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domingo, 5 de julho de 2020

O Casamento da Minha Melhor Amiga 3/3: O pai da noiva

Estava dormindo tranquilo quando percebi que já era dia, e senti uma mão apalpando minha bunda. Acariciava levemente, indo e vindo, já sem cueca. Quando acordei, que me virei para ver se era o Guto, dei de cara com o Seu Augusto sentado na beira da cama. Levei um susto, e ele limitou-se a sorrir.

— Bom Dia, Pedrinho... — sussurrou para mim.

— Bom Dia, Seu Augusto... O que o senhor está fazendo aqui?

— Aproveitei que o Guto tá dormindo, e vim aqui para saber se você chupa uma rola tão bem quanto o Pavel diz — respondeu-me categoricamente.

— Ow... Peraí! O senhor conhece o Pavel? Isto é, o Pavel do Hotel? Polaco, alto, magrelo... Como isso é possível?

— O Pavel e eu somos amigos há muito, muito tempo... Companheiros de guerra... E sim, eu o conheço muito bem, inclusive. O Pavel já foi um homem muito mais bem sucedido do que eu no mundo dos negócios... Daí um belo dia, decidiu largar tudo, começar um negocio calmo, e pacato, e com retorno. É curioso, né rapaz? Mais de onze milhões de pessoas, e nós temos um amigo em comum que nem imaginávamos.

— Como eu entro nesta história?

— Já que o Pavel é um grande amigo meu, e grandes amigos não tem segredos, há algum tempo que ele tem me contado historinhas sobre um tal rapaz lindinho com uma boca santa que chupa rola como ninguém, daí juntando um mais um tive a certeza que era você. isso tudo acendeu-me uma curiosidade sem tamanho... Já que você sempre esteve aqui em casa, e até a Renata nos contar, eu jamais duvidaria de você... — E fez um meio sorriso. Seu Augusto não era magrelo como o Gerente/Dono do hotelzinho, era bem mais forte, uma mistura de atlético e flácido, pela idade e descuido. Estava ficando careca, e tinha umas entradas bem grandes nas laterais, o que a meu ver, o deixava charmoso. O interessante é que ele estava com uma mão me alisando e a outra na malona estufada na bermuda — Então, garoto... Vem?

Levantei-me e fiquei ajoelhado em frente a cama, enquanto Seu Augusto estava sentado. Quando ele tirou a pica para fora, meu coração parou. Eu não estava preparado para um caralho enorme daqueles. O do Pavel era fichinha perto deste. Simplesmente não cabia nem a metade na minha boca. Esse ia dar trabalho. Ameacei titubear, só que Seu Augusto foi segurando minha cabeça, sem força, mas direcionando minha boca pra cabeçona monstra daquela picona.

— Força, Pedro... Como já dizia o ditado... — encorajei-me.

— Ajoelho, tente chupar — completou o picudo.

Cai de boca, e o homem foi ao delírio. Mamava a cabeçona, sugava, passava a língua enquanto ele fodia a minha boca. Subia e descia lambendo aquele mastro imenso, e o homem só gemendo. Segurou minha cabeça e fez pressão para baixo. Quando percebeu que não tinha nem chegado à metade, e eu já tinha engasgado, desistiu dessa ideia insana de colocar São Paulo inteira dentro de Curitiba. Aumentei a velocidade e a intensidade das chupadas só pra ouvir o homem delirar, e ‘tava funcionando. O ritmo era tão frenético que ele não aguentou muito tempo, e começou a jorrar porra. Gozou uma quantidade substancial, porque voou na minha boca, na minha cara, no peito, me deu um banho. Arfando, deitou-se na cama, exausto.

— Oh... Oh, Meu Deus... Oh, Meu Deus... Aquele filho da puta do Pavel ‘tava certo. Boca Santa essa... Você é bom de boca, rapaz... — o homem parecia que ia morrer, de tão ofegante. Levantei-me com um sorriso no cara, satisfeito pelo resultado. Um elogio desses infla o ego que qualquer um. Fui ao banheiro, do quarto mesmo, tomei entrei no chuveiro. Seu Augusto veio logo em seguida para urinar, e falou — Uau, meu filho. Gostei bastante da tua performance. Outra hora eu quero experimentar esse cuzinho, que o Pavel também foi só elogios — e saiu rindo. Confesso que receber aquela pica das galáxias (obrigado, cariocas!) na minha bunda era um pouco assustador e excitante.

Fui à copa no andar inferior, e encontrei uma garrafa de café com algumas torradas na mesa. Tinha também um jogo americano bonito, coisa de Dona Lucélia, a mãe da Renata. Sentei-me em um dos lugares vagos, peguei um pouco de café e comi umas torradinhas. Guto, o filho tesudo acordou com uma ressaca braba, deu um bom dia xoxo, foi à geladeira na cozinha para beber uma água gelada, e voltou sentando no extremo oposto da mesa, onde estava uma dessas tigelas com granola e mel. Adicionou leite e comeu sem falar uma palavra.

— Ei, Guto... ‘Tá tudo bem? — e respondeu-me que sim. Insisti perguntando o que tinha acontecido. Limitou-se a dizer um “nada” quase inaudível — Qual o teu problema comigo afinal?

— Ei cara — e encarou-me sério e injuriado — Eu só não estou a fim de falar contigo, ok? Já me basta ontem, ter falado demais, e falado o que não devia. Você prometeu que ficaria de bico fechado, então faça-me o favor de cumprir tua promessa, estamos entendidos? Ou preciso desenhar?

— Okay... Desculpe-me... Não era minha intenção te aborrecer logo cedo...

— Meninos — surgiu Seu Augusto em um belíssimo fraque meio azul meio cinza — Estou indo pegar a Lucélia e depois a noiva. Tchau, tchau — e saiu — E não demorem!

Terminei o meu café, e Guto pediu-me desculpas pela grosseria. Respondi que não havia problema e que podia contar comigo sempre. Subi para o quarto e fui me arrumar. O casamento estava marcado para as onze e meia da manhã, e já eram oito e meia. Íamos pegar uma estrada de umas duas horas, então tínhamos que correr. Coloquei meu terno alugado azul claro, para combinar com todos os padrinhos e familiares próximos dos noivos. Os pais dos noivos iam de fraque quase cinza, e até onde eu sabia, o noivo estava de cinza claro. Guto pediu uma ajuda para dar o nó na gravata, o que me colocou bem perto dele novamente. Sentir o seu cheiro, e aqui eu digo cheiro mesmo, não de perfume, era inebriante e eu já ‘tava ficando excitado. Ele percebeu, e soltou uma piada. Não podíamos nos atrasar mais, e fiquei com a promessa de que ele iria pra Curitiba me visitar, e levaria o Renato para gente trocar uma ideia à três, já que a Renata e o Luciano fizeram o favor de contar ao irmão como foi o nosso ménage.

Prontos e bem vestidos, seguimos de carro até a casa do Renato, que ficava um pouco longe, na Zona Norte de Sampa. A noiva do Guto iria com os pais. Só o Renato e eu iriamos sem família. Tomamos a estrada para a Rodovia Fernão Dias, para chegarmos à Atibaia e então seguir até a chácara da família do noivo. Eu já conhecia o lugar devido a uma das festas de confraternizações da empresa do pai do Luciano ter sido lá. Era um lugar bonito, amplo, tinha certeza que estaria bem decorado.

Dito e feito. Eu só não imaginava que fosse estar cheio de gente. Deixamos o carro no estacionamento improvisado e seguimos para a parte de trás, onde estavam todas as mesas. Uma decoração muito requintada, com buques naturais, e varias faixas em tons pastéis. “Coisa de Dona Lucélia”, como diria qualquer um da família. Cumprimentamos Gioconda, e seus adoráveis pais, os italianos, e me distanciei para cumprimentar alguns parentes da noiva que conhecia.

Os garçons, rapazes novinhos, uns até interessantes estavam vestindo um terno na cor champagne e já estavam servindo espumante, e nas duas opções como Guto tinha dito. Eu me deliciava com uma taça quando ouço uma voz histérica, louca da cabeça atrás de mim:

— Biiiiiiiiichaaaaaa!!!

— Juuuuuulia! Que te aconteceu, mulher?! Comeu melancia inteira de novo??? — tive que revidar. Quem estava atrás de mim era uma das amigas do colegial. A mais espalhafatosa de todas. Julia estava na quarta gestação: Tinha um moleque de oito, e duas meninas de cinco e três. Ela era uma dessas morenas mestiças muito simpáticas. Extravagante muitas vezes. Casou com quem a gente sabia que iria: Bill, um colega de escola também, que estava logo atrás segurando a mão da pequena do meio e com a menor no colo. Ele deu um sorriso amarelo, sabia que a esposa estava mais uma vez chamando a atenção do universo. E gritando aos quatro ventos que eu era bicha. Esse era o grande defeito dela: preconceituosa. Deu-me um abraço forte, e trocamos algumas fofocas rápidas.

