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terça-feira, 11 de agosto de 2020

Tio Orlando

 Um dos fatos mais importantes da minha vida ocorreu em Curitiba aos meus 18 anos de idade, quando minha mãe foi informada, por sua irmã, que sua mãe fora submetida à uma cirurgia de emergência para extrair a vesícula. Como víamos minha avó somente nas festas de fim-de-ano (moramos em São José do Rio Preto/SP), decidimos ir visitá-la na semana seguinte que seria a semana da Pátria e eu poderia acompanhá-la pois não haveria aula na faculdade. Meu pai e meu irmão mais velho não nos acompanhariam pois ambos iriam trabalhar normalmente.

Ficamos hospedados na casa da minha tia Letícia, que é uma espécie de chácara, com uma casa muito ampla, um belo pomar e uma piscina cinematográfica. Meu tio, Orlando, é proprietário de uma transportadora e apesar de possuir uma situação econômica muito boa, é um homem simples e de origem humilde que construiu seu patrimônio com o suor de seu trabalho como motorista de caminhão.

Chegamos num domingo à noite e, já no dia seguinte, fomos todos visitar minha avó - eu e meu tio tratamos de instalar uma extensão do telefone no quarto enquanto minha mãe e minha tia davam instruções à empregada e preparavam alguns pratos para serem congelados.

Neste dia percebi que meus desejos sexuais, até então ocultados de todos, incluindo eu mesmo que não queria aceitá-los, começaram a se rebelar e fugir ao meu controle. O causador do problema foi meu tio Orlando, que possui todas as características que me atraem em um homem: É maduro, corpulento, peludo e um comportamento másculo e dominador, porém carinhoso e amável.

Eu o observava enquanto trabalhávamos: seus braços peludos e fortes, seu peito largo com pelos escapando pela camisa xadrez, seus 110 kg bem distribuídos pelos seu 1.80m, seus cabelos grisalhos, seu bigode espesso e, finalmente, o volume entre suas coxas grossas, o que me levava a imaginar quão bem dotado ele deveria ser.

Tudo isto seria apenas motivos para longas punhetas pois era assim que, até então, eu sempre satisfiz meus desejos secretos. Mas desta vez foi diferente pois novos fatos iniciaram a grande mudança na minha história: durante o trabalho precisamos subir no forro da casa para instalar os fios da extensão e enquanto eu mantinha o fio esticado contra a parede, tio Orlando o fixava com uma espécie de pregos em forma de letra C.

O problema foi que o lugar era baixo e apertado exigindo que trabalhássemos deitados sendo que, mesmo assim, na etapa final do trabalho tio Orlando necessitou ficar quase que totalmente em cima de mim, fixando os pregos do canto das paredes. Neste momento não soube mais como agir: aquele macho sobre mim, o seu volume pressionando minhas coxas - quase em minha bunda, os braços fortes e peludos se enroscando aos meus e a respiração pesada em minha nuca foram demais para meu autocontrole. Eu tentei ficar inerte, fechei os olhos, pensei em outras coisas mas não deu! Meu corpo, por si só, falou: abri lentamente as pernas, empinei minha bundinha devagar e vagarosamente comecei a contorcer meu traseiro contra seu colo além de repousar meu rosto sobre seu braço peludo. Eu comecei, discretamente, convidando-o ao prazer. O corpo dele também falou, pois senti o volume aumentar e senti uma leve pressão contra meu traseiro - seria uma encoxadinha?

Estava adorando aquela situação e, pelo volume que eu sentia no traseiro, meu tio retribuía mas, para minha surpresa, meu tio falou, de repente, com uma voz forte e autoritária: - Para de se mexer, Pedrinho, senão essa merda de extensão não fica pronta hoje! Aquilo foi um balde de água fria! Eu queria estar morto, meu tio não queria nada comigo, descobriu meus segredos e, provavelmente, iria contar para a sua esposa, que iria contar para minha mãe enfim, preferia ter morrido que entregar meu segredo tão facilmente. Bom, de qualquer forma meu tesão acabou e ficamos em silêncio até o final do trabalho - É engraçado como neste momento comecei a perceber como era difícil suportar o peso do corpo do tio Orlando sobre o meu o que, há alguns minutos atrás fora muito fácil de fazê-lo.

Mas a história estava só começando enquanto o trabalho, pelo contrário, se acabava. A extensão ficou pronta e meu tio, após testar o telefone, sorriu para mim e disse:

- Este trabalho não teria ficado tão bom se não fosse sua ajuda, Pedrinho. Então olhou diretamente nos meus olhos e completou: - Desculpe-me lá no sótão. Mas a carne é fraca e o titio está com uns probleminhas com a titia e eu agradeceria se você não contasse a ninguém como o titio foi inconveniente.

- Claro, tio! Ninguém precisa saber de nada. Respondi meio atordoado pois percebi que, para o meu tio, eu não tentara seduzi-lo mas, pelo contrário, ele sentiu desejos pelo meu corpo que só foram controlados através da repreensão (que foi destinada para ele mesmo).

- Perfeito! - ele respondeu - vamos lá na padaria comemorar o serviço, eu pago um sorvete.

- Sorvete, tio? Prefiro uma cerveja! Afinal não sou mais um garotinho para tomar sorvete - respondi, brincando.

- É, Pedrinho! Decididamente você não é mais uma criança - meu tio Orlando respondeu como quem pensa em voz alta - e a sogra tem umas louras geladas esperando por nós, que tal uma enquanto esperamos o almoço?

Após o almoço ele foi tirar uma soneca na rede da varanda lendo umas revistas numa cadeira de balanços próximo à janela da cozinha onde minha mãe e minha tia preparavam os pratos e conversavam sobre todo o tipo de assuntos - elas sempre foram duas irmãs muito íntimas e, se a distância dificultava o contato, os telefonemas quase diários permitiam que compartilhassem seus problemas e alegrias. Elas não sabiam da minha presença no quintal e eu as ouvia sem interesse até que o assunto passou a ser meu tio Orlando e meus ouvidos passaram a prestar atenção:

- E o seu problema com o Orlando, está resolvido? - pergunta minha mãe à irmã.

- Infelizmente, não! estou preocupada pois o Orlando não vai aguentar muito tempo, você sabe que ele me procurava todas as noites e agora, com esse meu problema de varizes no útero, ele não tem sexo há mais de um mês. E ainda por cima o problema da mamãe, fica tudo mais complicado.

- Mas Letícia, você pode satisfazer os desejos de seu marido de outro jeito, você tem que ser mais criativa, senão o Orlando precisará procurar sexo fora de casa e você sabe que isto pode acabar com seu casamento.

- Mas o que eu posso fazer, Helena, você sabe que, apesar do Orlando ficar insinuando que gosta de sexo anal eu sou contra e sexo oral então? Não consigo nem me imaginar fazendo isso, não sou uma vagabunda.

- Olha, vagabunda eu sei que você não é, mas Curitiba está cheio de mulheres que não acham isso um pecado não! Cuidado!

- De qualquer maneira, não conseguirei pensar nisto até a mamãe estar melhor. - Nisto o tio Orlando entra na cozinha e elas mudam de assunto. Entendi, então porque o tio Orlando se desculpou, ele não resistiu ao meu corpo junto ao seu e reagiu. Melhor que isso, segundo minha tia, ele gostava de uma bundinha e uma chupada. Decidi, então, que estava na hora de eu perder minha virgindade, tirar o atraso do meu tio e de quebra, quem sabe, até evitar uma crise conjugal...

