aquele corpo inteiro, sentir o cheiro daquele homem todo, passar minha língua por aqueles pelos e só parar depois que não sobrasse mais nenhuma gosta naquele corpo.
Ele soltou a toalha e finalmente tive a melhor visão do mundo. Vi aquele pau grosso do Tio Miguel que estava em riste, pronto para judiar de mim a noite inteira. Ao mesmo tempo que ficava excitado com aquilo, estava preocupado também e com um pouco de medo. O pau do Tio Miguel era bem grosso e como disse no conto anterior, era um pouco maior que o meu, deve ter cerca de 20cm e uma cabeça bem larga. Com a iluminação do abajur que contornava o corpo do tio Miguel, pude ver aquela cabeça larga meio roxa que brilhava com a baba que saia dela. Um cacete cheio de veias que saltavam e um saco peludo que parecia ter bolas grandes que compunham todo o conjunto daquele macho tesudo.
Tio Miguel segurou naquele pau e deu uma balançada:
- Vem mamar o Tio, vem!
Não pensei duas vezes. Sentei-me na cama, coloquei as mãos nas coxas peludas e fortes do Tio Miguel e o puxei para perto de mim. Abocanhei aquele pau cheiroso e comecei a engolir. Senti as coxas de tio Miguel se contrair em minhas mãos enquanto sentia aquele cacete invadir minha garganta quase me fazendo engasgar. Apertei suas coxas com toda a força que tinha em uma tentativa de não deixa-lo fugir dessa vez. Queria aproveitar cada segundo com aquele macho.
Tio Miguel tirou o pau da minha boca e viu sair um fio grosso de baba na cabeça daquele pauzão. Ganhei uns tapas na cara de leve.
- Abre o bocão Teteu, que agora acabou a brincadeira!
Senti aquela mão enorme me segurar pela nuca e com a língua pra fora, sentia Tio Miguel bater aquele cacete pesado em mim. Agarrou meus cabelos, me mandou ajoelhar e começou a foder minha boca socando aquele pau na minha boca enquanto movimentava seu quadril e mantinha uma das mãos segurando meus cabelos com força. Eu tentava sugar aquele pau em meio ai vai e vem enquanto minha baba escorria pelo meu queixo. De vez em quando ele segurava minha cabeça com as duas mãos e forçava o pau dentro da minha boca, seu sentia aquela cabeça enorme cutucar minha garganta com força e engasgava, mas Tio Miguel era mais forte que eu e só tirava o pau de dentro quando percebia que eu estava ficando sem ar.
Não consegui engolir aquele pau inteiro, e já estava com a mandíbula dolorida por ficar com a boca tão aberta por tanto tempo. Mas de alguma forma, aquela sensação era maravilhosa, daria qualquer coisa para que aquele momento não terminasse.
Tio Miguel me colocou sentado no chão com as costas encostadas na parede e se aproximou de mim segurando meu rosto com as duas mãos e começou a esfregar o caso na minha cara. Esfregou com vontade aquela mala enorme como se estivesse fodendo. Ao se aproximar, colocou um de seus pés entre minhas pernas encostando em meu saco que também encostava o chão. Aquilo elevou meu tesão de um jeito que eu não aguentaria por muito mais tempo.
Agarrei sua panturrilha com as duas mãos e comecei a alisa-la enquanto tio Miguel mantinha o movimento de vai e vem segurando minha cara. Voltou a socar aquele cacetão babado na minha boca e agora eu sentia foder minha boca com mais força, já que estava com a cabeça entre seu corpo e a parede. Tio Miguel não teve pena e jogava todo o peso de seu corpo em mim. Estava quase sufocando com aquela tora batendo em minha garganta. Aproveitei o tesão do momento forcei sua panturrilha para que tirasse o pé do chão e ele percebendo, começou a esfregar aquele pesão em meu pau. Gozei na hora enquanto tio Miguel se mantinha enfiando o pau inteiro em minha boca e tirando para observar a baba que escorria. Ficou assim por mais um tempo e melei seu pé com minha porra.