Logo em seguida, Helena chegou com a esposa Veronika, a eslovena. Helena foi a segunda pessoa que soube que eu sou gay. Tínhamos dezesseis anos, e ela já se correspondia com Veronika, que não era exatamente eslovena, mas tinha ido pra lá pra estudar. Com elas, as coisas foram mais calmas. Elas não eram de alardes. Estavam lindas em vestidinhos parecidos. Helena me contou que finalmente conseguiram engravidar, ambas estavam no segundo mês de gestação. Comemoramos aquele fato. Julia por anos tinha monopolizado o status de grávida no grupo. Para completar, do grupinho da escola, chegou a Roberta com seu marido, Alex. Roberta era a típica patricinha loirinha que curte uma jeba afro e, diga-se de passagem, pelas fotos que ela mostrou do Alex, o negão era picudo. Eu não sou nem louco de falar que o pai da Renata era mais, mas... Fiquei na vontade.

Afastei-me das meninas, que iriam ficar uma mesa especialmente para elas, e fui cumprimentar Seu Álvaro, que já estava de olho, só esperando eu desocupar-me. Abraçou-me forte, como um pai abraça um filho, e expressou sentir minha falta. Retruquei que a empresa dele estava nas mãos dos mais competentes quando eu saí, e ele revidou dizendo que estavam saindo todos, um por um. Não queria entrar em conflito naquela hora, mas ele deveria saber muito bem que todos saíram daquela empresa porque ninguém suportava o gerente financeiro. A mulher de Seu Álvaro sorriu e acenou com a cabeça levemente, para não perder a elegância. Quem me surpreendeu estar na festa eram os irmãos de Luciano: Janine veio da Europa para o casório com o marido alemão, e Henrique, o irmão mais velho, por quem Luciano nutria um ódio mutuo. Henrique era uma versão do Seu Álvaro mais jovem. Fui seu assistente quando entrei na empresa da família. Depois que fui promovido em outro departamento, Henrique começou a dar investidas em mim, até que saímos umas três vezes. O grande segredinho que ele curtia ser passivo foi guardado a sete chaves. Ninguém sabia. Nem Renata, nem ninguém. Ele investido de pura simpatia, perguntou-me como estava, se estava gostando da minha vida em Curitiba, e eu me lembrava dele.

— Quer dar uma volta? — perguntou-me descaradamente. A resposta veio à galope, todos ali desconfiariam do sumiço, e eu tinha certeza que ele não queria ser chamado de viado. Com Henrique eu queria mais nada. Parte do motivo d’eu me mudar foi ele nunca dar valor aos nossos encontros.

O noivo estava à postos no altar, o padre estava pronto pra realizar a cerimônia. Gioconda, a madrinha da noiva, veio ao meu lado e ficamos do lado de Dona Lucélia, que estava exuberante. Como aquela mulher mantinha sua altivez, mesmo tendo menos de um metro e meio. Do outro lado, um casal de amigos do Luciano estava ao lado dos pais do noivo. Todos os convidados sentados às mesas, e no fim do tapete vermelho estavam Seu Augusto e a bela noiva. Renata estava sorridente, linda de vestido branco com renda francesa. Vieram caminhando enquanto a mini orquestra do lado esquerdo do padre tocava a marcha nupcial. Uma cerimônia singela. Eu vou pular aquela parte chata onde o padreco faz todo o sermão para finalmente os noivos fazerem os votos, e com sorte dos dois não quererem fugir ou não terem a infidelidade descoberta por um amante insano aparecer para estragar tudo (o que não foi este caso), e vamos para a festança.

Casamento de gente metida (aqui me refiro aos pais dos noivos do que exatamente os noivos) não é uma ocasião para se encher a pança. Para o meu desespero, já que eu como “porções fartas”, como eu brinco. O banquete teve o serviço à inglesa, todos escolheram os nossos pratos antes de vir pra festa, e os garçons (lindinhos que só) serviam os pratos prontos. O meu tinha um canapé de alcachofra e camarão e um mini quiche de funghi secchi no coquetel, em seguida um folheado de queijo brie na entrada. Depois do prato principal, podemos ficar um pouco mais à vontade. Os recém-casados estavam muito ocupados tirando um milhão de fotos para o álbum, fui obrigado a ficar para tirar algumas, na qualidade de padrinho da noiva. Decidi dar uma volta.

Estava saindo pelo estacionamento, precisava sair um pouco daquela muvuca, quando ouvi um assobio. Virei para procurar de onde tinha vindo, e encontrei Seu Augusto parado na porta do casarão em frente. Ele sorriu maliciosamente, e pediu para que eu o acompanhasse. Perguntei por que ele não estava na sessão de fotos, e a resposta foi que ele não se interessava muito. Tinha o resto da tarde para tirá-las. Em sequencia questionei se ele era doido, e ele disse que estava doido. Doido pra me arrombar. Aquele picudo devia estar louco mesmo. Queria foder-me ali, no casamento da filha. Nem esperou eu me recuperar da mamada da manhã.

Subimos as escadas rápida e silenciosamente. Entramos no primeiro quarto com chave que encontramos. Por sorte, não tinha a janela voltada para a festa. O homem estava no modo instinto selvagem, porque foi logo desafivelando meu cinto, e baixando minhas calças. Empurrou para que eu me reclinasse, ajoelhou-se e pôs-se a realizar um cunete alucinante. Lambia, chupava e mordia minha bunda e meu cú com voracidade. Tampei minha boca para não gemer alto. Ele estava disposto a por tudo pra dentro. Quando sentiu que estava lubrificado o bastante, se levantou com o mastro duríssimo, apontou na entra e socou. Aquilo doeu muito, e nada entrou. Pedi para ter calma, e ele pareceu não ter ouvido. Vasculhou as gavetas do quarto e nada encontrou. Foi até o banheiro e voltou com um pouco de sabonete liquido que estava esfregando na jeba. Voltou para trás de mim, e colocou o caralho na porta outra vez. Agora ele estava entrando. Aquilo foi invadindo, me arregaçando. O cara não descansou enquanto não tinha quase tudo pra dentro. Avisei que aquele era o limite, e que ‘tava doendo. Ele ficou parado um tempo. Por mais que eu achasse impossível me acostumar com aquela torona socada no meu rabo, até que a dor estava sumindo. Dei o sinal para ele meter, e com aquilo eu vi estrelas. Seu Augusto apertou minha cintura e começou a foder meu cu forte. Dava estocadas profundas, que eu cheguei a achar que não ia suportar. Mas aquele vai e vem tinha seus momentos de prazer. Muitos momentos eu diria. De tanto socar, ele anunciou que ia gozar. E gozou profundo. Quando ele tirou a picona de dentro, senti um alivio que simplesmente fez com que eu gozasse. Estava em êxtase.

Seu Augusto foi ao banheiro, se recompôs e saiu do quarto, dando-me o tempo que eu precisava para recompor-me. Aquela tinha sido a foda mais monstra que eu tinha tido até então. Desci um tempo depois, e pude ver que todos estavam felizes, comemorando. Seu Augusto já tinha voltado para a família, e posava como um marido exemplar. Senti dó da Dona Lucélia que deve ter passado apuros com aquela picona. E deve ter gozado litros também.

Tomei mais algumas taças de champagne, conversei com as meninas, e tirei mais algumas fotos com a noiva. Tudo corria muito bem. Na hora de jogar o buquê, aquela aglomeração de encalhadas se formou, e eu fui para bem longe. Renata jogou... E adivinhem? É logico que eu não peguei. Nem que eu quisesse, ele viria para minha mão. Pelo menos fiquei feliz que a Gioconda tinha pegado. Estava torcendo para ela se acertar com a Chiara. Ou ela se casar com o Guto, e o Renato com a Chiara e eles se envolverem numa suruba sem fim.

Era por volta das quatro da tarde quando me despedi dos noivos e da família dos noivos. Ia aproveitar a carona de um casal de primos do noivo para voltar para Sampa. Queria voltar pro hotel logo, pra dormir cedo. Meu voo sairia cedo. E foi assim que acabou o casamento da minha melhor amiga. Foi uma diversão singular. Foram experiências de tirar o fôlego. Trouxe para o Seu Pavel uns três bem-casados e “as lembranças” do Seu Augusto. Fui pra cama, exausto.

O Casamento da Minha Melhor Amiga 2/3: O Irmão da Noiva.

Acordei meio moído de dormir apertadinho na cama de solteiro, enquanto aquele fanfarrão dormia esparramado na de casal. O duro é que eu não consegui dormir na minha cama com ele. Não me senti no direito de tal ousadia, sem contar que, por mais bacana que ele tivesse sido nos últimos meses, ele ainda guardava um rancorzinho de mim, da época em que trampávamos juntos. Não nego que também sinto.

