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quinta-feira, 4 de junho de 2020

O casado do grind

Meu nome e Raul , tenho 29 anos , 1,88 de altura e um pau de 23cm ,eu sou garoto de programa e sempre estou navegando nos app.

Ontem eu estava no grind e um cara casado me chamou para conversar , ele era branco 1,75 altura , parrudo , com um pau de uns 18 cm ,ele me falou que sua mulher nao lhe chupava e nunca deixou ele comeu seu cu , e nossas conversas começaram a esquentar até o momento que ele me contratou .

Quando eu cheguei na sua ela não parou de olhar minha bunda, acho que ele gostou da minha bunda e disse que queria fazer algo que a mulher dele não deixava e tal . 

(Achei que iria tirar o Atraso de trás pois desde janeiro que não dou .🤭)ele me levou a um quarto que eu acho que não era dele ,só que a janela dava para ver o portão de fora Ficamos na cama conversamos um pouco pra ter aquele momento relax até que ele criou coragem e pegou no meu pau e se assustou por que não achava que fosse tão grande e grosso e começou acaricar e começou a mamar e a me beijar bem gostoso. E beija Foi me chupando e tirando minha bermuda e a cueca Começou a lamber minha virilha e os ovos ,passando delicadamente a língua molhada e quente .

Ai subiu em cima de mim fazendo movimentos. E do nada ele colocou a camisinha no meu pau e falando que queria ser minha putinha ,e ficou subindo e descendo . Descia rebolando e me deixando com mais tesão e aos poucos cavalgava gostoso . Enquanto eu apertava seus mamilos .  e pedia para socar mais forte 

- Isso fode me rabo , vai mete gostoso , fode tua puta 

Chegou até um ponto que ele começou acelerar na cavalgada que quase gozava .

E minutos depois pra estragar o climão . O cunhado dele chega batendo no Portão . Nisso ele pede pra fazer silêncio dá uma olhada pela cortina da janela do Quarto. Ele sai bem devagar de cima de mim e pede pra mim sair da cama e ficar  pé. 

Achei que tinha acabado . Que nada .

aquela putinha gostava de um perigo 

Ele pediu pra comer ele ele em pé. Comecei a socar não violentamente mais acelerei. Nisso ele sentiu mais prazer pois vi ele arranhar a parede e se cortocer . Enquanto isso o cunhado dele lá fora esperando para entrar . Depois pediu para parar . Quando tirei meu pau dentro dele vi que sangrou um pouco . Fui me lavar e ele pediu pra mim ir pra cozinha . Ia falar pro cunhado que estávamos na cozinha  tomando café e conversando e não deu pra escutar e o telefone tava carregando  .

Nisso fui pra cozinha fingi que tava tomando café,ele abriu o portão e a porta para o cunhado . 

Cumprimentei ele e demorei um pouco fui me despedir . Quando o rapaz foi me deixar lá fora ele me disse que vai querer a continuação do serviço que mau começou, e nisso me pagou e ja marcamos outro dia .. por que fiquei louco para poder fuder o cu daquele puto safado e quem sabe ate da meu rabo também ..

(desculpem este relato e real e estou começando a escrever agora )

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segunda-feira, 1 de junho de 2020