Meu tio Orlando, por sua vez, parecia estar mais animado com a minha presença, o incidente do sótão havia se encerrado e ele agia como se nada acontecera. Todavia, sentia que ele me olhava diferente, talvez fosse só impressão, mas de alguma forma a minha presença parecia animá-lo. Como eu era um jovem atraente (apesar de me achar mais gostoso hoje, que sou um homem másculo e maduro), aproveitei o calor do dia para dar espaço aos possíveis devaneios de meu tio e comecei a desfilar sem camisa pela casa da minha avó, mostrando meu corpo bem definido de nadador e procurava encostar em partes de seu corpo sempre que possível. Cheguei até a me deitar no sofá para assistir à sessão da tarde de bruços com a bundinha erguida, e, fingindo não encontrar uma boa posição, contorcia meu corpo o tempo todo. Meu tio, sentado na poltrona do meu falecido avô mantinha um olho na TV, outro no meu corpo.

O dia transcorreu neste jogo de sedução até o final da tarde, quando o enfermeiro da noite chegou e todos voltamos para casa. Apesar de ser início de setembro, a primavera se antecipara e nos oferecia uma noite gostosa, quente para os padrões curitibanos. Isto nos despertou o desejo de nadar na piscina após o jantar, pois a água era aquecida e a iluminarão convidativa. Minha mãe e minha tia não se animaram muito mas nos fizeram companhia até o início da famosa novela das oito, quando decidiram nos deixar. Meu tio ainda pediu a tia Letícia que preparasse a sauna pois iria relaxar lá antes de voltar a casa. Tia Letícia trouxe-nos, então, sabonete, xampu, mais toalhas e moletons e praticamente exigiu que tomássemos banho na sauna e voltássemos para casa aquecidos pois não queria mais ninguém doente, além da mãe dela.

Então, tudo começou a acontecer, eu nem pensei em me insinuar para o meu tio novamente, visto a presença das mulheres e a privacidade da casa. Continuei a brincar na piscina enquanto meu tio executava suas braçadas, nadando todo o percurso da piscina várias vezes. Distraidamente, fui aos degraus de azulejo da escada, que possuem jatos de hidromassagem, e comecei a brincar, afundando o corpo na água e sentido a massagem no topo da cabeça. Acontece que essa posição me colocava de quatro pois, com as pernas abertas, apoiava os joelhos no degrau inferior e segurava a borda com as mãos, evitando que o jato me impulsionasse para o centro da piscina, o que deixava minha bunda empinada acima de minha cintura. Meu tio, voltando então, de sua ˙última braçada se aproximou por traz rapidamente, segurou minha cintura e encostou seu instrumento na minha bunda, diretamente no meu cuzinho. Eu ergui a cabeça assustado (não esperava realmente aquela situação) e exclamei:

- Tio Orlando! - ele, dono da situação e sem me soltar, respondeu:

- Pedro, você pode até não concordar, mas essa bunda foi feita para ser comida e eu acho um desperdício não poder comê-la. - A resposta me pegou desprevenido mas o que mais me excitou foi a forma com que ele me chamou de Pedro com seriedade, visto que ele sempre me chamou de Pedrinho em um tom meio paternal. Ele então me soltou a cintura, desencaixou-se de meu traseiro e sentou-se ao meu lado. dizendo:

- Você nem imagina o quão louco eu ando atualmente e não sei se aguento mais um dia sem uma foda! - eu, fingindo não saber de nada, perguntei:

- Se o senhor não quer fazer sexo com a tia por causa da nossa visita, eu posso arrumar um jeito de sair com a minha mãe, eu a convido para jantar fora, por exemplo.

- Pedrinho, Pedrinho, você não entendeu meu problema. - respondeu usando de novo o tom de voz que relembra minha ingenuidade infantil - O titio não pode fazer amor com a titia porque ela está com um probleminha...

- Orlando! - fiz questão de chamá-lo pelo nome no mesmo tom sério com que me chamou de Pedro - eu afogo meu tesão com uma bela punheta! - Não sei com que coragem disse isso olhando nos seus olhos e me sentado ao seu lado no degrau da piscina. Meu tio me olhou nos olhos, de forma diferente e disse - Um homem como eu não bate punheta, Pedro, um homem como eu tem o direito a, no mínimo, ser punhetado!

- Você tem razão, Orlando! Você não precisará se punhetar enquanto eu estiver aqui. - disse isso levando uma mão a sua sunga e a outra à suas costas, enquanto meu rosto se encostava ao seu peito. Tio Orlando, surpreso, abriu as pernas e passou uma mão pelas minhas costas, me trazendo bem junto ao seu corpo; com a outra mão começou a acariciar minha cabeça, dizendo:- Ótimo, Pedro! … isto mesmo que eu quero de você. - Aquilo me deu um frio na barriga e uma vontade de voltar a traz mas eu não conseguiria pois não só meu corpo não me atendia como meu tio me segurava carinhosamente porém com força o suficiente para evitar qualquer tipo de fuga. Minha mão começou a sentir o volume aumentar rapidamente sob a sunga e eu, num único movimento, arranquei-lhe a única peça de roupa que usava. A visão foi maravilhosa: um pinto de uns 20 cm, grosso e com uma cabeça proporcional ao corpo que se afunilava na frente como um morango transformando o conjunto todo em uma estaca pontuda. Comecei a punhetá-lo rapidamente mas ele disse autoritariamente sem elevar a voz - Calma, pois eu preciso controlar meu canhão senão ele solta o primeiro tiro logo - aquelas palavras me serviram de comando e, ao mesmo tempo de alerta pois devia usar minha experiência toda em punhetas para proporcioná-lo mais prazer. Comecei então a massageá-lo com as duas mãos, ora, manipulando suas bolas enquanto o punhetava lentamente, ora, acariciando a região da próstata e a cabeça do seu pau ou, em outras ocasiões, rolando seu pinto com as duas mãos como se fosse um pedaço de pau ou apertando fortemente a base da pica com uma das mão e esfregando a palma da outra mão sobre a cabeça-morango. Ele gemia gostoso e continuava a me acariciar a cabeça sendo que, de tempos em tempos, me mordiscava a orelha ou o pescoço.

Depois de um período de massagem que durou uns 15 minutos, ele chegou com a boca próximo a minha orelha e disse com sua voz autoritária: - Pedro, Você É um mestre na punheta, mas tenho certeza que posso te ensinar algo que, sozinho, você não tinha como treinar! - e começou a forçar minha cabeça para baixo com a mão que a acariciava. Eu rapidamente cedi mas fui descendo devagar, lambendo seu peito cabeludo e sua barriga deliciosa. Ao chegar ao pinto não precisei de nenhuma instrução, engoli o instrumento de uma só vez, colocando na boca tudo o que eu conseguia, que gosto maravilhoso! Tio Orlando gemeu e pelas carícias em minha cabeça, aprovou meu trabalho. Passei, então a lamber a cabeça, dando-lhe pequenas mordidas e chupões. Tio Orlando começou, então, a movimentar minha cabeça contra seu pinto me fazendo engoli-lo cada vez mais fundo até me fazer engasgar, eu sentia que o pinto inteiro entrava em minha boca e avançava entre minhas amígdalas - o que estava lhe dando grande prazer pois começou a gemer alto e então gozou de uma forma espetacular. Foi uma sensação maravilhosa pois seu pinto se inflou e começou a pulsar, lançando jatos fortes garganta abaixo, sem que eu sentisse o gosto desse néctar.

Ficamos, assim, por alguns minutos aproveitando o final do seu gozo: eu mamando e lambendo seu cacete e ele acariciando minha cabeça. Quando o seu pinto ficou mole, ele me falou: - Que tal continuarmos a brincadeira na sauna?

- Pensei que a brincadeira tinha terminado! - Disse surpreso.

