Sou casado a mais ou menos 3 anos, amo muito minha mulher , há algum tempo atrás lhe falei que gostaria de transar com ela e outro homem, a princípio ela brigo, mas depois se convenceu que se tratava apenas de uma fantasia mais ela falou que nao teria coragem. Desde o momento em que falei com ela tentando a convencer a realizar a fantasia, até que ela concordo
Minha mulher então me feiz uma surpressa um eu chego em casa ela estava na sala com um homem que eu nao conheçia, eu fiquei um pouco apreensivo, pois eu nunca havia visto aquele homem. fiquei observando até que minha mulher começo chupa ele na minha frente. mais aquela situações me excito muito, ele a acariciava muito ela pareciam estar gostando muito, eu já estava ficando louco de tesao , ela mi chamou de corninho pergunto se eu queria experimentar aquele cacete bem dotado o negro gemia e falava manda o corno do seu marido,chupa minha pica tambem e sugeriu que fossemos a pra o quartopara ficarmos mais tranquilo .
Chegamos no quarto ele jogo minha mulher na cama , eu começei beijando a boca e acariciando os seios dea minha mulher ainda sobre a blusa enquanto o negro roçava o pau que já estava duro na minha bunda e pude sentir um macho louco pra comer minha . Meu mulher tirou a blusa, enquanto o negro continuava a esfregava o pau na minha bunda e acariciava com suas mãos a buceta da minha mulher por cima da calcinha, eu estava toda arrepiado e excitado. levemente ele metia o paus completamente eretos, o negro tinha um dote que eu nunca imaginei que podesse ixistir, bem grande e grosso e estavam tentando meter no meu cuzinho que era virgem mais aquele cacete e grosso negro , ele nao conseguia entra, eu tentava ajudar ao máximo mais o cacete, passava Fiquei de quatro na cama, a chupa minha mulher e o negro começou a entra no meu cuzinho doia muito . ele metia devagarinho como se estivesse moldando o grande e grosso cacete negro no meu cuzinho, depois que a cabeça entrou os movimentos foram intensificando me levando ao delírio de dor e prazer, eu sentia um tesão intenso, gemia alto e sem controle no pau daquele homem.Enquanto o negro me penetrava com firmeza e apertava minha bunda, me fazendo sentir um verdadeiro viadinho, eu chupava a buceta da minha mulher no mesmo ritmo, saboreando a aquela buceta com um pau duro enterrado no meu cu.
então minha mulher pediu pro negro deitar-se na cama, e mandou que fosse por cima dele e pude sentir seu enorme cacete entrando aos poucos até sentir-lo completamente enterrado no cu, que já estava totalmente adaptada ao tamanho e grossura da vara negra,foi uma delicia indescritível, me senti completamente preenchido, um tesão louco, ele me agarrava pela cintura ,enquanto eu cavalgava seu delicioso cacete que me levava as nuvens, o negro intensificou os movimentos no meu cu me arrancando delírios e minha mulher acompanhou eu virando um verdadeiro viado puta com aquela rola no cuzinho, eu gemia enlouquecido e gozei demoradamente com aquele homem fodendo o meu cuzinho.
minha mulher Pediu que ele esporassem no meu cu , logo começei a sentir a porra quente e gostosa no fundo do meu cu , senti um prazer louco .quando ele terminol agradeci a ele e a minha mulher por ter mi proporcionaram tanto prazer.
ele se Vestiu e foi embora, eu e meu mulher ficamos nos beijando muito, eu lhe disse que a amava muito e agradeci pela noite maravilhosa que me proporcionou. Ela me disse que estava satisfeita por mi agradar, que adorou me ver excitado e gozando na vara daquele negao como eu fantasiava, que se eu quisesse repetir era só pedir e que me amava muito também.
minha mulher adora mi ve numa vara depois eu conto como ela realizou outras fantazias minha!!bjsss...
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sexta-feira, 8 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Contos : Saudades
Conto enviado por um leitor do blog
Saudades do meu professor de química
Às vezes, relatar uma história pessoal que está guardada há tempos na memória, pode ser uma coisa, assim, meio libertadora. Eu reprimia algo que vivi há muitos anos, pouco depois de ter saído da faculdade. Tentava acreditar que havia sido um erro, mas fui vencido pelo fato de que, na verdade, aquela experiência com um dos meus professores de química fora maravilhosa e inesquecível. Hoje, depois de admitido o fracasso de um casamento de aparências, revolvendo o baú onde a gente guarda as lembranças boas e importantes, lembrei com carinho do professor Jairo. Primeiramente porque ontem o vi casualmente, de longe, num evento no shopping. Fiz de tudo pra me aproximar e cumprimentá-lo, mas no meio da multidão não consegui meu intento. Depois, no início da noite, já em casa, as lembranças do nosso encontro dominaram minha mente de tal maneira que concluí: somente escrevendo pra conseguir acalmar a saudade que senti daquele homem.
