Muita gente tem fantasias com militares de todas as fardas, eu nem tanto, porém vou relatar uma experiencia que tive com um militar do EB.
Estava chegando em casa umas 18:00h quando vi Marcelo pela primeira vez. Ele estava mudando-se para casa ao lado, somos das ultimas casas da quadra onde moramos, fiquei de olho nele por me chamar muito atenção. Marcelo com seus 1.80alt, corpo sarado , moreno, coxas bem torneadas uma loucura ( Do jeito que eu gosto) mas só me chamou atenção e nada mais, até porque Marcelo é casado.
Mais tarde estava saindo de casa e encontro o Marcelo na frente de sua nova casa com sua esposa e eu como sempre faço fui comprimentar os novos vizinhos:
- Boa Noite
- Boa Noite – Marcelo e sua esposa me responderam
- Percebi que são os novos vizinhos! Sejam bem vindos!
- Obrigado – Responderam
- Se precisarem de alguma coisa estamos aqui!
- Muito Obrigado, vamos cobrar isso hein! – Disse Marcelo com tom irreverente.
Bem os dias foram passando e até então eu não tinha o conhecimento de que ele era militar. Foi quando de manhã cedo eu estava indo para o trabalho vi ele chegando em casa todo fardado. Enquanto ele descia a rua ficou me encarando e eu sorri e fui embora. Nada de mais.
Final de semana eu nem imaginava o que estava por vir. Sua esposa teve de ir ao interior e ele em casa em pleno domingo. Estava com minha janela aberta e de repente começo a ouvir batidas do lado de fora vou olhar e para minha surpresa era Marcelo do outro lado do muro da minha casa pedindo ajuda:
- Bom dia vizinho – Disse Marcelo
- Bom dia – Respondi
- Você pode me dar uma força aqui
- Eu disse claro! To indo
- OK
Sai de casa fui a casa dele. Ajudei ele a montar um armario novo que ele tinha comprado e até aí tudo bem. Na ultima peça a ser montada cortei meu dedo e pra minha surpresa...
- Tá doendo? Disse Marcelo
- Um pouco
- Vou te buscar um remedio que a gente usa no quartel
- OK
Marcelo voltou me aplicou o remédio e disse que ia me dar uma gratificação pelo serviço. Eu recusei mas ele incistiu. Ele me pediu para esperar que ele ia trocar de roupa pois tinha que sair. Ok respondi.
Para a minha surpresa ele sai do quarto todo fardado, lindo, cheiroso aí eu não resisti... Fiquei sem graça pois ele perecebeu que não tirava os olhos dele.
- Alguma coisa? Disse Marcelo
- É que fiquei te olhando assim, e me lembrei que esse mês vou me apresentar no quartel também.
- Nossa que bom ! Vai servir?
- Não!!!
- HUMM...Pena... Iam gostar muito de você...
Eu sorri na hora e perguntei porque. Ele me respondeu que os moços militares são bonitos como eu, e que eu só iria somar para esse grupo.
- Sério rapaz você é bem bonito, ha eu com isso tudo!
- Isso o que? Eu disse
- Com sua beleza em meu poder...
Nessa hora saquei que ele curtia....
- Poder pode mas não deve...
- Vamos ver! – Disse marcelo
Nessa hora me puxou para perto dele, pegou minha mão passou no seu peito por cima da sua farda, me virou de costas para ele e passou a sua mão sobre meu corpo, enquanto fazia isso me falava:
- Estava doido pra te pegar muleque!!!
- Você não sabe o tesão que me dá só de te ver
- Fico só observando essa bundinha carnuda que tu tem
E nisso eu já estava longe, delirando... Nem pensava no que ia dar.
A gente ficou horas assim nessa pegação e ele me beijava feito louco, me pegava com força, roçava seu pau em mim, delicia...E eu não reclamei nada...Só curtindo...
- Você não quer servir num é muleke?
- Pena! Agora tu vai me servir e bem servido...
Ele me botou de joelhos e fui mamando ele, que delicia, ele tinha um pau de 18 cm, mamei ele um bom tempo em todas as posições que você estiver imaginando agora!
- Agora vou devorar essa bundinha empinadinha que eu tanto sonhei...
Ele me pegou e me levou para o quarto dele e colocou na cama e me virou e começou a passar sua lingua grossa e quente na minha bundinha – Delirei...
- Isso é só pra você sentir a pressão muleke
Colocou a camisinha no pau e me beijou freneticamente de novo – Adoro beijar homens altos – E me mandou ficar de quatro para ele.
Ele começou a me penetrar
- Nossa muleke que cuzinho apertadinho....
- Nunca comi um cuzinho assim....
Ele começou a bombar cada vez mais e eu delirando de prazer. Me fudeu de quatro, frango assado e a que ele mais gosta segundo ele
- Muleke fica de ladinho aí
Enquanto ele me fodia gostoso, ele me beijava e falava putaria no meu ouvido...
- Esse cuzinho é só meu agora...
- Quer ficar comigo muleke?
Isso me fudendo sem parar...
- Que gemidinho gostoso muleke!!! Geme na minha vara muleke!!!
Certa altura ele gozou tão forte que estremeci, ele hurrou como um animal selvagem...
Quando terminou caimos um para o lado e outro para o outro
- Vem cá muleke deita aqui no meu peito
- Gostou do teu militar?
- Vai ter mais, claro se você puder!
- Claro sem problemas, estamos aqui para o que precisar! – Disse rindo para ele
- Pensa que esqueci no primeiro dia que a gente se conheceu? Não esqueci não , rsrs
Me beijou, depois me vestiu e eu fui para casa... Detalhe ele acabou de passar aqui na rua e me deu um oi.....
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sábado, 7 de julho de 2012
Mecanico Safado
Sou nissei, casado e com filhos. Quando era mais novo sempre tive interesse em outros caras, mas foram raras as vezes em que realmente conseguir transar com alguem.