- Ah! Você não sabe quanto tesão eu tenho guardado! E esse seu pinto está duro porque também quer gozar, ou não quer? Tu não sabes ainda como é bom gozar com a pica do teu macho te fodendo, Pedro! Vou te fazer gozar sem você encostar um dedo no teu pinto! - eu quase gozei só de ouvir essas palavras. Dito isto, meu tio Orlando levantou-se nu e se dirigiu para a sauna, eu juntei nossas roupas e o segui. Entrei na sala de descanso e tranquei a porta, fui ao seu encontro - ele já estava com seu instrumento erguido, apontando para mim de forma convidativa. Cai de boca novamente, sabendo, agora, que chupar uma pica era mais uma das minhas aptidões. Desta vez meu tio inclinou-se ao longo de minhas costas e massageava meu cuzinho virgem com seu grosso dedo indicador untado com uma espécie de vaselina que não sei de onde apareceu mas percebi que ele a mantinha por perto, esperando a oportunidade para usá-la. Seu dedo entrava e saía com dificuldade causando-me forte dores e eu gemia baixinho enquanto chupava. O medo começou a se apoderar de mim pois se um simples dedo me machucava, imaginei quando, no lugar, estivesse o caralho do meu tio e esse momento não tardaria a chegar pois o tesão do meu tio o estava transformando em um animal.

- Relaxa, Pedro! - disse meu tio, percebendo meu medo - O segredo é confiar em mim e ficar relaxado. Tenho muita experiência, você não imagina quantos cuzinhos virgens eu já fodi nos meus tempos de caminhoneiro. - Aquilo me convenceu, pois uma coisa eu tinha certeza, eu não havia chego até ali para desistir; eu iria até o fim e, portanto, procurei relaxar. Tio Orlando continuou, então, seu exercício de alargar meu orifício, introduzindo agora seu segundo dedo. Quando me acostumei com os dois dedos grossos no meu rabinho decidi tomar a frente e realizar o coito, parei de chupar e puxei meu tio pelo pinto até a sala de descanso, colocando-o sentado em um sofá de couro branco. Meu tio me deixava tomar a frente, percebendo que seria melhor. Subi, então, em seu colo, de frente para meu tio, pernas abertas, olhos fechados, aceitando meu destino. Fui esfregando meu rabinho na cabeça daquela pica deliciosa e a sentindo, entre dores e prazeres, entrar vagarosamente dentro de mim até que meu cuzinho encostou nas bolas do tio Orlando que, neste momento me segurou pela cintura, evitando minha fuga. Ah! Que sensação única, eu ali suado e exausto enquanto aquele mastro quente pulsava dentro de mim esperando que eu me acostumasse. Foram segundos maravilhosamente eternos mas percebi que agora era a hora de devolver o comando para tio Orlando então abri meus olhos e falei, olhando em seus olhos. - Pronto, Orlando! Agora você pode me foder como homem pois não sou mais o garoto virgem que você conhecia. - Tio Orlando então, totalmente tomado pelo seu tesão, me ergueu de seu colo e disse: - Agora vou cumprir a promessa de fazê-lo gozar sem encostar um dedo em seu pinto.

Tio Orlando me deitou de bruços e veio sobre mim mantendo-me preso com seus braços e me comeu de forma voraz, socando fundo e me mordiscando a nuca. Depois de uns 10 minutos dessa deliciosa possessão, ele me virou de costas e ergueu minhas pernas já que, de frango assado, meu tio pôde me enfiar fundo. Pensei que eu não iria aguentar mas via a sua expressão e ouvia seus gemidos e entendi que eu tinha que dar-lhe este prazer e dei: ele me fodeu deste jeito por algum tempo que me pareceu eterno, e gozou; um jato forte e quente me invadiu junto com seu mais delicioso urro de satisfação até então, pronunciado. Ele desabou sobre mim e me beijava e mordiscava inteiro enquanto ainda emitia alguns espasmos de prazer mas, para meu deleite, ele não estava satisfeito e continuou seu ato, dessa vez me pondo de quatro e introduziu, novamente, seu instrumento duro em minha bundinha já toda arrombada. Achei incrível a virilidade daquele macho pois seu cacete não amoleceu nem um pouco depois do segundo gozo. Aquele homem me enrabou gostosamente esfregando suas mãos em minhas costas, beliscando meus mamilos além de, em tempos em tempos, puxar meu corpo contra o seu e mordiscar meu pescoço e costas. Foi então que gozei! Gozei como prometido: sem que eu precisasse sequer acariciar meu pinto. Meu cuzinho, é claro, piscava e mordia o cacete do meu tio que gemendo falou: - Agora você é meu! Eu sou teu primeiro macho e, apesar de saber que não serei o único, sei que teu cabaço me pertence e que, por causa disto, você nunca irá esquecer essa noite!

O prazer foi imenso. Não sabia como agradecer e, então, tive uma ideia: escapei de seus braços e sai do seu cacete que, pronto para o gozo pulsava desesperadamente. Meu tio sem entender o que houve perguntou:

- Te machuquei, Pedrinho? - mas eu, homem que me tornei, respondi: - Não, Orlando. Mas você me deve um gole de tua porra, que engoli sem saborear. – E puxando-o pelo pinto até a ducha dei uma boa lavada em seu instrumento e mamei gostosamente. Ele tentou meter tudo novamente mas não permiti e fiquei com a cabeça na língua até que o seu néctar fluiu contra o céu de minha boca.

Ele estava, finalmente saciado. Tomamos um banho e fomos encontrar minha mãe e minha tia na sala. - A sauna estava boa, hein? Vocês devem estar famintos. - disse minha tia.

- Claro que sim, meu amor. Meu apetite É de leão. - Respondeu meu tio alegremente.

Tivemos um jantar maravilhoso: meu tio conversava alegremente, contando piadas e servindo a todos com grande hospitalidade. No final do jantar ele anunciou:

- Letícia, acho que vou levar o Pedrinho para pescar. Afinal de contas, vocês duas estão ocupadas com a sua mãe e nós não temos muito a contribuir, amanhã é feriado e, além do mais, é uma oportunidade para mim pois você não gosta de pescar. O que vocês acham?

- Excelente ideia, meu querido. Pedrinho, você gosta de pescar? Seu tio sempre quis um filho para ensinar esta arte pois ele é um mestre na pesca com vara...

- Eu não sou muito bom nisto, tia, mas tenho certeza que vai ser uma ótima oportunidade para aprender.

Bem, nem preciso dizer que foram 4 dias e 3 noites de uma pescaria inesquecível onde nas horas vagas até pesquei! Não aprendi muito sobre pesca mas voltei sabendo tudo sobre vara, a vara do tio Orlando.

Eu tive, nestes últimos 21 anos, muitas experiências maravilhosas com homens e mulheres (sou muito bem casado) mas realmente o homem que tanto me ensinou eu nunca esqueci. Tio Orlando vive até hoje muito bem com tia Letícia e sempre me tratou de forma especial e respeitosa mas depois dessa pescaria, onde aprendi outras coisas, nos nunca mais trepamos.

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Seduzindo meu padrasto

Cheguei em casa apressado para ir ao banheiro , além de apertado estava todo molhado.

Fui pego de surpresa pela chuva na volta da escola. Abri a porta e corri para o banheiro . Apos me aliviar , tomei um banho quente , mas na Correria não me lembrei da toalha. Naquela hora deveria estar em casa só meu padrasto que estaria dormindo, pois trabalhara no turno anterior à noite .

Resolvi me arriscar . Ainda molhado sai correndo até a área de serviço, apanhei a toalha do varal , e ali mesmo comecei a me enxugar.

Neste momento escutei a porta da geladeira abrir, e o fogão sendo ligado. Meu coração foi na boca, fiquei com

medo da reação do meu padrasto em me ver nu na área de serviço. Rapidamente me enrolei na toalha e fiquei quieto esperando ele sair da cozinha.

Pela fresta da porta vi que ele estava sentado de costa e acessando o celular.