Quando tio Miguel percebeu que eu tinha gozado, parou de foder minha boca e me mandou lamber seu pé até que estivesse limpo. Aquele momento, ele parecia um pouco bravo com o que eu tinha feito e acho que talvez não esperasse que eu gozasse tão rápido. Sentou-se na cama de casal e me mantendo sentado no chão contra a parede, levantou seu pá até a altura do meu rosto e repetiu:
- Limpa a tua sujeira!
O tom ríspido daquela voz rouca de deixava com mais tesão ainda e logo eu comecei a lamber aquele pezão limpando toda a minha própria porra. Mesmo gozando meu pau não abaixou. Era a primeira vez que eu estava com um macho e meu tesão estava fora do normal. Aquela cena era surreal pra mim.
Tio Miguel parecia gostar de sentir minha língua em seu pé e forçava a sola contra meu rosto esfregando de cima para baixo.
- Isso...lambe o pé do Tio. Deixa bem limpinho!
Já tinha lambido toda a porra que havia caído em seu pé, e mesmo assim ele continua a esfregar me mandando lamber.
Depois de um tempo assim, deslizou o pé pelo meu peito e foi descendo novamente em direção ao meu pau. Senti a sola daquele pezão gostoso deslizar na cabeça do meu pau que se mantinha inchada e toda babada.
- Agora vem aqui que o Tio ainda não está nem perto de gozar. E olha que já me segurei o dia inteiro só guardando porra pra você!
Tio Miguel se esticou na cama de casal e abriu as pernas, Colocou as mãos atrás da cabeça. E me mandou fazer uma massagem em seu corpo. Eu subi na cama e fui em direção ao seu peito...estava deitado de barriga para cima. Passando as mãos em seus peitos, sentia ainda a umidade da agua do banho. Sua pele estava fresca... fiquei ajoelhado no vão formado pelas suas penas e levei meu rosto até os pelos daquele peito. Comecei a cheirar, lamber, beijar. Queria fazer tudo ao mesmo tempo. Tio Miguel sorria o sorriso mais safado que eu já tinha visto e parecia gostar de toda aquela situação. Tinha certeza de que tinha total controle sobre mim.
Fui subindo beijando seu pescoço e sentindo o corpo daquele macho gostoso que era o Tio Miguel. Beijei aquela barba por fazer e esfreguei o meu pescoço ali por um momento. Em seguida minha boca foi de encontro a boca de Tio Miguel. Sentia uma vontade louca de beija-lo e sentir aquela língua se esfregando com a minha. Tio Miguel virou o rosto quando percebeu e me segurou pelos ombros. Virou-me em um movimento rápido e de repente estávamos em posições trocadas. Tio Miguel apenas se agachou perto do meu rosto e puxando minha cabeça para cima voltou a socar aquele pau na minha boca. Dessa vez não judiou e nem demorou muito. Levantou-se e me colocou de quatro na cama.
Apesar de já ter a altura que tenho hoje, nessa época eu era bem mais magro e mesmo não sendo tão menos que Tio Miguel, ele tinha muito mais força que eu e “manuseava” com facilidade. Rs
Levei um tapa forte na bunda que ardeu.
- Chega mais pra ponta da cama!
Apenas obedeci.
Estava com medo do que viria agora.
Tio Miguel enfiou a cara entre minhas nádegas segurando forte em minha cintura com suas mãos grandes. Me fez empinar a bunda de um jeito que ficasse mais fácil para enfiar mais a cara. Me sentia totalmente exposto. Aquela barba roçando em minha bunda estava sensacional! A língua quente e úmida de tio Miguel deslizando rodeando a entrada do meu cu estava incrível!! Era sem dúvida a melhor sensação que já havia sentido até aquele momento.
Senti aquela língua invadir meu cu e comecei a rebolar na cara de Tio Miguel. Pareceu que isso o deixou ainda com mais vontade e sentia como se meu tio quisesse literalmente comer o meu cu.
Afastou a cara e cuspiu. Meu cu piscava eu sentia aquela saliva espessa me umedecer.
Tio Miguel enfiou dois dedos de uma vez e como eram grossos, senti um pouco de dor. Ele manteve os dedos por um tempo enquanto os movimentava como se estivesse espalhando aquela saliva dentro de mim. Ficou assim por mais um tempo. Levantou-se e segurando meu quadril com as duas mãos encaixou seu pau que pulsava de tesão entre minhas nádegas.