Quando eu tinha 18 anos, era baixinho, meio cheinho e tinha (tenho até hoje) uma bundinha redondinha, usava cabelos compridos e tinha muito pouco pêlos pelo corpo. Meu pai comprou um bar e na parte de trás do terreno, havia uma oficina mecânica. Com o passar do tempo, fui pegando amizade com os mecanicos. Um deles era o João, negro bem alto e forte (parecia um armario) tinha uns 50 anos e morava num quartinho nos fundos. Como ele morava sozinho, todos os dias ele acabava fazendo suas refeições em nosso bar. De vez em quando eu notava seu olhar fixo em minha bunda, mas como ele morava muito perto e conhecia meus pais, fiquei na minha, mas sonhava ver ele pelado, pois sempre que dava eu ficava admirando o volume por baixo de suas calças e bermudas. Numa sexta-feira, o pessoal da oficina resolver fazer um churrasco depois do expediente e nos convidaram. Meu pai logo recusou, pois o bar ficava aberto até mais tarde nas sextas mas falou para eu ir, para não ficar chato. Começaram o churrasco e logo acabou a cerveja. Resolvi pedir ao meu pai ceder algumas e ele logo liberou uma caixa...rs. Depois de um tempo o pessoal começou a ir embora e acabou sobrando só eu e o João, que não me deixou ir embora até acabar a cerveja. Na época não bebia muito e logo fiquei bem alegre. O João falou que precisava ir no banheiro, mas como a lâmpada havia queimado, pediu para que fosse junto, para segurar a porta aberta para ele poder enxergar. Não vi nenhum problema, nem maldade da parte dele. Chegando lá, ele tirou aquela cobra preta pra fora e começou a mijar. Quando vi aquilo fiquei maravilhado, procurei não dar bandeira, mas ele acabou notando, pois no finalzinho da mijada ele começou a chacoalhar aquela maravilha mais do que o necessário, ficando meia bomba... Voltamos para a mesa e ele começou a me fazer várias perguntas, tipo se tinha namorada, se já tinha transado com alguém, etc. Falei pra ele que estava sem namorada no momento, mas já havia transado algumas vezes (só não falei que era com um primo...rs). Aproveitei a oportunidade para perguntar porque ele morava sozinho naquele quartinho da oficina e ele me disse que era separado e estava ali por um tempo, até ajeitar a vida. Perguntei o que não tinha dado certo no seu casamento e ele me falou que sua ex-mulher não aguentava ele. Estranhei e disse que achava ele um cara super legal e tal... Ele olhou sério p/ mim e falou que ela não aguentava era o pau dele, que todas as vezes que eles transavam ela reclamava de dor e depois ficavam dias sem transar. Ele falou que não aguentou aquela secura toda e brigavam muito por causa disso. O pior, ele falou, é que ele adorava comer um cuzinho e ela sempre recusou. Na hora que ele falou isso, estava levantando o copo de cerveja, que escorregou de minha mão e caiu em cima da mesa fazendo uma bagunça de copos e garrafas caindo, molhando nossas roupas. Rimos muito e resolvemos tirar as roupas para secar e nos lavar no chuveiro da oficina, fiquei meio sem jeito e falei que ele poderia ir primeiro que depois eu iria. Ele falou que não tinha problema, pois estavamos só nós dois e ele não se importava. Depois de uma certa insistência dele, acabei aceitando e quando íamos entrar no banheiro nos lembramos que não tinha luz. Resolvemos que enquanto um tomava banho o outro segurava a porta. Meu sonho estava se tornando realidade, iria ver aquele macho negro peladinho na minha frente. Quando ele tirou toda a roupa, suspirei fundo... que macho gostoso, tinha uma barriga de cerveja, mas no geral era um estouro. Ele fez questão de tomar banho de frente p/mim, para que eu pudesse ver sua pica deliciosa, tomou o banho e nem se secou, falou para eu entrar, tirar a roupa que ele iria segurar a porta. Quando cruzamos um com o outro, passei virado de costas para ele que aproveito e passou aquela cobra pela minha bunda, me pediu desculpas que o banheiro era estreito e tal mas ao olhar sua cara de sacana, tive certeza que ele fez de propósito, me dando um frio na espinha que foi parar no meu cuzinho. Como meu pintinho é pequeno tenho muita vergonha, fiquei de costas para ele, tirei minha cueca e entrei debaixo do chuveiro, a água estava quentinha e relaxante. De repente o banheiro ficou escuro e notei que o João havia soltado a porta e veio na minha direção, perguntando se queria que ele lavasse minhas costas. Não pensei em mais nada e falei que podia. Começou a passar aquelas mãos enormes nas minhas costas e ia ate pertinho de minha bunda e voltava, na terceira vez, quando chegou perto, dei uma empinadinha e ele avançou um pouco mais, logo ele estava ensaboando além das costas a minha bunda tambem,quando ele passou o dedo no meu reguinho, não aguentei e dei um gemidinho baixinho. Ele entendeu o recado e enfiou seu dedo no meu buraquinho. Ficou brincando por um tempo e depois me encoxou bem gostoso, deu para sentir o bicho bem duro nas minhas costas, depois ele colocou no meio de minhas coxas e pude sentir que a cabeça do pau, saia bem debaixo do meu saco, alem de grande, era grosso e pensei comigo mesmo que nunca ia conseguir receber aquela tora no meu cuzinho. Depois de um tempo me "dedando", ele colocou as mãos no meu ombro, me empurrando para baixo, deixando claro o que ele queria, quando fiquei de frente para aquele colosso, confirmei que não conseguiria mesmo receber aquilo atras. Falei que ia só ficar na chupeta e ele me deu um tapão na cara dizendo que como eu tinha provocado ele, mostrando minha bundinha gostosa, agora ia ver o que era um macho de verdade. Falou que ia fazer o que quisesse comigo e que não adiantava reclamar. Nessa hora gelei e tentei levantar, mas ele me segurou e me deu mais 2 tapas na cara me mandando ficar quietinho que já fazia tempo que tava desconfiado que eu gostava de pica. Agora ele ia me dar uma pica de verdade. Mandou eu chupar, mas só cabia a cebeçaque comecei a chupar e lamber, enquanto punhetava o corpo, tentando caprichar o máximo possível para ele gozar e desistir de me enrrabar. Ele me elogiou dizendo que minha boca parecia de veludo e chupava melhor que muita mulher por aí. De repente ele me faz levantar e me arrasta para o seu quartinho, me mandando deitar de barriga p cima e a cabeça no pé da cama, me mandando voltar a chupar. Enquanto chupava ele começou a forçar sua pica na minha boca até chegar na garganta, me fazendo ter ansia, segurava até eu ficar quase sem ar e me soltava, dando risada do meu sofrimento. depois de uns 10 minutos nesta brincadeira, ele forçou de verdade sua pica na minha boca e começou a gozar. Era tanta porra que acabei engolindo uma parte, outra parte saiu pelo nariz e boca, me lambuzando todo. Pensei que pelo menos como ele tinha gozado um monte, ia me deixar ir embora sem tentar me comer. O cara ficou puto pq eu tinha feito sujeira em sua cama, me chamando de putinha porca. Me virou de um jeito que eu fiquei com o corpo na cama e os joelhos no chão. Passou a mão na minha cara lambuzada, para molhar os dedos e foi colocando bem devagarinho e com muito jeito, primeiro um, depois outro, ate que eu tinha 4 dedos enterrados no meu cuzinho e gemia igual a uma puta. Ele falou "Chegou a hora..." pedi pelo amor de Deus que ele não fizesse aquilo comigo e recebi um tapa na bunda e senti sua mão na minha nuca me empurrando a cabeça na cama. Ele gritou "Cara, não tô nem aí se vc quer me dar esse cuzinho ou não. Vou comer e pronto, ninguém mandou me provocar". Encostou a cabeça da cobra no meu cuzinho e forçou, como eu tava nervoso, meu cuzinho tava bem fechadinho e ele não conseguia colocar, isso foi deixando ele louco. De repente, quando ele conseguiu colocar a cabeça, não quis nem saber, meteu logo metade da vara me fazendo gritar e pedir p/ tirar. Ele só tampou minha boca e começou um movimento de entra e sai bem devagar, tirava ate quase sair e metia de novo até a metade, ficou nessa um tempo e eu comecei a gostar, quando comecei a acostumar, ele resolveu completar o serviço. Meteu tudo de uma vez, me fazendo dar outro grito. Acho que acabei desmaiando, quando voltei, ele tava deitado em cima de mim, lambendo minha orelha e pedindo para mexer. Falei que era impossível e tentei levantar de novo. Ele pegou meus pulsos levantando meus braços p cima da cabeça, sussurrando no meu ouvido. Agora que eu to aqui dentro deste cuzinho, só vou sair depois que gozar e começou a bombar eu comecei a ter arrepios pelo corpo todo e de repente gozei muito, apertando o pau do João com o rabo, deixando ele mais louco ainda que começou a meter rapido e gozou mais alguns litros de porra. Ficamos parados por um tempo e acho que acabamos cochilando. Acordamos com alguém batendo na porta e me chamando. Era meu pai. O João mandou eu me cobrir e foi falar que eu havia bebido muito e acabei apagando. Meu pai queria me levar embora, mas o João falou para me deixar ali que ele iria dormir no sofa do escritório e quando eu acordasse no dia seguinte, me mandaria embora. Meu pai acabou aceitando (ainda bem, pq eu tava peladinho debaixo das cobertas) e pediu desculpas pelo mau jeito que eu nunca tinha feito uma coisa dessas e tal. O João falou que não tinha problema e ainda bem que era com ele e não com outra pessao desconhecida...rs. No final, ele ainda me comeu mais uma vez naquela noite e outras por quase 1 ano até ele arrumar um emprego em outra cidade.