De onde estava, conseguia ver claramente a tela do celular, e para minha supresa, ele estava acessando um site de filmes pornôs.

Após algum tempo selecionando o que iria ver , ele apoio o celular no pote de Açúcar, ficando com as mãos livres. Afastou um pouco a cadeira , que para minha sorte me deu mais visão do aparelho .

Quando olhei para o vídeo , vi um homem com um pau enorme sendo chupado por outro . Levei um susto, ele estava assistindo um filme gay.

Mesmo ele de costas percebi quando abriu sua braquilha, e tirou seu pau para fora. Não tinha a visão , mas seus gestos o denunciavam . Por seus movimentos percebi que iniciará uma bela punheta.

Neste momento meu pau explodia de tesao . Coloquei a mão, e senti o melado que escorria. Também iniciei uma punheta .

Percebi pelo seus suspiros que tinha chegado ao orgasmo e logo gozou , acabei gozando também .

Vi quando pegou alguns guardanapos que estavam na mesa para se limpar, e com a rola ainda para fora se dirigiu ao seu quarto.

Aproveitei e sai correndo,enrolado na toalha,para meu quarto.Acabei deixando a porta bater, que foi escutado por ele, que gritou ⁃ Serginho é você ?

Sim , acabei de tomar banho , peguei uma chuva danada .

Está precisando de alguma coisa

Nada não.

Sai do quarto em seguida . Ainda estava juntando as minhas roupas molhadas, quando vejo Fernando em pé na porta do banheiro .

⁃ Faz tempo que chegou ? Não percebi que estava em casa quando levantei

Contei toda história, que estava apertado e todo molhado , por isto tomei banho.Lógico, ocultando o que vi pela fresta .

⁃ Não ouvi o chuveiro ligado. Estava na cozinha tomando café , mas devia estar distraído .

⁃ Entrei correndo , tão apertado para ir ao banheiro que nem percebi que você estava em casa.

Percebi que ele não ficou confortável . Comecei a fazer minhas tarefas , que consistia em arrumar meu quarto, ele foi ler seu jornal, e assim passamos a tarde, sem mais tocar no assunto da punheta .O fato é que não saia da minha cabeça aquela cena .

Apesar de ter 17 anos, não tinha muita experiência sexual . As poucas que tinha era com uma prima, e alguns amassos com algumas namoradinhas , eventuais. E lógico, as brincadeiras de troca troca com os amiguinhos , quando criança.

Em casa , por muitos anos, fomos só eu e minha mãe . Meu pai faleceu em um acidente quando ainda tinha apenas 7 anos, por isto não tive muita orientação sexual em casa ,aprendendo tudo que sei com amigos, ou sozinho na internet .

Fernando veio morar com a gente após seu casamento com minha mãe , há dois anos , mas também nunca tocamos neste assunto.

Definitivamente, sempre me considerei hétero, mas aquela cena de Fernando se masturbando mexeu comigo.

Por varias vezes me peguei, nas minhas punhetas diárias, pensando numa transa com outro cara. -Fernando sempre fazia parte destas fantasias .

Comecei a observar Fernando,chegando ao absurdo de uma noite ficar escutando o que rolava no quarto dele com minha mãe .

A cada dia a vontade de reviver aquele tesao que passei , ele socando seu pau , me levou a elaborar planos para ver sua rola, ou mesmo ele transando com minha mãe .

A cada duas semanas ele trabalhava no turno da noite , o que me dava uma tarde toda sozinho com ele em casa. Tentei varias vezes entrar em casa sem ele perceber, e ficava espionando, mas nunca

mais ele vacilou. Então resolvi apelar para um plano e inverti a situação .

Baixei no meu celular um vídeo gay. Selecionei um onde um novinho chupava e era penetrado por outro cara maduro .

No dia seguinte , cheguei em casa, tomei meu banho e coloquei um short , daqueles que não necessitava o uso de cuecas. Aproveitando a desculpa do calor,fiquei sem camisa . Coloquei os fones de ouvido e sentei disfarçadamente na poltrona da sala, ficando de costas para a porta .Com uma das mãos segurava o celular e com a outra mexia no pau por cima do short .

Esperei ele abri a porta do seu quarto e fingindo displicência, comecei a ver o filme de maneira que se ele fosse a sala veria a cena , que minuciosamente preparei.

O nervoso fazia meu corpo todo tremer, dificultando até a segurar o celular .

Logo o senti chegar à porta da sala. Sabia que ele estava me observando .

Continuei a cena. E nada dele se pronunciar. Resolvi ousar, baixei o short, liberando minha rola . Com a mão livre comecei a alisar meu pau .

Como estava de fone, não ouvia seus movimentos, apenas sentia sua aproximação, pela sombra que refletia no tapete.

Meu coração disparou. Já não tinha como desistir...

Quando olhei, o vi na minha frente . O volume de sua bermuda estava enorme .

Sem nenhuma palavra, arrancou o celular de minha mão .

Rapidamente coloquei meu pau para dentro do short , disfarçando, mostrando supresa .

Com uma voz ríspida ele falou ⁃ Deixa eu ver o que você está assistindo.

Agora, realmente envergonhado, e sem saber como reagir , sai correndo para meu quarto. Deitei de bruços com a cabeça entre os braços .

Estava nervoso e pensando no que aquilo resultaria . Escutei seus passos. fechei os olhos e esperei o que iria acontecer .

Quando entrou no quarto , ainda escutei os gemidos que saiam do celular que trazia consigo.

Sentou à beira da cama próximo a minha cabeça , e com calma passou a mão pelos meus cabelos, e falou com doçura . Fica tranquilo, não vou te criticar, manteremos isto em segredo, só te peço mas cuidado, poderia ser sua mãe

Aquelas palavras mexeram comigo e sem controle comecei a chorar, de certa forma arrependido do que fiz.

Ele ainda tentando me consolar , fazia carinho nos meu cabelos . Acabei deitando minha cabeça em seu colo , sentindo sua rola ainda dura .

Sua mão , na tentativa de me consolar ,alisava minha costas , o que aumentava meu tesao .

Por instinto virei meu rosto. Encostei meus lábios sobre seu pau , abri a boca, iniciei pequenas mordidas na sua Rola , ainda sobre sua bermudas , o que com certeza ele interpretou com um sinal verde .

Sua mão deslizou para dentro de meu short onde delicadamente apertava minhas nadegas .

Aos pouco, puxou meu short e com os dedos procurou meu ânus , levou seus dedos a boca, retornando a explorar minha bunda agora lubrificados por sua saliva .

Não sabia como agir, fiquei sem saber qual seria o meu próximo passo. Esperei ele tomar iniciativa .

Continuou a apertar minha bunda e enfiar seus dedos. Com a outra mão abriu seu zíper ,e com minha ajuda o botão de sua bermuda , sua cueca estava melada, senti o cheiro adocicado de sua rola .Não resisti e dei uma fungada forte , agora mais a vontade, fui liberando aos pouco sua rola, primeiro foi a cabeça rosada e em seguida sua vara cheia de veias grossas quase não conseguia fechar minha mão em torno dela , brinquei puxando sua pele para baixo e para cima , mais uma vez com delicadeza e sem pronunciar nenhuma palavra guiou minha cabeça até colocar minha boca na sua rola .

Iniciei uma chupada, tímida mais vigorosa , lambia e sugava como um grande pirulito .

Se inclinou , e sussurrou bem próximo de meu ouvido meu nome

⁃ Serginho, Serginho

Segurou meu rosto e me beijou na boca , me entreguei no meu mais delicioso beijo , continuou sentado na beirada da cama , neste momento eu estava sentado em seu colo, sua rola encostava na minha e ao pouco ele me deitou na cama abrindo minha pernas e enfiou a sua língua no

meu rabinho , quase tive um orgasmo , seus dedos brincavam com meus mamilos e eu retorcia de tesão.