Namorado de minha mãe

Quando era adolescente meus pais se separaram e pouco tempo depois minha mãe começou a namorar com o Marcelo, desde o início sempre o achei um homem bem sexy, ele é alto, másculo, pêlos no peito e na perna, olhos e cabelos castanhos e um cavanhaque que o deixa simplesmente incrível.
 Quando era adolescente meus pais se separaram e pouco tempo depois minha mãe começou a namorar com o Marcelo, desde o início sempre o achei um homem bem sexy, ele é alto, másculo, pêlos no peito e na perna, olhos e cabelos castanhos e um cavanhaque que o deixa simplesmente incrível.
Ele sempre foi muito legal comigo, até mais que o meu pai, sempre fez minhas vontades e dificilmente eu o vi de mau humor. 
Certo dia fomos viajar nós três, como minha mãe adora praia decidimos ir para Maresias e alugamos uma casa bem legal para passar uns dias, no segundo dia que estávamos na casa minha mãe recebe uma ligação da minha tia dizendo que o meu primo tinha tido uns problemas com a polícia e estava preso, como minha mãe é advogada ela foi correndo para São Paulo para ver o que havia acontecido e tentar ajudá-lo, meu padrasto até se ofereceu para acompanhá-la mas ela não aceitou, pediu para ele ficar na casa comigo. Provavelmente ela resolveria a situação e voltaria no dia seguinte de manhã. 
Minha mãe partiu para São Paulo e eu fiquei só com o Marcelo, durante o dia foi ótimo, curtimos a praia, almoçamos, jogamos baralho e a noite ele me pediu para pegar umas roupas sujas que estavam no quarto dele para lavar, fui até o quarto e peguei as tais roupas que eram para serem lavadas, no cesto de roupas sujas vi uma cueca dele, não me contive e fui cheirá-la, percebi que a cueca estava suja de porra, o Marcelo tinha se masturbado e limpado aquela porra na cueca dele, cheirei e aquilo me deu um tesão danado, aquele cheiro de suor de macho misturado com porra me deixou louco!
Levei as roupas para ele lavar e disse que iria me deitar pois estava cansado, mal ele sabia que a cueca dele estava no meu bolso rs, corri para o meu quarto, deitei na cama e comecei a cheirar aquela cueca deliciosa enquanto me masturbava e imaginava aquele homem me comendo, estava tão hipnotizado e excitado com aquele cheiro que nem percebi quando ele abriu a porta do meu quarto e me pegou batendo uma punheta com a cueca dele na minha cara. 
- Ops, cheguei numa hora imprópria, disse o Marcelo
Eu pulei da cama, subi meu shorts e fiquei vermelho de vergonha, afinal ele tinha me pego no flagra. 
- Não é nada Marcelo, desculpa
- Não queria incomodar, só vim perguntar se você sabia onde estava minha cueca branca, mas pelo jeito está com você né? e sorriu 
- Sim, desculpa novamente, e entreguei a cueca a ele. 
- Você se excitou com o cheiro do meu pinto?
- Não, foi um mal entendido Marcelo!
Nesse momento ele apalpou o caralho por cima do shorts e disse.
- Eu te entendo, se precisar de alguma coisa é só falar, e deu uma piscadinha para mim. 
Eu não acreditei no que tinha visto, será que o meu padrasto estava afim de mim? E se estivesse como eu me sentiria sabendo que estava traindo minha mãe? Ele fechou a porta do meu quarto e me deixou sozinho. Durante a noite não conseguia dormir pensando naquilo tudo, por um lado queria muito ele, mas por outro não queria trair minha mãe, a excitação falou mais alto, respirei fundo e fui até o quarto dele, durante o percurso até o quarto dele meu coração estava disparado, parecia que ia sair pela garganta, mas mesmo assim eu prossegui. Abri a porta do quarto e ele estava dormindo só de cueca samba canção, me deitei ao seu lado e coloquei minha cabeça em seu peito, sentia seu coração bater.
Nesse momento ele acordou e começou a me fazer cafuné na cabeça, eu deslizava minhas mãos sobre seu peito forte e peludo, ficamos assim por um tempo, depois comecei a lamber seus mamilos, aquilo o fez delirar, sentia o quão prazeroso estava para ele, desci minha língua e lambi todo seu peito e barriga, abaixei sua cueca e já saltou um caralho grosso e pentelhudo pronto para ser mamado, cai de boca e comecei a mamar aquele cacetão feito um bezerro na mamadeira, nesse momento entendi quando minha mãe comentou com uma amiga dela que não conseguiria fazer sexo anal com o Marcelo, o pau dele era destruidor. 
Enquanto eu chupava aquele pauzão eu acariciava seu saco peludo enquanto ele se contorcia de tesão na cama, por mim eu mamaria aquela piroca por horas sem reclamar, mas passado um tempo ele se levantou, me virou de bruços e meteu língua no meu cu.
- Ahhhhh que tesão Marcelo, chupa meu cuzinho
Ele não falava nada, apenas abocanhava meu cuzinho com todo o prazer, lambia, enfiava a língua na portinha, mordia minha bunda e me fazia gemer.
- Isso, assim, não para não!
E o Marcelo não parava mesmo, depois de um tempo ele se deitou sobre mim e senti aquela jeba querendo entrar no meu cu, ele cuspiu nos dedos e melou o pau dele e o meu cuzinho. Segurou meu braços com força e começou a enfiar aquele pauzão no meu cu.
- Ahhhhhhhhh, para Marcelo, está doendo!
- Shhhhhhhhhiu, não faz barulho, morda o travesseiro, essa dor é só no começo, depois passa. 
Eu mordi o travesseiro, fechei os olhos e senti aquele caralho me arregaçar enquanto ele segurava com força meus braços. Ele ficou parado um tempo para eu me acostumar com a piroca dele dentro de mim, depois começou a enfiar e tirar bem devagar, ainda sim estava ardendo e dolorido, o ritmo das estocadas no meu cu foram aumentando e ele mandando bala no meu cu enquanto eu mordia o travesseiro para suportar a dor. 
Meteu em mim por muito tempo e depois cochichou no meu ouvido.
- Eu vou gozar!
- Goza, goza logo!
Senti o pau dele dilatar ainda mais e vários jatos de porra dentro do meu cu, ele gozou e caiu sobre mim exausto. Eu senti aquele homão em cima de mim me abraçando e beijando minha nuca, depois de uns minutos ele adormeceu sobre mim e eu pude sentir o pau dele murchar dentro do meu cu. Empurrei ele para o lado e fui ao banheiro me limpar, a porra dele escorria do meu cu para as minhas pernas, estava com o cu arregaçado por aquele homem.
Fui dormir no meu quarto e tentar esquecer tudo o que havia acontecido. Na manhã seguinte acordo com o Marcelo enfiando a piroca dele na minha boca, me assustei e dei um pulo para trás. 
- Hahahaha, vim te trazer leitinho na cama filhão! Toma, chupa esse caralho igual você fez ontem. 
- Eu não quero mais Marcelo, chega! 
- Se não chupar eu conto pra sua mãe que te peguei cheirando minha cueca!
Eu não acreditei que ele estava fazendo aquilo comigo, que filho da puta! Fui em direção ao seu pau já meio duro e comecei a mamar, ele ficou de pé só recebendo meu boquete, depois de um tempo ele segurou minha cabeça contra o seu pau e eu senti as esporradas adentrando minha boca, não conseguia acreditar quanta porra aquele homem produzia, me engasguei e tentei cuspir, mas ele não deixou, a porra que escorreu no meu queixo ele limpou com os dedos e colocou de volta na minha boca, eu não queria engolir, então ele me deu um beijo e trocamos a porra, aquilo sim me deu muito tesão. Depois ele tirou minha cueca e começou a me masturbar de uma forma incrível, ele sabia o que estava fazendo.
- Ahhhhhh, eu vou gozar!
Eu gozei muito, foi incrível o quanto eu gozei também, ele sorriu para mim e disse. 
- Vamos lá tomar o café da manhã filhão! daqui a pouco sua mãe chega. 
Descemos e fomos tomar o café da manhã juntos, hora ou outra ele me dava selinhos e beijos, minha mãe chegou e perguntou como estávamos, ele disse que estávamos ótimo e eu havia me comportado muito bem. 
Hoje em dia eu consigo falar sobre isso numa boa, minha mãe já não está mais com ele e não sinto mais remorso, mas a realidade é que após essa transa eu me mudei para a casa do meu pai, pois não conseguia conviver com ele e minha mãe sabendo o que tinha ocorrido entre nós, morria de medo da minha mãe descobrir ou dele tentar algo comigo novamente. Essa foi a primeira e última vez que trepei com o Marcelo, confesso que ainda me pego me masturbando vendo as fotos dele no Facebook e relembrando aquela noite que passei com ele.