Luciano acordou, convidei para tomar um café da manhã reforçado e aceitou. Saiu correndo depois do café, mal falou comigo, disse que precisava ir e respondi que não iria prendê-lo. Depois do café, voltei pro quarto, tomei uma ducha e decidi sair. Quando estava atravessando o hall, o gerente me parou:

— Pedro... Pedro... Bom Dia! — disse com um sorriso de orelha a orelha.

— Bom Dia, Pavel — retribui-lhe o sorriso. Pavel era o nome do gerente. Um homem com seus quarenta e tantos, não muito novo nem fora do prazo de validade. Conservado, eu diria. Alto, ainda que eu seja alto, ele era bem mais alto que eu. Magrelo, loiro da cabeça aos pés. Inclusive os pentelhos e os cabelos da bunda.

— Você às vezes abusa, rapaz...

— Putz... Foi mal, Seu Pavel... Fiz muito barulho? — Ele acenou afirmativamente. Isso queria dizer que tínhamos feito barulho o suficiente para incomodar uns dois quartos.

— Deu para ouvir do meu quarto.

— Cassete!

— Sabe o que é pior, Senhor Pedro: deixou-me num tesão a noite inteira. Não consegui imaginando como é bom foder com seu cuzinho, rapaz... — Abriu um sorriso dos bem safados, e apalpou o pacotão por cima da bermuda — Sabe o que seria uma boa agora de manhã, meu rapaz? — e acenei um não com a cabeça — Você tomar seu leitinho agora no café da manhã... O que você acha?

Eu não seria nem louco de recusar leite de manhã. Eu falo do tipo de leite que aquele polaco queria me oferecer. Na recepção, tinha uma porta que dava num corredorzinho estreito que no fim dava pruma área privativa, onde o Seu Pavel morava. Aquele hotel era a vida dele. Um quarto bem interessante, com uma sacadinha para a parte de dentro do hotelzinho, um banheiro com direito a banheira. Quando chegamos ao quarto, ele foi logo baixando a bermuda e a cueca, exibindo um belíssimo caralho cor de rosa. As veias saltitando, a cabeça grande feito cogumelo, uma delicia de se ver. Melhor ainda era provar daquela pica. Ele em pé mesmo foi me empurrando para baixo, ajoelhei-me e percebi que aquele homem era muito cheiroso. Bem limpinho, dono duma higiene única. A melhor parte foi tentar colocar aquele mastro delicioso boca adentro. Comecei lambendo a cabeça, e deslizando pelo mastro até as bolas. Subia e descia bem devagar, só curtindo o coroa se contorcendo. Inebriante era sentir o gosto do melzinho que aquele caralho soltava enquanto chupava.

Segui com o pau fundo, e tirando totalmente, chupava, e mamava e lambia aquele mastro, e Seu Pavel segurava minha cabeça e forçava querendo mesmo que sua jeba monstra entrasse toda na minha boca. Com algumas estocadas, ele ficou mudo, parou de meter e “corri pro abraço”: jatos fartos de porra inundavam minha boca, e escorriam pela garganta. Que sensação maravilhosa sentir as pulsações da pica durante uma gozada. Seu Pavel era um puto delicioso. Dizia-me sempre que eu deveria vir para passar um fim de semana no quarto dele. Gostava muito de “brincar comigo”. Foram raros os nossos encontros. Sempre que eu fazia alguma burrada, como a da noite anterior, eu dava um jeito de consertar. E o puto adorava.

Voltei ao quarto muito rápido, para me recompor, e lá fui eu, mundo afora. Estar em São Paulo, e não visitar minha mãe é pedir pra ser deserdado. É claro que ser deserdado das dívidas dela me parece ser tentador. Brincadeiras à parte, devo reconhecer que eu também sentia saudades. Foi uma visita rápida. Minha mãe escolheu morar meio longe de Sampa, depois que saí pra fazer faculdade. Ela continuava do mesmo jeitinho. Num tinha envelhecido nem um dia sequer. Separar-se do meu pai foi a coisa mais sensata que ela fez na vida dela. Mamãe recuperou muitos anos de vida com a nova liberdade. E usufruía muito bem deles. Até onde eu sei, ela se tornou muito mais baladeira que eu e minhas irmãs juntos.

Estávamos comendo a famosa cheesecake de geléia de framboesa, receita secretíssima passada em gerações que eu aprendi e que minha mãe fazia questão de fazer para mim. Por mais que a minha torta ficasse boa, a dela arrasava, e a da minha vó arregaçava, destruía qualquer um. Era tiro e queda. Comíamos torta enquanto minha mãe fofocava a vida alheia. Ai de mim se eu a interrompesse. Meu celular vibrou entre um babado e outro. Fui ao banheiro, fingindo que ia tirar uma água do joelho e li a mensagem: “Pedro... Vc 1 dia vai me perdoar? Infelizmente naum poderemos tomar o nosso ‘café’ hj, Fofo. Estou preso no trabalho, plantão. Dskupas, bjin Fernie”. Fernando era o cara mais boleiro que eu já conheci. Se eu juntasse todos os bolos que eu levei, dava pra abrir uma “Magnolia Bakery” fácil, fácil. Como eu já tinha passado uma tarde com ele na ultima vez que tinha vindo pra Sampa, deu pra passar sem muito rancor. “Vou pensar no seu caso, Fernie... Rsrsrs... Por hora o que posso dizer é ‘até a próxima’. Bjo, se cuida Seu Lindo”. Sai do banheiro, meio emburrado e minha mãe foi categórica:

— Quem te deu um bolo dessa vez, meu filho? — detesto quando ela adivinha essas coisas — Eu conheço muito bem essa cara depois de sair do banheiro — e sorriu. Ela me conhecia melhor do que eu.

Saí da casa da minha mãe, que estava aos prantos, por volta das cinco da tarde. Fui para o hotel e tinha combinado com a Renata que o irmão ou os pais dela iriam me levar para a bendita chácara onde rolaria o casório. Então, ela pediu para que eu fosse para a casa dela, e que eu dormisse por lá. Vocês devem pensar: “Porra, porque a guria num ofereceu a casa antes?!”. Confesso que eu gosto de me hospedar no hotelzinho. Gosto de não depender da hospitalidade alheia. Só aceitei mesmo ir para lá, porque seria sacanagem da minha parte pedir para me buscarem no hotel, ou sacanagem maior ainda pagar um hotel (quem quer que fosse pagar, é claro).

Vou confessar que a mãe da Renata tinha estilo. Era uma perua com um bom gosto para design, porque a casa deles era brilhante. Uma decoração impecável. Fora que era uma casa bem grande. Os jardins, as sacadas, tudo parecia um pequeno palácio. Chegar lá não era a coisa mais fácil do mundo quando se está a pé, mas eu conhecia aquele lugar muito bem, de tanto que eu frequentei. Chegando lá, fui recebido pelo porteiro, que me botou para dentro. Disse-me que a Senhorinha Renata e sua mãe tinham ido pro tal do “espargo”. Todos entendemos. O Senhor Augusto pai não tinha voltado para casa, e só ‘tava o Senhor Augustinho. Aquela última informação revirou-me o estômago. Eu não sabia lidar com uma situação onde só estaríamos o Guto e eu.

Augustinho, ou Guto para os íntimos (e curiosamente eu estava nesta lista), era o irmão mais velho da Renata. E Meus Deuses! Como aquele homem era um mau caminho inteiro, não só um pedaço. Eu nunca estive as sós com ele, mas confesso que era impossível até então, imaginar esta situação. Sobrou-me o “todo respeito” para com ele, e para a Gioconda, a noiva dele, que de feia só tem o nome porque era uma bela filha de italianos (eles me perseguem, eu sei). O curioso nesta família é que todo mundo enrolou para casar. Gioconda e Guto noivaram havia bem uns nove ou dez anos, e ainda não marcaram o casório. Renata e Luciano estavam no sétimo e enfim chegando ao finalmente.

Aproximei-me do hall na entrada, e quase tive um enfarto. Guto descia as escadas, e para mim, era o próprio Deus Apolo vindo em minha direção. Os cabelos molhados de suor, o lindo sorriso, o corpo bem definido, sem camiseta, pele morena de sol, peitoral largo, só de shorts bem curtos, e a olho nu qualquer um seria capaz de identificar aquele caralho balançando no short. Simplesmente estonteante. Guto foi logo se aproximando e me abraçou forte, para o meu deleite e desespero senti aquele corpo quente, de macho viril encostando no meu. Quase tive uma convulsão, um ataque. Segurou minha mala (a de verdade, não o meu saco) e retirou a sacola com meu terno. Disse para eu ficar à vontade que a casa era minha, e perguntou se eu não queria treinar na academia deles. Respondi que malhar um pouquinho não matava ninguém, mas que eu tinha esquecido de trazer roupas de “fitness”. Ele, todo solicito chamou-me para o quarto e disse que emprestaria.

Passamos no quarto de hóspedes, deixamos minhas tralhas, e fomos para o dele, algumas portas depois. Quarto de homem é tudo igual, só muda de endereço: uma verdadeira zona. Infelizmente o meu quarto passa por umas fases dessas. Foi se embrenhando em meio a bagunça, e eu fiquei parado na porta. Abriu uma gaveta ou outra, tirou uma regata e um shorts e jogou pra mim.

