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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Segredo Entre Primos – Sexo Oral e Penetração

Ola me chamo Marcio tenho 25 anos e tenho um primo de 21 chamado Igor e quero dividir com vocês o que aconteceu com agente esses dias, bom foi em um final de semana em que meus tios viajaram. Igor me ligou e pediu para eu ir à sua casa para assistirmos filmes , zua na net e depois sair pra zua , era uma sexta por volta das 20:30 estávamos entediados, doido que a hora passasse e chegasse a hora da balada. resolvemos então entrar num bate papo com web cam , escolhemos o apelido “primos pelados na cam” e entramos em uma sala , bom ficar pelado um na frente do outro era normal porque sempre jogamos bola e malhávamos juntos e depois dos jogos e da malhação tomávamos banhos nos vestiários. Começamos a falar com a “livia inovadora” uma gata de 30 anos que não se contentou apenas em ver nossos cacetes… e começou com as suas “inovações”, pediu que eu batesse punheta para o Igor e ele para mim, nos olhamos e falamos que íamos fazer só pra ver a gata de quatro, mas que seria um segredo nosso começamos a punheta e eu estava gostando daquilo , livia então não se contentou e foi mais alem , pediu para um dos dois chupar o pau do outro, Igor me olhou e disse que isso ele não ia fazer, pedi então para livia escolhe uma coisa mais light, mas ela disse que só mostraria a buceta e o cuzinho se atendesse aos seus desejos, pensei e falei para meu primo fica em pé que vou dar uma mamada rápida… ele se assustou, mas a nossa vontade de ver a gata era maior, o pau dele tava escorrendo de excitação da gata e da punheta e então cai de boca , era pra ser rápido , mas fui gostando e continuei chupando , lambendo , babando… que delicia! Livia estava adorando e Igor também por sinal, hahahah, livia então jogou sua calcinha de lado na cam e começou a passar o dedo na buceta. Nossa que coisa linda, mas agente também queria mais, queríamos que ela botasse o dedinho no cú, ela disse que faria se a putaria continuasse entre eu e meu primo… aceitamos e ela continuou a fazer pedidos difíceis de atender, perguntou se tínhamos camisinha, dissemos que sim e ela então ousou e pediu para Igor comer meu cu, fiz de rogado fazendo tipo que nunca tia dado e nem pensado na possibilidade , mas ele falou que depois da mamada que tia dado nele eu iria adorar aquela rola grossa com a cabeça inchada dentro de mim e acabei aceitando , fui ate ao banheiro, peguei um sabonete, melei bem o pau dele já com a camisinha e botei um pouco de sabonete no meu cu também. Igor então sentou na cama e eu virei de costas, subi na cama, fui pra cima e abri as pernas… e o medo de doer? Hahahah, o pau dele é grande, grosso e como já disse tem uma cabeça que arrebenta qualquer buraco, rsrsrs, mas fui sentando, bem de vagar, Igor estava tenso, meio confuso e eu também, mas depois que ele me disse: já entrou a cabeça meus amigos ai senti um alivio e ele percebeu e perguntou: to pronto? Vou te colocar sentado ate o talo. eu respondi que sim , fui descendo devagar ate que ele puxou minha bunda pra baixou e socou tudo , todinho no meu cu , puts , ate dei uma gemida , livia estava louca , começou a bater siririca , botar o dedo no cu e tudo mais .. Foi então que Igor disse: se ela quer show Marcio, vamos mostrar, senta ate eu gozar, mas eu sai de cima, ele se espantou e falou pra voltar, tava curtindo a sacanagem e eu impus uma condição a ele, que chupasse meu pau também e que queria o gozo direto no meu cu, sem camisinha, ele nem pensou , me puxou e já foi mamando , chupava e batia ao mesmo tempo, fiquei louco de ver meu pau babado. tava maluco de tesão , fiquei de quatro na cama , mandei ele dar uma cuspida no pau e meter.. Nossa! Que maravilha ele abria meu cu e metia cada vez mais ate que sentiu vontade de gozar e foi tirando e falou: nada de gozar no cú, vamos terminar em grande estilo primo, abre à boca que tu vai engolir tudo, puts, fiquei louco, fui mamando ele e me masturbando, hummmm gozei e ele também, na cara, dentro da boca, na testa e ainda batia com a pica na minha cara… desistimos da balada pra meter mais de noite e estávamos com esse segredo ate hoje que dividi com vocês, rsrsrs, é isso, continuamos nos pegando firme e no sapatinho, espero que tenham gostado abraços!

Pegação no ônibus

Sou um cara discreto e não afeminado. quem me ve ou conversa comigo não pensa que sou gay. Entretanto tenho vários desejos que não combinam com essa imagem.