Foi assim. Eu havia brigado com minha esposa e ela foi passar uns dias com uma de suas irmãs numa cidade próxima. No domingo, sozinho e sem vontade de cozinhar fui a uma feirinha gastronômica numa praça perto de casa, onde comi um lanche rápido. Fiquei de bobeira ouvindo as músicas regionais e passeando pelas bancas de artesanato pra passar o tempo. Mas o que me enchia os olhos eram alguns tipos másculos que sempre se vê em lugares que reúnem muita gente. Deliciava-me com os seguranças em seus uniformes justos, que evidenciavam os contornos dos músculos dos braços e pernas malhados e o volume entre as virilhas. Jamais teria coragem de abordar qualquer cara desses, ainda mais em público e em horário de serviço deles, mas meus olhos não conseguiam deixar de ser fisgados e a imaginação corria solta. Resolvi dar uma espiada no banheiro, mas infelizmente estava vazio. Saí e dei mais umas voltas, e me distraí observando a criançada brincando no parquinho. Isso me fez até tirar do pensamento a excitação de olhar pros machos. O que eu não sabia, mas depois viria a saber, é que eu estava sendo observado também. Ali, absorvido pela algazarra dos guris, fui surpreendido por alguém tocando meu braço, ao mesmo tempo em que ouvi uma risada gostosa, do tipo que algum conhecido dá quando te encontra na rua, falando qualquer gracejo. Era o professor Jairo, com seu jeitão alegre e provocador, perguntando se tanta concentração era vontade de ter um filho. Só pude rir quando o reconheci e ficamos uns minutos conversando sobre a vida. Ele acompanhava um dos seus netinhos e á sua filha, num passeio pela praça, passando tempo até chegar o horário de um jogo de futebol na TV. Realmente fiquei feliz por rever meu ex-professor depois de tanto tempo que havia me formado. Eu já tinha meus quase trinta anos e ele era um senhor de seus cinqüenta e tantos, os cabelos claros já bastante ralos, os olhos de um verde escuro, com o mesmo olhar cativante, braços fortes e peludos. Um homem maduro e charmoso. Nossos olhares se cruzaram num lampejo diferente, mas pela espontaneidade do momento, deixei isso na conta do entusiasmo e da surpresa de rever alguém querido. Despedi-me e encaminhei para o estacionamento. Já estava dentro do carro quando o vi novamente, olhando em minha direção. Acenei um tchau e ele indicou que o esperasse pra falar comigo. Olhava ele se encaminhando até mim e mordi os lábios. Acredito que ele reparou nisso, pois deu uma ajeitada na mala. Chegando à janela do carro, me disse que também estava sozinho naquele dia e que, se eu quisesse, poderia lhe telefonar depois que o jogo terminasse. Ele ficaria na casa da filha, assistindo ao futebol com o genro, mas depois gostaria de sair pra conversar. Eu assenti, pedi seu número de celular, e assim nos despedimos. Naquela tarde trocamos algumas mensagens de texto para confirmarmos hora e local de nos encontrarmos. Acabamos por marcar na mesma praça - visto que ele morava próximo dali - por volta das 19h30min. No horário marcado estacionei o carro, ele logo se aproximou e entrou. Acertamos de ir a um barzinho tomar alguma bebida e jogar conversa fora. Depois de alguns chopes, e muitas risadas lembrando os tempos da escola, ele como que confessou que mais cedo, na praça, já tinha me visto bem antes de puxar conversa. Disse haver reparado que eu ás vezes fixava os olhos em alguns dos seguranças e perguntou se eu gostava, assim, na bucha. Senti o sangue no rosto, não sabendo o que dizer, mas respirei e confirmei. Ele falava mais baixo, quase ofegante. Dizia que desde a época em que eu era seu aluno, ele ficava de olho na minha bunda, que era tarado por bunda de homem, que imaginava que a minha era do jeito que ele gostava, empinadinha. Disse ainda que tinha percebido que eu não estava muito feliz no casamento e que, como estávamos nós dois sozinhos na cidade, poderíamos ver se rolava alguma coisa. Fiquei de pau duro na hora com aquele homem me falando aquelas coisas. Sugeri que saíssemos do bar e fôssemos pra minha casa ou para o apartamento dele, ao que ele preferiu seguir para o meu endereço.