— Vou indo me trocar e te encontro lá — disse-lhe.

— Nah, praquê, rapaz! Estamos só nós dois em casa, pode tirar a roupa aí mesmo, eu não me importo — e riu misteriosamente. Se ele queria me intimidar, conseguiu. Fiz uma careta e ele apenas sacudiu os ombros. Virei-me de costas e tirei minha calça, eu não podia mostrar que meu pau estava duraço com aquela situação — Véio, na boa... É melhor tirar a cueca, o shorts é meio apertado, vai acabar te assando inteiro.

Meio sem reação, me virei novamente, sob protestos dele tirei a cueca e rapidamente coloquei o shorts. Tirei a camisa polo, e coloquei a regatinha. Minha barraca ‘tava muito armada, e eu ‘tava morrendo de vergonha. Disse a ele que iria guardar minha roupa e logo iria para academia. Ele não falou nada, mas com certeza percebeu.

Fomos fazer uns exercícios. Era uma concorrência muito da desleal: eu era um reconhecido, medalhista de ouro no sedentarismo. Tinha minha barriguinha levemente saliente de tanto tomar cervejas bacanas com os colegas de trabalho. Tinha a pele cada vez mais branca, já que eu morava em Curitiba e lá só fazia sol de dezembro a fevereiro. O resto do ano é nublado. Guto era todo atlético. Peito, costas, abdômen (que abdômen!), braços e pernas (que pernas!). Não havia um defeito naquele homem. E a parte mais engraçada é que ele existe. E que eu não podia tocá-lo. Corri um pouco na esteira e um pouco de bicicleta. Ele me acompanhou para esquentar o sangue novamente. Foi trabalhar os braços e os ombros. Que linda visão era a dele de pernas abertas, o saco saindo pra fora enquanto puxava o ferro. Eu me deliciava de vê-lo em ação, e ele se deliciava em ter alguém babando por ele. Nisso, infelizmente ele não era diferente de nenhum gostosinho de academia. Conversamos um pouco sobre as banalidades da vida, sobre faculdade (ele também estudou no mesmo curso que eu, só que decidiu entrar quando eu já estava no penúltimo ano).

Saímos do aparelho, fizemos um aquecimento final, e fomos para a ducha. Sim... A academia privada deles tinha um trio de duchas no fundo. Surreal, eu diria. Para o meu desespero “parte eu já perdi a conta”, fomos os dois ficando pelados um na frente do outro, ali sozinhos. Meu pau não queria baixar de jeito maneira. Abri o registro do chuveiro e foi no gelado mesmo. Enfiei a cabeça e fechei os olhos. Queria afastar aquela tentação de mim. Ele caçoou da minha cara, e perguntou o porquê do banho gelado. Minha desculpa foi o calor, e a saudades de tomar banho naquela temperatura. Eu me recusei a olhar para ele, para não desmaiar, ou não pirar e cometer uma loucura que acabaria em porrada na certa.

Fechei o registro, enrolei-me na toalha e fui correndo pro meu quarto. Vesti uma roupa mais confortável e fui convidado pelo Guto para “comer alguma coisinha” na varanda dos fundos, a do quarto dele. Chegando lá, ele estava sentado em uma cadeira inclinada, comendo um pedaço de queijo. Numa mesinha do centro, estava uma tábua de queijos com uns cinco tipos diferentes. Tinha um balde com nada menos do que quatro garrafas de espumante, e uma aberta fora, com duas taças cheias. Levantou-se e entregou-me uma das taças.

— À felicidade da Renata! — brindamos — Ao menos ela pode ser feliz como ela sempre quis — comentou num tom ranzinza. Decidi ignorar o comentário por hora. Tomei um gole do espumante. Minha Grande Mãe! Como era divino ao paladar.

— Que delicinha este espumante...

— Ah... Fontana Fredda... Meus pais compraram uma boa quantidade para o casamento amanhã.

— Nossa!

— É por isso que temos algumas garrafas aqui em casa... essa foi a bebida oficial que a mamãe e a Renata escolheram para representar nossa família — e bebericou mais um gole — a família do Luciano decidiu servir um champagne, champagne... Um tal de...

— Hubert Paulet? — completei.

— Exatamente! Como você sabia?

— Seu Álvaro, o pai do Luciano vivia trazendo garrafas desse champagne pro escritório. Sempre que batíamos alguma meta ou fechávamos um negócio dos grandes, lá vinham garrafas de Hubert Paulet para todos os departamentos. Era um verdadeiro caos as comemorações, muito engraçadas — e sorri, me lembrando de um passado longínquo... — Seu Álvaro esteve em Reims uma vez e se apaixonou pelo modo como são produzidos estes champagnes. Se tornou um grande amigo da família Paulet, e desde então sempre que comemora... Usa o champagne dos amigos franceses.

— Bem a cara do tiozinho... — comentou Guto, e rimos um pouco. Tomamos mais champagne, comemos uma boa parte do queijo, em silêncio.

— O que te aflige, Guto?

— Nah... Você não entenderia...

— Se você não me contar, eu não entenderei mesmo...

— Estou feliz pela mana...

— Todos estamos... Todos nós estamos, Guto... Mas parece que não é isso que te aborrece...

Ele fechou a cara. Tomou mais uma taça de champagne, e continuou sem olhar na minha cara. Ele estava impaciente, e eu sentia que precisava desabafar.

— Sabe, Pedro... Eu fico feliz pela Renata poder se feliz ao modo dela... Do jeito que ela sempre sonhou.

— Todos podemos ser felizes do jeito que sempre sonhamos. Só temos que assumir alguns riscos muitas vezes, e temos que enfrentar situações que não estavam no combinado também.

— Pra você é fácil falar, cara... Você é bem resolvido. Estudado, trabalhador. Não ficou metido por se envolver com o “Hi-Society”. E você não deixa as pessoas escolherem o que você deve fazer... Eu te admiro, cara.

Uau. Essa foi a primeira vez que um homem disse que me admirava. Estou excluindo dessa lista, meu pai e meus primos. Eles são todos cafés-com-leite. Com a excessão de um professor bem velhinho da pós, realmente aquela era a primeira vez que um homem dizia que me admirava.

— Pedro... Estou farto dessa vida, cheia de mentiras... E admiro como você lida com a sua opção sexual...

— Opa... — gaguejei um pouco, eu confesso. Aquilo estava me parecendo clichê demais — Onde você quer chegar com essa conversa? Pode falar Guto... Minha boca é um túmulo...

— Gioconda e eu estamos pensando em terminar. Num vai dar certo, Pedro... Ela não me ama, e eu não a amo... — soltou essa e minha cara foi ao chão — Na real: ela não curte rapazes... — minha cara foi abaixo do chão — E... Eu... Eu preciso, quero dizer eu quero... Eu quero sair...

— Você quer sair do...

— Armário. Sim... — ele mal completou a frase e tive a sensação de que aquela era a hora que eu acordava do sonho mais maluco que eu já tive — Meus pais e nem ninguém nunca prestaram a atenção... Mas, eu amo o Renato. Ele é muito mais que meu melhor amigo.

Se existe algum lugar abaixo do chão, foi para lá que a minha cara foi. Caracas, aquele Deus Grego na minha frente revelando que estava no armário havia anos era simplesmente estarrecedor. Meu gaydar devia ser uma droga, porque eu nunca em “insana consciência” consegui sequer duvidar dele e do Renato, curiosamente o melhor amigo do Guto era xará da irmã dele. Passado e engomado foi como fiquei. Guto desabafou em seguida. Contou-me algumas histórias, de alguns planos que fizeram juntos. Como era fofo ouvi-lo falar do “amigo”. Percebia-se em seus olhos como ele amava. Contou-me que a Gioconda era só fachada, um casamento arranjado para unir os negócios do Augusto pai com a italianada. Mas... Ele tinha o Renato, e ela tinha a Chiara. Caramba, é desafiador acreditar naquela história maluca. Tomamos mais um tanto de champagne, e lá se foi a terceira garrafa. Guto ‘tava bem altinho.

Levantou-se, e disse que precisava ir ao banheiro. Quase caiu em cima de mim ao tentar caminhar. Segurei-o rapidamente, e tratei de escorá-lo em mim e seguimos até o banheiro. Guto teve uma leve crise de risos, e meio grogue pediu para que eu o ajudasse. Isso incluía colocar seu pinto pra fora, porque ele mal conseguia. De frente para a privada, fiquei atrás dele, e enquanto ele segurava a parede em frente de pernas abertas, eu tratava de segurar sua cintura com uma mão, e com a outra coloquei o pau meia bomba dele para fora e fiquei mirando enquanto ele fazia a necessidade. O cretino apertava a bunda pra trás, de modo que roçava no meu pau, que foi criando volume rapidamente.