A volta do (ex) padrasto bombado - Parte II

CONTINUAÇÃO:

Como vinha relatando a vocês, em plena véspera do meu aniversário de 24 anos, matei a saudade do meu ex-padrasto bombado, e em grande estilo... Só que enquanto eu estava lá no bem bom com o Pedrão, meu namorado, meus amigos e familiares preparam uma festinha surpresa pra mim.

- Filho, aconteceu alguma coisa? - perguntou minha mãe, dramatizando.

- Não.. - respondi gaguejando - Não aconteceu nada! Eu só não esperava, por isso cheguei mais tarde do que o normal...

- Ai, tá... Que susto Alex! Feliz aniversário adiantado, filho!

Dei um abraço na minha mãe e tratei de entrar no clima de festa, me desculpando e animando as pessoas... Meus amigos explicaram que estavam lá desde as 17h, pois era o horário que eu costumava visitar minha mãe aos sábados, e por isso já estavam chateados de tanto esperar. Tratei de ir tomar um banho o mais depressa possível, pois um dos meus amigos mais chegados tava me olhando com uma cara de que sabia que eu havia aprontado... Coloquei outra roupa e voltei pra sala. Alguns familiares mais velhos já estavam indo embora. Cortei o bolo que haviam preparado pra mim, abri os presentes que trouxeram... enfim, deu pra salvar o dia, sem levantar suspeitas. O mais foda era encarar o Vítor. Não que eu estivesse arrependido de ter traído ele, até porque, seria hipócrita dizer que eu não tava afim de outras transas com o Pedrão. Mas é que eu sabia que ele estava só esperando o momento de ficar a sós comigo e fazer confusão. E não deu outra. Logo que minha família foi embora, Vítor me chamou num canto e começou o mimimi. Não dei moral e disse apenas que estava afim de ficar sozinho a tarde toda. Ele ficou inconformado!

No fim das contas, meus amigos me convenceram a pegar uma baladinha de última hora! A namorada de uma amiga tinha um contato quente e conseguiu um camarote pra gente. O Vítor foi junto, mas só pra fazer a linha mesmo. Mal ficávamos juntos... Ele dançava com minhas amigas e eu com os mais chegados, comentando discretamente os caras mais velhos, bombados e gatos que estavam por ali. Só não sensualizei com nenhum porque achei muita cara de pau. Lá pelas tantas, o Vítor já havia tomado todas e veio todo choroso pro meu lado...

- Aqui não é lugar pra fazer D.R. Vítor! Na minha casa a gente se acerta! - respondi curto e grosso.

Depois de curtir mais um pouco o lugar, resolvi ir embora dali com ele. No caminho, ele fez mais um pouco de drama dentro do táxi e depois acabou dormindo... E mesmo estando bem alegre, eu tive que ajudá-lo a sair do carro e a ir pro meu apartamento. Coloquei ele na cama e deitei exausto ao seu lado... Não conseguia tirar da cabeça o que havia rolado com o Pedrão a tarde! Caramba, que grande doidera! Que homem maravilhoso! E que dia longo! Dormi igual uma pedra.

Lá pelas 10 e meia da manhã, acordei, e o Vítor já estava em pé, na cozinha... Quando o vi ali, calado, arrumando a mesa enquanto esperava o café passar, por um momento, me lembrei de todas as razões que me fizeram me apaixonar por ele. Porém, todas as criancisses dos últimos meses foram mais fortes e não me saíam da lembrança!

- Bom dia Alex... Feliz aniversário, agora no dia certo...

Sorri desconcertado. Fui até ele e trocamos um longo e demorado abraço... Nos sentamos, tomamos café trocando algumas palavras educadas e rotineiras. Então, tomei a inciativa:

- Vítor, acho que tá na hora da gente conversar.

- Não precisa Alex! Chega de D.R. As coisas não estão funcionando entre nós...

Fiquei perplexo com a atitude madura dele! Concordei e então Vítor argumentou que ainda era apaixonado por mim e que achava que, se déssemos um tempo, talvez as coisas poderiam melhorar entre nós. Apesar de estar convencido de que não tínhamos mais solução, resolvi concordar com ele... Combinamos que seríamos livres por um tempo e depois resolveríamos nossa situação. Respirei aliviado! Pensei: "Agora eu posso ficar com o Pedrão sem remorso nenhum!". E foi o que aconteceu antes do que eu imaginava, superando minhas expectativas!

Fazia calor naquele domingão... Terminei de tomar café com o Vítor, me despedi dele e fui pra casa da minha mãe, esperar dar o horário do tradicional almoço em família. Enquanto isso, troquei altos sms com o meu ex-padrasto... Pedrão me falou que ainda estava na cidade, que havia dormido na casa do Ricardo, e que queria me ver novamente naquele domingo ainda! Não me fiz de difícil e respondi que era só marcar um horário... Nisso, o almoço saiu. Me sentei pra comer com a família e recebi mais alguns presentes. Apesar do momento agradável, não tirei minha atenção do celular e olhei rapidamente quando chegou a resposta do Pedrão pro meu último sms: "Após o almoço, apareça lá na distibuidora e lá a gente vê o que faz." Comecei a ficar excitado com aquela situação! Apesar de não ser o lugar mais confortável do planeta, a idéia de transar com aquele homão no escritório dele de novo, me pirava a cabeça!