Depois de algum tempo, mudamos de posição , agora eu estava de quarto , mordiscava toda minha bunda , lubrificou com sua saliva.

Pincelou com sua rola a entrada de meu rabo , ensaiando uma penetração , não tinha pressa, parecia saborear aquele momento.

Enquanto eu não conseguia mais me controlar , me arrebitava me abrindo para recebê-lo , e ele continuava naquele rito de passar sua rola pelo meu rego , pedi como uma puta para ele me penetrar .

⁃ Me fode

Encostou a cabeça de sua pica no meu rabo , parecia um ferro em brasa que iria me marcar.

Beijou minha nunca enquanto forçava a entrada de sua vara , senti um misto de dor e de alegria junto com tesao ,difícil de descrever . A cada estocada me sentia preenchido por aquele homem que descobri que amava.

Fernando ao mesmo tempo que me penetrava me masturbava , era um rítmico alucinante , movimentávamos nossos corpos em um único compasso , até chegarmos ao ápice .

Gozamos juntos , senti o líquido quente depositado por ele no meu corpo e gozei em abundância .

Ficamos ali deitados de conchinhas sem nos falar , Fernando ainda estava carinhoso e me abraçava suavemente e beijava minhas Costa .

Eu estava sem jeito de certa forma envergonhado de nosso ato , foi ele que quebrou o silêncio.

⁃ Serginho, não podemos fingir que nada aconteceu , te confesso que nunca imaginei esta possibilidade, mas agora vamos ter que conviver com esta história que iniciamos hoje e não gostaria de magoar sua mãe .

Tentei falar mas fui interrompido com um pedido de que ele gostaria de se explicar mais .

⁃ Antes de conhecer sua mãe sempre tive envolvimento com homens , mas a partir de se entregar ao amor que ainda sinto por ela tomei a decisão de não mais procurar por este prazer .

⁃ O que vim me segurando com certa tranquilidade até poucas semanas .

⁃ Mas não estava conseguindo segurar. Os meus desejos estavam me dominando e quando vi que você compartilhava dos mesmos gosto não resisti e deu no que deu . Agora ainda amando sua mãe , gostaria de manter nosso relacionamento porém em segredo .

Aceitei aquela condição , senti que poderíamos ser uma família feliz , isto se passou a dois anos e nunca revelei o que o que tinha visto pela fresta da porta. Ainda continuamos aproveitar nossos momento de pura felicidade sem magoar ninguém .

sexta-feira, 31 de julho de 2020

De volta para minha terra (03)

Carlos tinha deixado comigo a chave que o primo dele me entregara. Então, não precisei ter tocado a campainha nem nada, cheguei entrando. Para o meu espanto! Eu não sou do tipo que chega em casa espalhafatosamente então entrei silenciosamente e segui até o quarto.

— Porra cara... Mete, mete! Vai priminho gostoso, come! Come... humm... Humm...

— Uau! — entrei de uma vez. Não sei quem ficou mais pasmo. Eu por pegá-los no flagra, ou eles por eu ter pego os dois na cama pelados, com o Carlos socando pica na bunda do Ricardo, o primo.

Os dois pararam a foda na hora, e começaram a gaguejar explicações. Naquela hora eu fiquei com uma pontinha de ciúmes.

— Pedro, não é nada d...

— AH VÁ! Você não vai me dizer que “não é nada disso que eu estou pensando”, né? Você acha que eu sou trouxa?! Acha que eu nasci ontem, Carlos?! — estava muito puto — Aproveita que ‘tá sonhando, e vai! Pede um pônei fofinho!

Os dois levantaram, e foram para cima de mim, tentar me acalmar. Empurrei o Ricardo, e o Carlos me abraçou por trás, pedindo para eu ficar calmo e escutá-lo. Não era nada do que eu estava pensando. É claro que não. Tudo o que aconteceu entre o Carlos e eu era para eles terem a certeza que eu ia topar para um sarro a três.

— Não adianta bancar o traído agora, Pedro. Você sabe que já está fora dos limites da fidelidade há tempos. Desde o momento em que aceitou vir para cá — tentou persuadir Ricardo. O que ele tinha de sexy, ele tinha de venenoso. E o pior é que tinha razão. Só os deuses e vocês leitores sabem o que eu já aprontei neste fim de semana.

Fiquei de braços cruzados, com a cara fechada por um tempo. Sentei numa poltrona, enquanto Carlos pegava um drink, e Ricardo estava deitado na cama tocando uma punheta bem leve e devagar. Como aquele cara era gostoso pelado. Era muito parecido com o Carlos, mas, tinha o corpo definido, malhado. Um pedaço bem grande de mal caminho. E a rola dele, então. Era maior e mais grossa do que a do primo. Carlos me trouxe uma vodka com gelo e tomei num gole só. Eu não acreditava que ele tivesse feito aquilo.

— E outra... Sarro de primo a gente nunca esquece... É pra sempre! Você sabe Pedrinho... Apostaria a minha bunda na certeza de que você já teve algum sarrinho gostoso com pelo menos um primo.

— Foram três primos. Desde os oito anos — e sorri. Era o que eles precisavam ouvir. O semblante deles foi ao status de tesudos em segundos. Carlos trouxe mais um pouco de vodka para mim, e voltou a se esfregar no Ricardo. Estava de volta com a pica na bundinha carnuda do primo num vai e vem delicioso, enquanto o Ricardo gemia intensamente. Terminei meu drink, e subi na cama deles, comecei alisando as costas do Carlos, enchi de beijos enquanto encostava o meu quadril na bunda dele, com meu caralho já em pé, fui deslizando tentando formar uma sincronia.

— Ei, ei... O que você está fazendo aí? — perguntou Carlos enquanto eu acariciava seu peito.

— Você apostou a sua bunda, esqueceu?

— Não, não! Eu só perderia a aposta se você nunca tivesse um caso com primos.

— Ah vá, Carlos... Qual o problema em dar a bundinha uma vez? Cara... Deixa de frescura vai... — E beijei sua boca. Beijei seu pescoço — Eu te dei a minha. O Ricardo te dá a dele há não sei quanto tempo...

— Mas isso é diferente... Deve doer pra caramba...

— Num dói, mermão... Só tenho que fazer com carinho... Experimenta, Carlinhos... Dar a bundinha não vai te fazer menos macho... Não vê seu primo? — Ricardo assentiu com a cabeça. Carlos ficou pensativo um pouco. Pedi para ele continuar metendo no primo, enquanto eu o beijava as costas e ia descendo até a bunda. Fui beijando até chegar no rego, e lambendo devargazinho encontrei o cuzinho virgem do meu amigo. Ele estremeceu um instante com a sensação, acredito que até então desconhecida. Pedi para que ele tivesse paciência, e continuasse o trabalho dele, que tudo estava bem. E continuei chupando o cuzinho dele. E metia a língua ora devagar, ora rápido. Lambia a superfície, e ora penetrava com a língua endurecida. Carlos aumentou a quantidade de gemidos que ele dava, estava adorando aquela situação. Então eu levantei, peguei o tubo de gel que estava jogado na cama, e passei um pouquinho no buraquinho só para ele sentir o geladinho refrescante. Com o dedo, fui massageando, e enfiando o dedo. Carlos ia cedendo.

Coloquei meu pau na portinha e pedi para ele ter calma. Enfiei um pouquinho e ele paralisou. Momentos de tensão. Aquele cuzinho era apertadinho e por mim eu já tinha socado toda a minha rola. A pressa é inimiga da perfeição, e eu não queria mesmo estragar aquele momento. Ricardo saiu debaixo de Carlos, para melhor posicioná-lo. Coloquei meu pau de novo na portinha e forcei mais um pouquinho e Carlos estava gemendo de dor. Sussurrei no ouvido dele que tudo ia ficar bem, que ele era uma delicia, e a dor passa, o prazer é pra sempre. Mais um pouco e ele deu o sinal pro vai e vem. Bem devagar eu fui. Queria que ele sentisse meu caralho massagear a próstata dele. Queria que ele sentisse o calor do meu corpo em sua bunda.