Começou a rebolar assim, brincando com aquele cacetão na minha entradinha ainda virgem.
Senti encaixar aquela cabeçona na porta do meu cuzinho e me segurando com firme fez força para que entrasse. Dei um grito alto com a força que senti àquela hora. Parecia que me estava resgando ao meio. Me deu outro tapa forte e me mandou calar a boca para que ninguém na casa escutasse.
Agarrei um dos travesseiros e comecei a morde-lo cada vez que sentia a pressão daquela cabeçona em meu cu. Escorriam algumas lágrimas com as dores e tio Miguel parou de forçar.
- Teteu, quer que eu continue? Está doendo muito?
- Tá doendo pra caralho, tio! Mas continua...
No quarto tinha um criado-mudo e percebi que tio Miguel parecia procurar uma alternativa para tornar aquilo mais fácil.
Abriu a gaveta do criado-mudo e começou a revirar para ver o que encontrava. Encontramos uma pomada para queimadura que já estava vencida e tinha até o plástico da tampa já amarelado.
- Vamos tentar com isso mesmo.
Abriu o tudo apertando sem economizar e começou a enfiar os dedos em meu cu me lambuzando na entrada e por dentro. Passou o restante da pomada que estava em sua mão em seu pau e manteve seus dedos dentro de mim por mais um tempo.
Sentia o geladinho da pomada e já parecia deslizar mais fácil.
Tio Miguel tirou os dedos e voltou a forçar aquele cabeção em meu cu virgem. Senti uma dor desgraçada, mas dessa vez aquela cabeça enorme já havia entrado. Mordia o travesseiro com se fosse arrancar um pedaço dele. Por mais que entrasse mais fácil, aquela tora grossa me arrombava inteiro. Demorei um pouco para me acostumar com aquilo tudo dentro de mim.
Logo senti as bolas de tio Miguel tocar minhas nádegas. Comecei a rebolar devagar e percebendo que eu já não judiava tanto de mim, tio Miguel começou a rebolar acompanhando meus movimentos. Suas mãos agora seguravam minha cintura com mais força. Sentia aquelas mãos enormes e quentes me segurando com força, tornando impossível fugir daquele momento. Mal conseguia acreditar que aquilo estava mesmo acontecendo.
O pau grosso do tio Miguel parecia crescer a cada estocada que dava em mim. Abaixei com a cara no colchão porque já começava a ficar exausto com tudo aquilo. Tio Miguel, no entanto, parecia estar com toda a disposição do mundo e começou a bombar com força aquele cacete grosso dentro do meu cu.
Eu tentava controlar os gemidos para ser o mais discreto possível, mas tio Miguel tornava essa tarefa difícil enquanto socava com força e parava e logo em seguida vinha outra sequencia de estocadas fortes em meu cu. Sentia uma de suas mãos deslizando pelas minhas costas, subindo e descendo enquanto aquele macho enorme judiava do meu buraquinho virgem.
Meu pau estava muito duro e gozei mais uma vez sem nem encostar em meu próprio pau.
Tio Miguel continuava a socar com força até que parou e me virou na cama, me deixando de lado sem tirar o pau de dentro de mim. Me sentia uma fêmea pronta pra servir aquele homem que judiava de mim sem só.
Segurou uma de minhas pernas e voltou a bombar. A essa hora eu já não conseguia me controlar e ambos gemíamos baixo.
Tio Miguel abriu minhas pernas me colocando de frango e deitou sobre meu corpo mantendo minhas pernas em seus ombros.
Essa posição me deixava ainda com mais tesão porque sentia todo o peso do corpo do tio Miguel em cima de mim. Aquela pressão daquele macho pesado em cima de mim e seus movimentos me faziam delirar.
Era a primeira vez que eu transava com um homem (aliás, a primeira vez que eu transava na vida), e já havia gozado duas vezes. Sentia como seu estivesse fazendo sexo com os deuses. Não parecia estar na Terra.