— Hehe... Acho que tem alguém de barraca armada... Hehe — brincou — E não é de agora... Desde a hora que chegou...

— Você vai me desculpar, Guto... Não estava preparado para ficar a sós contigo...

— Besteira... Eu sei que você quer... E eu também quero... Que tal pararmos com esse fingimento?

Soltei o pinto dele e fiquei olhando para aquela cara cômica embriagada. Guto abaixou o shorts com dificuldade, e puxou minha camiseta. Em seguida abaixei minhas calças. Ele me abraçou forte, e pude sentir as fibras dos músculos dos seus braços me envolvendo. Guto era um tesão. Beijava-me carinhosamente, e sugava minha língua em sua boca, enquanto nossas mãos exploravam um o corpo do outro. Levei-o para cama, ele estava mais penso que a Torre de Pisa. Deitado, consegui explorar cada centímetro daquele corpo nu ao meu alcance. Beijava-lhe o pescoço, e descia pelo peito sarado, que me dava vontade de morder muito. Desci lambendo o peito, abdômen, e cheguei no caralho lindinho dele. Guto raspava todos os pelos do corpo. Suguei as bolas dele, e chupei seu pau. Estava num movimento frenético quando ele se virou e ficou de bruços.

— Fode comigo, Pedro... — gemeu baixinho. Eu iria acordar em algum instante desse sonho maluco. Só podia. Enquanto isso não acontecia, eu aproveitava. Cai de boca naquela bunda linda, musculosa e lisinha. Lambia seu cuzinho e curtia ouvi-lo gemer enquanto eu fodia com minha língua. Como era delicioso penetrar com a língua. Com a região bem lubrificada, eu podia explorar a fundo. Dei duas cusparadas no meu pau, que já estava duro feito rocha, e coloquei na porta. Ele nem esperou muito, apertou meu quadril em direção a bunda dele, e socou fundo. Que sensação maravilhosa. O vai e vem que se seguiu era uma inebriante combinação de estocadas profundas, e estocadas leves. Tirava todo o meu pau, e colocava tudo outra vez, só para ter o prazer dele gemendo enquanto levava ferro. Soquei, e soquei muito naquela bunda musculosa.

Como era bom ter aquele Deus grego rebolando no meu pau. Ficamos de quatro, e meti mais forte. Decidimos virar num frango assado, e não desisti, segui metendo ora profundo, ora raso. Beijava sua boca e ia fundo em suas entranhas. Apertava, rebolava, pressionava, fazia de tudo por aquele cara. Estava chegando no ápice, quando ele me começa a gemer mais alto, e porra começa a surgir de seu pau, como uma erupção. As contrações de seu cu foram alucinantes, o bastante para me fazer gozar fundo. Sai de dentro dele, e deitei-me um pouco ao seu lado, observando o estrago. Estamos encharcados de suor.

Levantamos e fomos pruma ducha rápida, agora podia ser quente, mesmo. Ensaboamo-nos, e esfregamos um ao outro. Saí do banho e fui pro meu quarto. Agradeci a noite e a companhia, e fui deitar na minha cama. Só sei que ele deve ter apagado não muito antes d’eu chegar ao quarto. Deitei-me só de cueca e dormi. O dia seguinte prometia ser longo. Muita coisa ainda rolaria até o fim da festa.

O Casamento da Minha Melhor Amiga 1/3: Despedida de Solteiro

Acho que esse era o dia mais importante da minha vida: Renata ia se casar! O casamento dela se tornou mais importante que o meu, já que fui me afastando desse sonho e não encontrava um cara bacana, mesmo. Mas com toda a certeza do mundo, ir ao casamento da minha melhor amiga era simplesmente um escândalo, algo realmente imperdível. Cheguei a São Paulo, minha amada terra na sexta-feira por volta do meio-dia. Consegui uma folguinha no trabalho na sexta e ia voltar só na segunda à tarde. Queria ter tempo de passear, de participar da despedida de solteiro do noivo, e acompanhar o desenrolar do grande dia para minha mais que amada amiga.

Renata e eu nos conhecemos na sétima série. Foi amizade à primeira vista. Era uma amizade bem clichê mesmo: o nerd pobrinho que tinha bolsa no colégio e a moça riquinha e simpática. Sentei-me ao lado dela e só fomos desgrudar no fim do terceiro ano. Isso porque escolhemos carreiras diferentes, do contrário, estaríamos juntos na faculdade também. Grande parte desses anos de companhia foram dedicados pelo simples amor, carinho e amizade que eu podia sentir a uma garota tão especial quanto ela. Fizemos parte de grandes momentos na vida de cada um. Foi com ela meu primeiro beijo e minha primeira relação sexual com mulher. A primeira pessoa que eu contei que gostava de meninos foi a Renata. E guardei a sete chaves o segredo de que ela já tinha ficado com meninas. Tínhamos muitos segredos e tínhamos uma cumplicidade ímpar. Eu sabia que sempre existiram outras amigas na escola, mas a minha amizade com ela transcendeu àquelas barreiras e carregamos por anos sem fim. Justamente por isso que eu fui convidado para ser o padrinho dela. Estava extremamente contente. Sempre achei que ela merecesse, e depois de sete anos de namoro, já era a hora do Luciano finalmente desposá-la.

Cheguei em Sampa, peguei um ônibus até o Metrô Tatuapé, e depois peguei mais um metrô até a Avenida Paulista, onde desci na Estação Consolação. Caminhar na Paulista era uma das coisas mais prazerosas de se fazer em Sampa. Um lugar agradável, perto dos prédios mais elegantes da minha amada metrópole, sem contar na elegância que as pessoas se vestem, principalmente no inverno. Segui andando até a Rua Frei Caneca, duas quadras abaixo do metrô Consolação e segui muitas quadras rua adentro para encontrar onde eu tinha alugado minha roupa de padrinho. Só me dei ao trabalho de me arriscar em alugar uma roupa pela internet, porque a família da Renata estava patrocinando o aluguel. Aliás, tudo indicava que seria uma festança essa, patrocinada pela família dela. E do noivo também.

Peguei o terno, passei na Livraria Cultura, e em seguida fui ao Starbucks do Shopping “Center 3”. De posse do meu café, sentei-me no banco na entrada do Shopping fiquei quase duas horas observando o movimento intenso de pessoas. Como era incrível o numero de pessoas andando para todas as direções. Como sempre brinco com uma colega de trabalho: “Por mais que eu goste de Curitiba, por mais que eu ache Curitiba lindinha, certinha, organizadinha, eu não consigo (e tampouco desejo) abandonar Sampa. Não existe comparação, porque Sampa está fora de escala, é uma grandeza tão intensa que chega ser incomparável”.

Depois de matar uma saudade bem pequena de São Paulo, decidi contatar Renata e avisar que eu tinha chego. Depois de alguns toques de telefone ela atendeu:

— Biiiiiiicha! Você veio!

— Não perco este casamento por nada neste mundo... Estou feliz por ti. Já peguei o terno e estava aqui admirando a Paulista por um tempinho...

— Sei... Secando os bofes todos, neah?!

— Para, retardada... Nem sou tudo isso — desconversei — Então, que horas é a despedida de solteiro?

— Ai, Pedro, vem correndo! Vem pra casa, e daí nós vamos pra casa da Let, e de lá nós vamos para O Clube das Mulheres, uhuull!

— Pera aew, para tudo! Como assim Clube das Mulheres??? Onde o Luciano vai fazer a despedida dele?

— Ai, sei lá, Pedro... Você num vai vir com a gente?

Respirei fundo... Eu não faço o tipo bicha louca pintosa. Tampouco estava pensando em ficar em um lugar apertado, cheio de mulher histérica ensurdecendo-me só por uns go-go boys sem graças. Eu quero muito mais que corpo. E queria sim fazer parte do Clubinho do Cebolinha. Pelo menos uma vez na vida seria interessante. Ela ficou “chateada” e logo tratei de dizer-lhe que não tinha crise. Ela que conseguisse me dizer aonde o Luciano ia. Disse que ligava mais tarde e desligou. Quando olho para frente, mal posso acreditar quem estava ali, parado, esperando por mim.

— Fernie! — exclamei surpreso.

— Pedro! Você está em Sampa! — e corremos pro abraço. Fernie, quero dizer, Fernando, é um ex-namorado fofinho que eu tive. Era bem baixinho perto de mim, fortinho (nem magro nem gordo), sorriso lindo e barba por fazer. Um anjo. Contei um reencontro com ele em outro conto aqui na Casa dos Contos. — Por que não avisa aos amigos que vem seu coiso!

— Eu gosto de fazer surpresas — e sorri pra ele. Como era encantador o seu semblante. Seus olhos castanhos claros eram lindos — Estou indo a um casamento...

— Ao seu??? E nem me convidou? — Fernando espantou-se.

— Nah! Cê ‘tá louco? Num é o meu não — e sua expressão melhorou — minha grande amiga vai casar...

— A Renata? Que bacana!