— Huummm... Pedro... Que delicia... Ah... Pedro... vai... Isso... Vai Pedro.... — ele estava no papo. Pedi pro Ricardo me comer se ele quisesse e não deu outra. Lá estava eu no meio dum sanduiche de família. Aquele caralho grossão do Ricardo só me dava mais prazer para acelerar na bundinha do Carlos. A sincronia estava perfeita. Com uma mão eu punhetava Carlos que não parava de gemer. Era uma loucura. Como aqueles dois primos eram delicias. Eu estava pronto para gozar, estava esperando o Carlos fazê-lo.

— Ah... Ah... Pedro... Eu vou... Eu vou! Eu vou gozar! — e jorrou porra sujando minha mão. Gozei com as contrações do cu dele prendendo meu pau.

— Ah que delicia.... Ah... que delicia Carlos.... — caí exausto em cima do meu Amigo. Ricardo tirou a pica da minha bunda, e me virei para terminar chupando. Gozou em minha cara e no meu corpo bem rápido. Deitou ao nosso lado. E ficamos os três, olhando para o teto. Carlos levantou e foi beber água. Ricardo sussurrou um ‘obrigado’, em razão de eu ter quebrado o tabuzinho do primo dele. Respondi que ele não precisava se preocupar. Manter a calma, ir devagar e principalmente estimular a região com a língua e com o dedo fazem a outra pessoa implorar para levar na bunda. Transformamos o banheiro pequeno do apê do Carlos em um banheiro de vestiário masculino. Fizemos a festa, parecíamos três adolescentes. Ricardo se vestiu e disse que precisava ir pra casa. Eu caí morto na cama, e Carlos me deixou abraça-lo, em conchinha.

Domingão de sol em Sampa, e lá fomos para um churrasco na casa dos pais do Carlos. Ia ser algo em família, e fico muito feliz pelo Seu Carlão e a dona Suzana me considerarem da família. A casa não era grande, e tinha uma churrasqueira nos fundos. Chegamos cedo. Em casa só estava seu Carlão, um homem baixinho, cabelos grisalhos, troncudo, com uma barriguinha saliente, e pernas maravilhosas para um senhor da idade dele. Estava de regata, mostrando os braços definidos pelos anos de labuta, e um shorts apertado que marcava as coxas e o enorme volume do saco dele. Imaginava que ele fosse um senhor bem pirocudo, e que a Dona Suzana devia gozar horrores, afinal eles tinha feito um filho e três filhas lindos.

— Bom Dia, meu filho — e abraçou Carlos — Bom dia, Pedro — e me abraçou. Senti a pica dele roçar na minha perna, aparentava estar dura. Quase gozei com aquela sensação que não passou desapercebida pelo velho — Carlinhos, tua mãe está lá na casa da Juliana, com a Jennifer e a Irene. Vai busca-las. O Pedro via ficar aqui me ajudando, né? — piscou para mim. E se lá foi o meu amigo, me deixando sozinho com seu pai pirocudo.

Fomos para dentro de casa e fui perguntando inocentemente como podia ajudar. Ele foi até um armário bem alto e se ergueu todo tentando pegar uma caixa de isopor no topo. No reflexo cheguei atrás dele e sem muito esforço peguei a caixa. O velho se aproveitou e ‘checou’ se eu ‘tava de farol aceso inclinando a bunda, tocando no meu pau. Não deu outra, eu ‘tava de pau duro. Ele saiu de baixo de mim, e pediu para eu me agachar e pegar qualquer coisa que eu não me lembro mais no armário. Quando eu fechei a porta, meus olhos estavam na linha do pacote dele, que incrivelmente estava maior ainda. Certo que eu devo ter feito uma cara de espanto, ele deu um sorriso e uma apertada na pica que estava estourando a bermuda. — Você experimentar um pouco da linguiça antes de ir pra brasa?

Apenas acenei, e ele riu, baixando o shortinho. Estava sem cueca, safado. Que visão linda era aquela! Uma picona rosada, e cheia de veias, da cabeça bem grande e soltando melzinho em litros. O saco era realmente grande, com duas bolonas. Eu já estava agachado mesmo, ele só se aproximou. Foi um empenho colocar boa parte daquilo na boca. Mas, eu sou bem aplicado e gosto dum desafio. Ele rebolava, num vai e vem fodendo com a minha boca e eu não sabia se lambia ou se chupava. Com todo aquilo para mim, eu ‘tava me deliciando. Ser gostoso era de família, só podia. Segurou minha cabeça e forçou um pouco mais. Ele achou mesmo que eu conseguiria fazer um “deepthroat” mesmo. Eu mamava naquele mastro e ele gemia, gemia horrores. Tirou a minha diversão e pediu que eu me levantasse. Inclinou-me na mesa, e foi puxando minhas calças para baixo. Começou a chupar o meu cú enquanto me punhetava. Aquela linguona imensa me fodendo estava alucinante. Deu duas cusparadas, uma na portinha e outra na picona e socou.

— Uuuuh... Que pica deliciosa, Seu Carlão! — gemi pra ele, que curtiu. E foi só no vai e vem. Aquele mastro estava me arrombando de tão grosso, tava vendo estrelas.

— Você quer pica, quer? — sussurrou — Toma um pedaço de picanha.

— Hummm... Que picanha deliciosa, Seu Carlão! — e continuou me fodendo na ponta dos pés.

Saiu de dentro de mim, e me puxou pra fora, onde estava um tapetinho. Pediu pr’eu deitar, porque queria um franguinho assado. Deitei e ergui as pernas, quando senti de novo aquele homem colocar aquela jeba deliciosa no meu cu. Ele sabia trepar. O vai e vem massageava deliciosamente minha próstata e estava me deixando louco. Ele queria ver a minha cara quando eu gozasse, e me socava, e socava com gosto, socava fundo. Eu já não estava aguentando, quando ele avisou que ia gozar. Tirou da minha bunda e eu abri a boca pra receber aquele néctar dos deuses em forma de porra. Esporrou que me lambuzou o rosto inteiro.

Levantei-me e fui ao banheiro. Ele colocou o shortinho de novo e voltou à churrasqueira. O pessoal chegou não muito tempo depois, incluindo o Ricardo e sua esposa. Tínhamos arrumado quase tudo. As mulheres trouxeram suas saladas e maioneses. Os homens trouxeram uma cervejinha, e lá estava eu numa reunião de família aonde eu tinha transado com o pai, o filho e o sobrinho. Dona Suzana pela milésima vez me perguntou se eu tinha namorada e mais uma vez queria que eu namorasse Jennifer, a caçula.

— Se bem que... Seria uma boa ter você como genro... — sorriu Seu Carlão.

— Uma maravilha! Um homão lindo e inteligente desses! — exclamou Dona Suzana, que me fez tremer de medo com o comentário.

— Nah... Mãe! O Pedro tem os rolos dele lá em Curitola. Ele só num se firmou ainda pra apresentar pra família. Ele num precisa virar genro pra ser da família. — disse Carlinhos me livrando a barra.

— É... Ele já é da família — Ricardo falou, passando um braço pelo meu ombro e me dando um beijinho no rosto. Carlos veio ao nosso lado, e pediu para esposa do Ricardo tirar uma foto. Com a desculpa de algumas cervejas, tiramos fotos bem engraçadas, incluindo um trenzinho de encoxada. Estávamos numa rodinha, conversando e passaram a bandeja com carne, quando o Seu Carlão me viu comendo exclamou:

— Pedro, meu filho, a picanha ‘tá boa?!