Como eu moro num bairro mais afastado do centro da cidade, no carro ele se soltou, colocou o pau pra fora da calça e falava um monte de putaria que eu estava adorando ouvir e ficava cada minuto mais excitado com aquela situação. Com ele sentado ao meu lado, olhei o seu pau pra fora da calça e me vi uma enorme cabeçorra vermelha latejando e babando; tentei desistir daquela idéia, mas ele insistiu e eu não resisti pois o tesão já estava bem alto. Entramos em casa e ele foi logo tirando a roupa. Eu o levei para meu quarto, onde nos abraçamos e trocamos algumas carícias. Terminando de nos despir, eu mesmo abaixei sua cueca e coloquei minha mão pra sentir seu cacete. Caramba... que delícia... enchi a mão com um pau enorme e macio. Ele forçou meu corpo pra baixo; eu me ajoelhei e me assustei de verdade com a pujança daquela vara. Realmente tinha uma cabeçorra enorme e vermelha, semelhante a uma maçã, e um tronco muito grosso, bem proporcional à glande vistosa, as bolas enormes e bem feitas, todo o conjunto perfeito saindo de uma floresta de pentelhos. Extasiado, ouvi-o ordenando que eu lhe chupasse. Caí de boca naquela deliciosa fruta. Minha boca envolveu aquilo tudo e suguei cada parte: a cabeçona incrível, a tora, o sacão fabuloso, e ele gemia baixinho, dizendo que eu chupava gostoso. Enquanto eu mamava e gemia com aquele portento me enchendo a boca, acariciava seu peitoral peludo e apertava os mamilos. Ele gemia mais alto. Mandou que eu ajoelhasse na cama e arrebitasse a bunda. Obedeci e ele caiu de boca, chupando muito meu cu, me fazendo retorcer como um peixe, golpeando oar com meu rab, beijando minha bunda e novamente me fodendo com a língua ágil. Era tanto prazer com aquelas carícias que meu corpo era varrido por ondas de arrepios. Enfiava a língua no meu cu, dava uns tapinhas ardidos, elogiava meu rabo, falava que meu cu iria morder gostoso seu pau, e eu fui desejando muito isso. Ele se colocou em pé, atrás de mim, e posicionou a enormidade no meu buraco. Tremi. Achei que não conseguiria agüentar, mas ele me acalmou ao mesmo tempo que dizia coisas excitantes. Com muito jeito foi enfiando aquela majestosa pica... a cabeça entrou toda, eu sentia um prazer enorme ao ser invadido, arrombado... sentindo a pica entrando devagarzinho até que suas bolas encontraram minha bunda. Entre dor e prazer, quase não acreditava que tinha recebido aquilo tudo... adorava... gemia, pedia que ele começasse a bombar... Ele perguntava se eu estava gostando, eu só gemia, nem conseguia falar direito... apenas meneava a cabeça afirmativamente e rebolava freneticamente, empurrando meu rabo contra o mastro até sentir suas bolas batendo ... Ele bombava mais e mais até, de repente, retirar toda a rola de uma vez, me deixando atordoado, como uma criança que perde um brinquedo amado... Ele mandou que eu o mamasse novamente. Obedeci e engoli de novo sua tora agora imensa e totalmente rija. Mandou que eu ficasse de frango assado, que ia me fazer de puta... Eu adorava ouvir aquelas coisas e fazia tudo que ele mandava. Era firme e carinhoso ao mesmo tempo... Levantei as pernas, ele colocou uma almofada pra que eu ficasse com o rabo mais alto... abri bem o cu e ele veio e me enrabou agora com mais facilidade...Senti seu pau deslizar gostoso pra dentro, engolido pelo meu cu. Ele meteu e eu gemia cada vez mais, pedindo pra ele me fazer de sua puta, fazer o que quisesse comigo, que eu era dele... Ofegando, ele anunciou que ia encher meu cu com a sua porra, senti aquele homem grandão tremendo encima e dentro de mim, em êxtase, derramando seu esperma... nunca tinha sentido tanto prazer daquele jeito... pedi que ele ficasse por mais um pouco engatado em mim enquanto eu batia uma punheta para também gozar, e assim fiz, com aquela jebona atolada em mim... Exausto, senti sua rola saindo de dentro das minhas entranhas, olhei e vi aquele membro lindo, já meio flácido, molhado. Era uma visão deliciosa aquele guerreiro deitado ao meu lado, o cacete meio adormecido no berço esplêndido de seu sacão e pentelhos fartos. Descansamos por alguns minutos e fomos para o banheiro, para nos limpar. Sugeri que tomasse uma ducha e enquanto ele fazia isso, eu sentava para me limpar, percebendo que, junto com todo o melado da sua porra, um filete de sangue marcara o papel com o qual eu me limpava... Me arrombou mesmo, pensei... mas valeu muito a pena.