Quando eu tinha 18 anos, era baixinho, meio cheinho e tinha (tenho até hoje) uma bundinha redondinha, usava cabelos compridos e tinha muito pouco pêlos pelo corpo. Meu pai comprou um bar e na parte de trás do terreno, havia uma oficina mecânica. Com o passar do tempo, fui pegando amizade com os mecanicos. Um deles era o João, negro bem alto e forte (parecia um armario) tinha uns 50 anos e morava num quartinho nos fundos. Como ele morava sozinho, todos os dias ele acabava fazendo suas refeições em nosso bar. De vez em quando eu notava seu olhar fixo em minha bunda, mas como ele morava muito perto e conhecia meus pais, fiquei na minha, mas sonhava ver ele pelado, pois sempre que dava eu ficava admirando o volume por baixo de suas calças e bermudas. Numa sexta-feira, o pessoal da oficina resolver fazer um churrasco depois do expediente e nos convidaram. Meu pai logo recusou, pois o bar ficava aberto até mais tarde nas sextas mas falou para eu ir, para não ficar chato. Começaram o churrasco e logo acabou a cerveja. Resolvi pedir ao meu pai ceder algumas e ele logo liberou uma caixa...rs. Depois de um tempo o pessoal começou a ir embora e acabou sobrando só eu e o João, que não me deixou ir embora até acabar a cerveja. Na época não bebia muito e logo fiquei bem alegre. O João falou que precisava ir no banheiro, mas como a lâmpada havia queimado, pediu para que fosse junto, para segurar a porta aberta para ele poder enxergar. Não vi nenhum problema, nem maldade da parte dele. Chegando lá, ele tirou aquela cobra preta pra fora e começou a mijar. Quando vi aquilo fiquei maravilhado, procurei não dar bandeira, mas ele acabou notando, pois no finalzinho da mijada ele começou a chacoalhar aquela maravilha mais do que o necessário, ficando meia bomba... Voltamos para a mesa e ele começou a me fazer várias perguntas, tipo se tinha namorada, se já tinha transado com alguém, etc. Falei pra ele que estava sem namorada no momento, mas já havia transado algumas vezes (só não falei que era com um primo...rs). Aproveitei a oportunidade para perguntar porque ele morava sozinho naquele quartinho da oficina e ele me disse que era separado e estava ali por um tempo, até ajeitar a vida. Perguntei o que não tinha dado certo no seu casamento e ele me falou que sua ex-mulher não aguentava ele. Estranhei e disse que achava ele um cara super legal e tal... Ele olhou sério p/ mim e falou que ela não aguentava era o pau dele, que todas as vezes que eles transavam ela reclamava de dor e depois ficavam dias sem transar. Ele falou que não aguentou aquela secura toda e brigavam muito por causa disso. O pior, ele falou, é que ele adorava comer um cuzinho e ela sempre recusou. Na hora que ele falou isso, estava levantando o copo de cerveja, que escorregou de minha mão e caiu em cima da mesa fazendo uma bagunça de copos e garrafas caindo, molhando nossas roupas. Rimos muito e resolvemos tirar as roupas para secar e nos lavar no chuveiro da oficina, fiquei meio sem jeito e falei que ele poderia ir primeiro que depois eu iria. Ele falou que não tinha problema, pois estavamos só nós dois e ele não se importava. Depois de uma certa insistência dele, acabei aceitando e quando íamos entrar no banheiro nos lembramos que não tinha luz. Resolvemos que enquanto um tomava banho o outro segurava a porta. Meu sonho estava se tornando realidade, iria ver aquele macho negro peladinho na minha frente. Quando ele tirou toda a roupa, suspirei fundo... que macho gostoso, tinha uma barriga de cerveja, mas no geral era um estouro. Ele fez questão de tomar banho de frente p/mim, para que eu pudesse ver sua pica deliciosa, tomou o banho e nem se secou, falou para eu entrar, tirar a roupa que ele iria segurar a porta. Quando cruzamos um com o outro, passei virado de costas para ele que aproveito e passou aquela cobra pela minha bunda, me pediu desculpas que o banheiro era estreito e tal mas ao olhar sua cara de sacana, tive certeza que ele fez de propósito, me dando um frio na espinha que foi parar no meu cuzinho. Como meu pintinho é pequeno tenho muita vergonha, fiquei de costas para ele, tirei minha cueca e entrei debaixo do chuveiro, a água estava quentinha e relaxante. De repente o banheiro ficou escuro e notei que o João havia soltado a porta e veio na minha direção, perguntando se queria que ele lavasse minhas costas. Não pensei em mais nada e falei que podia. Começou a passar aquelas mãos enormes nas minhas costas e ia ate pertinho de minha bunda e voltava, na terceira vez, quando chegou perto, dei uma empinadinha e ele avançou um pouco mais, logo ele estava ensaboando além das costas a minha bunda tambem,quando ele passou o dedo no meu reguinho, não aguentei e dei um gemidinho baixinho. Ele entendeu o recado e enfiou seu dedo no meu buraquinho. Ficou brincando por um tempo e depois me encoxou bem gostoso, deu para sentir o bicho bem duro nas minhas costas, depois ele colocou no meio de minhas coxas e pude sentir que a cabeça do pau, saia bem debaixo do meu saco, alem de grande, era grosso e pensei comigo mesmo que nunca ia conseguir receber aquela tora no meu cuzinho. Depois de um tempo me "dedando", ele colocou as mãos no meu ombro, me empurrando para baixo, deixando claro o que ele queria, quando fiquei de frente para aquele colosso, confirmei que não conseguiria mesmo receber aquilo atras. Falei que ia só ficar na chupeta e ele me deu um tapão na cara dizendo que como eu tinha provocado ele, mostrando minha bundinha gostosa, agora ia ver o que era um macho de verdade. Falou que ia fazer o que quisesse comigo e que não adiantava reclamar. Nessa hora gelei e tentei levantar, mas ele me segurou e me deu mais 2 tapas na cara me mandando ficar quietinho que já fazia tempo que tava desconfiado que eu gostava de pica. Agora ele ia me dar uma pica de verdade. Mandou eu chupar, mas só cabia a cebeçaque comecei a chupar e lamber, enquanto punhetava o corpo, tentando caprichar o máximo possível para ele gozar e desistir de me enrrabar. Ele me elogiou dizendo que minha boca parecia de veludo e chupava melhor que muita mulher por aí. De repente ele me faz levantar e me arrasta para o seu quartinho, me mandando deitar de barriga p cima e a cabeça no pé da cama, me mandando voltar a chupar. Enquanto chupava ele começou a forçar sua pica na minha boca até chegar na garganta, me fazendo ter ansia, segurava até eu ficar quase sem ar e me soltava, dando risada do meu sofrimento. depois de uns 10 minutos nesta brincadeira, ele forçou de verdade sua pica na minha boca e começou a gozar. Era tanta porra que acabei engolindo uma parte, outra parte saiu pelo nariz e boca, me lambuzando todo. Pensei que pelo menos como ele tinha gozado um monte, ia me deixar ir embora sem tentar me comer. O cara ficou puto pq eu tinha feito