Após a sobremesa, bati papo com minha mãe e o marido dela, esperei um pouco e coloquei um bermudão, uma regata e um tênis. Saí de casa e o sol estava forte... Quando cheguei a distribuidora, dei de cara com Pedrão sem camiseta, usando apenas um shorts azul escuro e um tênis de academia. Que tesão! Fiquei excitado na hora:

- Ah, você já tá aí... E com calor pelo visto!

- Claro! - respondeu cínico - Você também né... de regatinha!

E deu aquela risada sacana dele... Nisso nos aproximamos e fomos pro escritório da distribuidora. Pedrão me puxou para um delicioso beijo na boca, onde me senti totalmente embriagado, e como se o tempo parasse... Nos abraçamos apertado enquanto nossas boca e nossas línguas não se desgrudavam. Ao mesmo tempo que eu não queria pensar em nada, e só aproveitar aquele momento, uma coisa começou a me passar pela cabeça... Como era possível que depois de tantos anos eu estivesse tão envolvido com aquele homem novamente, e em tão poucos dias? Seria mesmo só um fogo que reascendeu ao nos reencontrarmos? Ou seria algo mais? O tesão que eu sentia estava a flor da pele, mas todo o carinho que eu sentia pelo Pedrão, também estava ressurgindo... e mais forte!

Ele se encostou na mesa, me puxando junto a ele... Foi tirando minha regata, abaixando o shorts dele e também meu bermudão. Nisso, Pedrão parou de me beijar, me olhou nos olhos e disse:

- Tô adorando ter você nos meus braços de novo Alex!

- Eu também tô! - respondi encantado.

- Eu já saí com muitos caras, mas com nenhum eu tive essa sintonia massa que a gente tem!

Fiquei sem nem saber o que dizer... Eu apenas o segurava forte pelas costas e olhava em seus olhos.

- E te ter assim me deu vontade de fazer algo que eu nunca tive coragem...

Caramba, seria o que eu estava pensando?

- Pedrão... você tá afim de fazer passivo?

- Cara, se não for com você, eu vou morrer sem ter feito! E você virou versátil de uns tempos pra cá não?

- Sim, já tem algum tempinho! Com o Vítor eu era uns 60% ativo aliás...

- Era? Vocês terminaram?

- A gente tá dando um tempo...

- E eu espero que seja um longo tempo! - Pedrão disse isso dando sua risada safada...

Nossa, aquela conversa toda mexeu com meus instintos! Me atraquei com o Pedrão num amasso daqueles selvagens... Eu explorava ferozamente o corpão dele com minhas mãos, enquanto ele punhetava meu pau. Apertei seus mamilos com força, e Pedrão soltou da minha boca pra gemer alto... Caí de boca em seu peitoral, enquanto enfiava minhas mãos por dentro do shorts deles, apertando com força aquele bundão gostoso! Pedrão gemia gostoso, o que só aumentava mais e mais o meu desejo... Comecei a forçar meus dedos contra a porta daquele rabão. Ele gostou e então eu pedi insandecido:

- Vira essa bundona pra mim, vira Pedrão! Se apóia na mesa...

Fui empurrando aquele homão tão maior que eu contra a mesa do escritório e ele não se fez de rogado... Se apoiou empinando a bunda, e eu rapidamente abaixei seu shorts até o chão. Tirei meu bermudão, minha cueca e joguei longe, ficando apenas de tênis.Caí de boca em seu cu, vom uma voracidade que eu não experimentava há tempos! Pedrão começou a urrar de prazer:

- Ah! Que tesão!! Porra Alex, que língua esperta é essa? Você não era assim muleque...

- Hmm... Pra você ver... Em pensar que... foi você que me iniciou!

Respondi isso, entre chupadas, lambidas e cuspidas, no rabo mais musculoso e suculento que eu já provei! Nisso, fui puxando o pau do Pedrão, que estava duraço, pra trás, e fiquei revezando minha chupada entre cu - bolas - pau! Ele tremia, arfava e urrava igual animal no cio. Meu pau estava super duro e eu tinha que meter logo, se não corria o risco de gozar antes da hora.

- Quero meter Pedrão, pode?

- Pode! A minha "filhinha" safada pode enfiar tudo!

Eu estava me sentindo "o cara" ouvindo aquilo... Eu ia tirar o cabaço justamente do cara que havia tirado o meu! Logo, eu estava enfiando meus 16cm naquele cuzão, lubrificado pela minha saliva...

- Ai... Vai com calma aí Alex!

- Mas nem é grande Pedrão...

- Mas é a minha primeira vez né... Ai!

- Tá doendo, tá?

- Um pouco... Mas não pára...

- Agora que vai ficar bom!

Terminei de pôr e comecei o vai e vem. Eu suava e me agarrava aquele corpão, sem perder o ritmo da penetração... Nós gemíamos juntos e o prazer tomou conta de nossos seres de uma vez por todas! Me soltei do Pedrão sem parar de meter, segurando-o pela cintura:

- Toma! Toma essa pica, padrasto gostoso da porra!

- Fode Alex! Fode que isso é bom demais... Se eu soubesse que era tão gostoso, já tinha dado pra você faz tempo, sua puta!