Sentia todo o corpo suado de tio Miguel me pressionando. Seus peitoral peludo roçando em minhas panturrilhas e seu rosto pingando suor em cima de mim. Eu gemia com minha boca aberta quando o senti cuspir dentro da minha boca. CARALHOO!!! Que tesão que aquilo me deixou!!!
Cuspiu de novo e dessa vez acertou meu rosto perto dos olhos. Enfiou uma de suas mãozonas na minha cara espalhando aquele cuspe pelo meu rosto. Levei mais um tapa.
Tio Miguel continuava a socar aquele cacetão grosso no meu cu e eu já suportava sem dificuldades. Eu apertava aquele pauzão com meu cu conforme o tesão aumentava e piscava involuntariamente.
Senti o pau do tio Miguel ficar mais duro e parecia que crescia dentro de mim. As estocadas ficaram mais forte e eu batia a cabeça na cabeceira da cama. Com um urro forte de tio Miguel, senti cinco estocadas mais devagar e mais fortes em meu cu. Logo senti toda a porra daquele machão gostoso inundar meu cu, pois não usávamos camisinha aquele dia.
Sem tirar o pau de dentro de mim, tio Miguel soltou o corpo e se abaixando me beijou com muita vontade. Sentia aquela boca quase me engolir, passando a minha na minha. Lambeu meu rosto algumas vezes e segurando em minhas pernas se afastou e tirou o pau de dentro de mim.
Senti uma quantidade grande de porra escorrendo e tio Miguel olhando deu risada do que tinha feito comigo. Por um momento, senti um ar preenchendo o espaço que o cacete de tio Miguel ocupava em mim. Apesar de não sentir dor nesse momento, parecia que meu cu nunca mais voltaria ao normal...rs
A sensação era estranha... Sentia-me realizado. Minhas pernas estavam bambas. Estava exausto.
Fui ao banheiro e me limpei. Voltei e tio Miguel já estava deitado na cama de casal com os olhos fechados. Respirava fundo e parecia também estar satisfeito e exausto.
Sem falar nada me deitei ao lado de tio Miguel com a cabeça em seu peito e adormeci
- Deixa as meninas aqui, já que só tem mulher e o Magrelo (que era eu) dorme com o tio lá no barracão.
Uma onde súbita de arrepio correu pelo meu corpo ao ouvir aquilo, mas não esbocei reação alguma. A ideia foi bem aceita por todos.
Ninguém gostava de dormir no barracão. Em geral, só dormia alguém no barracão quando a casa estava realmente lotada e não era esse o caso, mas sob o pretexto de que assim as “meninas” ficariam mais confortáveis, o argumento foi convincente.
O barracão era uma extensão da casa do meu avô. Uma espécie de edícula, tinha três cômodos sendo sala/cozinha (onde meu avô guardava toda a bagunça dele), um banheiro e um quarto com uma cama de casal e uma de solteiro. Como o sitio era grande, o barracão não ficava tão próximo da casa e isso tornava praticamente impossível a ida de um lugar para o outro durante a noite. Isso e o fato de encher de insetos, pois não tinha forro no teto, fazia com que fosse o lugar menos desejado por alguém para dormir.
Parecia que tio Miguel tinha sido mais ligeiro do que eu tinha imaginado.
Tio Miguel pegou sua toalha e disse que iria tomar banho no banheiro do barracão e logo em seguida iria dormir, pois estava cansado e já estava ficando tarde.
Como eu já havia tomado banho esperei um pouco e fui logo para o barracão. Chegando lá escutei o barulho do chuveiro encostei na porta e pensei em entrar, mas depois do que tinha acontecido a tarde, achei melhor não. Tirei minha roupa e fiquei apenas de cueca. Deitei de bruços na cama de solteiro com a intenção de mostrar para tio Miguel que estaria disponível ali se ele ainda quisesse continuar a brincadeira.
Escutei o barulho do chuveiro parar e alguns segundos depois a porta se abrindo. Meu coração disparou. Continuei deitado de olhos fechados e com a bunda pra cima. Fez silencio alguns segundos e senti o pelo de tio Miguel sentando na cama ao meu lado. Não me mexi. Senti a ponta de seus dedos percorrerem a extensão das minhas costas desde a nuca até o inicio da minha bunda parando no elástico da cueca. Isso me fez arrepiar inteiro! Senti a palma das suas mãos alisando minhas coxas e aos poucos tornando o toque mais pesado. Permanecia imóvel e acho que o fato de não reagir parecia deixar Tio Miguel ainda com mais vontade.