Estava indo de ônibus para Colatina, uma cidade do interior do ES, e como sempre me sentei na última poltrona do lado do carona. O ônibus estava praticamente vazio. Pouquíssimas pessoas viajavam nele. Uns trinta minutos depois do meu embarque, o ônibus parou para pegar mais passageiros. Fiquei alucinado quando vi um deles pela janela. Era moreno, alto e forte, com braços e pernas grossas e definidas. ele vestia uma camisa regata, uma calça cinza de uniforme, usava boné e calçava um coturno de peão, daqueles com aparência forte e de cor preta.O cara era um tesão e eu comecei a sentir o meu corpo bem relaxado e o meu cuzinho se abrindo!
Ele foi o primeiro a entrar e se direcionou para o fundo do ônibus. Ora, este estava vazio e com muitas poltronas vagas na frente. No meu entender, o fato de o moreno gostoso ir para a parte de trás e por ser uma viagem noturna indicavam que ele estava aberto às mais deliciosas sacanagens. Eu o encarei desde a hora que ele entrou no ônibus e quando ele chegou perto, dei um sorriso malicioso e e olhei direto pra sua rola. Ele prontamente correspondeu e pegou no seu pau. Aquilo me deixou louco. Ele tinha aquele jeitão de macho e eu senti um puta desejo de ser a fêmea dele.
Ele sentou nas poltronas que ficavam na direção da minha e me comprimentou com um "e aí, beleza?". Eu respondi "tudo bem" e mal pude conter minha escitação. Mas não podia agir naquele momento. O trocador ainda viria para cobrar a passagem dele. Passaram-se 10 minutos até que o trocador terminou de cobrar as passagens e a luz do ônibus se apagou. Meu coração começou a bater mais rápido e eu sentia meu lado fêmea aflorar. ele então olhou pra mim e perguntou:
- Você tá indo pra onde?
- Colatina. E você?
- João Neiva. Você vai passar muito calor lá. Tá levando a sunguinha pra pegar uma piscina e um sol?
- Não. Nem pensei nisso. Respondi tentando imaginar onde ele queria chegar com aquele papo. No que ele respondeu:
- Vacilou então. Tem que aproveitar esses dias de sol pra pegar um bronze. A mulherada gosta de um corpo moreno!
Depois dessa, eu não perdi tempo:
- Eu também adoro!
Ele então acendeu a luz da sua poltrona e me chamou pra sentar ao seu lado. Fui na mesma hora e ele foi direto ao ponto:
- Vou te mostrar então um corpo bem moreno que eu guardo pra garotinhas se deliciarem.
Ele abriu a calça, me mostrou o pau por baixo da cueca preta que usava e, olhando no meu olho e com um sorriso bem canalha, me ordenou:
- Pega nele, pega!
Na mesma hora eu botei minha mão sobre a cueca e senti aquela rola grossa e quente pulsar. Não perdi tempo. Botei o pau dele pra fora da cueca e comecei a masturbá-lo. Que rola deliciosa e quente. Ela estava muito durae começou a babar. Eu rapidamente me abaixei, coloquei aquela rola na boca e comecei a sugar aquela baba. Fiquei chupando só a cabeça. Lambia toda a parte de trás da glande e subia engolindo a cabeça como se desse beijos de língua nela. Ele começou a passar as mão nos meus cabelos e a fazer movimentos com a cintura como se quisesse meter na minha boca. Eu o deixei controlar aquele momento. Apenas segurei a base do seu pau com uma das mãos e com a outra fiquei apertando seu mamilo. Ele bombava deliciosamente aquele rola morena na minha boca num movimento leve de vai-e-vem.
De repende o ônibus diminuiu a velocidade. Ele parou os movimentos e eu me levantei, deixando aquela rola morena, linda, bem babada. Percebemos que o ônibuas ia parar para pegar mais passageiros. Fui então apra minha polptrona e ele continuou ali com o pau pra fora. Enquanto o povo entrava ele balançava o pau e me ordenava:
- Vem cá terminar o que você começou, vem. Vem que eu quero encher sua boca de porra.
Aquilo só me deixava mais louco.
- Vem putinha, você não gosta de um moreno. Aqui tem uma vara bem morena pra você!
Eu não aguentei. Antes mesmo das luzes se apagarem novamente, eu voltei a sentar do seu lado. Peguei no pau dele e comecei uma punheta bem forte. Soltei minha saliva sobre o pau dele e continuei masturbando. Eu estava um pouco apreensivo com o trocador que ainda cobrava passagem dos que entraram. Assim que as luzes apagaram, eu rapidamente engoli aquele pau quase negro. Aquele moreno safado e gostoso levantou sua bunda do acento e com o apoio dos pés e das costas começou a fuder a minha boca. Com uma mão segurava minha cabeça e com os dedos da outra acariciava meu rosto. Ele fodia minha boca como se fudesse uma boceta. Eu fiz o máximo que pude para aguentar aquela rola socando minha boca e minha garganta. Acabei engasgando e me desvincilhei das suas mãos. Tirei o pau dele da minha boca e me levantei. Ele me segurou pela cabeça e me deu um puta beijo na boca.Caralho, aquele beijo foi muito bom e demorado! Ele passava as mãos pela minha nuca e pelo meu rosto. Depois começou a apertar meus mamilos. Eu fiquei com muito tesão e o pedi:
_ Chupa meu peito!