Perguntei-lhe do trabalho, da família, da vida. Ele me respondeu que tudo estava calmo, sem muitas novidades. Aproveitando que estava em Sampa, marquei com ele um café para o sábado, já que eu estava livre, pois o casamento só vai rolar no domingo e a despedida é na sexta à noite. Ele olhou com a mesma carinha de safado de anos antes, e concordou conquanto que fosse no café perto da faculdade onde ele estudou. A minha resposta, depois duma risada cínica foi um “claro, com todo o prazer” já que não existia um café perto da faculdade. Encontrávamo-nos num motel perto de lá. Abracei Fernando forte, ele precisava ir embora.

Acabei indo para um hotelzinho que eu sempre ficava quando eu namorava alguém de outro estado, e precisava hospedá-lo em Sampa, no tempo em que minha mãe não curtia muito a ideia de ter um filho gay. Coube a mim saber esperar ela aceitar, e encontrar meios de tocar a vida. O hotel era a coisa mais fofa, ficava na Estação Paraíso, umas duas quadras do metro, eu conhecia o gerente havia bem uns três anos. E ele era camarada, dava desconto, não cobrava café da manhã, dava um jeito de me reservar. Nunca tive problema. Feito o check-in, fui para o quarto, pendurei a roupa e tirei uma soneca. Quando acordei, isso já era mais de oito da noite.

Liguei para o noivo, que me atendeu super-bem, por mais que tivéssemos nossas diferenças. Disse-me que iria se encontrar com os amigos às dez da noite no “Café Paris”, na Rua Augusta.

— De café, o Café Paris nada tem, estou certo? — perguntei sarcasticamente.

— Moleque esperto! — e caímos na gargalhada. Confirmei presença, e fui tomar banho. Desci na recepção, conversei um pouco com o gerente do hotel, um polaco, bem branco dos olhos bem azuis, tiozão com seus quarenta e tantos, sempre sorridente. Saí e como estava cedo, fui andar até a Augusta. Tinha decidido que faria minha refeição por lá mesmo.

O que mais me chama a atenção na Rua Augusta é como a diversidade coexiste de forma tão maluca e ao mesmo tempo tão harmônica. Existem “n” tipos de restaurantes, “n” tipos de bar, e muitas casas noturnas e “cafés”, e as pessoas não se matam por serem tão diferentes e estarem uma ao lado das outras. Sempre brinco para quem nunca foi até lá, dizendo: “Na Rua Augusta você pode comer de tudo... De tudo mesmo”. Literalmente. Jantei num restaurante libanês charmoso e segui para o “Café Paris”.

O que eu já esperava: dançarinas se esfregando no “pole” do metrô (brincadeira, rs), drinks com cores exóticas e muitas primas. O que surpreendeu: até que o lugar era organizadinho. Achei que seria uma pocilga sem igual. Não demorei muito para encontrar Luciano e trupe. Na verdade, eles me encontraram, porque eu já estava lá quando chegaram. Cumprimentei a rapaziada com um rápido aceno, e só o Luciano se propôs a me abraçar. Agradeceu-me por ter vindo, e disse estar muito contente com a minha vinda, e principalmente por fazer parte do sonho da Renata. “Por ela eu faria qualquer coisa”, foi o que respondi.

Sentamos à mesa reservada para nós, um grupo de dez rapazes, pseudo-solteiros comemorando o “game over” dum dos nossos. O interessante neste café, é que as mesas grandes como a que estávamos, tinha um pole no meio, e moças iam revezando de mesa em mesa, dançando para os lobos famintos. Começamos a entornar a cerva e a mulherada a dançar. Confesso que não é o meu tipo preferido de carne, mas, estava sendo gostoso observar como os outros homens da mesa reagem ao ver uma moça bonita dançando e se insinuando. Eles faziam caras e bocas de lobos-maus, literalmente. Mais uns drinks, mais umas moças, e alguns de nós já estavam desistindo. Três foram embora, dois tinham ido ao banheiro. Consegui me aproximar de Luciano, conversamos um pouco sobre banalidades, falamos dum passado distante, quando ele me arrumou um emprego na empresa do pai dele.

Mais drinks, e eu agora já tinha parado. Luciano virava os copos freneticamente, como se fosse a ultima vez que fosse beber. Já estava ficando tarde da noite, e só sobramos ele e eu. Seu ultimo amigo pediu para que eu cuidasse dele, porque ele estava indo. Aceitei um ultimo shot de tequila, rimos a beça, comentamos sobre mulheres, sobre as mulheres que dançavam, e ele falou:

— Véio, na boa... Eu não aguento mais beber.

— Percebi... Você já está falando mole.

— Precisamos ir embora, então...

— ‘Tá, Luciano. Como eu vou te levar pra tua casa?

— Podemos ir para a sua? — e fixou o olhar por um instante. Respondi que não tinha problemas, mas, se ele quisesse, eu o levaria numa boa — Não... Eu quero passar a minha ultima noite de solteiro contigo, meu amigo.

Eu não deveria, mas amoleci meu coração. Ainda que eu estivesse carregando um marmanjo do meu tamanho, eu não podia negar que tinha gostado que ele tivesse me chamado de amigo. Mesmo com tudo o que já passamos. Aguentei carrega-lo até metade da Avenida Paulista. O metrô já tinha fechado, e nunca pensei que Luciano fosse tão pesado. Coloquei-o num taxi, e fomos para o hotel. Chegando lá, meu amigo gerente não aprovou muito aquela invasão, prometi recompensá-lo depois. Levei Luciano para o quarto. Lá, tirei seus sapatos, e desafivelei seu cinto. Ele começou a me abraçar, e a esfregar suas mãos enquanto murmurava:

— Você deixa, Pedro... Você deixa?

— Deixo o quê, Lu?

— Deixa eu realizar um desejo antigo, Pedro... — falou meio mole — Deixa eu comer a sua bunda linda, vai Pedrinho... Eu ‘tô louco de vontade faz tempo... — e continuou se esfregando em mim.

Confesso que de começo a ideia me foi estranha. Mas foi porque a Renata não estava ali. Uma coisa que precisa ser dita é: certa vez Luciano, como qualquer homem hétero no mundo, decidiu realizar o sonho do “ménage à tróis”. Ela concordou em colocar uma mulher na relação uma única vez, com a condição que ela tivesse a oportunidade de transar com dois homens de uma vez. E não podia ser qualquer homem, não! Tinha que ser eu. Exatamente, meu querido leitor, enfiaram-me num ménage uma vez. Entendem agora o que eu disse com “faço qualquer coisa por esta amiga”? O curioso foi que daquela vez, há muito tempo atrás, não rolou um contato físico entre o Luciano e eu. Ficamos bem “distantes”, satisfazendo os desejos da Renata. Agora ele me apareceu com essa.

— Vai Pedrinho, por favor... Você sabia que você tem uma bunda linda... Que vontade Pedro, de socar a vara uma vezinha, só...

Okay, estava começando a achar que tudo foi premeditado e que ele não estava tão bêbado assim. Mas o que eu podia fazer? O cara era bonito, e eu sabia que tinha um caralho bacana. “Quem sai na chuva é pra se molhar, não é mesmo”?

Fui tirando a camisa dele, e depois a camiseta debaixo. Sussurrei-lhe que meu presente para ele seria aquela noite, e ele me agarrou gemendo alto. Arranquei minha roupa com uma velocidade incrível. Luciano então segurou meu rosto com as duas mãos, e beijou-me com voracidade e força. Sentia sua língua quente e áspera, se debatendo na minha boca. Ele se esfregava em mim com força, e me apalpava. Deitei-me de bruços na cama, e ele foi logo caindo em cima. O cara parecia um leão, dominando sua presa. Luciano chupava minha nuca, pescoço, e beijava-me enquanto rebolava com seu quadril pressionado em minha bunda.

— Posso? — sussurrou em meu ouvido.

— Mete....

— Eu não ouvi...

— Mete, porra!

— Porra é o que você vai ganhar no final — e deu uma senhora cusparada no pau, ajeitando na entrada do meu cu. Forçou um pouco, e eu pedi que tivesse calma. Ele tirou deu mais uma cuspida, e colocou de novo. Aquele caralho estava causando prazer. Sentir-se invadido por ele foi sublime. Talvez pelo longo período de abstinência em Curitiba, mas ele socava com vigor. O vai e vem alucinante estava enlouquecendo-me. Ele mordia minha orelha, e fungava em meu pescoço, enquanto metia, e metia fundo na minha bunda. Que delicia! Luciano apertou suas mãos em minha cintura e começou a estocar mais e mais rápido quando anunciou:

— Vou gozar! — e gemeu alto, num suspiro deu a última estocada funda inundando minhas entranhas com sua porra. Virou-se de lado ofegante e pediu-me um beijo. Atendi, e fui ao banheiro me limpar. Tomei uma ducha rápida, achei que ele viria junto. Quando voltei para o quarto, o fanfarrão estava roncando, no décimo sono. Limitei-me a rir “da desgraça”, encobri-lo com uma coberta, e fui dormir na cama de solteiro que tinha lá. Aquele fim de semana prometia.

quinta-feira, 2 de julho de 2020

O namorado da minha amiga

Meu nome é Luciano. Tenho 25 anos, 1,75 de altura, 82kg, clarinho, cabelos curtos, olhos castanhos.