Ele começou a apertar forte uma de minhas coxas com e mão, e sua outra mão eu senti invadir minha cueca. Quando senti aquela mão enorme em minha bunda, meu pau já quase pulava para fora da minha cueca...já não tinha mais jeito, e eu estava totalmente entregue para satisfazer os prazeres daquele macho enorme que era Tio Miguel.
Comecei a rebolar devagar sentindo aqueles dedos grossos que se encaixavam entre minhas nádegas e logo senti Tio Miguel começar a massagear a entrada do meu cuzinho. Tudo acontecia em um silencio absoluto. Não trocávamos nenhuma palavra e ficamos assim por alguns minutos. Eu rebolava na mão de Tio Miguel, mas ainda estava deitado de bruços e virado para a parede com os olhos fechados. Senti um certo desconforto quando ele começou a enfiar um dos dedos em meu cu. Aquilo não doeu, mas eu nunca tinha sentido nada dentro de mim e foi estranho...continuei a rebolar e Tio Miguel começou a abaixar minha cueca deixando na metade das coxas. Virei a cabeça para olhar para Tio Miguel... ele me encarou sério fazendo me sentir uma presa tirou o dedo que tinha colocado dentro de mim e o chupou deixando um pouco babado. Em seguida voltou a colocar o dedo no meu cu e senti deslizar mais fácil dessa vez. Soltei um gemido baixinho e voltei a rebolar sentindo seus outros dedos tocarem minha bunda. Tio Miguel fazia força para enfiar o dedo mais fundo e eu sentia a pressão que aquela mão enorme fazia em mim. Pensei que fosse gozar aquela hora.
Tio Miguel parou e se levantou. Deitado aonde eu estava, tinha uma visão onde ele parecia ainda maior. Tio Miguel estava enrolado em uma toalha branca com aquele cacetão marcando.
Percebi que não tinha se secado, parecia que havia apenas fechado o chuveiro e se enrolado na toalha. Que vontade de lamber aquele corpo inteiro, sentir o cheiro daquele homem todo, passar minha língua por aqueles pelos e só parar depois que não sobrasse mais nenhuma gosta naquele corpo.
Ele soltou a toalha e finalmente tive a melhor visão do mundo. Vi aquele pau grosso do Tio Miguel que estava em riste, pronto para judiar de mim a noite inteira. Ao mesmo tempo que ficava excitado com aquilo, estava preocupado também e com um pouco de medo. O pau do Tio Miguel era bem grosso e como disse no conto anterior, era um pouco maior que o meu, deve ter cerca de 20cm e uma cabeça bem larga. Com a iluminação do abajur que contornava o corpo do tio Miguel, pude ver aquela cabeça larga meio roxa que brilhava com a baba que saia dela. Um cacete cheio de veias que saltavam e um saco peludo que parecia ter bolas grandes que compunham todo o conjunto daquele macho tesudo.
Tio Miguel segurou naquele pau e deu uma balançada:
- Vem mamar o Tio, vem!
Não pensei duas vezes. Sentei-me na cama, coloquei as mãos nas coxas peludas e fortes do Tio Miguel e o puxei para perto de mim. Abocanhei aquele pau cheiroso e comecei a engolir. Senti as coxas de tio Miguel se contrair em minhas mãos enquanto sentia aquele cacete invadir minha garganta quase me fazendo engasgar. Apertei suas coxas com toda a força que tinha em uma tentativa de não deixa-lo fugir dessa vez. Queria aproveitar cada segundo com aquele macho.
Tio Miguel tirou o pau da minha boca e viu sair um fio grosso de baba na cabeça daquele pauzão. Ganhei uns tapas na cara de leve.
- Abre o bocão Teteu, que agora acabou a brincadeira!