Ele prontamente atendeu e começou a chupar meu peito delicadamente. Chupava e passava a língua nos meus mamilos. Eu fiquei louco e comecei a gemer baixinho no seu ouvido. Aquilo estava muito bom e eu poderia ficar ali a noite inteira com aquela boca quente nos meus mamilos. Mas eu queria satisfazer aquele homem. Depois de uns cinco minutos chupando meu peito eu sussurrei no ouvido dele:
- Quero sua rola na minha boca. Quero te fazer gozar!
Ele me encarou e me deu um beijo rápido. se recostou confortavelmente na poltrona e disse:
- Toma! Ela é toda sua!
Recomecei aquele boquete engolindo todo o pau dele, até sua cabeça se sentir pressionada precionada pela minha garganta. Ele gemeu e eu continuei a chupar aquela rola me sentindo muito satisfeito em dar prazer àquele macho. O sabor do pau dele era muito gostoso e o seu saco era limpo, cheiroso, cheiro de macho. Não demorou muito para ele segurar a minha cabeça e anunciar que estava quase gozando. Eu acelerei os movimentos e comecei a passar a mão na sua barriga puxando levemente seus pelos. A respiração dele começou a ficar mais forte e o pau dele começou a se contrair. Logo veio o primeiro jato de porra quentinha que eu engoli, colocando o pau dele todo pra dentro d eforma que aquele leitinho saboroso fosse direto pra minha garganta. Ele gemia baixinho e segurava com força minha cabeça. Os jatos de porra foram inundando minha boca e eu engoli tudo o que podia. Ele gozou muito e um pouco escorreu pelo seu pau. Passei a língua em tudo e deixei aquela rola limpinha. TErminei e olhei pra cima. Ele estava com aquela cara de satisfação e cansaço, que todo macho fica depois de gozar gostoso. Eu estava realizado! Me recostei na poltrona e ele me disse:
- Caralho, tua boca é uma delícia. Agora eu vou te fazer gozar.
E falando isso ele levantou a minha camisa e começou a chupar o meu peito. Ele passava a língua em movimentos circulares. Dpeois lambia e então chupava. As vezes dava mordidas de leve. Eu fiquei louco. Botei meu pau pra fora e comecei a bater uma. Aquela boca quentinha no meu peito me deixava louco. Me sentia a fêmea daquele macho. Eu gemia em seu ouvido e me masturbava. Não demorou muito e eu gozei. Não deu tempo de avisar e o primeiro jato foi no rosto dele. Ele se assustou e parou de chupar meu peito. Eu comecei a jorrar minha porra.
Cara, que gozada gostosa. Primeiro por ter dado prazer àquele macho gostoso fazendo ele gozar na minha boca. Depois por ter gozado enquanto ele chupava meus peitos. Delícia!!!
Peguei uns lenços umedecidos que sempre carrego na bolsa. Ofereci uns a ele e me limpei com outros. Ele se levantou e foi ao banheiro. quando voltou, me passou seu telefone e me disse que uma vez por mês pega esse mesmo ônibus. Logo chegamos a João Neiva. Ele apertou meu mamilo e se despediu! Não esqueço aquele rostou, aquele corpo e aquela rola. Espero encontrá-lo novamente!

Primeira vez, e com um estranho

Olá. Meu nome é Matheus e neste conto vou relatar como se procedeu minha primeira vez. Toda vida tive certa curiosidade de saber como era ter relações homo afetivas, e portanto, ficava imaginando como seria. Tenho 175 de altura 70 kg moreno claro, meio mestiço. Como a maior parte das pessoas em descoberta, encontrei na internet conforto para aliviar minhas "tensões" então sempre mantive contatos com caras de outros estados que não o meu, e fazia sexo virtual com eles. 
Certo dia, estava em casa, e resolvi entrar no bate papo da minha cidade, estava já com os meus 19 anos e resolvi me permitir vivenciar esta experiencia. Depois de muito flertar com diversos caras na sala de bate papo, um veio falando, contei que era virgem, e que havia decidido naquele dia não ser mais "cabaço". Ele dizia ser de fora, e que estava ministrando aulas de um curso de formação e qualificaçao na cidade, e que estava indo embora no dia seguinte. Combinei portanto com que ele viesse ate minha casa, a qual dividia com um amigo, e que por este motivo, ele deveria dormir nela, para que não gerassem boatos.
tudo correu como o combinado. Paulo chegou em minha casa, e fomos ate meu quarto. Ele era um pouco mais baixo que eu, branquinho, careca, com uma barba cerrada. quando fechei a porta liguei uma musica e coloquei o colchão no chão para que não fizesse barulhos. O chamei para sentar-se ao meu lado, e então o beijei. Que beijo era aquele?! receio conseguir ainda me recordar da sensação daquela barba roçando minha boca,um beijo forte, cheio de desejo, com suas maos ritmadas, procurando meios de tirar minha camiseta, no momento em que já me via tirando a dele também. O que me possibilitou encontrar uma tatuagem estilo tribal ao lado da virilha, contrastando com a que já previamente tinha visto em seu braço. Paulo me tratava como se fossemos amantes a anos, após tirar minha camiseta e bermudas, me deitou no colchão e sutilmente partiu de minha boca com uma série compassada de beijos ao longo de todo o meu corpo, era incrível aquela sensação do calor dos lábios dele de encontro com minha pela, alternadas com leves mordidas hora sua respiraçao como se estivesse sentindo meu cheiro mais de perto.