Eu meti com toda a minha força, pra arregaçar mesmo! Ouvir o estalar do meu corpo no dele era alucinante... Me abaixei, beijei suas costas e então gozei... gozei tanto que não conseguia acreditar! Aquilo sim era um presente de aniversário! Pedrão gozou também, ainda com meu pau dentro dele, fazendo com que eu sentisse a contração de seu cu. Eu estava exausto e ensopado de suor... Pedrão soltou seu peso em cima da mesa, respirando fundo, gemendo e rindo. Fiquei por cima dele um pouco, rindo junto... Depois, tirei meu pau já amolecendo de dentro dele e ele se sentou numa cadeira, dizendo:

- Foi maravilhoso Alex! Nunca pensei que ia ser tão gostoso dar...

- É porque foi comigo né - respondi brincando.

- Sim, é porque foi com você que foi bom...

Nisso, fiquei sério, olhando praquele monumento pelado, todo gozado e sentado na minha frente. Pedrão estranhou:

- O que foi? Não achou bom?

- Claro que achei! - respondi, meio que gaguejando.

- Então vem cá!

Fui até ele e o beijei deliciosamente, agora sem a loucura do tesão, apenas um beijo gostoso, cheio de carinho... e acho que paixão! Me sentei em no colo do Pedrão e então ele questionou:

- Você é especial pra mim... Sabe disso né Alex?

- Você também foi e sempre será especial pra mim Pedrão...

Ele deu um lindo sorriso e então nos beijamos novamente.

- Vamos lá pros fundos! Hoje eu fui mais precavido... Trouxe uns panos pra limpar aqui e uma mangueira pra gente se lavar!

Fomos e então tomamos um delicioso banho de mangueira... O calor continuava, então além de nos limparmos, nos refrescamos e brincamos de um ficar jogando água no outro, feito dois adolescentes apaixonados... Foi um momento gostoso e de tranquilidade, pois os muros da distribuidora eram bem altos, e não corríamos o risco de nenhum vizinho nos flagrar. Nos vestimos, limpamos a bagunça da sala de recepção e então Pedrão começou a se explicar:

- Cara, desculpa por esses encontros improvisados aqui! O Ricardo acabou com o meu dinheiro montando tudo, então não deu pra te levar num motel e tal...

- Sem problemas Pedrão, mas você podia ter me falado, eu pagava o motel...

- Nunca muleque!

O Pedrão sempre teve desses orgulhos bestas, que ele era o mais velho, ele que tinha que bancar tudo.

- Você não muda né! - respondi - E outra, foi excitante transar nessa mesa aqui...

Eu disse isso me aproximando dela e me encostando...

- Isso foi... - disse Pedrão, me pegando e me beijando de novo.

Depois, parou e ficou apenas me olhando nos olhos e acariciando meu cabelo... Ficamos meio sem graça e resolvemos ir embora. Ele me deu uma carona até meu apartamento e no caminho, fez uma pergunta que, eu não sabia, mas era o primeiro indício de que nossas vidas mudariam:

- Alex... Se eu me separasse da minha atual... você ficaria comigo... tipo, só comigo?

Minha surpresa foi tanta, que eu pensei bem antes de responder:

- Que tal a gente ver isso só depois de você se separar primeiro? Diferente do Vítor e eu, que eu saiba você e ela não tem nenhum problema...

Pedrão deu uma risada sincera e disse:

- Você tem razão... A gente não tem nenhum problema, ao contrário. De todas as mulheres que eu já tive, acho que ela é a mais tranquila... A questão é que eu sinto com caras, eu nunca senti com mulher nenhuma.

Nesse momento, ele parou o carro, pois estávamos numa rua deserta:

- E com cara nenhum eu senti o que eu sinto com você...

Fiquei perplexo, sem palavras! Nos beijamos gostoso e não tocamos mais naquele assunto esse dia. Pedrão me deixou na frente do prédio onde moro e foi embora. Esse foi um recomeço pra nós... Não éramos mais o tiozinho e o adolescente que transavam as escondidas no passado... Agora éramos dois homens adultos dispostos a arriscar mais que nossos corpos! Não nos vimos mais até o Pedrão se separar da trintona com quem estava morando... Nosso reencontro foi romantico, ardente e selvagem, num motel bacana, que ele fez questão de pagar sozinho. Primeiro fui possuído por aquele homem incrível, e depois tive o prazer de possuí-lo também...

Na sequência, terminei com o Vítor de vez. Ele relutou um pouco em aceitar a idéia, mas no fim, entendeu que era o melhor pra nós dois. Faz 1 mês que eu e Pedrão estamos namorando! Sempre nos vemos no meu apartamento e apenas meus amigos mais chegados sabem... Não sei se assumiremos perante a todos, pois minha mãe, apesar de agora sim desconfiar da sexualidade dele, não me perdoaria por namorar com o ex dela, muito menos se chegasse a descobrir que tivemos um caso quando eles ainda eram casados. O que importa é que estamos muito felizes, e que estamos aprendendo a nos amar de verdade... sem deixar nosso sexo animal de lado, é claro.

A volta do (ex) padrasto bombado

Aqui é o Alex, e como relatei a vocês uma vez, dos 18 aos 20 anos, vivi um ardente romance com um cara que foi casado com minha mãe: o Pedrão. A verdade é que nunca esqueci do sexo maravilhoso que eu fazia com ele! Mesmo saindo e namorando com outros caras, sempre senti saudades do Pedrão, acho que por ter sido meu primeiro homem.