Depois de refeitos e vestidos, novamente entramos em meu carro e o deixei na mesma praça onde nos encontramos. Durante aquela semana, pensei nele todo o tempo, e até telefonei, mas ele não quis atender, ou retornar. Entendi que ele preferia que fosse assim.
Passados alguns meses eu e minha esposa decidimos pela separação e assim estou sozinho até hoje. Tentei me relacionar com um rapaz mais novo, mas não deu muito certo. Prefiro os homens maduros, viris mas também carinhosos, que sabem fazer um passivo feliz.
Hoje, parando para vasculhar a memória, percebo que foram muitas as vezes que outros homens me desejaram e eu, por falta de um pouco de malícia mesmo, deixei as oportunidades passarem, como o Thomas, o Darlo, e até mesmo um amigo conhecido do meu pai, o Sr. Cabral. Mas essas são outras lembranças.
P.S.: ao proprietário/editor do blog: se for possível, publique meu MSN (mandurelo@hotmail.com) para que, se alguém quiser, me adicione ou envie e-mail. Hoje tenho 42 anos e moro no Estado de Minas Gerais.
Contos: Carnaval gostoso.
Este conto foi enviado por um leitor do blog:
Me chamo Felipe,sou do Recife,tenho 21 anos,179 de altura,corpo normal,olhos e cabelos castanho claro,pele clara e sou muito comportado apesar de adorar um sexo bem feito!
O fato que vou contar aconteceu agora pelo carnaval no dia 19/02.
O fato que vou contar aconteceu agora pelo carnaval no dia 19/02.
Eu sempre fui louco por um primo meu o Carlos,ele tem 18 anos um pouco menor que eu porém é mais encorpado,ele é do tipo protetor e adora me defender de tudo e todos,ultimamente vinha notando que ele ficava me acobertando quando minha mãe reclamava de minhas saídas (ele sempre falava que estava junto) e era tudo mentira.Pois bem vamos lá...neste domingo dia 19/02 teve um bloco carnavalesco em um outro bairro e lá estaria presente várias pessoas de nosso trabalho (trabalhamos juntos + em áreas distintas) e logo me passou pela cabeça a ideia de fingir que no final estava bêbado e incapaz de ir pra casa e convida-lo a passar a noite em uma pousada lá perto retornando pra nossas casas pela manhã e foi isso mesmo que cuidei de fazer e ele pra meu espanto aceitou sem argumentar,acredito que pelo fato que ele sim estava "louquissímo" e assim fomos de táxi para a pousada,chegando lá peguei um quarto já conhecido,eu gosto dele por ser no ultimo andar e não ter nenhuma outra janela de frente,pois dá pra se aventurar um pouco mais.
fui tomar banho,me higienizar e me preparar para atacar e quando retorno ao quarto ele está vendo filmes pornô,eu o chamei de viciado e ele foi tomar banho,enquanto isso eu liguei pro serviço de quarto e solicitei uns aperitivos já que não tava com tanta fome pra jantar.enquanto esperava o ser atendido tive a ideia de me enrolar na toalha e inventar de lavar minha cueca para não ter que usa-la suja na volta pra casa,aproveitei a deixa para entrar no banheiro e sugerir isto também ao Carlos que logo pediu pra que eu lavasse a dele,pelo fato de trabalharmos juntos e na empresa ter banheiro coletivo já estou bem acostumado a o ver sem roupas e não demonstrei muito interesse nesta ocasião,pois queria ir com calma só não pude deixar de comentar sobre sua depilação...ele é bem peludo e tem o habito de passar a máquina e aparar todo o corpo bem pequenininho e raspar apenas os cantos,neste domingo ele estava totalmente depilado na região intima e comentei "nossa ficou legal assim raspadinho" ele sorriu e eu sai do banheiro.