— ‘Tá excelente seu Carlão! Essa PICAnha tá do jeito que eu gosto: Bem mal passada! — e ele caiu na gargalhada. Carlos, o filho olhou para mim torto, então disse-lhe ao pé do ouvido — Calma, Carlinhos... Eu prefiro a tua linguiça... — e pisquei.

Na manhã seguinte, já era segunda feira, e Carlos me levou rapidamente ao aeroporto. Estava eu voltando para minha casa e para minha nova vida. Ele estava meio sem graça, não era de despedidas. Pediu para que eu viesse mais vezes, pois ele tinha curtido o fim de semana.

— Adorei conhecer um lado seu que eu nunca tinha conhecido.

— Qual lado Carlos?

— O de dentro! — e gargalhou — Mas... curti todas as coisas que fizemos juntos. Você estava certo: Eu não deixei de ser homem — sorriu.

— Não deixamos de ser quem somos por isso— retribui — Seremos amigos para todo o sempre. Eu te amo, meu brother... E preciso ir — respondi.

— Vai lá! E se cuida em Curitola.

Saí do carro com a mochila nas costas e acenei. Ele retribuiu e partiu. Assim foi meu fim de semana de volta pra minha terra.

De volta para minha terra (02)

Costumo acordar bem cedo. Inclusive nos fim-de-semanas, e este sábado não foi uma exceção. Dormir abraçadinho com Carlos foi tudo de bom. A realização de um antiguíssimo sonho. Só que esse sonho não ia de jeito maneira levantar para fazer café pra mim. Levantei, coloquei a água para passar o café, fiz algumas torradas, cortei um queijin’ de Minas, e preparei uma bandeja linda pro meu brother. Entrei no quarto de fininho, e deixei-a no criado mudo dele. Carlos estava atravessado na cama, sem lençol, só de cueca. Àquela hora da manhã, seu pau já estava estonteantemente estufado debaixo do pano. Como a cena era linda. Aquele homem estirado, dormindo feito anjo em minha frente. Subi na cama, e levemente tirei seu pau pra fora da cueca. Humm... já estava até lubrificado...lambi um pouco e coloquei a cabeçona na boca. Ele se assustou e riu ao me ver com pau e bolas na boca.

— Bom Dia... — disse-lhe carinhosamente.

— Humm... Bom dia... que delicinha acordar com um boquete logo pela manhã... Você é safadinho, hein?

— Ué... Minha mãe sempre me disse para tomar o leitinho de manhã pra ficar forte... — respondi, e ele gargalhou. Continuei chupando, agora mais ritmado e acelerado. Ele gemia forte, ‘tava indo às loucuras. Meu pau também estava estocando de duro.

— Aahh... que delicia, Pedrinho... Que delicia brother.... — gemeu mais alto — Desse jeito vai me fazer arrepender de não ter separado antes pra aproveitar essa boquinha santa antes...Ahh...

Continuei ritmado chupando aquele caralho delicioso até que ele num acesso, disse que ia gozar, na hora que já estava jorrando aquela porra clarinha e quentinha na minha boca, e na cara... Humm... que sensação divina! Carlos estava ofegante, jogado na cama enquanto fiz questão de lamber até a última gota da maravilhosa porra do meu Amigo. Levantei rapidamente, e fui ao banheiro escovar os dentes. Troquei de roupa rapidamente e na volta ele já se lambuzava com seu café. Avisei que estava indo visitar minha família e que voltava no fim do dia, “pra gente comer alguma coisinha”, e rí.

— Vou ficar esperando ansiosamente, seu lindo.

Um busão até o trem, e depois um metrô ViaQuatro até a Luz. As vezes quando eu visito Sampa, sinto-me como se nunca tivesse andado de metrô na vida. A nova linha era linda de dar gosto, moderna e limpinha. Eu pouco andei por ela já que eu me mudei antes dela entrar em ação. Da Estação da Luz mais um trem, e meus Deuses! Como minha família estava morando longe do Carlos. Ou eu estava me desacostumando com longas distâncias, já que agora eu moro num bairro bem perto do Centro de Curitiba. Uma hora e meia depois, lá estava eu, chorando feito um bebê, abraçando minha mãe, que também não economizava em lágrimas. Sentamos, e conversamos. Já chegamos fazendo as atualizações necessárias. Eu contei como era a vida na pacata Curitiba, no trabalho, na faculdade, e ela já foi soltando o verbo, contando as fofocas mais quentes do bairro, e dos parentes mais próximos. Não pude interrompê-la, fazia muito tempo que eu não via mamãe, que não me importava. Era bom estar por dentro dos assuntos do bairro, mesmo estando tão longe.

Minha irmã mais velha chegou com o namoradinho geek, e lá fomos nós fazer as atualizações novamente. Mamãe estava terminando o almoço quando percebeu que tinha nada pra beber. Me ofereci para ir na “panificadora” comprar a bebida e todos ficaram me olhando com uma cara estranha. Respondi que “padaria” é comumente (pra não dizer tão somente) chamada de “panificadora” onde eu moro. Brincadeiras à parte, eu queria dar uma olhada em como estava o bairro. E saí.

‘Tava no meio da rua, quando meu celular apita. Tinha recebido um sms. “Oiê... Qto tempo! Sabe me dizer se alguém está usando as muletas? Qdo vc vem pra cá? Bj, Fernie”. Em principio eu fiquei estarrecido com a fênix que acabara de ressurgir. Rapidamente respondi: “Vc eh um cara de sorte, Sr. Fernando. Até onde eu sei, ninguém as está usando e eu ESTOU em Sampa. O que te aconteceu? Bj, Pedro”.

Cheguei na padoca, e ‘tava movimentada. Eu não pisava naquele lugar tinha bastante tempo. Encontrei aquelas vizinhas carolas e viúvas que vivem convidando minha mãe prum chá da tarde, só para arrancar detalhes sórdidos da vida dos filhos dela. Cumprimentei-as como manda o script, como mamãe sempre me ensinou. Algumas pessoas sem importância à minha frente e na minha vez percebi que algo estava realmente diferente. A minha bicha interior naquele momento deu um berro que eu acho que pode ser ouvido longe, porque, O.M.G., quer dizer que o filho do seu Josué é a bicha mais louca e mais sem noção da face da terra que eu ousei encontrar?! Aquele garotinho pentelho que eu ví antes de ir embora se transformou numa menina, só pode. O piá estava com a camiseta regata mais curta que um homem já ousou vestir. E o shortinho só marcava a bundinha redonda bem feminina da garota, que aliás... era uma senhora bundinha. Estava passado. Peguei meu suco de caixinha, e o refrigerante do pessoal de casa. Enquanto pagava, seu Josué surgiu duma portinhola, todo contente em me ver.

— Peeeedro! Meu rapaz! Como você cresceu! Oras... está de férias por aqui?

— Só por hoje, Seu Josué.

— Ah, que pena, meu rapaz. Vejo que já conhece o Miguelzinho, meu filho. — Esse era o nome da menininha — Precisa ver Pedrinho... Miguelzinho é um terror. Eita filho que me dá orgulho.

Não queria acreditar no que ouvi. Imagino o terror que o Miguelzinho deva ser. A bichinha era antipática e indiferente. Olhou nos meus olhos e me mediu com desprezo. Insuportavelmente fresco. Jurava ter ouvido um “Mais alguma coisa, biiieeeatch”, como nos seriados americanos.

— Meu filho, trate direito este rapaz. Eu sou muito grato a ele... Ah! Como o tempo passa, Pedro... Parece que foi ontem que você era um molequinho que prestava uns favores para mim... e agora está aí, um homem feito... — e sorriu maliciosamente. Aquele desgraçado continuava o mesmo. Ainda se lembrava dos meus “favores”. Histórias que eu conto outra hora.