Isso que vou contar agora, começou há uns 2 meses, quando faltavam alguns dias para eu completar meus 24 anos. Ano passado, comecei a namorar com o Vítor, um cara bacana, de 21 anos, que faz faculdade de jornalismo, e é bem flexível na cama... Me apaixonei por ele, mas em pouco tempo tivemos muitas brigas, pois ele costumava ser ciumento e bastante inseguro com relação a si mesmo. Sempre fui fiél, até que o Vítor começou a desconfiar de mim sem que eu desse motivos... Sou formado em design, e tenho um colega de trabalho lindo, o Léo. Mais velho, sarado, gente boa... e hétero! Mesmo assim, o Vítor enfiou na cabeça que eu tinha alguma coisa com ele, pois sempre estávamos juntos, fosse a trabalho, fosse pra relaxar e bater papo nas horas vagas. Confesso que eu não ia achar ruim dar uns pegas nele, mas o cara é hétero, noivo e um grande amigo.

Atualmente, moro sozinho, num apartamento que tô financiando. Um dia desses, o Vítor chegou em casa e começou a me perguntar o que eu queria de presente de aniversário... Eu sem o menor saco pra ele e pra falar daquilo, e ele insistindo... Perdi as estribeiras:

- Vítor, que tal você me dar um pouco de sossego de presente?

Então ele começou a se fazer de coitado, chegando a dizer que ia me dar o Léo de presente pra eu ficar feliz! Por fim se aquietou e acabou dormindo na minha cama. Aliviado, fiquei no meu pc, mexendo em algumas coisas de trabalho, até que resolvi entrar no Facebook. Levei o maior susto ao ver que o Pedrão havia me adicionado, e me deixado uma mensagem: "Fala Alex... Sou novo aqui no Face, e ainda não sei mexer direito, hahaha! Mas já tô pondo uma fotos novas no álbum, e assim que eu aprender a usar, a gente se fala no bate-papo aqui! Beijão!"

Fiquei muito feliz, e quando vi as fotos dele, cheguei a babar: Que delícia que ele estava! Muito forte, muito conservado... Eram fotos do carnaval, numa praia, aqui perto da minha cidade... Tinha uma dele de sunga, molhadinho de água de mar, à beira da praia, que era uma coisa de doido! Mas a melhor de todas era uma dele na areia, tirada por ele mesmo, sentado... Aquele sorrisão cativante, agora usando um cavanhaque bem desenhado, careca, uns músculos deliciosos, peitoral e pernas fortes e peludos na medida certa, como sempre... Ele parecia ainda mais gostoso! Fiquei de pau duro na hora e quando ia começar a tocar punheta lembrando das nossas transas, ouvi o Vítor resmungando:

- Quem é esse velho bombado hein?

- Nossa, você tá acordado? - respondi, tentando aparentar tranquilidade.

- Sim, e pelo visto você achava que não né Alex...

- Vítor... É só aquele ex-marido marombado da minha mãe... Já falei dele pra você, lembra?

- Ah tá... Marombado mesmo hein! E cafona...

Tive que concordar! Afinal, o Pedrão sempre teve um ar de tiozão que se achava o máximo... Mas ele tinha porquê se achar né? Quase 50 anos, e um físico de dar inveja! Tenho que explicar, que atualmente minha mãe está casada com outro cara, bem mais o estilo dela, um gentleman, rico e aposentado, simpático mas nada atraente... Portanto, na frente dela, ninguém toca no nome do Pedrão pra não constrangê-la. Já eu, somente quando estava entre amigos que falava sobre minha atração por coroas... Nunca tive coragem de falar pra ninguém que cheguei a me envolver com meu ex-padrasto!

Acho que comecei a deixar de gostar do Vítor no dia que ele resolveu vasculhar meu pc... Descobriu uma pasta onde eu guardava fotos de maduros sarados! Ele fez um verdadeiro drama e o que mais me deixou puto, foi ele dizer pra minha mãe que tava explicado o porquê eu ainda conversava com o tal Pedrão... Por um momento, tive medo que ela descobrisse algo, porém consegui contornar a situação, afinal oficialmente o Pedrão era hétero e ainda gostava de mim, somente como um pai. Desliguei o celular pra não correr o risco do meu namorado me enxer o saco, fui pro meu apartamento e entrei no Facebook. O Pedrão estava on... Na hora começamos a trocar a maior idéia... Animado como sempre, Pedrão me contou que sua distribudora tinha crescido muito nos últimos anos, e que agora ele ia abrir uma distribuidora de gás também, em sociedade com um amigo da minha cidade...

- Mas aonde vai ser essa nova distribuidora? Aqui ou aí? - Perguntei.

- hahahaha, adivinha... vai ser aí meu lindo... acho que vamos voltar a nos ver hein ;)

Na hora, comecei a pensar em sacanagem... Continuei a conversa:

- Sério? Mas quando vai ser isso?

- esse final de semana vou tá por aí pra resolver o que falta... me passa seu número de cel que eu te ligo, assim que eu chegar...

Passei na hora! Rever aquele homem pessoalmente, ia ser muito interessante...

- hei! não é seu aniversário domingo? - perguntou ele.

- É sim... Lembrou ou viu aqui no Face, hein? huahaua

- confesso que vi aqui, hahaha... e me diz, vc tá namorando hein?

- Boa pergunta Pedrão... Achei que tava, mas o cara tá cada vez mais chato...

- xiii! que foda hein... larga mão! hahaha....

- Huahauah, tô pensando seriamente nisso... E você? Não casou de novo?

- cara, tô morando com uma gata dePorra Pedrão, parece que a cada vez que a gente conversa você tá com uma mulher mais nova, huahuahua

- não é bem assim, hahahaha mas depois veja lá no meu álbum, tem foto dela...

- E você não deu mais suas escapadas com caras? - perguntei curioso.

- só antes deu ir morar com minha atual... mas confesso que sempre bate aquela vontade, hehehe

- Imagino... Você continua esbajando saúde pelo que vi nas fotos XD - respondi dando em cima dele, meio que descaradamente.