Deste modo, ele tira minha cueca, eu já estava em êxtase, não sabia o que fazer, então deixei com que ele me guiasse. O momento em que ele me pois de bruços, e quando só de cueca deitou-se em cima de mim, falando em meu ouvido "linda sua bundinha", fez com que eu só conseguisse esboçar um ofegante "obrigado". Comecei a ficar tenso, já que logo cai na realidade de que ele iria me violar a pouco tempo, como estratégia de "não faço a menor ideia do porque", virei de volta, e tirei a cueca dele, ele se sentou em minha barrica, e seu penis ficou a minha frente, era um pau limpo, reto, não era grosso, nem fino demais, "na medida" para que pudesse ter confiança de que iria ser bom. resolvi então colocá-lo em minha boca. Chupava aquilo como se nao fosse nunca mais fazer denovo, engolia tudo, e depois ele tirava, fechava meus olhos e me excitava ao ouvir seus gemidos de prazer, me achava a pessoa mais FODA do mundo naquele momento, até que o silencio foi quebrado com uma exclamação "você nunca tinha feito isso antes mesmo? parece que faz isso o tempo todo", envaidecido com o que tomei como um elogio, só consegui olhar para ele com um olhar de prostituta, insinuando o meu prazer em estar lhe servindo.
Depois de chupá-lo, ele me colocou de bruços novamente, pensei comigo "agora não tem mais jeito", e realmente era naquele momento que tudo aconteceria. Paulo tirou de sua mochila um gel, e passou no meu rabinho, quando tocou meu cuzinho ainda virgem com o dedo me arrepiei todo. Me preparei, confesso, para sentir a maior dor da minha vida, e então senti ele encostar a cabecinha de seu pau no meu cuzinho, que quente ele era! So conseguia pensar na dor, até que ele se inclina e fala no meu ouvido, relaxa, não vai doer e morde minha orelha de leve, aquilo me desmanchou, pensei comigo "desse jeito pode fazer oque quiser", e começou a me penetrar, lentamente, o gel ajudou para que fosse deslizando, alisando cada prega que possuía, ate que se viu todo dentro de mim. CARA, NÃO SENTI NENHUMA DOR! que sensação boa, de prepotência misturada com completude! ele começou então a bombar, e a medida que ia aumentando meu tezao acompanhava, não muito distante, gozei, me senti muito envergonhado, então ele como um gentleman, me disse: "nao tem problema temos a noite toda!" e assim foi feito, passamos a noite toda transando, pedi para que fizesse tudo que sabia comigo, acho que queria correr atras do prejuízo, Paulo me fodeu de 4, frango assado, em pé, gozo na minha boca, na minha car, receio que nós dois tenhamos naquela noite gozado cerca de oito a dez vezes. quando vi o horario, estava na hora de ir para faculdade. aí sim, senti uma dor da qual nao me esqueço, mal conseguia me sentar que sentia uma dor que logo se amenizava quando me lembrava como foi feito aquele ardor. passei o dia todo de pau duro pois toda vez que me lembrava do acontecido daquela noite. Nunca mais vi paulo, mas lhe sou grato ate hoje.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Um amor de amigo

Olá, me chamo Gustavo e tenho 24 anos. A história que eu quero contar aconteceu quando estava na 7ª e 8ª série. Até então eu nunca havia pensado em homens da maneira que passei a pensar depois do Diego.
Naquela época eu havia acabado de mudar de colégio em Goiânia, e se não bastasse aquela dificuldade inicial de adaptação, a turma na qual eu entrei todos os alunos estudavam juntos desde a 1ª série. Já estava no segundo para o terceiro mês de aula e eu nem tinha passado do coleguismo com ninguém da minha sala. Até quando numa bela tarde o telefone da minha casa toca e minha mãe diz "Gustavo, é seu amigo". Eu pensei "quem será?". Quando então atendo o telefone reconheço a voz do Diego e ele diz "Oi Gustavo, tudo bem? Aqui é o Diego da sua sala. Você vai fazer alguma coisa hoje à tarde ou à noite?" Respondi que não e ele continuou "Então faz assim arrume-se aí que daqui meia-hora eu passo aí e nós vamos pro shopping, você topa?" E eu "claro!". Fiquei um tanto surpreso com a ligação e ainda mais com o convite, porque simplesmente trocava algumas palavra com o Diego, pois sentava-se à minha frente. Nosso primeiro passeio juntos foi meio travado, mas foi o início de tudo. Naquela época eu e ele estávamos ficando com algumas meninas. Ele ficava com a Ana da nossa sala, e eu estava de rolo com uma mina do mesmo bairro. Então era tudo conhecido. 