sujeira em sua cama, me chamando de putinha porca. Me virou de um jeito que eu fiquei com o corpo na cama e os joelhos no chão. Passou a mão na minha cara lambuzada, para molhar os dedos e foi colocando bem devagarinho e com muito jeito, primeiro um, depois outro, ate que eu tinha 4 dedos enterrados no meu cuzinho e gemia igual a uma puta. Ele falou "Chegou a hora..." pedi pelo amor de Deus que ele não fizesse aquilo comigo e recebi um tapa na bunda e senti sua mão na minha nuca me empurrando a cabeça na cama. Ele gritou "Cara, não tô nem aí se vc quer me dar esse cuzinho ou não. Vou comer e pronto, ninguém mandou me provocar". Encostou a cabeça da cobra no meu cuzinho e forçou, como eu tava nervoso, meu cuzinho tava bem fechadinho e ele não conseguia colocar, isso foi deixando ele louco. De repente, quando ele conseguiu colocar a cabeça, não quis nem saber, meteu logo metade da vara me fazendo gritar e pedir p/ tirar. Ele só tampou minha boca e começou um movimento de entra e sai bem devagar, tirava ate quase sair e metia de novo até a metade, ficou nessa um tempo e eu comecei a gostar, quando comecei a acostumar, ele resolveu completar o serviço. Meteu tudo de uma vez, me fazendo dar outro grito. Acho que acabei desmaiando, quando voltei, ele tava deitado em cima de mim, lambendo minha orelha e pedindo para mexer. Falei que era impossível e tentei levantar de novo. Ele pegou meus pulsos levantando meus braços p cima da cabeça, sussurrando no meu ouvido. Agora que eu to aqui dentro deste cuzinho, só vou sair depois que gozar e começou a bombar eu comecei a ter arrepios pelo corpo todo e de repente gozei muito, apertando o pau do João com o rabo, deixando ele mais louco ainda que começou a meter rapido e gozou mais alguns litros de porra. Ficamos parados por um tempo e acho que acabamos cochilando. Acordamos com alguém batendo na porta e me chamando. Era meu pai. O João mandou eu me cobrir e foi falar que eu havia bebido muito e acabei apagando. Meu pai queria me levar embora, mas o João falou para me deixar ali que ele iria dormir no sofa do escritório e quando eu acordasse no dia seguinte, me mandaria embora. Meu pai acabou aceitando (ainda bem, pq eu tava peladinho debaixo das cobertas) e pediu desculpas pelo mau jeito que eu nunca tinha feito uma coisa dessas e tal. O João falou que não tinha problema e ainda bem que era com ele e não com outra pessao desconhecida...rs. No final, ele ainda me comeu mais uma vez naquela noite e outras por quase 1 ano até ele arrumar um emprego em outra cidade.
Fui na brincadeira e terminei na foda
Meu nome é Bruno, tenho 18 anos. Tenho 1,80m, 75kg e tenho o corpo bem definido. Sou lutador de judô, já cheguei a ganhar alguns prêmios, tô no 4º DAN e faixa azul no jiu-jitsu, já estou chegando na faixa roxa. Sirvo o exército, pois meu sonho é ser militar.
O que irei relatar aconteceu a dois anos. Ainda estava no segundo ano, eu estudava em uma escola técnica, mas não estudava mais pras matérias técnicas, eu queria sair. Tirei 0 em duas técnicas no segundo bimestre já pelo meu desinteresse, a escola era longe e eu tinha que pegar ônibus para ir, acordava muito cedo. Eu dormia nas aulas técnicas. Mas isso já era quase no final do semestre. O que ocorreu é que eu saí no meio do ano, mas não sem antes ter ocorrido o que eu nunca pensei que ocorreria comigo.
Era 5 de abril, uma segunda feira. Nós tínhamos educação física, eram 3 tempos de 50 min, aí vinham 20 minutos de intervalo para tomarmos nosso banho. Os três primeiros da segunda, pra começar a semana. Tínhamos de nos trocar e colocar a farda.
A escola era de tempo integral, mas tínhamos educação somente uma vez por semana. Depois da aula de educação física, tínhamos de tomar banho. O banheiro não possuía divisória para boxes. Havia um espaço onde deixávamos nossas bolsas e outro bem grande, em forma de C, onde tomávamos banho. Lá não havia frescura de ninguém, todos tomávamos banho de cueca ou short, sunga. Eu gostava de jogar basquete, mas a aula era de vôlei. O professor ainda não havia chegado, eu chamei alguns para entrar na sala dele e pegar as bolas. Eu entrei sozinho e peguei uma bola de basquete e chamamos todo mundo pra jogar, mas estavam todo mundo conversando. Eu arremessei e fiz uma cesta, a bola caiu bem próximo ao Valério, a Bruna e o Patrick estrela (kkk) e Carol.
- Podem me dar a bola por favor.
O Valério se levantou e foi pegar. Ele driblou (bateu varias vezes a bola no chão) e tentou um arremesso. Nessa hora o professor chega gritando: "Quem mandou pegar a bola pra jogar. Vocês dois, venham aqui"
O Valério não tinha feito nada e tava com raiva de mim. Eu tinha feito aquilo, mas aquele professor não se importava conosco. Ele disse para irmos pro banheiro e logo ele iria. Sentamos nos bancos que ficavam no banheiro, ele chegou e começou a gritar conosco: "Vocês me desrespeitaram, nunca em todos esses anos de profissão alguém fez essa palhaçada comigo" Tentamos explicar, mas ele não quis ouvir.
- Eu iria mandar vocês dois pra orientação, mas, vou fazer algo mais ameno: Vocês vão ficar trancados nesse banheiro. - Nós quisemos argumentar, mas ele nem fez questão de ouvir, estava cheio de raiva.
Ele trancou a porta e nos deixou ali. Não haviam passado nem 20 minutos desde que havia batido pro primeiro tempo e eram três tempos, 150 minutos, 2h30, era muito tempo.
- Olha o que tu fez! Agora nós tamos marcados, el vai ficar na nossa cola.
- Tu acha que eu não sei disso?
- Acho que não.
Eu tirei a minha camisa. Ele tirou a camisa dele. Eu me levantei e tirei o short, ficando apenas de cueca, ajeitei a minha mala, abri minha bolsa e peguei a toalha e o sabonete. Ele iria tomar banho de short mesmo, levantou e pegou a toalha. Ele ficou na parte da frente da ala dos boxes e eu fiquei na parte de trás. Eu comecei a tomar banho e a me lavar. Tava pensando no que fazer nesse tempo todinho, eram 3 tempos. Eu decidi escorregar no chão. Molhei o chão e tirei a minha cueca, ficando como vim á natureza. E me joguei. Como aquilo era divertido. O Valério veio ali e me pediu emprestado o sabonete.
- Pega ali, mas depois me dá.
- Tá, tudo bem.
- Val..
- Que foi?
- Me desculpa pelo que aconteceu.
- Tá.
- É sério, eu não sabia que ele faria isso conosco.
- Tá.
- Então, vem tomar banho pra cá.
- Mas tu tá nu aí.
- Eu não tenho frescura de tomar banho nu. Nós somos machos.
- Então tá. - Ele pegou a toalha dele e colocou-a em chuveiro próximo ao meu,, quase de frente. Eu deslizava no chão pra me divertir. Eu notava que ele já iria sair do banho.
- Val...
- Fala.
- Toma banho assim, vem escorregar, é divertido.
- Não sei não.
- O que que tu vai fazer nesse tempo todo até a gente sair?
- Eu vou.. sei lá.. deitar.
- Viu? Vem logo. - Ele assentiu - E tira a roupa, pois é mais legal sem.