Bem, o que vou contar me ocorreu há uns dias atrás. Minha melhor amiga e vizinha se chama Letícia. Ela é muito bonita. Peitudo, bunduda e atua como passista numa escola de samba muito famosa aqui em São Paulo. Ela tem um namorado chamado Gustavo. Ele é lindo, branco, alto e corpo atlético de esportes, pois ele joga muito vôlei de praia.

Nós sempre saíamos juntos. Eu, ela, seu namorado e uma menina que eu sempre pegava para disfarçar que sou gay. Sempre no final da noite, íamos pra minha casa (pois moro sozinho) e finalizávamos a noite cada casal em um quarto.

Nunca tinha sentido atração sexual pelo Gustavo. Mas sempre achei ele um deus grego, por cuidar do corpo e ter um rosto lindo, mas nada além disso.

Um dia nos encontramos num barzinho somente eu, Letícia e Gustavo. Ele bebeu todas e, naquele dia, eu estava de moto.

Letícia perguntou se eu poderia leva-la para cada e depois voltar para buscar Gustavo. Pediu também que eu deixasse ele dormir na minha casa por estar muito bêbado e não ter problemas com sua família.

Eu disse que tudo bem, não tinha nada demais. Levei Letícia embora, voltei, busquei ele e levei para minha casa. Chegando lá, ele pediu para tomar um banho e eu o levei ao banheiro do meu quarto pois o de visitas era pequeno e ele poderia escorregar, cair e acabar se machucando.

Ele entrou no banheiro e eu já estava me preparando para dormir quando escutei um barulho. Fui ver o que estava acontecendo e ele não aguentava ficar em pé sozinho.

Entrei no banheiro e ele me pediu que eu ajudasse ele a tomar banho. Não achei nada demais pois não era a primeira vez que tinha me acontecido isso.

Tirei sua camiseta e fiquei em transe ao ver de perto aquele peitoral lindo. Tirei sua calça, vi melhor sua mala volumosa e fui levando-o pra baixo do chuveiro. Então ele disse :

 - Porra, você tá esquecendo de tirar a cueca.

- Não tem necessidade de tirar a cueca, Gustavo.

- Tem sim. Não gosto de tomar banho de cueca.

Pra não contrariá-lo, eu tirei e pude ver aquele pau lindo e sua bunda redonda, durinha e branquinha.

Ajudei-lhe a ficar em pé enquanto tomava banho. Dei a toalha e ele, com dificuldade, ia saindo do banheiro. Eu fiquei para dar uma mijada.

Quando saí, vi ele nu, deitado na minha cama, dormindo.

Tentei acordá-lo e nada. Então, não vi nada demais de dormirmos os dois na mesma cama. Deitei só de cueca samba-canção. De madrugada, senti uma mão alisando meu peito, meus mamilos, minha barriga e, por fim, meu pau por cima da cueca. Percebi também um movimento debaixo do lençol pra cima e pra baixo.

Não acreditei naquilo! Ele estava se masturbando enquanto me acariciava. Como não sou de ferro, logo meu pau também deu sinal de vida. Ele veio até meu ouvido e sussurrou:

- Eu sei que você está acordado. Hoje você é meu!

Então eu virei e ele me beijou, me agarrando. Ele batia uma pra mim e eu pra ele. Logo, ele desceu e começou chupar meu pau. Sugava forte na cabeça, o que me deixava ainda mais louco de tesão. Eu virei e começamos um 69 delicioso.

- Agora me come. Quero sentir seu pau dentro de mim. – Ele disse.

O cu dele era lisinho e sem pelos. Coloquei ele de quatro e meti minha língua naquele cu gostoso. Ele gemia e se contorcia de prazer.

Coloquei um dedo no cuzinho dele, depois mais um, passei o lubrificante no meu pau e no cu rosinha dele e o enrabei gostoso.

Ele tinha um cu muito apertadinho, que engolia meu pau com vontade. Depois, coloquei ele de frango assado e comecei a bombar, ele gemia e pedia mais e mais. Depois de uns dez minutos e de trocarmos de posições eu anunciei que iria gozar e ele pediu que eu enchesse ele de porra, pedido aceito e concedido. Gozei no seu cuzinho que escorreu porra pelas pernas dele.

Percebi que se seu pau ainda estava duro que nem rocha. Eu não iria deixar meu gato lindo na mão, então, dei mais umas chupadas em seu delicioso pau de 18 cm, sentei no seu pau e comecei a cavalgar. Logo, ele também encheu meu cu de porra.

Nos levantamos e fomos tomar um banho juntinhos, onde teve mais uma pegação. Depois fomos dormir. Dormimos agarradinhos.

Ele, logo cedo, me acordou com um delicioso beijo e disse que aquela era apenas a nossa primeira noite juntos, o que me surpreendeu pois pensei que ele seria uma transa e nada mais.

Hoje, ele me ligou perguntando se poderíamos nos ver, eu disse que mais tarde ligaria pra responder.

Apesar de ter amado aquela transa deliciosa, Letícia é minha amiga e eu não queria magoá-la, mas não sei se resisto ao Gustavo...

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Rolou com meu irmão III

Rolou com meu irmão III

O dia amanheceu agitado, quando acordei meu irmão já havia se levantado. Do meu quarto eu ouvia , minha mãe falando com meu pai para ele não esquecer sua escova de dente .

Eles iriam sair de férias hoje . Eles e os meus padrinhos iriam passar uma semana em Caldas Novas -Goiás .

Quando cheguei na cozinha para preparar meu café , já encontrei meu padrinho sentado na mesa , com sua cara de safado , e mais uma vez como sempre faz quando me encontrava disse - Precisamos repetir aquela tarde no estádio do nosso Glorioso Santos.

Em referência ao fato contado no conto ‘ Meu padrinho comedor “

A agitação durou até a hora deles saírem , eu e o meu irmão fomos levá-los até o local, que pegariam um ônibus fretado para o aeroporto de Congonhas .

Na volta meu irmão já comunicou, que ele e Sérgio, que havia se tornado seu melhor amigo, levariam duas gatas em casa naquela noite . Protestei mas ele não me levou a sério, só passou a mão na minha cabeça zuando meus cabelos e disse - Não fica com ciúmes , amanha te dou uma atenção exclusiva .

Fiquei puto mas resolvi ficar na minha .

Ele saiu de casa as 20 hs , todo perfumado, segundo ele , iriam fazer um esquenta na casa de Sérgio . Pediu que permanecesse no quarto , se fosse ficar em casa . Concordei e nos despedimos .

Planejava naquela noite dar uma de Voyeur.

Foi uma espera interminável , perto de uma hora escutei a porta da sala abrir e escutei Thiago convidando seus amigos para entrar.Abri um fresta da porta do meu quarto para escutar melhor , foram todos para a cozinha e logo ouvi barulho de copos , não demorou muito e Thiago arrastou literalmente uma garota para o quarto de meus pais e fechou a porta , não deu para ver se eu a conhecia, pois estava escuro o corredor .

Sérgio e sua acompanhante apagaram as luzes da cozinha e foram para a sala , escutava vozes falando baixo , quase sussurrando .

Tomei coragem e aos poucos fui me aproximando , consegui entrar pela copa sem ser percebido e de lá tinha uma visão privilegiada da sala sem que eles me vissem .

Sérgio para variar , estava sem camisa sentado no sofá, sua garota deitara com a cabeça sobre seu colo , recebendo cafuné .

De repente ela levanta , pega a camiseta dele que estava jogada ao lado e cobre a boca e inicia uma cena de horror vomitando pela sala .

Olhando aquela cena quase que passei mau , mas me mantive firme filmando os acontecimentos , ele não sabia o que fazer e resolveu bater na porta do quarto onde estava meu irmão .

Thiago saiu do quarto com as calçada desabotoadas e sem camisa e a menina veio atrás se arrumando , eles também ficaram apavorados quando depararam com a sala toda suja .

E eu também fiquei sem ação , resolvi sair dali para não ser descoberto , fui para a área de serviço e entro em um pequeno banheiro que tem ali ,esperando as coisas esfriarem . A movimentação foi grande , a toda ora alguém ligava a pica do tanque ,possivelmente para lavar panos ou pegar água . Durou bastante esta labuta , até que escutei a porta da frente bater e o silêncio tornou a reinar . Esperei um tempo e sai , na certeza de que não tinha ninguém em casa .

Corri para meu quarto e me deitei .

Não consegui dormir . Estava preocupado com Thiago , já iria dar 3 da manhã e ele não voltará .

Pela janela, o vi o carro de minha mãe entrar na garagem, do Prédio .