Na volta pra casa, outro sms. “Pow... Q bom q vc estah aki. Eu quebrei a perna =(”. A resposta foi positiva, conquanto que eu me lembrasse onde ficava a casa dele. Praguejou horrores na resposta, todo carente. No final da tarde eu ia dar uma passada lá.

Minhas irmãs mais novas já tinham chegado junto com umas coleguinhas de escola, e todo mundo almoçou lá em casa. Fizeram as perguntas indecentes de sempre, respondi na tangente, escapando de fininho sem entrar em detalhes. Estava curtindo muito aquela tarde. o sol estava ameno, o gramado do jardim estava fresco. Mas precisava ir. Tinha que passar no Fernando e entregar as muletas. E tinha que me aproveitar do meu brother quase curado. Faltava ainda ele experimentar uma coisa... uma coisa bem gostosa.

Depois de mais um monte de chororô de despedida, lá fui eu na saga de encontrar a casa do Fernando. Duas cidades depois da casa da minha família, num bairro não muito afastado da estação de trem, uma casa grandinha lá estava. A mãe dele, que nunca soube de nós (é o que presumo) veio atender a porta. Extremamente simpática tinha nos ajudado à beça quando minha mãe torceu o pé. Emprestou as muletas e nunca mais tinha pedido de volta. Muita água tinha corrido debaixo da ponte. Três anos sem sequer vê-lo.

O quarto dele ficava nos fundos, numa casinha separada. Parei à porta. O quarto era espaçoso, tinha uma cama de casal, um grande guarda-roupa e uma TV grandona na parede. Mas, eu parei para admirá-lo. Ele estava na beira da cama, com a perna engessada para cima, e com a outra para fora da cama. Fernando em nada tinha mudado nesses três anos. Continuava o mesmo baixinho lindinho que eu conheci no trem numa noite voltando pra casa. O boné e a barba por fazer ainda eram suas marcas. Estava de camiseta clara, e uma bermuda cinza. Fones de ouvido e olhos fechados impediram de me ver chegar. Continuava magrinho o mesmo tanto de quando toquei em seu corpo pela primeira vez.

— Você encontrou minha casa — e abriu um sorriso branquinho de orelha a orelha.

— Eu tenho memória de elefante — e pisquei. Fez um sinal pra me aproximar, e afastou levemente a perda quebrada para o meio da cama, deixando o espaço bem em frente ao seu pacote livre para me sentar. — Que te aconteceu, piá?

— Oi??

— Você entendeu.

— Quebrei por aí...

— Num foi agressão de novo não, né? — a história mais triste que ele já me contou foi de quando foi agredido com um amigo (o “de foda“ fica subentendido) por homofóbicos na Avenida Paulista.

— Nah... Não. Isso não. Nunca mais — mudou de expressão rapidamente — E você?! O tempo te fez muito bem, Pedrinho.

— A você ele fez muito mais. Continua exatamente o mesmo cara de três anos atrás. E mesmo com essa perna quebrada, continua radiantemente lindo.

Ele sorriu. Seus olhos castanhos claros são ousaram desviar. Estavam me encarando, esperando uma resposta positiva. E me aproximei. Minha mão pousou em seu peito, e pude sentir seu coração acelerado. A outra em seu rosto macio mesmo com barba. Beijei-o. beijei com carinho e ternura. Como se três anos não tivessem passado. Como se minha viagem ao Rio de Janeiro não tivesse acontecido. Como se eu ainda estivesse com ele. Uma enxurrada de emoções inundavam meu peito e sabia que ele também estava sentindo. Tirei sua camiseta com força, ele se assustou. Enchi de beijos seu corpinho miúdo e cheiroso. Estava cheio de tesão. Deslizei sua bermuda devagar enquanto ele se ajeitava na cama. Não estava usando cueca, então já fui vendo seu pau duro e babando. Não medi esforços, e comecei a chupá-lo. Tentou abafar seus gemidos, mas não conseguia controlar a respiração. Eu conhecia seus pontos fracos, e me deliciava em vê-lo assim sem saber se defender do meu boquete.

Chupei a cabecinha de seu membro e fui deslizando pelas bolas, descendo até aquele cuzinho maravilhoso. De repente senti uma saudade louca daquela bundinha. Outro ponto fraco do Fernando era o cunete. Eu adorava ouvi-lo gemer e implorar para eu para e não-parar de fazer. Agora era uma questão de saber como fodê-lo estando ele com a perna quebrada. Voltei a beijá-lo e acariciar com uma mão e punhetá-lo com a outra.

— Você me leva a loucura... — sussurrou ele.

— É?! — sorri com uma sobrancelha levantada. — O que mais você quer que eu faça?

— Você... você sabe a resposta.

— Eu quero ouvir de sua boquinha linda.

— Me come — sussurrou ele.

— Oi?

— Me come! — falou alto.

Fernando então trocou de lado e ficou de bruços com a perna engessada apoiada pelas almofadas. Aproveitei para incendiá-lo lambendo-lhe a nuca e seguindo até o rego, onde minha língua era voraz, e queria possuí-lo a qualquer custo. Ele implorava para fazê-lo gozar. E o prazer estava me consumindo também. Levantei e posicionei meu caralho na portinha. Estava numa posição bem esdruxula, mas sentir meu pau entrando devagarzinho valia muito a pena. Fernando gemia de dor com a primeira penetrada e pediu para esperar. Eu sentia seu cú piscar. Mais uma vez, coloquei devagarzinho e tirei. O terceiro ponto fraco dele.

— Você vai me fazer gozar desse jeito — riu.

—Essa é a intenção — respondi. Esperei um pouco e comecei a dar estocadas de leve. Beijava seu pescoço e sua boca, e no vai e vem, ele gemia e pedia para ir mais rápido. É claro que eu obedeci. Com carinho aumentei a velocidade e curti muito ouvi-lo gemer enquanto eu possuía aquele corpo. Eu podia sentir o gozo chegando. E sentia meu pau espirrar. Um forte calor subiu pelo meu corpo até a cabeça. Caí de lado na cama, ensopado. Ofegante, ele sorria pra mim. Levantei, e virei de barriga pra cima. Seu pau estava inchadaço, duro feito pedra. Com um pouquinho de técnica, em pouco tempo parecia um gêiser jorrando porra para cima.

Recompus-me rapidamente ouvindo implorar para que eu tomasse um banho. Eu disse que estava tudo okay, que meu desodorante estava em dia, estava limpinho e que precisava ir. E na real, eu precisava mesmo. Ouvi um barulho qualquer do lado de fora e me lembrei da mãe dele.

— Não se preocupe. Contei para ela— respondeu.

— Puta merda! Então ela ouviu tudo!

— Acho que não. Ela deve ter dado uma saída e recém chegado. Vai em paz. É uma pena eu não poder te acompanhar até a porta, porque minha perna está doendo bastante — soltou uma gargalhada gostosa — deseje-me melhoras.

— Quando você casar, sara.

— FODEU!!! Ficarei assim pra sempre! — rimos muito. Dei-lhe um forte abraço e saí do quarto. Quando cheguei na sala, lá estava a mãe dele, tricotando com o óculos bem na ponta do nariz, muito estilo vovozinha. Não consegui olhar na cara dela. Parou o tricô e comentou:

— Fernandinho me contou que você está morando em outro estado...

— Pois é, decidi mudar de ares... — sorri de vergonha. Ela continuou me olhando séria. Caminhou até a porta e a segui até o portão.

— Muito obrigado — disse-lhe.

— Se cuida, rapaz — e ousei olhar para ela — se cuida.

E lá fui eu em mais uma viagem de um extremo a outro de Sampa.