Ele tirou o short molhado e mostrou a cueca, mostrando o dote. Depois, abaixou a cueca e deixou á mostra a sua mala grande. Fazia juz à seu apelido Val deixa-braço. Era muito grande e não tava dura. Ele tinha era alto, tinha 1,86m, magro, corpo em forma, era bom nas técnicas, mas não muito nas básicas. Ele era quase dois anos mais velho que eu. Ele tinha pelos ao redor dos mamilos e também no peito. Ele se jogou no chão e deslizou. Chegou ao outro lado.
- Bora fazer uma aposta. Quem vai mais longe.
- Topo.
Na primeira eu ganhei, mas na segunda e na terceira vez ele ganhou. Ficamos várias vezes fazendo isso. Aquilo era legal, mas um pouco cansativo. Ele se cansou e deitou no chão, eu fiquei sentado ao lado dele. Nós começamos a rir daquilo. Nós não tínhamos o que fazer. Eu me deitei no chão e ele passou a mão na minha perna, mas eu nem me importei, eu passei a minha mão na perna dele também, chegando bem próximo ao seu pau. Ele se sentiu excitado e aquele pauzão reagiu. Tava ficando duro. Ele passou a mão nas minhas bolas. Aquilo me deixou de pau duro rapidamente. Eu nem notava o que estava acontecendo ali. Ele alisava o pau dele de 22cm. Ele me deu tesão e eu comecei a bater uma punheta.
- Esse pau aí dá pra fuder gostoso as bucetas das meninas.
- E o teu, não sei nem como elas andam depois de tu fuder elas, Val..
- Para com isso.
Eu continuava a bater punheta e ele começou a bater uma também. Ele disse:
- Esse teu cacete é bem grande
- Quer ver qual é o maior? - Insinuei pra ele. Ele se virou e eu também, ficando um mais perto do outro, quase que colados e punhetávamos gostoso e medimos o cacete de cada um. O dele era uns dois centímetros maior.
- Cara, o teu cacete é gigantesco.
- Quer sentir arrombando teu cu?
- Quero, demorou pra pedir, vei.
Ele me beijou deliciosamente de língua. Ele beijava muito bem. Nós beijávamos de um modo tão excitante, eu punhetava a minha pica e esfregava na dele. Ficamos nos beijando deliciosamente. Ele se levantou e se virou, me virando também para o outro lado e botou a boca na minha pica. Eu fui na dele. Fizemos um 69 gostoso. Ele chupava minha pica, meu saco, minhas bolas. Depois lambia meu cuzinho e colocava o dedo, eu gemia, mas continuava a chupara quela pica deliciosa.
- Vai filho da puta, chupa gostoso.
Ele gemia docemente. Parei de chupar e me levantei. Ele me deixou de 4 ali no chão do banheiro e enfiou aquela pica todinha no meu cu. Ele metia e tirava, aquilo doía de início mais depois eu só pedia mais, não gritava, pois podíamos ser pegos e eu não era de gritar. Ele bombava e arrombava meu cu. Ele bombava e me deixava com o cu assando.
Ele parou e me levantou, me levando para os bancos e me deitou ali. Ele pegou umas bolsas pra que assim pudesse meter, já que os bancos não eram muito altos. Ele segurava minhas pernas e metia gostoso no meu cu e nessa posição era perfeita pois ele metia e eu podia ver o rosto dele e ainda podia bater punheta. Ele metia gostoso, eu dizia, é me fode, baixinho. Ele arrombava meu cu. Aquilo fazia eu ficar ofegado e suado, tava calor e a gente só fazia era esquentar. Ele meteu gostoso e gozou no meu cu.
- Agora é a tua vez.
Eu puxei ele de volta pros chuveiros e me deitei e ele se sentou no meu pau. Ele gemia, o que me dava mais tesão de comer o cu dele. Ele dzia pra eu acabar com o cu dele e pedia pra fudê-lo mais forte. Ele gritava, mas eu cubria a boca dele. Eu mudei a posição e comecei a meter no seu cu ficando de frente pra ele e em cima dele. Ele gemia. Eu gozei tanto, tanto na barrriga dele. Ele me tocava docemente. eu e ele estávamos ofegante e suados ali no banheiro, ligamos o banheiro e tomamos banho um do lado do outro. Ele tocou na minha bunda.
- Pronto pro segundo round?
E me fudeu ali, com o chuveiro ligado. Fazia força e botava pressão no meu cu. Eu gemia e ele aumentava a velocidade. Gozei tanto, mas tanto. Ele gozou tudo na minha boca, aquele líquido quente. Eu cuspi tudo e depois dei aquele beijo de lingua, ainda com um resto de porra.
Eu me senti inebriado por ele e logo me descobri apaixonado por ele, mas ele não me dava bola. MAS, muita coisa ainda rolou nos quase três meses seguintes em que eu ainda estava na escola. Já que eu saí no fim de junho da escola, ainda tenho muitos contos para serem publicados.
O que irei relatar aconteceu a dois anos. Ainda estava no segundo ano, eu estudava em uma escola técnica, mas não estudava mais pras matérias técnicas, eu queria sair. Tirei 0 em duas técnicas no segundo bimestre já pelo meu desinteresse, a escola era longe e eu tinha que pegar ônibus para ir, acordava muito cedo. Eu dormia nas aulas técnicas. Mas isso já era quase no final do semestre. O que ocorreu é que eu saí no meio do ano, mas não sem antes ter ocorrido o que eu nunca pensei que ocorreria comigo.
Era 5 de abril, uma segunda feira. Nós tínhamos educação física, eram 3 tempos de 50 min, aí vinham 20 minutos de intervalo para tomarmos nosso banho. Os três primeiros da segunda, pra começar a semana. Tínhamos de nos trocar e colocar a farda.
A escola era de tempo integral, mas tínhamos educação somente uma vez por semana. Depois da aula de educação física, tínhamos de tomar banho. O banheiro não possuía divisória para boxes. Havia um espaço onde deixávamos nossas bolsas e outro bem grande, em forma de C, onde tomávamos banho. Lá não havia frescura de ninguém, todos tomávamos banho de cueca ou short, sunga. Eu gostava de jogar basquete, mas a aula era de vôlei. O professor ainda não havia chegado, eu chamei alguns para entrar na sala dele e pegar as bolas. Eu entrei sozinho e peguei uma bola de basquete e chamamos todo mundo pra jogar, mas estavam todo mundo conversando. Eu arremessei e fiz uma cesta, a bola caiu bem próximo ao Valério, a Bruna e o Patrick estrela (kkk) e Carol.
- Podem me dar a bola por favor.
O Valério se levantou e foi pegar. Ele driblou (bateu varias vezes a bola no chão) e tentou um arremesso. Nessa hora o professor chega gritando: "Quem mandou pegar a bola pra jogar. Vocês dois, venham aqui"
O Valério não tinha feito nada e tava com raiva de mim. Eu tinha feito aquilo, mas aquele professor não se importava conosco. Ele disse para irmos pro banheiro e logo ele iria. Sentamos nos bancos que ficavam no banheiro, ele chegou e começou a gritar conosco: "Vocês me desrespeitaram, nunca em todos esses anos de profissão alguém fez essa palhaçada comigo" Tentamos explicar, mas ele não quis ouvir.
- Eu iria mandar vocês dois pra orientação, mas, vou fazer algo mais ameno: Vocês vão ficar trancados nesse banheiro. - Nós quisemos argumentar, mas ele nem fez questão de ouvir, estava cheio de raiva.
Ele trancou a porta e nos deixou ali. Não haviam passado nem 20 minutos desde que havia batido pro primeiro tempo e eram três tempos, 150 minutos, 2h30, era muito tempo.
- Olha o que tu fez! Agora nós tamos marcados, el vai ficar na nossa cola.
- Tu acha que eu não sei disso?
- Acho que não.