Senti aquela mão enorme me segurar pela nuca e com a língua pra fora, sentia Tio Miguel bater aquele cacete pesado em mim. Agarrou meus cabelos, me mandou ajoelhar e começou a foder minha boca socando aquele pau na minha boca enquanto movimentava seu quadril e mantinha uma das mãos segurando meus cabelos com força. Eu tentava sugar aquele pau em meio ai vai e vem enquanto minha baba escorria pelo meu queixo. De vez em quando ele segurava minha cabeça com as duas mãos e forçava o pau dentro da minha boca, seu sentia aquela cabeça enorme cutucar minha garganta com força e engasgava, mas Tio Miguel era mais forte que eu e só tirava o pau de dentro quando percebia que eu estava ficando sem ar.
Não consegui engolir aquele pau inteiro, e já estava com a mandíbula dolorida por ficar com a boca tão aberta por tanto tempo. Mas de alguma forma, aquela sensação era maravilhosa, daria qualquer coisa para que aquele momento não terminasse.
Tio Miguel me colocou sentado no chão com as costas encostadas na parede e se aproximou de mim segurando meu rosto com as duas mãos e começou a esfregar o caso na minha cara. Esfregou com vontade aquela mala enorme como se estivesse fodendo. Ao se aproximar, colocou um de seus pés entre minhas pernas encostando em meu saco que também encostava o chão. Aquilo elevou meu tesão de um jeito que eu não aguentaria por muito mais tempo.
Agarrei sua panturrilha com as duas mãos e comecei a alisa-la enquanto tio Miguel mantinha o movimento de vai e vem segurando minha cara. Voltou a socar aquele cacetão babado na minha boca e agora eu sentia foder minha boca com mais força, já que estava com a cabeça entre seu corpo e a parede. Tio Miguel não teve pena e jogava todo o peso de seu corpo em mim. Estava quase sufocando com aquela tora batendo em minha garganta. Aproveitei o tesão do momento forcei sua panturrilha para que tirasse o pé do chão e ele percebendo, começou a esfregar aquele pesão em meu pau. Gozei na hora enquanto tio Miguel se mantinha enfiando o pau inteiro em minha boca e tirando para observar a baba que escorria. Ficou assim por mais um tempo e melei seu pé com minha porra.
Quando tio Miguel percebeu que eu tinha gozado, parou de foder minha boca e me mandou lamber seu pé até que estivesse limpo. Aquele momento, ele parecia um pouco bravo com o que eu tinha feito e acho que talvez não esperasse que eu gozasse tão rápido. Sentou-se na cama de casal e me mantendo sentado no chão contra a parede, levantou seu pá até a altura do meu rosto e repetiu:
- Limpa a tua sujeira!
O tom ríspido daquela voz rouca de deixava com mais tesão ainda e logo eu comecei a lamber aquele pezão limpando toda a minha própria porra. Mesmo gozando meu pau não abaixou. Era a primeira vez que eu estava com um macho e meu tesão estava fora do normal. Aquela cena era surreal pra mim.
Tio Miguel parecia gostar de sentir minha língua em seu pé e forçava a sola contra meu rosto esfregando de cima para baixo.
- Isso...lambe o pé do Tio. Deixa bem limpinho!
Já tinha lambido toda a porra que havia caído em seu pé, e mesmo assim ele continua a esfregar me mandando lamber.
Depois de um tempo assim, deslizou o pé pelo meu peito e foi descendo novamente em direção ao meu pau. Senti a sola daquele pezão gostoso deslizar na cabeça do meu pau que se mantinha inchada e toda babada.
- Agora vem aqui que o Tio ainda não está nem perto de gozar. E olha que já me segurei o dia inteiro só guardando porra pra você!
Tio Miguel se esticou na cama de casal e abriu as pernas, Colocou as mãos atrás da cabeça. E me mandou fazer uma massagem em seu corpo. Eu subi na cama e fui em direção ao seu peito...estava deitado de barriga para cima. Passando as mãos em seus peitos, sentia ainda a umidade da agua do banho. Sua pele estava fresca... fiquei ajoelhado no vão formado pelas suas penas e levei meu rosto até os pelos daquele peito. Comecei a cheirar, lamber, beijar. Queria fazer tudo ao mesmo tempo. Tio Miguel sorria o sorriso mais safado que eu já tinha visto e parecia gostar de toda aquela situação. Tinha certeza de que tinha total controle sobre mim.