Comemos os aperitivos e ele logo se deitou,eu antes de deitar tive o cuidado de tirar minha toalha com a desculpa que estava molhada e em seguida aumentei sem ele perceber o volume da tv,pois queria deixa-lo bem excitado com os orgasmos...fiquei lutando pra não dormir e o tesão ajudou bastante,quando percebi que ele estava dormindo eu cuidadosamente soltei a toalha de sua cintura a tirando de cima dele e lentamente levei minha mão até seu peito e a cada segundo que ele continuava parado eu descia um pouco minha mão até chegar naquele pênis lindo...ele é do jeito que eu mais gosto é encurvado para cima e já estava meio bambo,comecei a acariciar,passava levemente a mão no saco também e era obrigado a alisar o seu abdômen e peito também já que é peludinho e eu sou viciado nisso...percebi que sua respiração estava ficando ofegante e seu coração passou a pulsar mais forte,logo vi que ele estava acordado e apenas fingindo,pois bem decidi entrar no joguinho...desci o descobri de vez e fui com toda vontade para seu pau que assim que entrou em minha boca cuidou de ficar bem duro e chupei feito um louco,com todo tesão que tenho guardado desde que me entendo por gente,ele sem falar uma palavra pegou em minha cabeça e começou a acariciar meus cabelos e olhei para seu rosto e ele estava com os olhos fechados e aquele sorriso lindo na face,percebi que ele estava gostando e lambi seu saco e comecei a por suas bolas na boca e revesar chupadas entre elas,voltei pro pau e me esforcei ao máximo para fazer bem feito e ele querer ir além,logo ele começou a se mexer e percebi que ele ia gozar...fiquei parado em sua frente com a língua encostada na cabecinha e uma mão acariciando seu peito enquanto com a outra eu o masturbava ele não aguentou e gozou gostoso a ponto de não conseguir prosseguir com seu silencio e soltando um urro que mais parecia um animal eu então comecei a chupar todo aquele néctar e passei um tempão chupando depois que ele terminou de gozar fiquei com a intenção de fazer com que continuasse duro pra ele pedir pra me comer,no entanto não foi isso que aconteceu...ele disse boa boite Felipe e até amanhã! eu desconsolado me deitei ao seu lado e dormi,no outro dia ele olhou pra mim se desculpou por ter sido um idiota e falou que quem sabe em outro dia quando ele estiver bêbado possa ser diferente...
Bom é isso ai espero que tenham gostado e que possam por no blog,em anexo vou por algumas fotos que tirei a pouco tempo em saídas com outras pessoas e casais qui no recife.
Contos : COROA FOGOSO
Este conto foi enviado por um leitor do blog:
Meu nome é Ricardo, tenho 36 anos, 1,78 m e 70kg. Sou de Vitória/ES. Sou casado com mulher, mas tenho paralelamente uma vida sexual com homens.
O fato que venho a narrar é verdadeiro e ocorreu há mês atrás. Trabalho como funcionário público, ficando até tarde da noite no meu setor para compensar carga horária. Normalmente fica eu e os vigilante; confesso que já bati muita punheta pensando em agarrar algum deles, mas nada aconteceu, não por falta de indiretas.
Numa dessas noites, sem ter o que fazer no serviço, resolvi dar uma volta e fui até um Hipermercado que fica próximo, sabendo que rola o maior "banheirão". Quando entrei no banheiro vi que a noite prometia, pois, havia três caras com cara de pegação. Entrei no reservado que fica no fundo, onde dá para ver todos e longe da porta de entrada. A putaria tava rolando, onde todo mundo se punhetava e um dos carinhas começou a chupar o leke que estava ao seu lado e eu fiquei olhando a cena do reservado. Logo em seguida entrou o funcionário da limpeza do banheiro e todos sairam rápido, ficando só eu tancado na cabine. Depois de limpar o banheiro o funcionário saiu e fiquei sozinho aguardando alguem entrar; passaram-se logos dez minutos e nada. Já estava me preparando para ir embora quando entra no banheiro um coroa baixinho, bem arrumado e começou a mijar. Da cabine fiquei olhando para ver se rolava alguma coisa e percebi que ele estava meia bomba. Abri a porta e olhei para ele e para seu pau que era lindo, taludo. Ele balançou o pau para mim e com o meu aval se aproximou e pediu um boquete. Chupei o corpo do cacete e seu saco, pois, só chupo com camisinha ( para quem não sabe o "meladinho" também contamina – HIV, sífilis, hepatite). Ele insistia para que eu abocanhasse todo seu pau, mas falei para ele os meus motivos e que ali não daria para fazer assim. Ele me convidou para ir ao seu carro no estacionamento. Ao entrar no carro, parado num local mais escuro, começamos a nos beijar e começei a agarrar aquele cacetão. A medida que apalpava e dava chupadelas no corpo e no saco o bicho cresceu e ficou ainda mais bonito (cerca de 19 centimetros e grosso). Coloquei um preserativo e chupei gostoso. Chupava-o e nos beijavamos, até que ele gozou com minha boca sugando seu caralho.