- e você meu lindo... tá tão diferente... cada vez mais gato pelo que vi no seus álbuns!

Quando o papo começava a dar sinais de iria ficar quente, o Pedrão tinha que sair... Pena! Chegou sexta-feira, e meus amigos estavam animados pra comemorar meu niver numa balada, de sábado pra domingo. Como eu sabia que era praticamente obrigado a levar o Vítor, não me empolguei nem um pouco. Sábado de manhã, fui acordado pela ligação do Pedrão, confirmando sua estadia na cidade... Finalmente algo que melhorava meu astral! Marcamos de nos ver logo após o almoço, na frente da tal distribuidora que ele ia inaugurar. Não comentei com ninguém, e fui ao encontro. Ignorei todas as chamadas e mensagens do meu namorado aquele dia...

Chegando lá, senti meu corpo estremecer inteiro vi aquele homem na minha frente... Pedrão, mais gostoso e sorridente do que nunca me cumprimentou:

- E aí Alex?

- Oi Pedrão...

E demos um abraço apertado... Foi como voltar a ser adolescente e sentir o mesmo carinho que tinha por ele anos atrás!

- Que saudade muleque! - Dizia ele, rindo...

- Nem me fala!

Nos soltamos, e então Pedro me mostrou o lugar. Logo eu, que tanto debochava dele quando o conheci, me surpreendi:

- Tá tudo muito organizadinho Pedrão! Coisa de profissa mesmo hein?

- Valeu Alex! Eu entrei com a grana e o Ricardo arrumou tudo...

- Que massa, parabéns Pedrão!

Ele sorria e batia nas minhas costas, com aquela mãozona, o que me fez ficar arrepiado... Esperto, ele notou:

- Parece que você tá meio tenso... Me diz o que tá pegando!

Estávamos na recepção da distribuidora, e obviamente, havia uma mesa com cadeiras ali. Me sentei numa delas e comecei a falar:

- Ah é o meu namoro... Começou bem e agora tá uma droga!

Com seu olhar carinhoso, Pedrão sorriu e disse:

- Você acha que vale a pena insistir pra dar certo?

- Racionalmente falando sim.... Mas meu sentimentos dizem o contrário, sabe? Pow, amanhã é meu niver... Eu queria estar feliz, relaxado...

- Bom Alex, eu sou bem mais sentimento que razão, você deve saber... - deu um riso sacana, agora ainda mais valorizado por aquele cavanhaque sexy - E eu já te disse o que acho no Face! Larga mão!

Dei uma risada. Então Pedrão foi se aproximando de mim:

- Um cara lindo e especial como você não merece ficar desse jeito... Muito menos no seu niver!

Eu sentado naquela cadeira observando o Pedrão em pé na minha frente, que me olhava do mesmo jeito que costumava me olhar quando ficávamos... Não deu pra resistir:

- Obrigado Pedrão! Só você pra aparecer do nada e fazer eu me sentir tão bem... - meu pau já estava duro dentro da minha calça.

- Se você quiser, - tocando meu rosto - posso fazer você se sentir ainda melhor... Bem relaxado... Como nos bons tempos, lembra?

Apenas fiz uma cara safada, afirmando que eu queria o mesmo que ele. Pedrão se abaixou e me deu um amasso de tirar o fôlego! Aquela boca, aquele toque... O mesmo desejo de 6 anos atrás! Me segurei nele e então Pedrão me ergueu pelas pernas, me pegando firme... Quando dei por mim, estava sendo carregado por aquele macho e sendo colocado em cima da mesa! Interrompi o beijo:

- Que doidera isso Pedrão!

- Você não sabe o quanto eu sinto tua falta!

- E eu a sua...

- Achei que isso nunca mais fosse acontecer...

- Fala sério! Você planejou tudo isso né...

Rimos. Pedrão me dou outro beijo gostoso, me arranhando inteiro, e então reconheceu:

- Confesso que quando o Ricardo me deu a idéia de abrir um negócio aqui de novo, a primeira coisa que me passou pela cabeça foi te rever... e a gente fazer isso de novo!

- Safado! Quer me ensinar mais coisa é?

- Quero!

Eu estava sentado na mesa, com as pernas em volta dos quadris do Pedrão, que estava em pé, me segurando pelas costas...

- Vai me ensinar o que dessa vez?

- Como que se mata a saudade do "papai" aqui!

- Então ensina...

Nos atracamos num amasso, sedentos de desejo um pelo outro! Pedrão me apertava e me bolinava inteiro e eu me entregava com a mesma paixão e irracionalidade de quando tinha 18 anos, porém com toda a perversão e safadeza dos meus 24... Eu soltava a boca do Pedrão, mas continuava com minha língua esfregando na dele, depois mordia seu queixo... Aquele cavanhaque me deixava ainda mais louco! Então, mordia sua orelha e lambia dentro dela...

- Ah! A filhinha tá doida pelo papai de novo, não tá? - disse Pedrão, com a respiração pesada...

- Eu nunca deixei de ser louco pelo meu papai gostoso! - respondi, já entrando em êxtase com aquela situação...

- Você me deixa louco também Alex! - exclamou Pedrão, totalmente insandecido de desejo.

Demos um beijo que parecia que não ia acabar mais, desses em que as línguas se enroscam de um jeito, que abafam todo e qualquer gemido... Enquanto isso, Pedrão abria a calça dele e a minha, com desespero. Ele me empurrou contra a mesa, fazendo com que eu ficasse em posição de frango assado... Fiquei louco com aquilo e, com a ajuda dele tirei minha calça, minha cueca e os tênis, tudo de uma vez só... Pedrão abaixou a calça, depois a cueca e veio pra cima de mim com tudo! Me beijou e começou a lamber meu pescoço, enquanto abria minhas pernas e roçava com seu membro no meu rêgo.