Fui subindo beijando seu pescoço e sentindo o corpo daquele macho gostoso que era o Tio Miguel. Beijei aquela barba por fazer e esfreguei o meu pescoço ali por um momento. Em seguida minha boca foi de encontro a boca de Tio Miguel. Sentia uma vontade louca de beija-lo e sentir aquela língua se esfregando com a minha. Tio Miguel virou o rosto quando percebeu e me segurou pelos ombros. Virou-me em um movimento rápido e de repente estávamos em posições trocadas. Tio Miguel apenas se agachou perto do meu rosto e puxando minha cabeça para cima voltou a socar aquele pau na minha boca. Dessa vez não judiou e nem demorou muito. Levantou-se e me colocou de quatro na cama.
Apesar de já ter a altura que tenho hoje, nessa época eu era bem mais magro e mesmo não sendo tão menos que Tio Miguel, ele tinha muito mais força que eu e “manuseava” com facilidade. Rs
Levei um tapa forte na bunda que ardeu.
- Chega mais pra ponta da cama!
Apenas obedeci.
Estava com medo do que viria agora.
Tio Miguel enfiou a cara entre minhas nádegas segurando forte em minha cintura com suas mãos grandes. Me fez empinar a bunda de um jeito que ficasse mais fácil para enfiar mais a cara. Me sentia totalmente exposto. Aquela barba roçando em minha bunda estava sensacional! A língua quente e úmida de tio Miguel deslizando rodeando a entrada do meu cu estava incrível!! Era sem dúvida a melhor sensação que já havia sentido até aquele momento.
Senti aquela língua invadir meu cu e comecei a rebolar na cara de Tio Miguel. Pareceu que isso o deixou ainda com mais vontade e sentia como se meu tio quisesse literalmente comer o meu cu.
Afastou a cara e cuspiu. Meu cu piscava eu sentia aquela saliva espessa me umedecer.
Tio Miguel enfiou dois dedos de uma vez e como eram grossos, senti um pouco de dor. Ele manteve os dedos por um tempo enquanto os movimentava como se estivesse espalhando aquela saliva dentro de mim. Ficou assim por mais um tempo. Levantou-se e segurando meu quadril com as duas mãos encaixou seu pau que pulsava de tesão entre minhas nádegas.
Começou a rebolar assim, brincando com aquele cacetão na minha entradinha ainda virgem.
Senti encaixar aquela cabeçona na porta do meu cuzinho e me segurando com firme fez força para que entrasse. Dei um grito alto com a força que senti àquela hora. Parecia que me estava resgando ao meio. Me deu outro tapa forte e me mandou calar a boca para que ninguém na casa escutasse.
Agarrei um dos travesseiros e comecei a morde-lo cada vez que sentia a pressão daquela cabeçona em meu cu. Escorriam algumas lágrimas com as dores e tio Miguel parou de forçar.
- Teteu, quer que eu continue? Está doendo muito?
- Tá doendo pra caralho, tio! Mas continua...
No quarto tinha um criado-mudo e percebi que tio Miguel parecia procurar uma alternativa para tornar aquilo mais fácil.
Abriu a gaveta do criado-mudo e começou a revirar para ver o que encontrava. Encontramos uma pomada para queimadura que já estava vencida e tinha até o plástico da tampa já amarelado.
- Vamos tentar com isso mesmo.
Abriu o tudo apertando sem economizar e começou a enfiar os dedos em meu cu me lambuzando na entrada e por dentro. Passou o restante da pomada que estava em sua mão em seu pau e manteve seus dedos dentro de mim por mais um tempo.
Sentia o geladinho da pomada e já parecia deslizar mais fácil.
Tio Miguel tirou os dedos e voltou a forçar aquele cabeção em meu cu virgem. Senti uma dor desgraçada, mas dessa vez aquela cabeça enorme já havia entrado. Mordia o travesseiro com se fosse arrancar um pedaço dele. Por mais que entrasse mais fácil, aquela tora grossa me arrombava inteiro. Demorei um pouco para me acostumar com aquilo tudo dentro de mim.