Eu tirei a minha camisa. Ele tirou a camisa dele. Eu me levantei e tirei o short, ficando apenas de cueca, ajeitei a minha mala, abri minha bolsa e peguei a toalha e o sabonete. Ele iria tomar banho de short mesmo, levantou e pegou a toalha. Ele ficou na parte da frente da ala dos boxes e eu fiquei na parte de trás. Eu comecei a tomar banho e a me lavar. Tava pensando no que fazer nesse tempo todinho, eram 3 tempos. Eu decidi escorregar no chão. Molhei o chão e tirei a minha cueca, ficando como vim á natureza. E me joguei. Como aquilo era divertido. O Valério veio ali e me pediu emprestado o sabonete.
- Pega ali, mas depois me dá.
- Tá, tudo bem.
- Val..
- Que foi?
- Me desculpa pelo que aconteceu.
- Tá.
- É sério, eu não sabia que ele faria isso conosco.
- Tá.
- Então, vem tomar banho pra cá.
- Mas tu tá nu aí.
- Eu não tenho frescura de tomar banho nu. Nós somos machos.
- Então tá. - Ele pegou a toalha dele e colocou-a em chuveiro próximo ao meu,, quase de frente. Eu deslizava no chão pra me divertir. Eu notava que ele já iria sair do banho.
- Val...
- Fala.
- Toma banho assim, vem escorregar, é divertido.
- Não sei não.
- O que que tu vai fazer nesse tempo todo até a gente sair?
- Eu vou.. sei lá.. deitar.
- Viu? Vem logo. - Ele assentiu - E tira a roupa, pois é mais legal sem.
Ele tirou o short molhado e mostrou a cueca, mostrando o dote. Depois, abaixou a cueca e deixou á mostra a sua mala grande. Fazia juz à seu apelido Val deixa-braço. Era muito grande e não tava dura. Ele tinha era alto, tinha 1,86m, magro, corpo em forma, era bom nas técnicas, mas não muito nas básicas. Ele era quase dois anos mais velho que eu. Ele tinha pelos ao redor dos mamilos e também no peito. Ele se jogou no chão e deslizou. Chegou ao outro lado.
- Bora fazer uma aposta. Quem vai mais longe.
- Topo.
Na primeira eu ganhei, mas na segunda e na terceira vez ele ganhou. Ficamos várias vezes fazendo isso. Aquilo era legal, mas um pouco cansativo. Ele se cansou e deitou no chão, eu fiquei sentado ao lado dele. Nós começamos a rir daquilo. Nós não tínhamos o que fazer. Eu me deitei no chão e ele passou a mão na minha perna, mas eu nem me importei, eu passei a minha mão na perna dele também, chegando bem próximo ao seu pau. Ele se sentiu excitado e aquele pauzão reagiu. Tava ficando duro. Ele passou a mão nas minhas bolas. Aquilo me deixou de pau duro rapidamente. Eu nem notava o que estava acontecendo ali. Ele alisava o pau dele de 22cm. Ele me deu tesão e eu comecei a bater uma punheta.
- Esse pau aí dá pra fuder gostoso as bucetas das meninas.
- E o teu, não sei nem como elas andam depois de tu fuder elas, Val..
- Para com isso.
Eu continuava a bater punheta e ele começou a bater uma também. Ele disse:
- Esse teu cacete é bem grande
- Quer ver qual é o maior? - Insinuei pra ele. Ele se virou e eu também, ficando um mais perto do outro, quase que colados e punhetávamos gostoso e medimos o cacete de cada um. O dele era uns dois centímetros maior.
- Cara, o teu cacete é gigantesco.
- Quer sentir arrombando teu cu?
- Quero, demorou pra pedir, vei.
Ele me beijou deliciosamente de língua. Ele beijava muito bem. Nós beijávamos de um modo tão excitante, eu punhetava a minha pica e esfregava na dele. Ficamos nos beijando deliciosamente. Ele se levantou e se virou, me virando também para o outro lado e botou a boca na minha pica. Eu fui na dele. Fizemos um 69 gostoso. Ele chupava minha pica, meu saco, minhas bolas. Depois lambia meu cuzinho e colocava o dedo, eu gemia, mas continuava a chupara quela pica deliciosa.
- Vai filho da puta, chupa gostoso.
Ele gemia docemente. Parei de chupar e me levantei. Ele me deixou de 4 ali no chão do banheiro e enfiou aquela pica todinha no meu cu. Ele metia e tirava, aquilo doía de início mais depois eu só pedia mais, não gritava, pois podíamos ser pegos e eu não era de gritar. Ele bombava e arrombava meu cu. Ele bombava e me deixava com o cu assando.
Ele parou e me levantou, me levando para os bancos e me deitou ali. Ele pegou umas bolsas pra que assim pudesse meter, já que os bancos não eram muito altos. Ele segurava minhas pernas e metia gostoso no meu cu e nessa posição era perfeita pois ele metia e eu podia ver o rosto dele e ainda podia bater punheta. Ele metia gostoso, eu dizia, é me fode, baixinho. Ele arrombava meu cu. Aquilo fazia eu ficar ofegado e suado, tava calor e a gente só fazia era esquentar. Ele meteu gostoso e gozou no meu cu.
- Agora é a tua vez.
Eu puxei ele de volta pros chuveiros e me deitei e ele se sentou no meu pau. Ele gemia, o que me dava mais tesão de comer o cu dele. Ele dzia pra eu acabar com o cu dele e pedia pra fudê-lo mais forte. Ele gritava, mas eu cubria a boca dele. Eu mudei a posição e comecei a meter no seu cu ficando de frente pra ele e em cima dele. Ele gemia. Eu gozei tanto, tanto na barrriga dele. Ele me tocava docemente. eu e ele estávamos ofegante e suados ali no banheiro, ligamos o banheiro e tomamos banho um do lado do outro. Ele tocou na minha bunda.
- Pronto pro segundo round?
E me fudeu ali, com o chuveiro ligado. Fazia força e botava pressão no meu cu. Eu gemia e ele aumentava a velocidade. Gozei tanto, mas tanto. Ele gozou tudo na minha boca, aquele líquido quente. Eu cuspi tudo e depois dei aquele beijo de lingua, ainda com um resto de porra.