- Não vai nem tirar a roupa Pedrão? - perguntei, prendendo-o com minhas pernas.

- Pra quê?! - respondeu cínico.

Logo, eu estava sendo maravilhosamente penetrado por aquele homem... Pedrão tinha o mesmo fogo de antes e me fazia vibrar em seus braços! Eu o beijava, chupava seu pescoço e me deixava ser arrombado por aquele caralho, do qual eu tava com tanta vontade.

- Por que foi que a gente terminou mesmo hein Alex? - perguntou Pedrão, rindo com a cara mais safada do mundo, sem deixar de me fuder...

- Porque alguém preferiu ficar no armário... O que eu não acha nada ruim! - respondi sacana, sem perder o clima

- Ah...! Você sempre gostou de dar pra mim escondido né? Ãhn?! - indagou Pedrão, olhando no fundo dos meus olhos, metendo com mais força no meu cu.

- Ah... - gemi alto - Sempre! Tipo... uma coisa só nossa... ah... um prazer só nosso...

- Vem cá muleque gostoso da porra!

Pedrão fez eu engolir sua língua com violência, me fazendo lembrar da minha primeira vez... Nisso, diminuiu o ritmo das estocadas em meu rabo, porém agora, fazia com mais e mais força. Eu sentia dor, mas o prazer era mil vezes maior... Meu pau era pressionado pelos nossos corpos, e não precisava nem ser punheta pra estar em ponto de bala. Aquilo era um prazer louco que eu só conseguia sentir com homens mais velhos! Nós suávamos e então Pedrão soltou minha boca e começou a arfar... Eu gemi forte e então gozei, espirrando pra tudo quanto foi lado, sujando minha camiseta e a do Pedrão também... Nisso, ele soltou um urro e também gozou, enchendo meu cu com litros de porra, coisa que eu não sentia há séculos... Que delícia. Pedrão tirou o pau de dentro e soltou seu peso em cima de mim, ofegante... Eu estava exausto e feliz! Abracei-o com ternura e ele correspondeu.

- Eu precisava ter você nos meus braços de novo... - disse Pedrão, acariciando meus cabelos.

- Precisava e com desespero né? - disse eu rindo, apontando nossas camisetas meladas de porra.

- Olha quem fala! Você não negou fogo um minuto mocinho!

- Eu sempre fui louco por você Pedrão! Te rever me fez pirar a cabeça...

Nos beijamos gostoso, agora mais carinhosos. Quando dei por mim, já era noite.

- Cara, eu preciso ir...

- Tá! Mas você vai me ajudar com essa bagunça que fizemos ok? - disse Pedrão, se levantando de cima de mim.

- Ok! - respondi me levantando também, saindo de cima da mesa - Mas antes a gente precisa de um banheiro pra se limpar né...

- Tem lá nos fundos, vem.

Pedrão ergueu a calça e a cueca até a altura do saco, me pegou pela mão e caminhamos até o banheiro. Lá nos limpamos como pudemos e trocamos sorrisos, palavras amigas e mais alguns beijos. Nos vestimos completamente e então tiramos as manchas das camisetas com detergente. Voltamos pra recepção e limpamos a mesa e o chão. Depois, Pedrão se sentou numa cadeira e disse:

- Agora, é só você esperar sua camiseta secar e eu te deixo de carro na casa da sua mãe, pode ser?

- Na casa dela não né Pedrão! - respondi assustado - Me deixa umas quadras antes...

- Ok! Te deixo a algumas quadras da sua casa... seu cagão!

- Ué, pra alguém que continua casando com mulher, você tá se achando "o cara bem resolvido" né...

- Nada a ver! Oficialmente eu sou só um ex-padrasto que te quer muito bem... Ou não?

Nisso, ele deu aquele sorriso safado... Não resisti e me aproximei:

- Claro... Apenas bons amigos!

Caí no colo do Pedrão e demos mais alguns amassos nervosos... Só não transamos de novo porque precisávamos mesmo ir embora. Principalmente eu! Nos controlamos e fomos pro meu bairro de carro. A incógnita se ia ter ou não comemoração no meu aniversário permanecia, pois não olhei nenhuma das mensagens que o Vítor havia me mandado. Algumas quadras antes de chegar na casa da minha mãe, Pedrão foi parando o carro e disse:

- Quero te ver mais vezes, Alex...

- Eu também quero te ver. - respondi encantado.

Demos um último abraço apertado e eu desci do carro. Fui andando rápido pra casa, pois já era 20h, enquanto lia algumas sms de amigos. Um deles insinuava que eu ia ter uma surpresa, já que eu não tava afim de balada mesmo. Estranhei... Haviam mil e uma mensagens do Vítor, todas perguntando onde eu tava, o que eu tava fazendo, blá, blá, blá... E uma mensagem da minha mãe, enviada as 19h, perguntando desesperada onde eu tava. Finalmente cheguei em casa! Verifiquei que minha camiseta não tava tão amarrotada e entrei... dando de cara, com uma festinha surpresa, pra qual eu estava mais que atrasado.

- Surpresa! - disseram todos com um ar de forjada empolgação, se levantando as pressas de seus lugares...

- Onde você tava filho? - indagou minha mãe, meio desesperada, me abraçando.

Eu estava imóvel e mudo... Do outro lado da sala, havia apenas uma pessoa que ainda estava sentada e que não havia me saudado... o Vítor, com uma cara de quem queria me matar!

CONTINUA...