Depois daquele passeio, nossa amizade decolou. Passamos a fazer tudo juntos, tarefa, trabalho, esportes, passeio, filmes e o melhor: dormir juntos. A nova rotina estava conflitante com a minha mina e acabamos terminando. O Diego quando soube logo ficou preocupado e queria saber se eu estava realmente bem, e eu estava sim, na minha sala havia muito mais gatinhas. O Diego era do tipo garanhão, naquela idade já tinha 1,8m, moreno claro, olhos verdes, cabelo liso, corpo atlético e o sucesso entre as meninas: um bumbum redondinho. Costumava usar o short mostando a metade da cueca, o que deixava ver até os contornos daquela obra-prima. Mas até então não reparava isso. A situação começou a mudar depois que a Ana ficou com outro cara e ele ficou muito mal. As meninas quase pulava em cima dele, mas ele tava mal porque realmente gostava muito da Ana. Eu fui dar aquele apoio de amigo, e passei a estar ainda mais próximo dele. 
Todas as vezes que ele dormia em minha casa, dormíamos num colchão de casal na sala. Assistíamos alguma coisa até pegarmos no sono e dormir. Foi em uma dessas noites que acordei sentindo o corpo dele bem próximo do meu, eu não sei se foi coincidência ou não, mas eles estava de costas para mim com aquela bunda maravilhosa quase tocando o meu pau. Na hora fiquei numa mistura de tensão e tesão. Meu pau ficou duro na hora, igual pedra. Então eu tentei me mexer um pouco mais para perto, tentando encoxar ele. Só de tentar me mover o meu pau já tava todo melado. Eu fui me movendo até que encaixei todo o meu corpo no dele. Ah, que sensação deliciosa: estava ali com meu pau naquela bunda mais desejada do colégio. Aproveitei a oportunidade e o abracei forçando o seu corpo ainda mais ao meu, o que me fez ejacular litros encostado naquela que seria a minha bundinha. Depois de aproveitar cada segundo, fui me limpar e acabei batendo mais uma punheta pensando nele. Quando voltei para o colchão e fui tentar dormir, estava muito confuso "porque será que eu senti isso?" e "será que ele percebeu?" e também "e se eu perder sua amizade por isso?". Nem dormi direito. Nos dia seguintes foi tudo normar. Um dia eu dormia na casa dele e outro dia ele na minha. A cada noite eu aproveitava uma nova parte daquele corpo que estava me deixando cada vez mais doido. Pegava suas coxas, apertava aquela bunda safada, tocava em seus mamilos e segurava no seu pau. A sua resposta nunca foi à noite, sempre durante o dia. Ele se tornava mais atencioso, me ligava mais, passava mais vezes em minha casa e procurava sempre marcar noites para estarmos juntos. 
No colégio continua o assédio das meninas sobre ele e eu ficava só no meu canto imaginando "elas que não sabem que essa bunda tem um dono". E noite após noite estava ali o garoto mais cobiçado do colégio em meu colchão e eu encoxado nele. 
Foram dois anos assim até que mudamos de colégio e a nossa rotina mudou. Perdemos contato e tudo parou ali. Até hoje nunca tive nenhum envolvimento com outro homem. Mas nunca se sabe quando surgirá a oportunidade...

Meu Amigo de Cabelos Vermelhos

Foi em uma quarta feira qualquer que Nathan me ligou um tanto agitado. Disse que não poderíamos sair porque tinha um trabalho da faculdade para resolver, e era um tanto urgente, levaria a noite toda em sua casa. Claro que não me importei. Então logo no começo da noite entrei no facebook para passar o tempo, até que um amigo meu, chamado Carlos, começou a puxar assunto.
        - Não vai sair como Nathan hoje? – Ele perguntou.
        - Nem vai dar, ele tem um trabalho na faculdade – Respondi.
Carlos era amigo de Nathan tanto quanto era meu. Um garoto ruivo muito extrovertido que sempre me fazia rir. Ele disse que não faria nada a noite toda, sua namorada também estava na faculdade, então ele me chamou parar dar uma volta de carro. Em menos de vinte minutos ele estava em frente de casa buzinando.
Seguimos para o centro da cidade, conversando como sempre, rindo e ouvindo musica alta, paramos no BK para comer um hambúrguer e depois já estávamos entediados, então um papo idiota teve inicio.
        - Cara vamos no Italian? – Perguntou Carlos.
        - O Motel? Ta ‘locão’? – Respondi
        - Meu aniversario de namoro ta chegando, quero ir conhecer só pra ver se vale a pena ir comemorar lá, entende? Hoje é quarta, ta quase na hora do jogo, a gente toma um banho de banheira numa boa enquanto assiste o brasileirão. Vamos?
        - Ta que seja. – Concordei.
        Seguimos para o Italian, um motel muito caro devo admitir, entramos fingindo ser um casal gay e rindo aos montes. Pegamos um quarto bacana com uma decoração inspirada na torre Eiffel. Carlos foi logo tirando a camisa, era malhado, corpo definido, pelinhos ruivos iam do umbigo e entravam em sua calça. Depois ele ligou a TV, um tela de led de 50”. Então arrancou o tênis e quando ia tirar a calça ele parou.