Eu me senti inebriado por ele e logo me descobri apaixonado por ele, mas ele não me dava bola. MAS, muita coisa ainda rolou nos quase três meses seguintes em que eu ainda estava na escola. Já que eu saí no fim de junho da escola, ainda tenho muitos contos para serem publicados.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Pai do Rafael
Pai do Rafael
Fui ao centro fazer algumas compras para presentear um amigo que aniversariava e acabei encontrando o Sr. Augusto, pai do meu amigo Rafael. Conversamos um pouco e ele convidou-me a ir para sua casa, pois estava com o carro no estacionamento. Aproveitei a deixa, assim que terminamos as compras passamos num barzinho tomamos um lanche rápido e fomos para sua casa. Ao chegarmos ele me disse que todos estavam fora e só retornariam a noite. Como já estive lá há alguns dias atrás, leia "Meu amigo Rafael", e acabei lavando e sendo enrabado pelo Sr. Augusto no banheiro, pressenti que ele tinha ficado com vontade de realizar o serviço de novo. Na hora fiquei com vontade também, de agasalhar aquele belo cassete e meu cuzinho começou a me trair, piscando e ficando úmido, deixando-me todo arrepiado. Augusto, como ele gosta de ser chamado, convidou-me para irmos tomar banho dizendo que tínhamos muito tempo para brincar, eu estava eufórico, era o que eu mais queria, já tinha sentido que o velho é muito bom de vara e sabe fazer o serviço, agora eu poderia satisfazer-me a vontade, a sós com ele, a farra ia ser boa. Tiramos a roupa e se enfiamos debaixo do chuveiro, eu o lavava e passava a mão no seu pau e na sua bunda, mas não agüentava muito e acabava com o pau grosso e forte na boca. Chupava um pouco, ele tirava e vinha morder minhas nadegas e enfiava seu dedinho no meu orifício, fazendo-me vibrar de tesão. Pincelava com seu pau o meu rego, eu pedia que ele enfiasse, mas ele brincava com o cacete e com minha bunda deixando-me alucinado de tesão. Eu vibrava só em pensar em ser enrabado por aquela bela vara, fazia de tudo para que ele a enfiasse em minha bunda, mas nada ele brincava e deixava-me cada vez mais doido. Depois de algum tempo, eu já estava ficando irritado com tudo aquilo, queria sentir a vara dentro, mas ele só pincelava, beijava minha bunda, enfiava o dedo mas, isso não me completava eu queria sua vara, grande, grossa e forte. Saímos do chuveiro, nos enxugamos e fomos para a cama, eu sempre segurando aquele belo mastro. Deitei-me de costas com as pernas fora da cama ele entrou no meio delas ergueu-as, colocou no ombro e já com o pau lambuzado de gel direcionou-o para o meu cuzinho que a esta altura piscava sem parar chamando pela vara. Quando o Augusto encostou a cabeça na porta de entrada, senti um calafrio, juntei as pernas atrás das costas dele e puxei-o de encontro a mim, fazendo aquele cacete sumir no meu rabo, relaxei com a vara dentro e só sentia as estocadas que ele dava forte e fundas. Ficamos alguns minutos assim e logo meu rabo começou a sentir o pau crescer e foi inundado por um mar de leite quente. Sentia-me deitado nas nuvens e não pensava em nada só me deliciava em sentir aquele calorzinho dentro de mim. Ele tirou o pau, deixando a sensação de vazio no meu rabo, limpei-o, e imediatamente o abocanhei e comecei a sugá-lo, tomava seu caldinho, ele espremia minha cabeça de encontro ao seu saco, eu sentia a cabeça do seu pau chegar em minha garganta. Quando o pau voltou ao seu estado normal de trabalho, duro, grosso e pulsante, virei-me e soquei meu cuzinho todo lambuzado de porra nele e o escondi de novo no meu rabo. Agora eu mandava o jogo, Augusto de pé, olhava a gula do meu rabinho que rebolava, socava e espremia seu pau sem a menor piedade. Quando o pau começou a crescer de novo, puxei-o e fui me deitando com ele nas costas, arreganhei ao maximo minhas pernas enquanto Augusto socava a vara e espremia minha bunda. Quase desmaiei de prazer quando senti as golfadas de leite quentinho entrar em minha bunda, fiquei largado na cama ate sentir que o pau amoleceu e saiu. Lavamos-nos, fomos tomar um café na cozinha, vi um pote de geléia de morango em cima da mesa, não perdi tempo, lambuzei o pau do Augusto, e comecei a chupá-lo com esse sabor, uma delicia. Ele em pé encostado na mesa e eu lambendo os dois morangos e o talo, ele urrava quando eu retorcia a cabeça do pau com a língua. Não agüentou muito tempo me virou deixando-me de quatro, com as mãos apoiadas na cadeira minha bunda ficou bem exposta ele lambuzou com a geléia e disse: agora como cu com sabor morango, e foi enfiando aquele tarugo todinho no meu buraquinho. Pau melado e bunda melada, quando ele estocava fazia barulho, e nos deliciávamos com aquilo e assim foi ate fazermos a batida de morango com leite. Voltamos ao banheiro para nos lavar e descansarmos um pouco, nos vestimos para esperar a pizza que Augusto pediu, a devoramos rapidamente, limpamos tudo, aguardamos um pouco e ele pediu que eu o ensinasse a curtir uma rola como eu o fiz. Tiramos a roupa novamente e, bem isso já é outra historia que depois eu conto.
Quando senti aquela coceirinha a noite
Eu sempre tive curiosidade em saber como é transar com um homem, mas nunca dei bandeira. Tenho namorada e ninguém sabe dessa minha curiosidade. Exceto um rapaz que conheci na internet esse ano. Era muito tarde e eu estava num chat gay. Conversávamos sobre sexo e eu dizia que tinha vontade de dar o rabo para um macho, mas nunca tive coragem. Dizia que queria me vestir de putinha para um cara e sentir como é ter um macho só para mim, me usando do jeito que quisesse para seu prazer... O cara estava ficando louco, e ficava me perguntando detalhes do que eu queria fazer e eu, tendo que explicar também ia ficando muito excitado. Resolvi aceitar o convite do Pedro para um encontro, naquela noite mesmo. Fiquei pensando se deveria ir, sobre os riscos envolvidos e tal... Liguei para ele do celular, já no carro, e combinamos um local e hora. Combinamos de nos encontrar em um restaurante, mas quando chegamos lá estava fechado. Estacionei o carro e entrei no carro dele. Conversamos um pouco e resolvi que seria melhor irmos direto para um motel, porque senão, eu podia mudar de idéia. Fomos no carro dele, e eu ia reparando em como ele olhava para minhas pernas, até que ele começou a passar as mãos na minha coxa esquerda. Tudo parecia surreal, porque foi tão impulsivo! Eu não tinha planejado nada! Chegamos no motel, pedimos uma cerveja e ficamos conversando. Aquilo estava ficando muito estranho para mim, olhando aquele cara... Mas o ambiente do motel dava uma quebrada no gelo. Com a cerveja fui me soltando, relaxando um pouquinho... Terminamos a cerveja e fui tomar uma chuveirada bem quente. A cerveja subiu rapidinho. Saí do chuveiro e ele estava na banheira de hidromasagem, grande, e disse para eu entrar. Sentei na banheira e fiquei só olhando para ele. Ele não tirava os olhos dos meus, e começou a chegar perto, e de repente, colocou a mão por baixo da minha perna e foi direto na minha bunda, e ficou alisando. A outra mão, alisava meu peito, beliscando alternadamente um mamilo, depois o outro... Fui relaxando e "me abrindo", facilitando a posição das pernas, para que ficasse mais fácil para ele. Os braços fortes dele, a pele queimada, foram me fazendo sentir um calor estranho, e de repente ele estava com o dedo roçando o meu cuzinho... Tive vontade de sentir o pau dele na minha mão. Era a primeira vez que eu pegava um pau de outro cara, e foi muito legal! Ele tinha prepúcio, o que deixa o pau com uma cara mais malvada ainda, passei pelas coxas dele, bem grossas e peludas, pelo saco, segurei suas bolas... Então ele sugeriu que fossemos para a cama. Foi na frente, se enxugou um pouco e deitou-se. Sentei na beirada e ele perguntou se não gostaria de chupar o pau dele. Fui chegando o rosto perto do pau e sentindo o cheiro dele, dos pelos, engoli a ferramenta com gosto. A pele do pau era mais soltinha do que o meu. Era muito estranho, mas comecei a chupar com muito