Logo senti as bolas de tio Miguel tocar minhas nádegas. Comecei a rebolar devagar e percebendo que eu já não judiava tanto de mim, tio Miguel começou a rebolar acompanhando meus movimentos. Suas mãos agora seguravam minha cintura com mais força. Sentia aquelas mãos enormes e quentes me segurando com força, tornando impossível fugir daquele momento. Mal conseguia acreditar que aquilo estava mesmo acontecendo.
O pau grosso do tio Miguel parecia crescer a cada estocada que dava em mim. Abaixei com a cara no colchão porque já começava a ficar exausto com tudo aquilo. Tio Miguel, no entanto, parecia estar com toda a disposição do mundo e começou a bombar com força aquele cacete grosso dentro do meu cu.
Eu tentava controlar os gemidos para ser o mais discreto possível, mas tio Miguel tornava essa tarefa difícil enquanto socava com força e parava e logo em seguida vinha outra sequencia de estocadas fortes em meu cu. Sentia uma de suas mãos deslizando pelas minhas costas, subindo e descendo enquanto aquele macho enorme judiava do meu buraquinho virgem.
Meu pau estava muito duro e gozei mais uma vez sem nem encostar em meu próprio pau.
Tio Miguel continuava a socar com força até que parou e me virou na cama, me deixando de lado sem tirar o pau de dentro de mim. Me sentia uma fêmea pronta pra servir aquele homem que judiava de mim sem só.
Segurou uma de minhas pernas e voltou a bombar. A essa hora eu já não conseguia me controlar e ambos gemíamos baixo.
Tio Miguel abriu minhas pernas me colocando de frango e deitou sobre meu corpo mantendo minhas pernas em seus ombros.
Essa posição me deixava ainda com mais tesão porque sentia todo o peso do corpo do tio Miguel em cima de mim. Aquela pressão daquele macho pesado em cima de mim e seus movimentos me faziam delirar.
Era a primeira vez que eu transava com um homem (aliás, a primeira vez que eu transava na vida), e já havia gozado duas vezes. Sentia como seu estivesse fazendo sexo com os deuses. Não parecia estar na Terra.
Sentia todo o corpo suado de tio Miguel me pressionando. Seus peitoral peludo roçando em minhas panturrilhas e seu rosto pingando suor em cima de mim. Eu gemia com minha boca aberta quando o senti cuspir dentro da minha boca. CARALHOO!!! Que tesão que aquilo me deixou!!!
Cuspiu de novo e dessa vez acertou meu rosto perto dos olhos. Enfiou uma de suas mãozonas na minha cara espalhando aquele cuspe pelo meu rosto. Levei mais um tapa.
Tio Miguel continuava a socar aquele cacetão grosso no meu cu e eu já suportava sem dificuldades. Eu apertava aquele pauzão com meu cu conforme o tesão aumentava e piscava involuntariamente.
Senti o pau do tio Miguel ficar mais duro e parecia que crescia dentro de mim. As estocadas ficaram mais forte e eu batia a cabeça na cabeceira da cama. Com um urro forte de tio Miguel, senti cinco estocadas mais devagar e mais fortes em meu cu. Logo senti toda a porra daquele machão gostoso inundar meu cu, pois não usávamos camisinha aquele dia.
Sem tirar o pau de dentro de mim, tio Miguel soltou o corpo e se abaixando me beijou com muita vontade. Sentia aquela boca quase me engolir, passando a minha na minha. Lambeu meu rosto algumas vezes e segurando em minhas pernas se afastou e tirou o pau de dentro de mim.
Senti uma quantidade grande de porra escorrendo e tio Miguel olhando deu risada do que tinha feito comigo. Por um momento, senti um ar preenchendo o espaço que o cacete de tio Miguel ocupava em mim. Apesar de não sentir dor nesse momento, parecia que meu cu nunca mais voltaria ao normal...rs
A sensação era estranha... Sentia-me realizado. Minhas pernas estavam bambas. Estava exausto.
Fui ao banheiro e me limpei. Voltei e tio Miguel já estava deitado na cama de casal com os olhos fechados. Respirava fundo e parecia também estar satisfeito e exausto.
Sem falar nada me deitei ao lado de tio Miguel com a cabeça em seu peito e adormeci
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