        - Esse motel tem serviço de quarto de primeira – Ele disse pegando o telefone – Eu quero uma porção de fritas com queijo e uma garrafa de um litro de coca com copos com gelo e limão! – Então ele desligou.
        - Isso é um motel mano – Eu disse – Não uma lanchonete.
Depois que entregaram o estranho pedido, Carlos retirou a calça e por fim a cueca. Ficando completamente nu. Eu também tirei a roupa, mas fiquei só de cueca. Esperamos a banheira encher de pé em frente a teve comendo batatas. Admito, foi difícil não me excitar vendo aquele ruivo sarado com uns 15 cm de pau mole ao meu lado e uma bunda empinadinha e durinhas com alguns pelinhos vermelho. Mas eu me aguentei. Quando a banheira se encheu eu tirei a cueca e nos entramos, cada um de um lado com nossas penas esticadas em direção oposta.
        - Gol! – Gritou ele quando seu time marcou – Futebol é foda! – Ele disse.
        - Você gosta de qualquer jogo – Eu disse – Lembra daquele do palitinho?
        O jogo do palitinho funcionava assim, cada um de nós ficava com 4 palitos de dente nas mãos, então você leva a mão com os palitos nas costas e coloca na mão vazia uma quantidade X. Então os dois devem tentar adivinhar qual a quantia exata de palitos na mão dos dois.
        - Vamos jogar agora?
        - Vamos – Eu concordei, não gosto de futebol – Quais são as regras?
        - Quem ganha faz o outro passar vergonha?
        - Pode ser – Concordei porque eu sempre ganhava.
        Na primeira rodada ninguém acertou, na segunda também não, na terceira eu acertei. Fiquei pensando o que faria Carlos passar vergonha, e já tirei proveito da situação. Então mandei ele ficar de pé do lado de fora da banheira e rebolar pra mim. Ele relutou mais fez, jogo é jogo, saiu da água e ficou de costas, e rebolou algumas vezes com aquela bunda com pelinhos vermelhos, voltada pra mim. Então ele voltou para a água rapidamente, foi quando eu percebi que o pau dele estava um pouco maior, um pouco mais “duro”. Mas voltamos a jogar, na rodada seguinte ele ganhou, sorriu e disse:
        - Agora você me paga, feche o olho e coloque a língua para fora.
        Eu fiz, achando que ele passaria sabão na minha boca ou coisa do tipo, mas não foi isso que aconteceu. Senti então algo quente, logo entendi o que era, abri os olhos e me afastei com uma cara de puto.
        - Ta loco? – Gritei – Como assim você coloca o pau na minha boca?
        - “Ouxe”, você concordou com as regras – Disse ele mergulhando o corpo na água – Vai continuar ou não?
        - Vamos – Disse depois de respirar fundo, é claro que eu estava gostando.
Na rodada seguinte ele adivinhou novamente, não me mandou fechar os olhos dessa vez, ficou de pé, com o pau completamente duro, mais de 17cm, grosso e coberto por pelos vermelhos, se aproximou e bateu com ele no meu rosto. Olhei para cima e vi ele sorrindo enquanto batia o pau na minha testa.
        - Acho que isso não esta te incomodando – Disse ele – Só tem um jeito de saber.
        Com o pé dentro da água ele pisou sobre o meu pau e sentiu ele todo duro na sola de um pé tamanho 40. Foi então que ele colocou a cabeça da rola dele sobre meus lábios, ele sorria enquanto tentava colocar dentro da minha boca. Eu não resisti muito, era isso que eu queria. Eu abri a boca e ele enterrou a vara na minha garganta quase me fazendo vomitar, e depois tirou, segurou meus cabelos e deu inicio a um vai e vem com a cintura, de pé na banheira, fodendo a minha boca em um ritmo lento, enquanto ele via o jogo na TV. O gosto do pau dele era diferente do de Nathan, mais forte, um pouco salgado, talvez devido a espuma da água, mas de modo algum era ruim. Chupei como um sorvete em um dia quente. Ele gemina pouco, não tanto quanto Nathan gemia, mas era bruto, estocava a vara na minha garganta até seu saco tocar o meu queixo. Depois disso ele me puxou, fiquei de pé frente a frente com Carlos, ele me deixou de costas para e começou a roçar seu pau, incrivelmente duro na minha bunda, enquanto me punhetava. Mas não me dava atenção, olhava a TV, apertava mais meu pau quando o seu time quase marcava um gol. Então ele me puxou para baixo, e se abaixou comigo. Ficamos de joelhos na banheira, ele atrás de mim com as pernas dobradas de baixo da minha bunda e eu mais arreganhado com as pernas do lada das deles. Por alguns minutos fiquei sentindo o pau dele entre a minha bunda, e rebolei enquanto ele via a TV. No intervalo do jogo ele me deu atenção.