gosto, e às vezes colocava uma bola dentro da boca e enquanto acariciava o pau com a mão... Ele me puxou para cima dele. Ele é muito maior do que eu, que não sou pequeno, mas ele é fortinho, e peludo. Não larguei o pau dele, e então estava deitado sobre ele, meu pau roçando nos pelos do peito dele e meu cuzinho completamente disponível para a boca dele. Ele começou a me lamber a bunda e segurando a bunda com as mãos, me puxava, com a maior facilidade, me abrindo até que começou a lamber, e estocar o meu cuzinho virgem com a língua. A sensação que tive foi de delírio, uma sensação de humidade, de molhado, e é como se eu não conseguisse ouvir mais nada, só sentir a lingua ddele dentro de mim... Pegou o lubrificante que havia trazido e espalhou pelo meu reguinho, com muito carinho e passou a enfiar um dedo, brincando de leve, depois variava, enfiava e tirava, girava... Essa sensação junto com a sensação das minhas coxas apoiadas pelo seu corpo peludo, a idéia do meu pau, e o meu saco deitados sobre o peito dele, o cheiro do pau dele, enorme na minha frente... Às vêzes eu perdia o controle e ficava parado, à mercê das carícias dele... Enfio um, dois, acho que três dedos, ele estava era relaxando a minha entradinha para a ferramenta dele. Ele então me colocou de lado para ele, e começou a chupar o meu pau enquanto enfiava e tirava os dedos do meu trazeirinho. Então ele se virou mais, levantou o meu quadril, me deixando de 4, e colocou uma camisinha. Veio por trás, e começou a enfiar a vara. Mas era muito grande, pedi para ele ir devagar porque eu nem respirava de dor... Ele foi indo, devagarzinho, aos poucos... Enfiava cada vez mais fundo. Eu não aguentava o tamanho dele, era demais, mas ao mesmo tempo as sensações eram tantas que eu não conseguia dizer nada. Ele então começou a bombear cada vez mais fundo, me empurrou para frente e eu fiquei um pouco de lado, mas ele desandou a me comer violentamente dizendo que estava adorando me comer, que eu tinha um cuzinho muito gostozinho e quentinho... Saiu de cima de mim, segurou minhas pernas, me virando de frente para ele. Abriu minhas pernas e deitou sobre o meu corpo. Ele é muito pesado para mim, e estava todo suado, o que me deixou com uma mistura de nojo e tesão. Segurou meu rosto, virando de lado e me perguntou, dentro da minha orelha, se eu estava gostando. Eu balbuciei que sim, quase que num transe, porque não consegui entender direito tudo que estava acontecendo. Ele então disse que ia me comer de franguinho assado. Levantou minhas pernas com facilidade, e enfiou dois dedos no meu cu, segurando minhas pernas com uma mão só! De novo seu caralho grosso me invadiu, mas dessa vez eu não tinha como me mexer, com seu peso, ele simplesmente deitou-se sobre mim, com as pernas nos ombros dele e enfiava totalmente a vara. Ele ficou muito tempo ralando minha rosquinha, até que pedi para ele se levantar um pouquinho e me acariciar o pau, o saco... Aí foi muito gostoso. Sentir o pau dele me preenchendo, me acariciando o pau, todo molhado com meu pré-gozo e o suor dele misturados... De repente ele parou, voltou a cair sobre mim e como um bicho, se mexia freneticamente... Voltou a ficar numa posição mais confortável para mim, me puxava o saco com firmeza e delicadez, o que me deixou muito excitado e comecei a gozar, piscando o que me restava do rabo. Ele, sentindo o meu gozo no pau dele, espalhava o meu gozo pela minha barriga e gozou também, caindo sobre mim... Fomos tomar um banho e voltamos para a cama. Pedimos algo para comer e ele começou a mexer no meu corpo. Enfiava de novo um dedo no meu cuzinho, mas dessa vez ele chegou o rosto perto do meu pau e começou a chupar. O dedo dele passeava deliciosamente dentro do meu rabo, e a boca dele no meu pau me deixava sem ação... Ele me sugava, queria todo o resto da minha porra para ele... Eu só podia vergar o corpo, retesar os músculos do meu torso, da minha bunda nas mãos dele, à medida que o tesão crescia... Tinha uma posição do dedo dele que me fazia sentir como se ele tivesse mexendo dentro, muito dentro de mim, e a boca molhada dele no meu pau, me fazia ficar totalmente à mercê da situação. Ele me virou de ladinho e de vez em quando me dava umas palmadas, com força. mas eu não conseguia me mexer, e na verdade, as palmadas me fizeram ultrapassar o limite do que eu aguentava e GRITEI, gozei muito, na boca dele, e sentia o dedo dele no meu cu, quando piscava, o que me deixava mais excitado ainda, prolongando meu gozo... Depois que gozei, eu disse que precisava ir embora. Já era quase manhã, e meu rabinho não aguentava mais... Ele me levou de volta para meu carro, e nunca mais nos vimos...
Dei pro office-boy no laboratorio de informatica
Mais uma história absolutamente verdadeira. Sou o Rodrigo, tenho 22 anos e sem dar muitos detalhes vou dizer que estudo em uma escola bem grande e que dentro dela tem farmácia, livraria, restaurante e até agência bancária. O Edson trabalhava de boy na agência bancária que tem lá dentro da escola. Eu durante a tarde era monitor de um laboratório de informática que ficava ao lado da agência bancária e eu já o conhecia, conversava com ele, ele era meu colega. Um dia eu o chamei depois do expediente lá do banco pra ficar vendo uns sites de mulher pelada lá na internet já que não tinha mais ninguém no laboratório e ele topou. Mostrei muitas fotos pra ele e arrumei uma desculpa, ele estava com o uniforme do banco, aquela camisa que todos os Office-boys usam e eu perguntei se aquela blusa era boa, se não fazia calor, ele disse que não era fina e a pretexto eu peguei na parte inferior da blusa pra ver a textura a camisa e ao mesmo tempo relando a mão na calça de moletom dele. Ele já estava de pau duro por causa das fotos que estava mostrando pra ele. Ele não sabia que eu era viado e ele como todos que fico, era 100 por cento homem. Ele começou a perceber minha intenção porque ao mesmo tempo em que eu olhava sua blusa eu relava e apertava de leve sua pistola, que era grande, já dava pra perceber e quando vi que ele estava deixando enchi a mão e peguei na vara e disse: Nossa, que negócio grande você tem, é grosso pra caramba também! Ele disse: é mesmo, tem umas meninas que não agüentam ela não e eu disse: Mas também, desse tamanho, não é pra qualquer pessoa! Eu já tinha trancado a porta pelo fato de ir ver sites pornô, porque é proibido ver isso lá na escola e de uma vez enfiei a mão dentro da sua cueca e botei a rola pra fora, era muito grande e grossa e já estava saindo uma babinha do seu pau tamanha era sua excitação. Abaixei e comecei a chupar e mamava como nunca, aquele pau era muito gostoso de ser chupado e eu aproveitei. Depois de chupar muito falei com ele pra baixar a calça até o joelho e coloquei a camisinha nele. Eu deitei no chão, ele veio por cima e enfiou tudo de uma vez, arrancando um grito de dor meu, falei com ele pra tirar que estava doendo e ele disse que se tirasse não ia meter mais, que se eu quisesse era daquele jeito, que ele metia era daquela forma e foi assim... Eu fiquei deitado e ele mandou ver e fui dando as pistoladas, cada vez mais rápidas e doloridas. Foi então que ele gozou, senti sua respiração acelerada perto do meu ouvido, ele tirou o pau, eu tirei a camisinha cheia de porra e ele mandou eu limpar seu pau com boca pra ele poder guardar dentro da cueca. Eu limpei, ele guardou o pau, falou que não era pra contar pra ninguém aquilo pra ninguém e foi embora. Depois conto como foi as outras vezes com ele, nessa ele deixou até eu chupar o cuzinho dele e que chupada... Leiam meus outros contos também. Meu email é rodrigo-icq170717295@ig.com.br . Terei o maior prazer em receber o seu email, gosto de trocar idéias e fazer novas amizades. Espero seu contato. Respondo a todos sem exceção. Tenho também icq, o número é 170717295 se depois de ler esse conto voce quiser bater um papo comigo é só ver se estou online. Até mais, Rodrigo.
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