Depois de se limpar, conversamos um pouco onde ele se apresentou como Carlos, casado, 59 anos e que pouco mais de dois anos começou a sair com homens. Ele disse que nesse tempo na maioria das vezes só recebia chupadas e que raramente comeu um homem, pois não gostava muito, mas que quando ocorria era porque o cara lhe despertava muito tesão. Ele olhou bem dentro de meus olhos e disse que me queria por inteiro, que queria me enrrabar. Disse a ele que era versátil, mas que dava muito pouco, que na maioria das vezes comia os carinhas, mas se a figura me desse muito tesão, como ele, eu fazia passivo, mas não sabia se conseguiria engolir essa jeba com meu cú.
Combinamos marcar uma tentativa no sábado pela manhã. Falei para minha esposa que tinha que levar o carro na oficina, pois, estava apresentando um barulho diferente e me dirigi ao local marcado. Deixei meu carro estacionado e entrei no dele e fomos para um motel. Dentro do quarto nos beijamos com muito intensidade e tesão e logo começei a chupar seu saco só para ver seu mastro subir na minha cara, fato que não demorou muito. Botei uma camisinha e começei um boquete intenso e ele apalpava minha bunda e enfiava o dedo no meu cú. Falei para ele que se quisesse me comer, teria que deixar meu cú bem relaxado, pois sou muito apertado. Ele me pediu que ficasse de quatro e começou a lamber meu buraquinho e as vezes enfiava o dedo. Sua lingua molhada no meu cú me enchia de tesão e aos poucos fui relaxando meu cuzinho e ele aproveitava para colocar os dedos para ajudar. Carlos começou a emrrabar meu cú com o dedão, o que me deixou louco. Ele vendo que estava no ponto falou delicadamente no meu ouvido que estava na hora de tentar enfiar o pau. Dei mais uma chupada no sue belo cacete e depois troquei a camisinha e lambuzei sua jeba e meu cú com bastante lubrificante. Pedi que ele se deitasse e fui tentanto enfiar seu pau aos poucos na posição que eu podia controlar a entrada. A cabeça foi entrando e ardendo meu anel. Parei e tirei. Aos poucos fui sentando cada vez mais até consegui sentir aquele naco de carne entrar todo dentro de mim. Fiquei sentado, parado para me acostumar e depois começei a rebolar naquela vara. Carlos levantou seu tronco comigo sentado nele e começamos a nos beijar. A parir desse momento a foda rolou solta, onde gostosamente ele me comeu de fango assado e de quatro. Meu cú ardia muito, mas estava muito a fim de ver o meu coroa dando prazer a ele e a mim. Carlos bombava com força e gritava que estava quase gozando. Ele gozou muito e meu cú apertava seu pau até tirar a ultima gota de porra daquela vara.
Caimos exaustos na cama e nos beijamos com muito carinho e prazer. Fomos tomar um banho e ele disse que eu era o terceiro cara que ele havia comido (não acredito muito). Falamos um pouco de nossas experiências sexuais com homens e ele se interessou quando disse que já havia trepado com quatro caras ao mesmo tempo, onde todos eram versáteis. Ele me falou que conhece um outro cara, que já comeu algumas vezes e talvês se interessaria de fazer a três. Ele falou que a figura tinha ums 30 anos, era masculo, casado, gostoso e passivo. Topei a parada na hora e combinamos dele me ligar caso rolasse alguma coisa.
Se deu certo, conto depois.