        - Agora eu acabo com você – Ele disse no meu ouvido.
        Carlos levou a mão no pau dele, me jogou para frente e encostou a cabeça da sua rola no meu cu, depois me puxou para trás me fazendo sentar sobre o colo dele com a vara inteiramente enterrada na minha bunda.
        - Rebola daquele jeito agora – Ele disse.
        E eu rebolei, ele gemia na minha orelha feito homem, urrando de tesão. Então ele se colocou ereto sobre os joelhos, me fazendo ficar de quatro na banheira sem tirar o pau de dentro de mim. Deu um tapa forte na minha bunda e começou o vai e vem, ele se deitou sobre mim me abraçando, eu sentia seu abdome definido roçando nas minhas costas, e seu pau entrando e saindo com vontade na minha bunda. Eu gemia também, estava uma delicia, embora o pau dele fosse menor do que o do meu melhor amigo, eu achava até então que isso faria diferença, mas não fez, até hoje tenho minhas duvidas de qual dos dois me fez gemer mais.
        Ele metia feito um cão, movimentando a cintura pra frente e pra trás, rápido e freneticamente. Às vezes ele estocava com força e deixava o pau parado dentro de mim por instantes e então voltava com o vai e vem. Eu gozei sem tocar no meu pau, mas ele levou mais um tempo. Quando estava quase lá, tirou o pau de dentro de mim e ficou de pé na banheira se masturbando, eu me sentei na banheira e ele gozou no meu cabelo. Depois se sentou na minha frente, o jogo estava voltando na TV, ele ficou ali como se nada tivesse acontecido por um tempo. Depois me puxou para ele me colocando entre as pernas dele, eu sentia seu pau já mole nas minhas costas. Carlos passou o dedo na porra dele em meu cabelo, e então levou o dedo até a minha boca, eu chupei o dedo dele durante todo o 2º tempo do jogo. Senti o pau dele crescer nas minhas costas mais uma vez. E quando o jogo terminou fizemos tudo de novo.Tomamos um banho em seguida, e de baixo do chuveiro ele lavou meu cabelo muito bem lavado.
        - A gente podia sair toda quarta feira – Ele disse enquanto esfregava meu cabelo.
        - Não dá, quarta feira é o meu dia com o Nathan.
        - E que tal toda Quinta? – Ele perguntou.
        - Acho melhor, na quinta não passa jogo – Disse dando risada.
        E por muitas quintas feiras eu saia para dar algumas voltas por ai com meu amigo Carlos. Nathan não sabia sobre Carlos, e Carlos não sabia de Nathan... Mas quanto tempo isso iria durar?

Aguarde por mais contos...

sábado, 29 de setembro de 2012

Começou na Net agora esta na cama!

Ola Galera eu sou o Diego e vou contar uma historia que aconteceu comigo. Tinha 20 anos na época e tinha acabado de comprar um notebook que estava afim a algum tempo, comecei minha inclusão digital de fato pois apesar de já ter email e usar computador na escola e trabalho não dava para entrar em bate papos e a maioria dos sites são bloqueados enfim afora em minha casa com meu note as coisas iriam mudar. Comecei a entrar nos sites de bate papo me cadastrei em redes sociais e logo estava cheio de amigos virtuais, conversava sobre tudo, e principalmente zuava muito estava curtindo mas na vida real algo estava faltando já havia 2 anos que estava sem namorada, ficava com algumas garo tas mas estava querendo alguém mais fixo, um relacionamento mais estável e ninguém estava me preenchendo o suficiente para isso.
Após algum tempo já estava bem próximo de um garoto chamado André de 18 anos, ele era muito legal conversávamos sobre quase tudo, mas André era diferente dos outros, pois a maioria o assunto principal era sexo mas André não, sempre que o assunto tomava esse rumo ele mudava de assunto ou arrumava uma desculpa e saia.
   Em uma bela armadilha do destino o pai de André que era militar foi transferido para minha cidade e acabamos nos encontrando e ficamos ainda mais amigos agora na vida real. André era magro, pele clara, barriguinha sequinha, cabelos curtos estilo militar, sem pelo algum no corpo. Já eu era moreno, peito, braços e pernas peludas fortinho pela academia e natação, não era bombado cabelo e olhos castanhos e cabelo social.
André era um pouco tímido mas depois de algum tempo de conversa se soltava e eu sempre o pegava me olhando de uma forma diferente brincava com ele e ele ficava vermelho. Com nossa amizade e proximidade comecei a me abrir mais dizendo a falta que um relacionamento estava me fazendo e comecei a questiona-lo sobre garotas mais uma vez ele esquivava do assunto ate que um dia pressionado acabou dizendo que estava apaixonado por alguém é claro que fiquei em cima para descobrir quem era e após um monte de perguntas e sem perceber ele confessou que estava apaixonado por mim, fiquei sem jeito ele envergonhado tentou fugir, fui atrás e pedi que me esperasse que estava tudo bem só queria esclarecer as coisas, peguei André pelo braço e o trouxe a mim ele estava chorando e tremendo não sei porque mas por impulso o abracei e disse:
_ Tudo bem André eu gosto muito de você talvez não da mesma forma mas não quero perder sua amizade.