Deitei e fiquei esperando pelos acontecimentos, não demorou muito e Thiago entra no quarto. Como de costume estava iluminado com a luz do abajur .

Se movimentava com cuidado para não me incomodar, não resistindo soltei , pode acender a luz estou acordado , ele me pareceu irritado e perguntei o que houve .

Respondeu - Só deu merda esta noite .Depois dou detalhes , Sérgio está aí vai dormir aqui hoje . Respondi : - beleza , vamos jogar os colchões no chão e fazer um acampamento.

Com mais alguns edredons fizemos um Big King Size.

Chamamos Sérgio que estava na área de serviço lavando sua camiseta . Ele estava desolado com uma aparência de acabado .

Fingindo que não sabia de nada comentei

-Nossa que aconteceu nesta noite vocês estão horrível , morreu alguém ?

Thiago abriu o verbo , contanto que uma das garotas bebeu muito e passou mau , Sérgio foi em defesa dela dizendo que eles as embebedaram .Thiago arrebatou , eu já estava encima da mina , fiquei literalmente de pau na mão .

Caímos na risada .

Passada a euforia , exigi que antes de deitarem que tomasse banho porque os dois tinham cheiro de inhaca.

Entraram os dois no banheiro , e logo escutei o chuveiro sendo ligado , Thiago pede para pagar uma toalha para Sérgio .

Entro no banheiro e deparo com Sérgio no chuveiro se ensaboado sua rola estava enorme quase dura e Tiago também nu estava escovando os dente , não deu para segurar e na ora meu pau ficou duro vendo aqueles dois homens gostosos pelados na minha frente .

Fiquei imóvel com a toalha na mão tentando esconder minha ereção uma vez que ainda estava de cueca .Quando Thiago acabou de escovar os dentes e viu o pau de Sérgio quase duro começou a tirar sarro , - Que porra é esta, é tesão tardio . Sérgio se defendeu dizendo - foi a sua bundinha virada para min , enquanto escovava os dente .

Thiago pegou a toalha da minha mão e tacou na cara de Sérgio , que ria muito .

Ao sair do box para meu irmão entrar ele vendo meu estado ,veio em minha direção e deu um apertão na minha rola , na ora me assustei e afastei , Sérgio rapidamente fez sinal para que ficasse quieto e deu uma pisca.

Sai do banheiro e deixei ele se enxugando,logo vejo que o chuveiro foi desligado e me aproximo novamente da porta do banheiro e vejo Sérgio com a toalha enrolada na cintura escovando os dentes e Thiago se aproxima dele e da uma encouchada dizendo - Devia de enfiar esta rola toda no seu rabo hoje a noite para compensar .Sergio entrar na brincadeira -Desculpa mais não curto pau pequeno .

Thiago reage puxando a toalha dele , agora vou provar que tenho um maior que o seu , quando Sérgio vira mostra sua rola enorme dura e grossa , Thiago ate se assusta - Que isto louco , tá de pau duro .Não resisto e entro no banheiro já dizendo - Vamos parar de putaria e deitar, já é tarde , Sérgio pega rapidamente toalha e sai do banheiro , pede um pijama ou shorts para dormir , pego de propósito , uma samba canção bem larga e de tecido de seda bem confortável .

Deitamos eu em uma ponta e Sérgio na outra ficando Thiago no meio por exigência dele .

Já no escuro sinto a movimentações e logo os dois estão se debatendo em brincadeira um encostando no outro e as risadas começam a ficar mais altas , irritado separo os dois ficando agora eu no meio dos dois .

Por um bom tempo as coisas acalmaram .

Estava deitado de lado de Costa para Thiago na intenção de poder ver a rola de Sérgio enquanto ele dormia .Para minha supresa sinto sua mão sorrateira alcançar minha pernas no susto me afasto encontrando em Tiago meio sonolento vira sua rola já dura encostando no minha bunda .Sergio não se intimida e se estica até novamente alcançar minha perna e inicia com os dedos carinhos pela minha cochas , chegando ao meu saco onde com a ponta do dedos tenta entrar pela abertura de minha cueca .Fico imóvel esperando o que viria a seguir.

Aos pouco Sérgio consegue pegar no meu pau E ainda com os dedos tenta me puxar pela cueca para me aproximar mais dele , na intenção de deixar as coisas mais fácil para ele movimento meu corpo em sua direção me afastando de Thiago , que reagem cruzando seus braços sobre o meu corpo me prendendo ao seu lado , colando nossos corpos. iniciando umas encoxada ainda sobre as cuecas .

Sérgio percebe sua ação e se aproxima e dessa vez sem nenhum cuidado. Coloca seus dedos no elástico de minha cueca e puxa liberando meu pau já duríssimo e começa a me masturbar carinhosamente . Não sabia que estava acontecendo mas deixei rolar, o tesão não permitia lucidez e me entreguei as vontades dos dois que a princípio silenciosamente disputavam meu corpo e minha atenção .

Senti meu irmão passando sua língua pela minha nuca e com uma das mão arrancou de vez minha cueca posicionando sua rola entre minhas penas . neste momento Sérgio colocou minha rola na boca , sentia o calor de seus boca e sua língua deslisando por toda a extensão da minha rola , gemi de tesão , Sérgio começou a lamber meu saco e ao mesmo tempo passava sua língua pela cabeça do pau de Thiago que estava no meio das minhas pernas , eu sentia o calor de sua respiração embaixo de meu saco , enquanto Thiago me apertava com mais força e se movimentava me fudendo nas coxas e ao mesmo tempo a boca de Sérgio.

Em um movimento rápido Sérgio se virou e se posicionou sobre meu corpo na posição de 69 , colocando seu pau na minha boca e ao mesmo tempo abocanhando o meu . Neste momento não pensava em mais nada só aproveitava aquela rola grossa babona que entrava e saía de minha boca , na outra ponta sentia minha pica sendo sugada deliciosamente.

Só voltei a pensar novamente no meu irmão quando abro os olhos e o vejo , aproveitando a posição de Sérgio que empinava seu rabo para foder minha boca, Thiago passava sua língua na bunda de Sérgio , que se mostrava confortável com a situação. Na sequência Thiago encosta sua rola e enfia tudo no rabo de Sérgio, que solta um suspiro , sem tirar minha rola de sua boca .

Agora tinha uma visão privilegiada da rola do meu irmão entrando e saindo do rabo de Sérgio , ainda chupando Sérgio , conseguia com a minhas mão acariciar o saco do meu irmão . Thiago fodia sem dó aquele rabo me mostrando que eles já tinham intimidades .

Sérgio parou de chupar minha rola e se concentra em rebolar na pica de Thiago .

Confesso que vendo esta cena me bateu ciúmes do meu irmão e me senti deixado de lado .

Depois de algum tempo , Thiago tirou sua rola do rabo do Sérgio e pediu para me foder , fiquei de quatro e ele entrou devagar mais firme arregaçando meu rabo , metia com cuidado e carinhosamente .Sergiio posicionou se em pé na minha frente e coloquei seu pau novamente na boca . Com as mão fui procurando seu reguinho que estava todo molhado e quente e enfiei meus dedos, ficando chupando sua rola e dedilhando seu rabo enquanto era penetrado pelo meu irmão .

Depois Tiago nos colocou lado a lado de quatro e começou a penetrar novamente Sérgio que aproveitou minha proximidade e começou a me beijar , seu beijo era puro tesao ,nossas línguas travavam uma batalha em nossa bocas , ele me sugava com força e a cada estocada de Thiago suspirava .

Thiago abandonou o rabo de Sérgio e veio direto para o meu , sua rola estava muito quente , desta vez ele fodia com uma certa violência , Sérgio parou de me beijar e virou sua bunda para que eu a penetrasse , posicionei atrás dele e enfiei minha rola naquele rabo já quente e úmido . Agora estava sendo penetrado e penetrando outro rabo ao mesmo tempo , quase fui a delírios .

Depois de algum tempo Thiago tira sua rola do meu rabo e da para Sergio chupar , ainda continuei a comer seu rabo , mas logo Thiago me puxa pelos cabelos para também chupar sua rola . Sentou na beira de sua cama e ficamos nós dois um de cada lado lambendo e chupando sua rola .alternávamos entre pau e saco e por muitas vozes nossas línguas se encontravam e nos beijava-mos com o pau de Thiago no meio , eu e Sérgio nos masturbava violentamente . Sentimos que Thiago iria gozar e nos posiciona-mos para receber seu sémen . Disputamos cada gota daquele leite quente e viscoso que saia da rola de

Thiago , sem parar de me masturbar logo gozei e Sérgio também . Continuamos a nos beijar .

Logo Thiago se juntou a nos e começando um beijo triplo, todos aproveitando o sabor um do outro .

Tomamos um longo banho , sem pergunta , sem explicações , sem planos .

Só brincando , felizes com os acontecimentos .

Voltamos para o quarto e demos uma arrumada rápida na cama e deitamos , desta vez logo adormecemos .