Contos: Colocando no cú de um amigo
Reinaldo (fictício) meu amigo tinha 34 anos, era solteiro porem muito putanheiro tinhas diversas mulheres e nunca quis se casar, eu 43 anos casado a mais de 18 anos tenho três filhos, após um certo tempo de casamento a coisa esfria um pouco e procuramos novas sensações e de uns tempos para cá estava pensando seriamente em comer um viado, mas faltava oportunidade e o mais importante coragem para isso alem do que sou bastante serio e sempre espantava eles com meu jeito.
no canarval de 2004 reinaldo e eu estavamos desfilando escola de samba vila maria na qual saimos, e minha esposa estava na praia com as crianças após o desfile no sambodramo, duas mulheres aparentando 30 anos nos deram mole o cutuquei e lancei a ideia de sairmos para terminar o desfile em alto estilo, mas para minha surpresa ele recusou dizendo-se cansado, não adiantando minha insistencia.
sua casa era mais proxima ao sambodramo e como sua familia tinha viajado para porto seguro me convidou para ir descansar la e depois qdo acordassemos irmos almoçar em algum restaurante.
chegando lá perguntei por que ele não quis sair e me confidenciando ele disse que estava com problemas para ter uma ereção ficando apenas meia bomba, tendo passado ultimamente por alguns vexames e agora estava com medo de falhar e isso tirou um pouco seu prazer para o sexo, nesse momento uma ideia diabolica passou pela minha mente meu pau ficou duro na hora e comecei a dizer-lhe que isso não devia ser permanente e talvez faltasse a ele algum outro estimulo diferente, ele me olhou e perguntou se eu era viado o que neguei na hora dizendo que jamais tinha transado com um homem e nem tinha coragem, mas como ele eu tambem estava tendo dificuldades para comer minha esposa, mas qdo imaginava um homem mexendo no meu pau ficava duro na hora e mostrei para ele como o pau estava so de ter aquela conversa.
ele falou que seu pau tambem estava meio duro, mas não dava para penetração o que rebati na hora dizendo que ele não tinha nescessidade de ser ativo podendo ser somente passivo e que isso poderia lhe ajudar recuperando sua velha forma, ele ficou pensativo e me disse que jamais se imaginou dando o cú para outro homem, mas eu rebati dizendo que poderiamos apenas brincar sem penetração.
ele meio titubiante topou e fomos ao banheiro tomar um banho meu carralho estava latejando de tezão durissimo lá nos tocamos nos ensaboamos e após o banho fomos ao quarto dele, ele segurou meu pau e comentou que eu era bem dotado (19 cm) e ele estava gostando de segurá-la em suas mãos, aos pouco ele foi perdendo a postura machista nos beijamos e tocamos nossos corpos durante um bom tempo com as mãos segurei sua cabeça e forçando levemente para baixo mostrando a ele o que eu queria, devagar ele começou a lamber e beijar a cabeça engolindo logo em seguida, levantou a cabeça e me falou para não gozar em sua boca o que concordei na hora, nossa como era gostoso ter a boca daquele macho chupando minha rola o fato de eu saber que o estava seduzindo, me deixou com mais tezão ainda e após uns quinze minutos gozei fartamente em sua boca enquanto segurava sua cabeça para que ele não pudesse tirar a boca de minha rola tendo de engolir toda aquela porra so soltando qdo o pinto já estava limpinho, ele reclamou dizendo que eu o havia traido, mas sem se importar com a reclamação o coloquei deitado de costa ergui sua bundinha e comecei a lamber aquele cuzinho rosado enfiando a lingua ate onde entrava, reinaldo desmoronou ficando todo mole na cama enquanto minha lingua percoria seu cuzinho meu pau já estava duro novamente e pegando um creme hidratante em uma comoda lubrifiquei primeiro o pau e depois o cuzinho dele, virando ele de frente vi em seus olhos que ele não tinha condições nenhuma de negar nada ergui suas pernas me coloquei em posição apontei o caralho na porta do anelzinho de couro dele e devagar fui forçando, eu estava sem pressa, pois tinha gozado há pouco tempo e a penetração foi longa primeiro a cabeça pulou para dentro dele depois centimetro a centimentro fui colocando enquanto ele gemia de uma forma estranha, mas não era de dor.
após colocar tudo dentro ficamos um pouco parados esperando o cuzinho se acostumar ao vizitante enquanto nos beijamos, o pau dele estava durissimo o estimulo dera certo, comecei a bombar no cuzinho enquanto batia uma punheta para ele, não demorou muito para ele anunciar que estava para gozar parei com a punheta apertei meus braços em torno dele aumentei a velocidade das estocadas emquanto o beijava com tezão, explodiu em gozo me chamando de gostoso e grunindo feito um animal e revirando seus olhos, aquela visão de um homem gozando com meu pau enterrado em seu cú fez um efeito imediato em mim que gozei fartamente enchendo seu cuzinho com meu esperma, depois cansados dormimos e qdo acordamos (bem, isso fica para uma outra vez).