Depois de um tempo abraçados me afastei levantei seu rosto com a mão olhei no fundo dos seu olhos e perguntei:       _ Esta melhor?
André não respondeu me deu um beijo tão inesperado que nem pude evitar ou desviar, mas não sei se a confusão dos sentimentos a falta que estava por carinho não sei mas acabei gostando e retribui ao seu beijo que foi me enchendo de tezão. Meu primeiro beijo homo nunca tinha se quer pensado em algo com homem mas naquele momento nem pensava nisso. André parou de me beijar pediu desculpas e saiu correndo novamente e fui atrás outra vês ele entrou em sua casa entrei também a casa estava vazia, ele subiu pro quarto e tentou fechar a porta mas consegui impedir e entrei.
_Desculpe Diego não queria fazer aquilo, quer dizer queria, mas não devia..., eu..., eu....
Chorando e soluçando André se desculpava eu nada falei apenas me aproximei e segurando seu rosto com as duas mãos o beijei novamente com carinho e tezão, lembrando de todas as nossas conversas do jeito carinhoso como sempre falou comigo, dos seus olhares para meu corpo, eu sabia inconscientemente de seu carinho por mim, mas algo não permitia que enxergasse eu também estava apaixonado por ele por isso queria estar sempre com ele, sua conversa era interessante, nenhuma menina mais me atraia, pensava nele o dia todo mas so agora podia perceber era amor nos dois estávamos apaixonados um pelo outro.
Comecei a irar sua camisa, ele tirou a minha beijava seu pescoço enquanto desabotoava sua calça. André deitou na cama só de cueca com sua linda bundinha para cima, comecei a passar meus lábios em suas costas iniciando em seu cóccix subindo em direção ao seu pescoço, André sentia o toque de meus lábios e o calor de minha respiração acompanhadas de leves mordidas e beijos. Cheguei a seu pescoço e me acomodei colando meu corpo ao dele. Meu peito agora sentia suas costas e sua bundinha empinada recebia o toque de minha rola sem penetração apenas acomodada em seu reguinho por cima da cueca, passava bem de leve minha barba cerrada em sua nuca e dava beijinhos arrancando-lhe suspiros.
Me ergui de modo que virou André conseguiu se virar de frente para mim e voltamos a colar nossos corpos mas desta vez era seu peito que tocava o meu sentindo meus pelos e nossos pintos que se encontravam. Nossas bocas se entregaram em um gostoso, molhado e quente beijo.
Comecei a descer agora sentindo seu cheiro no pescoço, como e gostoso seu aroma, sentia a delicadeza de sua pele macia com meus lábios, continuei descendo e sentindo o cheiro e beijando seu peito, levantei sua axila, como cheirava bem não resisti beijei e lambi cada uma de suas cheirosas, macias e lisinhas axilas, volto ao seu peito me concentro agora em seus mamilos, mordiscando e passando a língua deixando-os durinhos alternando entre o direito e o esquerdo repetindo varias vezes o processo enquanto meu anjo geme de prazer.
André levanta me deita na cama vem por cima de mim me beija a boca chupa meus mamilos beija o centro do meu peito meu umbigo e chega ao meu pau que a esta altura já esta feito rocha dentro da cueca que e retirada por André que começa uma deliciosa chupeta, iniciada concentrada na cabeça do meu cacete mas que depois o contempla por inteiro, que delicia meu pau endurece ainda mais André brinca com meu saco peludo o lambe e me pede:
_ Di me come bem gostoso.
Levanto pego um creme que esta em cima de uma escrivaninha no quarto e unto o buraquinho de André enfiando e tirando meus dedos unto meu pau e vou introduzindo bem devagar em seu cuzinho, André começa a respirar mais forte, paro um pouco e peço que relaxe, volto a empurrar ate enfiar todo meu pau em seu rabinho gostoso, retiro deixando só a cabeça e volto a enfiar tudo e repito isso três vezes arrancando suspiros e gemidos de André que começa a rebolar em meu cacete seguro em sua cintura e aumento a velocidade André começa a gemer mais alto aumento ainda mais a velocidade, André pede para mudar de posição quer cavalgar em meu pau.
Sento em uma poltrona André vem de frente e senta em meu pau subindo e descendo depois de um tempo quer fazer abraçado sentindo meu peito peludo e me beijando subindo e descendo se esfregando em meu peito que delicia maravilhoso sentir seu corpo quente suado junto ao meu. André resolve virar de costa e o ajudo no movimento de sobe e desce e e lhe dou umas palmadinha na bunda. André aumenta a velocidade e eu também André começa a “morder” meu pau com o cu o que me enche ainda mais de tezão não resisto e gozo enchendo seu cuzinho de porra André deita em meu peito com o meu pau ainda atolado em seu cu e bato uma punheta vigorosa para ele que esporra em seu peito. Espalho toda sua porra em sua barria e peito fazendo carinho enquanto nos beijamos.