no canarval de 2004 reinaldo e eu estavamos desfilando escola de samba vila maria na qual saimos, e minha esposa estava na praia com as crianças após o desfile no sambodramo, duas mulheres aparentando 30 anos nos deram mole o cutuquei e lancei a ideia de sairmos para terminar o desfile em alto estilo, mas para minha surpresa ele recusou dizendo-se cansado, não adiantando minha insistencia.
sua casa era mais proxima ao sambodramo e como sua familia tinha viajado para porto seguro me convidou para ir descansar la e depois qdo acordassemos irmos almoçar em algum restaurante.
chegando lá perguntei por que ele não quis sair e me confidenciando ele disse que estava com problemas para ter uma ereção ficando apenas meia bomba, tendo passado ultimamente por alguns vexames e agora estava com medo de falhar e isso tirou um pouco seu prazer para o sexo, nesse momento uma ideia diabolica passou pela minha mente meu pau ficou duro na hora e comecei a dizer-lhe que isso não devia ser permanente e talvez faltasse a ele algum outro estimulo diferente, ele me olhou e perguntou se eu era viado o que neguei na hora dizendo que jamais tinha transado com um homem e nem tinha coragem, mas como ele eu tambem estava tendo dificuldades para comer minha esposa, mas qdo imaginava um homem mexendo no meu pau ficava duro na hora e mostrei para ele como o pau estava so de ter aquela conversa.
ele falou que seu pau tambem estava meio duro, mas não dava para penetração o que rebati na hora dizendo que ele não tinha nescessidade de ser ativo podendo ser somente passivo e que isso poderia lhe ajudar recuperando sua velha forma, ele ficou pensativo e me disse que jamais se imaginou dando o cú para outro homem, mas eu rebati dizendo que poderiamos apenas brincar sem penetração.
ele meio titubiante topou e fomos ao banheiro tomar um banho meu carralho estava latejando de tezão durissimo lá nos tocamos nos ensaboamos e após o banho fomos ao quarto dele, ele segurou meu pau e comentou que eu era bem dotado (19 cm) e ele estava gostando de segurá-la em suas mãos, aos pouco ele foi perdendo a postura machista nos beijamos e tocamos nossos corpos durante um bom tempo com as mãos segurei sua cabeça e forçando levemente para baixo mostrando a ele o que eu queria, devagar ele começou a lamber e beijar a cabeça engolindo logo em seguida, levantou a cabeça e me falou para não gozar em sua boca o que concordei na hora, nossa como era gostoso ter a boca daquele macho chupando minha rola o fato de eu saber que o estava seduzindo, me deixou com mais tezão ainda e após uns quinze minutos gozei fartamente em sua boca enquanto segurava sua cabeça para que ele não pudesse tirar a boca de minha rola tendo de engolir toda aquela porra so soltando qdo o pinto já estava limpinho, ele reclamou dizendo que eu o havia traido, mas sem se importar com a reclamação o coloquei deitado de costa ergui sua bundinha e comecei a lamber aquele cuzinho rosado enfiando a lingua ate onde entrava, reinaldo desmoronou ficando todo mole na cama enquanto minha lingua percoria seu cuzinho meu pau já estava duro novamente e pegando um creme hidratante em uma comoda lubrifiquei primeiro o pau e depois o cuzinho dele, virando ele de frente vi em seus olhos que ele não tinha condições nenhuma de negar nada ergui suas pernas me coloquei em posição apontei o caralho na porta do anelzinho de couro dele e devagar fui forçando, eu estava sem pressa, pois tinha gozado há pouco tempo e a penetração foi longa primeiro a cabeça pulou para dentro dele depois centimetro a centimentro fui colocando enquanto ele gemia de uma forma estranha, mas não era de dor.
após colocar tudo dentro ficamos um pouco parados esperando o cuzinho se acostumar ao vizitante enquanto nos beijamos, o pau dele estava durissimo o estimulo dera certo, comecei a bombar no cuzinho enquanto batia uma punheta para ele, não demorou muito para ele anunciar que estava para gozar parei com a punheta apertei meus braços em torno dele aumentei a velocidade das estocadas emquanto o beijava com tezão, explodiu em gozo me chamando de gostoso e grunindo feito um animal e revirando seus olhos, aquela visão de um homem gozando com meu pau enterrado em seu cú fez um efeito imediato em mim que gozei fartamente enchendo seu cuzinho com meu esperma, depois cansados dormimos e qdo acordamos (bem, isso fica para uma outra vez).
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